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sábado, 14 de agosto de 2010

Brasília não pode ser somente de ricos.

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Brasília não pode ser somente de ricos.... Senão, como conseguiríamos empregadas domésticas para trabalhar em nossas casas?

Uma pérola de frase dita por Joaquim Roriz, essa semana, quando achava que o debate da Rede Bandeirantes já estava encerrado e os microfones desligados, deixando os moderadores e os concorrentes de boca aberta.

Se bem que esses últimos estavam de boca aberta de contentes, pela gafe cometida pelo picareta.


Comentários Politicamente (In)Corretos

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Uma palavra, EDUCAÇÃO.

Para o populacho que vota, saber que jornal também é para ler e não apenas para limpar a bunda.


quarta-feira, 26 de maio de 2010

Tudo por amor a Bra$ília

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Já escrevi isso outras vezes, acho que um dos caras mais bem informados do país é Claudio Humberto (esse mesmo, aquele que foi assessor de imprensa do sarney), distribuída para algumas dezenas de jornais.

Não acho que seja muito confiável, mas também acho que tudo que ele escreve (quando reporta), é verdadeiro. Que fique claro que isso não quer dizer que concorde com tudo que ele escreve.

Hoje ele colocou uma nota na sua coluna, onde cita uma carta, manuscrita por zé arruda, ex-covernador e saqueador do Distrito Federal, destinada ao antigo circulo do poder brasiliense.

Nela o ex-governador faz um "mea culpa" e diz que a inveja e a cobiça foram a causa da sua queda (a cobiça a gente tem certeza que foi).

Na carta, o zé diz confiar nas “marcas do nosso trabalho e do nosso amor por Brasília.”


Comentários Politicamente (In)Correto

Tudo por amor a Brasília, ops, falha minha é Bra$ília, como se vê, é um amor bem grande mesmo.

terça-feira, 16 de março de 2010

Para "esquentar" a memória

O estilo da Sra. Arruda
A trajetória da primeira-dama do Distrito Federal - da sensação nas festas e solenidades oficiais às suspeitas de envolvimento no escândalo de Brasília

Aureliza CorreaCASAL EMERGENTE
Antes do escândalo, José Roberto Arruda e Flávia badalavam felizes nas festas em Brasília. O brinco de ouro branco que ela mostra na foto custa R$ 35 mil

Antes de se tornar mulher do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, Flávia Carolina Peres morava em Taguatinga, cidade localizada a 25 quilômetros do centro da capital federal. Recém-separada, Flávia, formada em educação física e estudante de Direito, trabalhava e se divertia como qualquer jovem de 27 anos. Não frequentava as altas-rodas de Brasília. Há pouco mais de dois anos, ela se uniu a Arruda e virou uma espécie de celebridade no mundo brasiliense. Criou uma ONG dedicada a ações sociais, ganhou o título de cidadã benemérita da Câmara Legislativa do Distrito Federal, passou a conviver com socialites e virou apresentadora de um programa local de televisão. A beleza de Flávia Arruda e certa semelhança com a atriz Camila Pitanga também chamaram a atenção para a primeira-dama do Distrito Federal - assim como seus modos finos e o hábito, lapidado depois da união com o governador, de usar joias e roupas de grife.
O début de Flávia na sociedade brasiliense ocorreu em fevereiro de 2008.
Andréa Meireles, mulher de um importante empresário de Brasília, abriu sua casa para a estreia. De acordo com uma reportagem do Jornal de Brasília, Flávia chegou à festa com um vestido Valentino branco, cujo preço está em torno de R$ 10 mil, enquanto os convivas tomavam champanhe francês Veuve Clicquot.
A noite foi marcante também porque Flávia anunciou publicamente a adoção do sobrenome Arruda. Flávia e Arruda só oficializaram a união estável em cartório no dia 18 de fevereiro do ano passado, sob o regime de comunhão parcial de bens (pelo qual os cônjuges só partilham os bens adquiridos após a união).
Hoje, eles têm uma casa no Park Way, um dos bairros com metro quadrado mais caro de Brasília.
Depois do enlace com Arruda, o estilo de vida de Flávia mudou.
"Ela não tinha muito contato com o pessoal da sociedade, que gosta de festas todo dia", afirma Andréa Meireles.
"Antes ela era casada com um menino que era engenheiro, tinha uma escolinha pequena. A vida era outra."
A fama repentina garantiu sucessivos flashes para Flávia. Depois do casamento, ela começou a exibir em eventos sociais adereços sofisticados. Demonstrou especial predileção por joias da designer Carla Amorim, dona de lojas em áreas nobres de Brasília, Belo Horizonte, Recife, São Paulo e de revendas no exterior.
O mais vistoso brinco usado por Flávia se chama "Universo Pavê". É trabalhado em ouro branco 18 quilates e polido com diamantes. O preço de tabela é R$ 34.700, quase o triplo do salário do governador, de R$ 12.500. Flávia tem também um modelo chamado "Reglisse": um brinco de ouro com pedras pretas de diopsídio e diamantes. Custa R$ 26.700.
ÉPOCA procurou a designer Carla Amorim para saber a forma de pagamento usada por Flávia para comprar as joias. Por meio de carta, Carla afirmou que não divulga dados de clientes sem a autorização.
Flávia Arruda também foi fotografada numa situação inusitada: calçava sapatos escarpim de bico fino da marca Dior (preço estimado em R$ 3.500) em meio a um lamaçal. Estava na cidade de Brazlândia durante uma entrega de lotes de terra a funcionários do governo do Distrito Federal. Segundo sua assessoria, os objetos e acessórios usados por ela estão "devidamente declarados em seu Imposto de Renda".
Nas últimas semanas, Flávia sumiu das colunas sociais e passou a frequentar as páginas políticas dos jornais. A ONG Instituto Fraterna, sob sua responsabilidade, é investigada pela Polícia Federal nos desdobramentos da Caixa de Pandora. A PF suspeita que o Fraterna tenha recebido dinheiro de propina de empresas de informática. Em material apreendido na casa de Domingos Lamoglia, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal e um dos mais íntimos assessores de Arruda, há uma anotação do governador em que ele assinala a palavra "Fraterna" e o número 100 ao lado.
A PF também investiga se Flávia é a dona de um haras nas cercanias de Brasília, suposto presente de Arruda, avaliado em mais de R$ 2 milhões. No início do mês, uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo sobre imóveis da família Arruda citou uma quitinete em nome de Flávia, comprada em março de 2009. O valor declarado, R$ 50 mil, é menos da metade do preço de mercado.
A crise política em Brasília mudou drasticamente a rotina de Flávia. Por duas semanas, ela deixou de gravar seu programa semanal na TV Bandeirantes. Teve de ser substituída. A volta à TV estava prevista para este domingo. Antes da apresentação do programa, suas amigas estavam ansiosas em saber se ela exibiria uma de suas joias conhecidas ou surpreenderia com alguma novidade, como um presente precioso. Na quinta-feira, Flávia Arruda completou 30 anos.

UM BANHO DE LOJA
As roupas e os adereços de flávia arruda chamam a atenção

Aureliza Correa
BRILHO NO VISUAL
Par de brincos de ouro com diamantes da designer Carla Amorim
R$ 26.700
 Reprodução
ESCARPIM NA LAMA
Sapatos de bico fino, importados, da Dior.
R$ 3.500
 Reprodução
VALENTINO BÁSICO
Vestido branco, com tecidos em camada
R$ 10 MIL

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A caixa de Pandora

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Pandora foi criação por Hefesto e Atena, por ordem direta de Zeus. Para que pudesse ser perfeita, recebeu uma qualidade de cada um dos deuses, mas de Hermes, recebeu a inveja e a traição.

Epimeteu, irmão de Prometeu, havia recebido um presente dos deuses, uma caixa que continha todos os males. Tinha ordem expressa de não abrir.


Quando Epimeteu viu Pandora, a testosterona falou mais alto e ele deu a caixa de presente para a moça que, curiosa (sabem aquela coisa de XX e XY), abriu, espalhando todos os males, conhecidos e desconhecidos que hoje afligem a humanidade (quem quiser saber os detalhes desses mitos é só digitar Caixa de Pandora no Google).

Sabe-se que os dois mais perigosos males que sairam da caixa deram origem à política e à religião (fiquei em dúvida com essa crase, não com essa afirmação).
Reza a lenda que a caixa foi enterrada no brasil, mais precisamente no planalto central, mas isso é outra lenda, ou história, depende quem conta.

Pois bem, a polícia federal nomeou a operação que investiga a corrupção no Distrito Federal de caixa de Pandora, nome muito bem apropriado. Abrindo, de verdade , a caixa, não se sabe onde vai bater, mas alguns lugares são alvos certos, além da câmara distrital, a explanada dos ministérios, alguns congressistas nacionais e um monte (melhor, uma montanha das grandes) ,de empresas e empresários peso pesadas do PIB e$borniano, financiadores de campanhas em todos os níveis.

Para evitar isso, os deputados distritais tentam de todas as maneiras criar mecanismos que barrem a intervenção federal, e olha que a intervenção já é naturalmente politica e juridicamente complicada.

A última cretinice proposta é criar, no caso de vacância do governador e vice governador do DF, a eleição indireta (já se viu isso antes, durante os 20 anos de regime militar). Há uma corrida louca dos dePUTAdos para mudar a Lei Orgânica do DF e instituir essa "eleição".

Os dePUTAdos investigados querem escolher, provavelmente um de seus pares, ou alguém que aceite alguma relação de "troca", o novo governador. Vocês sabem exatamente o que isso quer dizer, vão escolher um cara para sumir com provas e qualquer coisa que possa ligá-los ou incriminá-los com o que já apareceu.


Confesso que tenho sérias dúvidas de que isso seja juridicamente aceitável, é um demostração de casuismo só vista no governo do Geisel, que mexeu no judiciário e no legislativo para garantir que o governo ganhasse as eleições, dadas como derrota certa para a ditadura militar.

Uma intervenção, em tese, permitiria escancarar o que todos sabem o que acontece no Distrito Federal, mas só a imprensa externa publica, de vez em quando, as ponta do iceberg, os outros 95% estão abaixo da linha de visão e do populacho.

O DF tem uma característica, a imprensa é sempre governista, quando isso não acontece, muda-se os diretores e radatores dos jornais. Talvez, junto com o Maranhão, seja o estado que há um controle quase absoluto da imprensa pelo governo. Dizem as más linguas que aécio neves faz isso também, tanto que os jornais locais não questionam os bilhões de reais "investidos" em obras faraônicas
do centro administrativo de Minas Gerais (cópias dos prédios públicos de Brasília, o palácio tem uma rampa e um púpito iguais ao do planalto). Rabiscos caros do engodo que é unanimidade nacional, oscar niemayer, mas isso também é outra história, com "H e I".

Comentário Politicamente (In)Correto

Vamos ver o desenrolar do carretel, a bola está com a corte, mais política que técnica, que é o STF. Poucos querem as batatas que estão queimando por lá. Acho que os únicos que tem coragem de encarar hoje são os petralhadas, com o controle político da polícia federal, só apareceria o que traria benefícios para as eleições desse ano.

Além disso, c
onvém lembrar que Brasília tem um dos mais lucrativos esquemas de corrupção montados no brasil e é o paraiso dos lobistas, que distribuem rios de grana em caixa 1, 2 e 3. A petralhada quer uma boquinha disso tudo, pois ficou de fora nos anos de governo do PFL/DEM/PSDB, preci$a aproveitar e de$contar o tempo perdido.

Essa é a capital dessa E$bórnia chama brasil.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Moda carnavalesca em Brasília

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Fantasias com dinheiro nas meias, cuecas, ternos, camisas etc, são as mais procuradas para o Carnaval de Brasília, este ano.

Comentário Politicamente (In)Correto

Por que será? Não entendi.....

sábado, 26 de setembro de 2009

Cidades irmãs

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Brasília já tem uma cidade irmã, fica na Alemanha na província de Turinge.
Apesar dos protestos da população local, a cidade foi escolhida como a cidade irmã da capital da E$bórnia.


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