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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Tudo por amor a Bra$ília

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Já escrevi isso outras vezes, acho que um dos caras mais bem informados do país é Claudio Humberto (esse mesmo, aquele que foi assessor de imprensa do sarney), distribuída para algumas dezenas de jornais.

Não acho que seja muito confiável, mas também acho que tudo que ele escreve (quando reporta), é verdadeiro. Que fique claro que isso não quer dizer que concorde com tudo que ele escreve.

Hoje ele colocou uma nota na sua coluna, onde cita uma carta, manuscrita por zé arruda, ex-covernador e saqueador do Distrito Federal, destinada ao antigo circulo do poder brasiliense.

Nela o ex-governador faz um "mea culpa" e diz que a inveja e a cobiça foram a causa da sua queda (a cobiça a gente tem certeza que foi).

Na carta, o zé diz confiar nas “marcas do nosso trabalho e do nosso amor por Brasília.”


Comentários Politicamente (In)Correto

Tudo por amor a Brasília, ops, falha minha é Bra$ília, como se vê, é um amor bem grande mesmo.

domingo, 16 de maio de 2010

Brasilienses sem vergonha na cara

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Uma pesquisa mostra que o ex-governador josé arruda, está em terceiro colocado nas pesquisas para o governo do DF.

Comentário Politicamente (In)Correto

Ou os brasilienses estão tirando sarro da nossa cara ou não tem nenhuma vergonha na cara.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

terça-feira, 16 de março de 2010

Para "esquentar" a memória

O estilo da Sra. Arruda
A trajetória da primeira-dama do Distrito Federal - da sensação nas festas e solenidades oficiais às suspeitas de envolvimento no escândalo de Brasília

Aureliza CorreaCASAL EMERGENTE
Antes do escândalo, José Roberto Arruda e Flávia badalavam felizes nas festas em Brasília. O brinco de ouro branco que ela mostra na foto custa R$ 35 mil

Antes de se tornar mulher do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, Flávia Carolina Peres morava em Taguatinga, cidade localizada a 25 quilômetros do centro da capital federal. Recém-separada, Flávia, formada em educação física e estudante de Direito, trabalhava e se divertia como qualquer jovem de 27 anos. Não frequentava as altas-rodas de Brasília. Há pouco mais de dois anos, ela se uniu a Arruda e virou uma espécie de celebridade no mundo brasiliense. Criou uma ONG dedicada a ações sociais, ganhou o título de cidadã benemérita da Câmara Legislativa do Distrito Federal, passou a conviver com socialites e virou apresentadora de um programa local de televisão. A beleza de Flávia Arruda e certa semelhança com a atriz Camila Pitanga também chamaram a atenção para a primeira-dama do Distrito Federal - assim como seus modos finos e o hábito, lapidado depois da união com o governador, de usar joias e roupas de grife.
O début de Flávia na sociedade brasiliense ocorreu em fevereiro de 2008.
Andréa Meireles, mulher de um importante empresário de Brasília, abriu sua casa para a estreia. De acordo com uma reportagem do Jornal de Brasília, Flávia chegou à festa com um vestido Valentino branco, cujo preço está em torno de R$ 10 mil, enquanto os convivas tomavam champanhe francês Veuve Clicquot.
A noite foi marcante também porque Flávia anunciou publicamente a adoção do sobrenome Arruda. Flávia e Arruda só oficializaram a união estável em cartório no dia 18 de fevereiro do ano passado, sob o regime de comunhão parcial de bens (pelo qual os cônjuges só partilham os bens adquiridos após a união).
Hoje, eles têm uma casa no Park Way, um dos bairros com metro quadrado mais caro de Brasília.
Depois do enlace com Arruda, o estilo de vida de Flávia mudou.
"Ela não tinha muito contato com o pessoal da sociedade, que gosta de festas todo dia", afirma Andréa Meireles.
"Antes ela era casada com um menino que era engenheiro, tinha uma escolinha pequena. A vida era outra."
A fama repentina garantiu sucessivos flashes para Flávia. Depois do casamento, ela começou a exibir em eventos sociais adereços sofisticados. Demonstrou especial predileção por joias da designer Carla Amorim, dona de lojas em áreas nobres de Brasília, Belo Horizonte, Recife, São Paulo e de revendas no exterior.
O mais vistoso brinco usado por Flávia se chama "Universo Pavê". É trabalhado em ouro branco 18 quilates e polido com diamantes. O preço de tabela é R$ 34.700, quase o triplo do salário do governador, de R$ 12.500. Flávia tem também um modelo chamado "Reglisse": um brinco de ouro com pedras pretas de diopsídio e diamantes. Custa R$ 26.700.
ÉPOCA procurou a designer Carla Amorim para saber a forma de pagamento usada por Flávia para comprar as joias. Por meio de carta, Carla afirmou que não divulga dados de clientes sem a autorização.
Flávia Arruda também foi fotografada numa situação inusitada: calçava sapatos escarpim de bico fino da marca Dior (preço estimado em R$ 3.500) em meio a um lamaçal. Estava na cidade de Brazlândia durante uma entrega de lotes de terra a funcionários do governo do Distrito Federal. Segundo sua assessoria, os objetos e acessórios usados por ela estão "devidamente declarados em seu Imposto de Renda".
Nas últimas semanas, Flávia sumiu das colunas sociais e passou a frequentar as páginas políticas dos jornais. A ONG Instituto Fraterna, sob sua responsabilidade, é investigada pela Polícia Federal nos desdobramentos da Caixa de Pandora. A PF suspeita que o Fraterna tenha recebido dinheiro de propina de empresas de informática. Em material apreendido na casa de Domingos Lamoglia, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal e um dos mais íntimos assessores de Arruda, há uma anotação do governador em que ele assinala a palavra "Fraterna" e o número 100 ao lado.
A PF também investiga se Flávia é a dona de um haras nas cercanias de Brasília, suposto presente de Arruda, avaliado em mais de R$ 2 milhões. No início do mês, uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo sobre imóveis da família Arruda citou uma quitinete em nome de Flávia, comprada em março de 2009. O valor declarado, R$ 50 mil, é menos da metade do preço de mercado.
A crise política em Brasília mudou drasticamente a rotina de Flávia. Por duas semanas, ela deixou de gravar seu programa semanal na TV Bandeirantes. Teve de ser substituída. A volta à TV estava prevista para este domingo. Antes da apresentação do programa, suas amigas estavam ansiosas em saber se ela exibiria uma de suas joias conhecidas ou surpreenderia com alguma novidade, como um presente precioso. Na quinta-feira, Flávia Arruda completou 30 anos.

UM BANHO DE LOJA
As roupas e os adereços de flávia arruda chamam a atenção

Aureliza Correa
BRILHO NO VISUAL
Par de brincos de ouro com diamantes da designer Carla Amorim
R$ 26.700
 Reprodução
ESCARPIM NA LAMA
Sapatos de bico fino, importados, da Dior.
R$ 3.500
 Reprodução
VALENTINO BÁSICO
Vestido branco, com tecidos em camada
R$ 10 MIL

segunda-feira, 1 de março de 2010

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Reflexos da prisão do arruda

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Do Sponholz



Comentário Politicamente (In)Correto

Precisa comentar????

Quem tem...... tem medo, diz o ditado

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O presidente lulalau negou ter ficado "chocado" com a prisão de zé arruda, desmentiu os próprios acessores e jornalistas que estavam lá quando recebeu a confirmação da notícia.

Defendeu o trabalho da Polícia Federal que, em sua opinião, agiu sem "pirotecnias". Na cabeça do mordomo presidente, algemas e imprensa só podem ser permitidas quando o preso é um indivíduo comum, só reforçando o que sente em relação ao populacho, quando disse que sarney não era um homem comum (lembram). Aos comuns, tudo pode, aos cidadãos de primeira classe, tratamento especial.

Comentário Politicamente (In)Correto

A verdade é que o mordomo deve ter ficado chocado mesmo é com o risco da moda pegar, tem uma leva de PeTralhas e criminosos associados que poderiam ser "enquadrados", todos do "circulo do poder" do mordomo e da candidada.

Mas o mordomo pode ficar tranqüilo, o STJ pode até ter tomado uma decisão técnica e super fundamentada, mas no STF, vale a lei do mais forte e de quem tem mais grana. Nesse caso, o mello só quis colocar a batata quente na mão do gilmar mendes, pois está mordido com as interferências que o projeto de coronel, presidente em exercício do supremo, tem feito, ao cassar várias de suas decisões.

O mello tinha mesmo era uma vontade louca de liberar o arruda. Lembrem-se que ele tem um histórico de favorecer quem tem grana, poder ou influência. O caso mais recente foi o da criança sequestrada pela mãe nos Estados Unidos e que a famíla, com grana e bem relacionada, fez um carnaval para tentar transnformar em caso de Estado.

Como diz o ditado, quem tem C...., tem medo, o mordomo deve ter ficado chocado mesmo, afinal, se a moda pega e juiz começa a mandar político corrupto para a cadeia, o mordomo vai ter que fazer estoque de cigarros, para visitar os amigos e correligionários nos finais de semana.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

E o arruda? Sifu! Será?

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Não tem como, a notícia do momento...... e que está na minha boca e na da torcida do Cacimbinhas Futebol Clube, porque a torcida do Flamengo, que segundo a Globo, é a maior do brasil, não está nem aí para nada, só para o futebol, para o carnaval e para a grana do bolsa família no fim do mês.

Pois bem, a notícia que uma parte da população, a que lê jornais (e não a maioria que limpa a bunda com ele), está comentando, é que o governador, que tem o nome de planta fedorenta, arruda, foi preso por decisão do colegiado especial do STJ, por 12 votos a 2.

O espantoso nisso tudo não é o fato de que um político corrupto foi preso, isso por aqui até que deveria ser rotina, o espantoso é que pela primeira vez na história do judiciário da E$bórnia, um governador, em exercício, é preso. Parece uma piada, mas não é, é um marco do judiciário dessa zona chamada brasil.

Parágrafo primeiro: A prisão do Miguel Arraes pela milicada em 1964 não conta, primeiro porque foi um ato do regime de excessão que estava sendo implantado, segundo, porque foi por razões de perseguição ideológica e não por demérito do governador, muito pelo contrário.

O espanto foi tanto, que o presidente da OAB disse em uma entrevista que os brasileiros poderiam estar vendo uma luz no fim do tunel.

Eu não seria tão otimista, vejo isso mais como um fósforo no fim do buraco do que uma luz de verdade e, rapidinho, corre-se o risco de ver o fósforo soprado, ou abafado seria um termo mais apropriado.

Minhas razões, são simples, a defesa da planta fedorenta, digo, do governador arruda, já entrou com o pedido de habeas corpus no STF e....... mantida a tradição daquela corte, de garantir a impunidade de qualquer um que tenha dinheiro ou influência política, tudo leva a crer que o arruda estará livre, leve e solto, logo, logo.

Assumindo novamente o cargo de governador e tripudiando com a nossa cara, como tem feito nos últimos 3 meses. Para esperar o crime prescrever, como acontece com um percentual significativo dos processos que envolvem "poderosos" nativos e que vão para as cortes superiores (STJ e STF).

Espero estar errado, mas começo pagando 5 para 1 como ele será solto em no máximo alguns dias. A relação da aposta pode mudar, dependendo de quem for o defensor, digo, relator do processo no STF.

Comentário Politicamente (In)Correto

O mordomo lulalau (tenho um amigo petista que odeia quando eu chamo o lula de mordomo e de lalau, hehehe), "recomendou" que o arruda fosse "preservado", garantindo para o governador, que sua prisão não seria um espetáculo público.

Diferente dos Estados Unidos, leia o post abaixo, que é um texto do Lucas Mendes (e olha que eu acho ele um porre), e um post intitulado lá e aqui, que mostra como as autoridades americanas tratam, de verdade, todos como iguais perante a lei.

Isso dá direito aos criminosos, independente da fortuna, à algemas e saída em carro de polícia com sirene ligada. O post fala da prisão de 44 pessoas presas, entre elas 3 prefeitos, vários legisladores (incluindo o presidente da assembléia legislativa), e líderes religiosos.

O crime da quadrilha de lá, corrupção, igual ao crime da quadrilha daqui, porém/todavia/contudo....

Lá, a prisão comum e algemas, tudo transparente, para os que pagam os impostos e elegem os políticos, verem que se forem enganados, terão justiça. Criminoso é criminoso e como tal são tratados, como qualquer outro "vagabundo", sejam juízes, religiosos, políticos ou banqueiros. Teve a prisão decretada, vai receber a visita da polícia e sair com as pulseiras de aço, tudo com direito as fotos do meomento da prisão, estampadas nas páginas policiais dos jornais.

Aqui, a garantia do presidente da república (presidente??? república???), da discrição, sem algemas, com direito a forum privilegiado, prisão especial e, quase esquecendo, direito divino a um habeas corpus do STF, que sai com a rapidez diretamente proporcional ao dinheiro e ao poder político do "preso".

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Pé de arruda dá sorte, as vezes.

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Do cartunista Clayton, do Jornal o Povo, do Ceará