sexta-feira, 23 de setembro de 2011

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Como funciona o mercado de capitais


Em um pequeno vilarejo, apareceu um homem anunciando que compraria burros por R$10,00 cada. Como haviam muitos na região, os moradores iniciaram a caçada. Foi aquela euforia.
O homem comprou milhares de burros a R$10,00. Como os aldeões diminuíram o esforço na caça, o homem anunciou que pagaria R$20,00 para cada burro.

Os aldeões foram novamente à caça, mas logo os burros rarearam e os aldeões desistiram da busca. A oferta foi a R$25,00. A quantidade ficou tão pequena que já não havia mais interesse em caçá-los. O homem então anunciou que compraria cada burro por R$50,00!
Como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos burros.

Na ausência do homem, seu assistente propôs aos aldeões:
- 'Sabem os burros que o homem comprou? Eu posso revendê-los a vocês a R$30,00 cada. Quando o homem voltar da cidade, vocês vendem a ele pelos R$50,00 que ele oferece, e ganham uma boa bolada'.

Os aldeões pegaram suas economias e pediram dinheiro para  familiares e amigos e compraram todos os burros do assistente.

Os dias se passaram, e eles nunca mais viram nem o homem, nem o seu assistente. O que viam eram somente burros por todos os lados, de duas e de quatro patas.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Opinião pública é impedida de saber o teor de notas fiscais apresentadas por deputados estaduais

PRESTAÇÃO DE CONTAS

Decisão do TJ reabre debate sobre acesso a dados públicos

Do Jornal Zero Hora

Opinião pública é impedida de saber o teor de notas fiscais apresentadas por deputados estaduais

Uma decisão do Órgão Especial do Tribunal de Justiça reacendeu o debate sobre o acesso a informações públicas. Por 17 votos a sete, a opinião pública continua sem acesso às notas fiscais apresentadas por deputados estaduais ao receber diárias. Antes de entrar na Justiça, a autora da ação, a RBS TV, aguardou por 10 meses uma resposta da Assembleia. Não obteve retorno.

Associações que representam a imprensa e entidades de defesa da transparência nos órgãos públicos lamentaram a decisão da Corte. O debate começou no próprio Órgão Especial. A maioria do colegiado entendeu que a RBS TV extrapolou o prazo legal para ingressar com a ação. Já os desembargadores Arminio da Rosa e Arno Werlang foram contundentes ao divergir dos 17 colegas que determinaram o resultado.

O julgamento do mandado de segurança solicitado pela RBS TV ocorreu na segunda-feira, 18 meses após a empresa protocolar na Assembleia Legislativa um pedido para acessar as notas fiscais dos deputados. Os documentos ajudariam a subsidiar uma reportagem que pretendia esclarecer como os parlamentares justificam seu direito às diárias pagas pela Assembleia. Para receber meia diária (no valor de R$ 233) ou uma diária inteira (R$ 466), o deputado precisa apresentar uma nota fiscal comprovando que esteve em um município do Interior.

– A Constituição garante o acesso, mas nenhuma lei disciplina esta prerrogativa de maneira rígida. Então, os agentes públicos e o Poder Judiciário acabam optando pela opacidade, e não pela transparência – diz o presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Fernando Rodrigues, ressaltando que a dificuldade no acesso às informações públicas “é mais comum do que se imagina”.

Transparência é prioridade na atual gestão da Assembleia

A decisão do Órgão Especial do TJ saiu na última segunda-feira, baseada na Lei 12.016/2009, que afirma o seguinte: o direito ao mandado de segurança fica extinto 120 dias após o “ato impugnado”. Mas sete desembargadores expressaram outra opinião: não se aplica prazo quando um órgão público se omite.

O advogado Rafael Maffini, que representa a RBS, complementa:

– Fizemos um pedido à Assembleia, que nunca respondeu. Portanto, não há “ato impugnado”. O que existe é justamente a falta de um ato de autoridade.

Atual presidente da Assembleia, Adão Villaverde (PT) vem comandando uma gestão em que a transparência, segundo ele, é tratada como prioridade. Em julho, o site do Legislativo passou a publicar informações como CNPJ e data e número das notas fiscais dos deputados. Porém, os valores continuam ocultos.

– São decisões que dependem da Mesa Diretora da Casa, dos líderes partidários. O parlamento é um órgão colegiado – afirma Villaverde.

O repórter Giovani Grizotti, responsável pela apuração da reportagem para a RBS TV, lembra que, em 2009, deputados estaduais foram flagrados recebendo diárias para dormir na própria casa:

– Nossa ideia é fazer um levantamento maior, verificando como os deputados comprovam as diárias.

O diretor executivo da Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo, lembra que é direito de qualquer cidadão ter acesso à informação pública e é dever da instituição pública prestar informação.

– Quem esconde informação, motivo tem. Se a Assembleia está escondendo essa informação, motivo tem.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Falta inventar um spray Mata-Picareta

 Falta inventar um spray Mata-Picareta

CHEGOU O MATA-CAPETA!! O spray que tira o diabo do couro! 
malafaia.jpg

O Pastor Silas Malafaia lançou no mercado uma invenção que vai revolucionar o mundo: o mata-capeta. Trata-se de um spray que remove o diabo do couro das pessoas. O produto chega ao mercado na próxima semana por um preço em torno de 100 reais. Cada frasco dá para remover o diabo de umas 20 pessoas.

Para o ajudante de pedreiro José Jair Jacob, esta invenção chegou em boa hora. “Toda semana quando vou à Igreja o pastor tira o diabo do meu couro. Bate em mim, me joga no chão, me dá tapas, e agora com esse spray basta me dedetizar que o problema será resolvido”, disse.

A dona de casa Carmem Cotovelo Castro também gostou da invenção e disse que comprará centenas de frascos porque segundo ela, o marido costuma chegar bêbado em casa de madrugada com o diabo no couro.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Moçambique cria mais de cinco mil reservas florestais

Enquanto o Brasil destroi unidades de conservação por medida provisória e os ruralistas, com apoio de políticos trambiqueiros, se unem para fazer o maior estrago e destruir as chances do país de proteger biodiversidade, Moçambique cria mais de 5.000 áreas protegidas e tem intenso programa para o uso sustentável de recursos naturais e recuperação de ecossistemas.
 Da PNN Portuguese News Network
Maputo – A ministra moçambicana para a Coordenação da Acção Ambiental, Alcinda Abreu, destacou hoje, em Maputo, a criação de 5.046 novas florestas comunitárias, no quadro da gestão sustentável dos recursos naturais.
No mesmo contexto o Ministério para a Coordenação da Acção Ambiental (MICOA) iniciou também o estudo sobre as técnicas de conservação e tratamento da água no distrito de Tambara, província central de Manica, bem como a demonstrações do uso da moringa como purificador da água para consumo doméstico.

O XV Conselho Coordenador do pelouro, que decorre em Maputo sob o lema «Floresta é Vida, Floresta é Nossa Riqueza, Conservarmo-la!» vai, durante três dias, entre outros objectivos, verificar o grau de cumprimento das decisões saídas do XIV conselho coordenador e fazer o balanço da implementação do Plano Económico Social (PES) 2011, relativo ao primeiro semestre.

No quadro das realizações feitas no primeiro semestre do corrente ano, no plano de gestão das zonas costeiras, iniciou-se a avaliação ambiental estratégica da costa moçambicana, a restauração do mangal degradado em Xai-Xai, província meridional de Gaza, a testagem de técnicas de combate à erosão no distrito de Inhassoro e o estudo da morfodinâmnica das praias de Xai-Xai e Chuiba.

No quadro da gestão das zonas urbanas, o MICOA elaborou 19 planos de uso da terra nos distritos das províncias de Cabo Delgado, Niassa, Nampula (norte), Zambézia e Manica (centro), Inhambane, Gaza e Maputo (sul) e construiu barreiras de contenção da erosão e enchimento de ravinas.

A pesquisa marinha foi outro assunto que mereceu atenção durante o primeiro semestre de 2011, tendo sido realizado o estudo dos invertebrados e ervas marinhas capturadas na zona entre-marés da baía de Pemba. A estação de aquacultura do centro de pesquisa está a fazer o cultivo de bacalhau e cobia e corvina gigante.

O conselho coordenador acontece meses antes da realização da XVII Conferência das Partes da Conservação Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 17) e da sétima Reunião das Partes do Protocolo da Quioto, a ter lugar em finais de Novembro, na cidade sul-africana de Durban.

Moçambique, como o país anfitrião, espera que o encontro constitua mais uma oportunidade de mobilizar os diferentes actores, com vista a alcançar um acordo vinculativo em substituição do Protocolo de Quioto, que expira no mês de Dezembro de 2012.

No encontro, o MICOA ofereceu ao Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM), representado pelo respectivo edil, um total de 90 contentores para a deposição de lixo, que serão colocados na Vila Olímpica, onde estão alojados os atletas e delegados dos X Jogos Africanos.

O Conselho Coordenador do MICOA conta com a participação de directores nacionais e provinciais, representantes de comissões da Assembleia da República (AR), o Parlamento moçambicano, outros Ministérios e convidados.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

JAC J3 - Avaliação de um infeliz comprador

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JAC J3


- Não existe garantia de recompra por parte da empresa, ou seja, para trocar depois mesmo por um outro zero km, você vai suar pra vender;
- O preço de revenda daqui a 01 ano de acordo com a Revista 4 rodas, é de R$20.000,00 a menos que o preço pago!
- 6 anos de garantia, aparentemente muito bom, né??? Mentira, todas as revisões tem que ser feitas lá, e o que a empresa mandar você trocar, você terá que fazer, pois senão perde a garantia. Aí começa a inventar defeitos para tomar seu $$$.
- Você compraria um carro que ao pressionar o pedal de freio bruscamente, para não colidir em um obstáculo, o  pedal entortasse?? Você confia nos Chineses?? 
Que dominam o mercado chamado de PARAGUAY. - O carro foi reprovado em todos os testes de segurança...só no Brasil que passou...rolou um $$$ pra ser aprovado por aqui??? Claro que sim!
- O carro de teste drive tinha 600km rodados e mostrei ao vendedor que “TODAS” as borrachas de portas (4 portas) estavam rasgadas...sabe o que ele me disse? “Foi só nos primeiros modelos que vieram com peças de teste mesmo, nos outros isso não acontece! E ser der algum problema tem 6 anos de garantia!” Quero ver depois de 1 ano de uso, se você for na concessionária reclamar e ouvir o “técnico” dizer que foi mal uso ou que é desgaste natural e que a garantia não cobre!!! kkk.
- A suspensão do carro é muito frágil, no asfalto o carro soca demais e estala na dianteira, já indicando a fragilidade do produto!
- Motor muito áspero (barulhento) em altas rotações. - Acabamento interno muito fraco...se olhar com detalhe, vai ver muita coisa “camuflada”.
- O preço do modelo hatch anunciado pelo Faustão é R$ 37.900,00 “E NADA MAIS”...na loja esse preço é para as cores: preto, vermelho e branco!
O prata aumenta R$1.000,00...”E NADA MAIS”.
- O preço do modelo sedan anunciado pelo Faustão é R$ 39.900,00 “E NADA MAIS”...na loja esse preço é para as cores: preto, vermelho e branco! O prata aumenta R$ 1.000,00...”E NADA MAIS”. 
A manopla, parte superior da alavanca de marchas, fica rodando na mão!
Olhando por baixo do veículo observa-se várias peças com ferrugem. Na parte interna do motor também, abraçadeiras, parafusos, suportes etc...
- A qualidade da pintura é horrível, vários defeitos na tinta...mas uma pessoa comum, só chega e compra!
Resumindo....ACORDA BRASIL...PREÇO NÃO É TUDO! ESTE PRODUTO NÃO TEM QUALIDADE! SEU DINHEIRO NÃO É CAPIM!
MAIS UM LIXO NAS RUAS DO BRASIL!

F. R. W. do Prado - Porto Alegre RS
Si vis pacem, para bellum!

QUANTO AOS COMENTÁRIOS RECEBIDOS:

ESSE TEXTO E A INFELIZ COMPRA É DE F.R.PRADO DE PORTO ALEGRE, O TELEFONE ESTAVA ESCRITO NA PORTA DO CARRO, PARA QUEM ESTIVESSE INTERESSADO EM FALAR COM ELE. MAS POR ALGUM PROBLEMA DO BLOGGER, A FOTO SIMPLESMENTE SUMIU.
ELE TAMBÉM DESCREVE NO TEXTO OS PROBLEMAS QUE TEVE, ALÉM DA ENGANAÇÃO DA GARANTIA. 

PS.: o Porco não é pacifista, mas é ANTI-MILITARISTA (coisas do porco), jamais assinaria com essa citação estúpida.

PS linha: vou tentar recuperar a foto.

PARA TERMINAR, COMO NÃO VENDO CARRO VAGABUNDO, FABRICADO COM AÇO DE 3a, FEITO COM FERRO QUE NENHUM PAÍS DECENTE QUER, NÃO PRECISO PLANTAR MANDIOCA, COMO RECOMENDA O COMENTÁRIO DESSE VENDEDOR DE BUGIGANGAS CHINESAS, OU QUEM SABE ELE É APENAS UM COMPRADOR BURRO.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Porque Marina foi defenestrada do PV.

Manobra eterniza caciques políticos

Por Cristian Klein
Descrição: João Brito/Folhapress - 19/6/2010/João Brito/Folhapress - 19/6/2010Brusadin: "As comissões dão amplos poderes. Ainda vou escrever o livro 'Pequenos partidos, grandes negócios'"

Nem o capital político de quase 20 milhões de votos (19,3%) acumulado por Marina Silva na última eleição presidencial foi suficiente para que ela tivesse voz no PV. Sem espaço, a ex-senadora sentiu-se obrigada a sair do partido, controlado desde 1999 pelo deputado federal paulista, e bem menos conhecido, José Luiz Penna.
A situação de Marina, hoje desabrigada e à procura de uma agremiação pela qual se candidatar, mostra como é forte o poder das burocracias partidárias na política brasileira e expõe um sistema no qual legendas são dominadas por um único dirigente ou uma oligarquia deles.
O mecanismo pelo qual esse domínio é possível aparece em denúncias e reclamações esparsas, mas que vem ganhando cada vez mais atenção. São as comissões provisórias, previstas pela legislação como forma de organização num momento embrionário do partido mas que se perenizam e mantêm por anos dirigentes no comando das siglas.
É o caso de Penna, no PV; do ex-deputado federal Roberto Jefferson, no PTB; e do deputado Valdemar Costa Neto e do senador Alfredo Nascimento, no PR.
Geralmente mais associado a partidos fisiológicos e de direita, o controle da sigla por grandes caciques, no entanto, independe de ideologia e abrange partidos mais à esquerda, como o PDT, do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, que assumiu a legenda após a morte de Leonel Brizola, em 2004, e o PSB, do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que herdou a liderança do avô, Miguel Arraes.

Em comum entre esses partidos está a alta taxa de comissões provisórias, seja no nível municipal ou no estadual. Em levantamento feito para o Valor, o cientista político e pesquisador do Centro de Estudos da Metrópole (CEM/Cebrap), Fernando Guarnieri, analisou o percentual de comissões provisórias de todos os 27 partidos em relação à sua presença nos municípios.
Apenas os dois maiores partidos, PT (20%) e PMDB (28%), são constituídos largamente por diretórios municipais em vez de comissões provisórias, o que indica uma maior descentralização de poder interno.
Enquanto os diretórios, compostos a partir de eleições e com mandatos fixos, têm autonomia para tomar as principais decisões locais, as comissões provisórias são nomeadas pela instância imediatamente superior e podem ser destituídas a qualquer momento.
O modelo cria uma relação de dependência que é assim resumida pelo ex-presidente estadual do PV em São Paulo, Maurício Brusadin: "Um cacicão (nacional) protege um cacique (estadual), que protege um caciquezinho (municipal). É um sistema perfeito, a la "Matrix" [o filme]. Não tem como divergir ou se revoltar. Porque quem fala contra é expurgado", afirma o economista, de 36 anos, que estava havia 18 no PV e saiu da legenda junto com Marina Silva.
Brusadin diz que o movimento de "transição democrática", liderado pela ex-senadora, conseguia "encher as reuniões de filiados, mas os dirigentes não iam", temerosos de perder seus cargos, como acabou ocorrendo com ele.
Os números mostram que não foi por menos que Marina Silva e seu grupo foram derrotados na queda-de-braço com o presidente do partido, José Luiz Penna. Ao lado do PR, o PV é a legenda mais centralizada, com a maior taxa de comissões provisórias, 98%, perdendo apenas para o PRB, sob a influência da Igreja Universal do Reino de Deus, cujo índice é de 99%.
A situação nos municípios é quase um espelhamento de como os partidos estão organizados no nível estadual. O PT tem diretórios estaduais em todas as 27 unidades da Federação. O PV e o PR, em nenhuma. Todas são comissões provisórias.
"As comissões permitem que o dirigente da instância superior tenha amplos poderes, decida tudo, quem é o candidato a prefeito, quem pode aparecer no horário eleitoral... Os filiados não têm direito a voto. É muito injusto", reclama Brusadin.
O economista faz o mea culpa por ter aceitado o "jogo de ascensão complexo", no qual era subserviente e "não podia discordar do rei", mas contra o qual se voltou nos últimos quatro anos de partido. Um jogo cujas regras não escritas incluíam agrados, como whisky no fim do ano, e obediência ao dirigente imediato do partido, em uma "cultura do medo insuportável".
A principal crítica de Brusadin é contra os acordos escusos, caracterizados como uma "venda do partido". O mais comum e decepcionante, conta, é quando a agremiação tem um nome que anima os filiados, com potencial de crescimento em determinada eleição municipal, mas o líder local ou acima dele impede o lançamento da candidatura própria e vende o apoio da sigla, em dinheiro ou cargos, para facilitar, em regra, a reeleição do prefeito. Haveria cobrança até para se garantir a candidatura na generosa chapa proporcional de vereadores, que permite a inscrição de dezenas de nomes.
Esse ambiente seria um dos principais motivos para desestimular a militância partidária e impedir o crescimento das siglas médias e pequenas, lamenta.
"O pensamento é o seguinte: se lá não temos muita chance, vamos arrendar o partido. Ainda vou escrever o livro 'Pequenos partidos, grandes negócios'", afirma Brusadin.
O cientista político Fernando Guarnieri preferiu escrever a tese de doutorado "A força dos partidos fracos", defendida na USP, em 2009. No trabalho, ele utiliza a taxa de comissões provisórias municipais como um indicador para medir a democracia interna dos partidos. Os resultados o levam a dividir as legendas em três categorias: poliárquicas (ou organizadas), oligárquicas (ou de organização mista) e monocráticas (ou não organizadas).
Na atualização e ampliação dos dados para os 26 Estados com órgãos municipais, feitas a pedido do Valor, o PT e o PMDB, com menos de um terço de comissões provisórias, pertencem à primeira categoria, dos mais democráticos. O PSDB (45%), o PCdoB (55%) e o DEM (59%), com taxas entre um terço e dois terços, são classificados no bloco intermediário. E as demais 22 siglas, com mais de dois terços de comissões provisórias, caem na categoria dos monocráticos.
Guarnieri afirma, contudo, que, mais do que uma coincidência ou um modelo maquiavélico, a proliferação das comissões provisórias atenderia a uma necessidade dos partidos médios e pequenos em busca de sobrevivência.
Como a tendência, pela primazia das eleições majoritárias, seria de concentração de força em dois ou três partidos, e esse espaço já está ocupado por PT, PMDB e PSDB, restaria aos demais adotar outro caminho. E as comissões provisórias serviriam a esse propósito. Em sua visão, elas são utilizadas estrategicamente para permitir aos líderes uma maior coordenação durante as eleições, lhes dando mais liberdade de fazer alianças e acordos.
"Por um lado, as comissões são obstáculos a um ambiente de maior democracia interna, mas, por outro, elas estruturam a arena eleitoral e dão estabilidade aos resultados", diz o pesquisador.
Guarnieri destaca que a força advinda dessa forma de (não) organização contraria o senso comum de que as eleições brasileiras seriam baseadas em um "bando de candidatos aleatórios" e que o poder dos políticos viria do controle sobre os votos de uma parcela do eleitorado. Antes de cultivar os votos, é importante garantir acesso a recursos dos partidos, como o tempo de propaganda de TV e, ainda mais primordial, o direito de se candidatar pela legenda - decisões que passam pela coordenação das burocracias partidárias.
O pesquisador lembra que o instituto das comissões provisórias, criado pela Lei Orgânica dos Partidos Políticos (Lopp), de 1971, é uma herança da ditadura militar e tinha como objetivo impedir a ascensão de candidatos indesejados na Arena, partido de sustentação do regime.
Para Maurício Brusadin, a legislação seguinte, de 1995, ainda "cheira a mofo", ao considerar como soberana apenas a Executiva nacional. Em sua opinião, deveria-se discutir uma espécie de Estatuto do Filiado, nos moldes em que se criou o Estatuto do Torcedor, para o futebol.
O deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP) é contra grandes interferências na vida das legendas e defende a livre organização partidária. "É um princípio conquistado na luta contra a ditadura e faz parte da Constituição. Quem dá força ao partido são os eleitores", diz, ao lembrar que os filiados petistas podem escolher dos dirigentes locais ao presidente nacional. "O PT tem eleição direta. Mas a indireta é ilegítima? Não. Difícil definir o que é melhor. Não podemos obrigar", afirma.

Descrição: http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/11/08/arte25pol-102-comissao-a12.jpg

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Na amazônia, já são mais de 150 mil ocupações em áreas da União, Unidades de Conservação e áreas indígenas.

Do: Correio Braziliense
O aparecimento de novas jazidas minerais poderá acarretar uma ocupação desordenada e predatória próxima às áreas indígenas na Amazônia, onde existem significativas reservas estratégicas sem exploração. O alerta é feito em um documento produzido pela área militar do governo, que enumera centenas de minas existentes na região. O relatório observa que a compra de terras associadas às riquezas, inclusive por estrangeiros, pode gerar a cooptação de líderes indígenas ou novos conflitos com os índios.

Desde 1996 tramita no Congresso o projeto que regulamenta a exploração mineral em terras indígenas, mas somente depois do massacre de 29 garimpeiros  na Reserva Roosevelt, em Rondônia, em 2004, que ganhou força. A área, uma das mais ricas do Brasil em diamante, estava sendo explorada por não índios, que dividiam o lucro com os indígenas. Por causa de uma desavença, os garimpeiros — que atuavam ilegalmente — foram mortos pelos donos da terra. Atualmente, a proposta do governo está parada na Câmara, à espera de análise por uma comissão especial.

O documento revela que existem vários tipos de minerais em terras indígenas da Amazônia. Em São Gabriel da Cachoeira (AM) está a maior reserva de nióbio, enquanto que Nova Olinda do Norte (AM) concentra uma jazida de 340 milhões de toneladas de cloreto de potássio. "A profusão de garimpos de ouro aluvial e a existência de jazidas de diamantes são exemplos do potencial econômico da região, motivador da cobiça de vários atores nacionais e internacionais", observa o relatório.

400 anos

Dados da Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais (CPRM) indicam que alguns minerais poderiam ser explorados por até 400 anos. No relatório, os militares observam que a incalculável riqueza amazônica, suas dimensões continentais e a falta de fiscalização podem facilitar a exploração ilegal do subsolo da região.

A análise também trata da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, cuja demarcação foi feita de forma contínua, mantida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mas poderá ter questões contestadas. Uma delas é a de o usufruto dos índios não poder se sobrepor aos interesses de política de defesa nacional ou da instalação de serviços, o que contraria, de acordo com o relatório, uma convenção internacional. "O problema não é a ocupação da Amazônia, é a falta de regulamentação da exploração desses recursos naturais em solo indígena", diz a senadora Kátia Abreu (PSD-TO), que solicitou os dados. A presença da Polícia Federal e das Forças Armadas também poderá sofrer restrições sob a alegação de que isso causaria interferência na vida das populações locais.

Outro problema é o baixo preço das terras da Amazônia, um chamariz para a especulação. A Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) avalia que mais da metade das 300 mil ocupações existentes na região estão instaladas ilegalmente em áreas da União, ou em unidades de conservação e terras indígenas, o que pode também gerar fundiários. O volume de invasões pode ultrapassar 22 milhões de hectares, conforme dados do próprio governo.

domingo, 17 de julho de 2011

As razões pelas quais eu NÃO devo ser contratado.

 Me mandaram, perfeito, só faltou falar dos RHs e sias metodologias pseudo científicas

Eu confesso!!!! 

Foi escrita por um Márcio Hahne, do LinkedIn, grupo vagas executivas.

Todos contam as razões pelas quais devem ser contratados, mas eu resolvi contar as razões pelas quais eu NÃO devo ser contratado.

a) Não aguento mais gente chata. Conhece o rei do procedimento? O principe do treinamento revolucionário? O barão das certificações? Enfim, eu não aguento mais este bando de chatos que só se preocupa com seu mundinho e que não faz nada de útil de verdade dentro da empresa. È um tal de vender dificuldade para entregar facilidade que dá raiva.

b) Eu não fico até mais tarde. Definitivamente, me da raiva aqueles caras que só vão embora depois que o chefe vai embora. Se o cara dormir na empresa, o puxa-saco também dorme, Mas tem gente que adora estes tipos. È sinal de "comprometimento"!!!!Já passei 26 horas direto em cima de um projeto, mas não fico 2 minutos que seja se for só para mostrar que estou "comprometido".

c) Eu não faço média. Não é porque estamos vivendo um novo momento na empresa, com um novo gestor, que eu vou esquecer tudo de bom que aconteceu em um passado recente e concordar com todas as idéias da nova gestão. Certamente , novas pessoas fazem muito bem a uma empresa, mas não é que antes delas existissem um bando de idiotas gerindo a empresa , e agora com elas, vive-se no olimpo da produtividade e eficiência. Então , mesmo sendo chamado de retrogrado e resistente a mudanças, eu faço questão de deixar claro que o que passou é sim importante, para que os mesmos erros não sejam cometidos. Mas isto nunca é bem visto, pode acreditar.

d) Eu não estou lendo livro nenhum, eu não leio a Você S.A , eu gosto do Programa do Ratinho , não entendo nada de arte e só sei usar 5% das funções do meu celular(Até porque estes 5% são 100% do que eu preciso)

e) Vejo Silvio Santos, e não é porque fui na casa da minha avó e , como ela estava assistindo, vi um "pedacinho". Eu vejo porque eu gosto.

f) Não tenho 27 formações acadêmicas em instituições de 1o linha (Até porque se estudasse tanto, como é que eu iria trabalhar)

g) Odeio golf.

h) Adoro uma boa piada, em qualquer circustãncia. Não consigo ficar com aquela cara de "fim do mundo" quando aparece um problema. Vamos resolver, claro, mas vamos faze-lo rindo. Ficar de cara feia não vai tornar o problema mais fácil de ser resolvido.

i) E para encerar , não tenho medo de chefe. Se errei ou se temos um problema, vamos resolver a questão. Respeito a hierarquia, mas sem esta de ficar me borando ou ficar tentando esconder o erro. Eu tinha muito medo da minha professora da 3o série, mas quando eu tinha 8 anos.

ahhhhh.........outros pontos que farão você nunca me contratar: Odeio a turma do "Veja bem...." , meu inglês é bem fraquinho para os avaliadores brasileiros, embora tenha viajado a mais de 10 paises e tenha mais de 300 contatos espalhados pelo mundo( engraçado é que os nativos me entendem
) e minha cartela do bingo de frases feitas do mundo corporativo esta desatualizada.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará – SEMACE

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Para quem acha que já viu todas as putarias possíveis sobre licenciamento ambiental, não conhece a SEMACE.

Começou a emitir Licenças Prévias Preliminares (é isso mesmo, Prévias Preliminares, não é redundância de quem escreve), sem apresentação de qualquer documentação.

Depois criou as Licenças Prévias Específicas/Exclusivas para fins de participação nos leilões de energia da EPE/ANEEL, mediante apresentação de um "Relatório Ambiental Simplificado". Para isso, dizem que criou uma Resolução do Conselho Estadual de Meiao Aambiente - COEMA em 2011, que não está no site dessa zona, digo órgão.

Ela também emite umas Licenças Prévias confusas, com uma condicionante que estabelece que, caso o empreendedor ganhe o leilão, deverá apresentar um EIA/RIMA, posterior à emissão da Licença Prévia, em até 6 meses antes do término da sua vigência.

...... Coisas do nordeste, coisas do Ceará

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Índice de Desempenho Ambiental

As universidades de Yale e Colúmbia, nos EUA, desenvolveram o Environmental Performance Index (Índice de Desempenho Ambiental), ou EPI, avaliando 163 baseados em 25 indicadores, divididos em 2 grupo, perfomance ambiental e vitalidade de ecossistemas.



Os 10 primeiros colocados foram:
  1. Islândia - EPI 93,5
  2. Suiça - EPI 89,1
  3. Costa Rica - EPI 86,4
  4. Suécia - EPI 86,0
  5. Noruega - EPI 81,1
  6. Ilhas Maurício - EPI 80,6
  7. França - EPI 78,2
  8. Áustria - EPI 78,1
  9. Cuba - EPI 78,1
  10. Colômbia - EPI 76,8


Algumas coisas que diferenciam esses países do resto:


Islândia: Utiliza 200 vulcões e 600 fontes de água quente (600), ao uso do petróleo para a geração de energia (só 16% da produção de energia depende do petróleo). Além da energia geotérmica, o hidrogênio é utilizado, favorecendo o transporte público. Além disso tudo, há água potável para todos.

Suiça: Tem a maior densidade de usinas geotérmicas do mundo, principalmente para o aquecimento das construções. A população do país se importa está mais preocupadas com o ambiente do que o emprego, saúde pública e segurança. As ciclovias que cortam e os suiços pagam para a melhoria e racionalização dos serviços de água, de resíduos sólidos e para os serviços ambientais, sem reclamar e achando certo.

Costa Rica: Atualmente, 52% da superfície total do terreno esta recoberta por bosques e selvas e 25% delas estão protegidas. Este desempenho costa-riquenho tornou-se importante para o governo do Estado buscar financiamentos para programas de Redd (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação). O país pretende, até 2021, tornar-se carbono neutro.

Suécia: Pelos programas de uso de energia renovável. Essa preocupação é tão grande que algumas cidades  estão praticamente livre de resíduos sólidos, integralmente utilizado para a produção de energia.

Noruega: Vai ficar neutra em carbono apenas em 2030, mas sobre taxa os combustíveis fósseis nas cidades ao mesmo tempo em que ainda exporta bastante óleo natural e gás natural. Tem a maior rede de abastecimento de hidrogênio para veículos.

Ilhas Maurício: Tem sistemas de reciclagem mecânica e energética de resíduos sólido em todo o seu pequeno território (em torno de 2.000 km2). As taxas de reciclagem encontram-se maiores entre as maiores do mundo, superiores a 50% desde 2002.

França: Apesar de dependente da energia nuclear, tem um dos mais avançados programas de eficiência energética do mundo e tem como meta reduzir as emissões de gases estufa e expandir as fontes renováveis em 25% até 2020. 

Áustria: Tem um dos mais eficientes programas de conservação da natureza e paisagens do planeta.

Cuba: Apostou na energia hidrelétrica, no reflorestamento, nas pesquisas científicas e na rigidez das leis ambientais. As áreas protegidas no país hije ulttrapassam 22% de seu território. 

Colômbia: apostou na conservação de suas florestas e no modelo de mobilidade sustentável em suas cidades. Bogotá tem a maior malha cicloviária da américa latina. Isso associado ao transporte coletivo permite que apenas 13% dos deslocamentos na capital colombiana é feito por automóveis.

Comentários Politicamente Incorretos

Já o brazil, cujo amontoado de gente que ocupa esse espaço territorial só se preocupa com a posição dessa E$bórnia no futebol, ficou com EPI de 63,4, o que o deixou na 62o lugar.

Pouca coisa melhor que na educação, que foi considerada pela UNESCO uma das piores do mundo, deixando uma das 10 maiores economias do mundo na 88a posição.

Clique na imagem e veja o desempenho ambiental dos países



PS. com a aberração produzida com a eliminação do código florestal pela câmara dos dePUTAdos, nossa posição deve cair um pouco mais, logo vamos ficar bem perto da Somália ou Etiópia.


terça-feira, 31 de maio de 2011

A geografia do ódio

Grupos racistas dos EUA concentram-se em certas regiões – e a presença deles correlaciona-se com religião, votos em McCain e pobreza

Richad Florida no The Atlantic


Com a morte de Osama Bin Laden, muitos acreditam que a Al Quaeda recebeu um golpe mortal. O tempo dirá, mas como já aprendemos com o atentado na cidade de Oklahoma e com o tiroteio feito por Nidal Malik Hasan em Fort Hood, temos muito o que temer de nossos próprios extremistas em expansão. E não apenas de “loucos solitários” agindo por conta própria.

Desde 2000, o número de grupos extremistas organizados – desde brancos nacionalistas, neonazistas e skinheads racistas até guardas de fronteiras e grupos negros separatistas – aumentou mais de 50% de acordo com a organização Southern Poverty Law Center (SPLC). O crescimento destes grupos foi alimentado pela crescente ansiedade em relação ao  mercado de trabalho, à imigração, à diversidade étnica e racial, à eleição de Barack Obama como o primeiro presidente negro dos EUA e à longa crise econômica. Muitos deles apenas engajam-se em teorias violentas; já outros estão estocando armas e efetivamente planejando ataques.
Mas nem todas as pessoas e lugares odeiam a igualdade; algumas regiões dos Estados Unidos – pelo menos em alguns setores de suas populações – são potenciais incubadoras do ódio. Qual é a geografia dos grupos e organizações de ódio? Por que algumas regiões são mais suscetíveis a eles?

A organização SPLC mantém um banco de dados detalhado sobre grupos de ódio, recolhido de sites e publicações, relatórios de cidadãos e de aplicações de leis, fontes em campo e da imprensa. A SPLC define grupos de ódio como organizações e associações que “têm crenças ou práticas que agridem ou caluniam uma classe inteira de pessoas, tipicamente por suas características imutáveis,” e que participam de “atos criminosos, marchas, comícios, discursos, encontros, panfletagens e publicações.” Em 2010, a SPLC documentou 1.002 destes grupos em todo o país.

O mapa abaixo, de Zara Matheson do Martin Prosperity Institute, representa graficamente a geografia do ódio nos EUA atualmente. Baseado no número de grupos de ódio por milhão de habitantes em todos os estados do país, ele revela um padrão característico.

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Grupos de Ódio Ativos nos EUA por milhão de habitantes

Grupos de ódio estão altamente concentrados no velho Sul e nos estados de planície do norte. Dois estados têm, de longe, a maior concentração desses grupos – Montana com 13.8 grupos por milhão de habitante, e Mississipi com 13.7 por milhão. Arkansas (10.3), Wyoming (9.7) e Idaho (8.9) vêm em distantes terceiro, quarto e quinto lugares.

Tais grupos estão muito menos concentrados no Nordeste, nos Grandes Lagos e na Costa Oeste. Minesota tem a menor concentração de grupos de ódio, com 1.3 grupos por milhão de pessoas, quase dez vezes menos que o estado que lidera, seguido por Wisconsin (1.4), Novo México (1.5), Massachusetts (1.6) e Nova Iorque (1.6). Connecticut (1.7), Califórina (1.9) e Rhode Island (1.9) têm todos menos que dois grupos por milhão de pessoas.

Mas além de suas localizações, que outros fatores estão associados aos grupos de ódio? Com o auxílio de minha colega Charlotta Mellander, eu ponderei sobre os fatores sociais, políticos, culturais, econômicos e demográficos que poderiam estar associados com a geografia dos grupos de ódio. Consideramos um conjunto de fatores-chave que conformam a divisão geográfica dos Estados Unidos: estados “republicanos” / estados “democratas”; renda e pobreza; religião e classe econômica. É importante observar que correlação não implica causação – estamos apenas analisando associação entre variáveis. Também é importante ressaltar que Montana e Mississipi são consideravelmente muito discrepantes, o que pode distorcer um pouco os resultados. Entretanto, os padrões que encontramos são robustos e distintos o suficiente para justificar os dados.

Antes de tudo, a geografia do ódio reflete a ordenação da política nos Estados Unidos, ou seja, de estados que votam majoritariamente em candidatos à presidência do Partido Republicano (Red state) e dos que votam predominantemente em candidatos à presidência do Partido Democrata (Blue state).

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Correlação entre percentual de votantes de McCain com grupos de ódio (per capita).

Grupos de ódio estão positivamente associados com votos em McCain (com uma correlação de 52%).
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Correlação entre percentual de votantes de Obama com grupos de ódio (per capita).

De modo oposto, grupos de ódio estão negativamente associados com votos em Obama (com uma correlação de -54%).
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Correlação entre religião e grupos de ódio (per capita).

Grupos de ódio também dividem-se com base em linhas religiosas. Ironicamente, mas talvez não de modo surpreendente, as maiores concentrações de grupos de ódio estão positivamente associadas a estados nos quais os indivíduos relatam ter a religião um papel importante no cotidiano (uma correlação de 35%).

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Correlação entre capital humano e grupos de ódio (per capita).

A geografia do ódio também reflete a classificação da população segundo níveis de educação e capital humano. Grupos de ódio estão negativamente associados ao percentual de adultos que portam um diploma universitário (-41%).
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Correlação entre classe operária e grupos de ódio (per capita).

A geografia do ódio também traz divisões em termos econômicos. Grupos de ódio estão mais concentrados em estados com altas taxas de pobreza (39%) e naqueles com forças de trabalho das indústrias de base (blue-collar) (41%).

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Correlação entre "profissões criativas" e grupos de ódio (per capita).

Estados mais ricos com maior concentração de trabalhadores em “ocupações criativas” (estas incluem ciência e tecnologia; negócios e administração; educação, direitos e medicina; e artes, cultura e entretenimento) proporcionam ambientes menos férteis para o ódio. Grupos de ódio estavam negativamente associados com níveis de riqueza (-36%) e com o percentual de trabalhadores em profissões “criativas” (-48%).

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Correlação entre imigração e grupos de ódio (per capita).

Grupos de ódio também refletem a base de abertura, tolerância e diversidade de uma região. Tais grupos estão negativamente correlacionados com concentrações de famílias de gays e lésbicas (-37%) e ainda mais onde há altas concentrações de imigrantes (-53%).

A geografia dos grupos de ódio resulta da mais geral divisão da população dos EUA em termos de política e ideologia, religião, educação, níveis de riqueza e classe social. Mas a presença de grupos de ódio não conduz, necessariamente, a crimes de ódio. Um estudo de 2010 sobre Grupos de Ódio e Crimes de Ódio, dos economistas Matt Ryan e Peter Leeson, não encontrou conexão empírica entre os dois dados. Traçando a associação entre grupos de ódio e crimes de ódio entre 2002 e 2006, eles descobriram que enquanto o número de organizações de ódio cresceu substancialmente, o número de crimes não – na verdade, tais crimes tiveram ligeira queda. Entretanto, eles encontraram forte relação entre crimes de ódio e condições econômicas adversas, particularmente desemprego e grau de pobreza extrema. Os pesquisadores sugerem que crimes de ódio seguem o padrão descrito há bastante tempo na clássica tese da frustração-agressão que, como seu nome indica, associa agressão a altos níveis de frustração: “Quando as pessoas enfrentam dificuldades econômicas, elas ficam frustradas”, escrevem Ryan e Leeson. “Eles canalisam a frustração em grupos sociais vulneráveis, como minorias étnicas, sexuais e religiosas.”

Ainda que grupos de ódio não estejam diretamente conectados com crimes de ódio, eles provêm da mesma base de fatores econômicos que dividem a população dos EUA por classe, ideologia e política. Grupos de ódio, assim como crimes de ódio, estão fortemente associados à miséria. A geografia do ódio nos Estados Unidos reflete e reforça a profunda “geografia” de classes do país.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Ajude a Petrobrás a escolher sua nova logomarca

Ajude a Petrobrás a escolher qual a logomarca representa melhor seu papel nessa E$bórnia.
Eis as opções pré-selecionadas: 

                   A                                    B                             C
 
 
  
 

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Orgulho de ser.........

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Uruguay
Human Development Index - 2010    0,765
Life expectancy at birth - 2010    76,7 years
Population suffering from malnutrition - 2005    below 5 %
Calories consumed - 2005    2.923 Kcal/day
Population with access to potable water - 2008    100%
Population with access to sanitation - 2008    100%
Literacy rate of persons 15 years of age or over - 2007    97,90%
Gross enrollment rate in all school levels - 2007    90,90%

Argentina
Human Development Index - 2010    0,775
Life expectancy at birth - 2010    75,7 years
Population suffering from malnutrition - 2005    below 5 %
Calories consumed - 2005    3.004 Kcal/day
Population with access to potable water - 2008    97%
Population with access to sanitation - 2008    90%
Literacy rate of persons 15 years of age or over - 2007    97,60%
Gross enrollment rate in all school levels - 2007    88,60%

Brasil
Human Development Index - 2010    0,699
Life expectancy at birth - 2010    72,9 years
Population suffering from malnutrition - 2005    6%
Calories consumed - 2005    3.094 Kcal/day
Population with access to potable water - 2008    97%
Population with access to sanitation - 2008    80%
Literacy rate of persons 15 years of age or over - 2007    90,00%
Gross enrollment rate in all school levels - 2007    87,20%

terça-feira, 10 de maio de 2011

Cat Stevens ou Yusuf en Concert?

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Nos meus primeiros dias andando por Paris, um cartaz chamou a minha atenção, em letras brancas, estava lá, Cat Stevens, ele mesmo, aquele Cat Stevens, como o próprio cartaz dizia, o símbolo de uma geração ia tocar na cidade.
parágrafo. Era criança quando descobri as músicas, vídeos dos shows e aqueles clips feitos em filme ou fita, cores opacas, mas a música era boa prá KCT.
Mas as boas lembranças desapareceram quando li em baixo, também em letras grandes e brancas: Yusuf en Concert, foi um banho de água fria.
Lembrei que era mais um grande músico que pirou e virou religioso, mais um que se deixou envolver por essa praga  obscurantista que quer ser dona dos corações e mentes, mas....
O Yusuf também me fez lembrar a história de uma amigo, o Charles, um louco por música e um dos grandes colecionadores de CDs que conheço.
Charles era pouco mais que um pirralho quando foi passear em  Londres, escolheu essa cidade porque queira encontrar a música e tentar encontrar os músicos, entre os eleitos, estava Cat Stevens. 
Descobriu o endereço em um bar, o dono dizia que era amigo do Stevens e tinha um monte de fotos para provar, mas informou que há muito não o via. 
Lá foi o Charles, munido de uma grande cara de pau,  bater na porta de Cat Stevens. Um empregado de cara simpática abre a porta. Ele perguntou se poderia falar com Cat Stevens, só um "oi" já o deixaria muito, mas muito, muito, muito feliz.
De forma curta e objetiva, que só os ingleses conseguem ter, o empregado responde: Cat Stevens está morto, quem mora nessa casa é o renascido Yusuf
Se a cara dele ficou com  a metade da expressão de tristeza e frustração que estava ao me contar a história, deve ter saído de lá um lixo.
Mas voltando aos dias de hoje.
Confesso que fiquei tentado a esperar o show, ver e ouvir  um músico e músicas que gosto muito, com um agravante, seria a primeira e talvez a unica oportunidade de assistir a um show de Cat Stevens.
Mas fui covarde, nada de show, preferi ficar na zona de conforto, com as lembranças e os discos de Cat Stevens, afinal, poderia me decepcionar demais com o show de Yusuf e sair de lá que nem o Charles.



PS. Para  matar a saudade de Cat Stevens, na beira do Seine, no porto de embarque  de um dos bateaux, acho que o bateaux bus, ao lado de Notre Dame, tem uma artista de rua, que munido de um violão toca Cat Stevens de uma maneira que daria inveja ao original.

Cuidado com o Óleo de Canola

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A canola é mais uma destas histórias atuais, que mostram como a ciência, afastada do comum das pessoas, se torna cúmplice de atitudes públicas, que podem ser perigosas para a saúde coletiva.
Em primeiro lugar, é preciso estabelecer a seguinte questão: o que é canola, que, afinal, nem consta nas enciclopédias (Comptons e Encarta de 96)?

Vejam só: Canola é novo nome de um 'tipo' de Colza.

Colza é uma planta da família das brássicas - Brassica campestris.
Portanto a colza é um 'tipo' de mostarda que foi ou é a mesma planta utilizada para a produção do agente mostarda, gás letal usado de forma terrível nas Guerras Mundiais.
O óleo de colza é muito utilizado como substrato de óleos lubrificantes, sabões e combustíveis, sendo considerado venenoso para coisas vivas: ótimo repelente (bem diluído) de pragas em jardins. Este poder tóxico é proporcionado pela alta quantidade de ácido erúcico contido no óleo. O óleo de colza tem sido usado de forma alimentar no Extremo Oriente, na forma não refinada, e contrabalançada com uma dieta rica em gordura saturada, o que evitaria seus graves efeitos tóxicos.
No entanto, no ocidente, o objetivo era produzir um óleo com pouca gordura poliinsaturada, e boa quantia de ácido oléico e ômega-3. O óleo de oliva tem estes predicados, mas sua produção em larga escala é dispendiosa.

Aí entram em cena empresas de 'ótimas intenções', como a Monsanto, e produz uma variação transgênica da colza. Para evitar problemas de marketing, usa o nome CAN - OLA (Canadian low oil - ou óleo canadense). Isto mesmo: CANOLA é absolutamente transgênica. Sua comparação aos benefícios do óleo de oliva não passa de uma estratégia de venda: o óleo de oliva é bem mais caro, mas o de canola é mais caro do que os outros óleos, apesar de ser de produção baratíssima! Bom negócio, enfim.
Bem, se você não queria usar transgênicos sem seu expresso consentimento, mas já usou o óleo de canola, talvez até aconselhado pelo seu cardiologista ou nutricionista, fazer o quê?
Perdemos o direito desta opção quando nos foi retirada toda a informação. Mas se é tão bom assim como se diz, porque não informar tudo a respeito?
O óleo de canola está longe de ser tão salutar assim como se alardeia.

Se observarem bem, pode deixar um cheiro rançoso nas roupas, pois é facilmente oxidado, e seu processo de refinamento produz as famigeradas gorduras trans (igual problema das margarinas) relacionadas às graves doenças incluindo o câncer. Produz déficit de vitamina E que é um antioxidante natural. Observem que os alimentos feitos com canola embolaram mais rapidamente.
As pequenas quantidades de ácido erúcico, que ainda persistem na planta alterada (transgênica), continuam sendo tóxicas para o consumo humano, e esta ação tóxica é cumulativa. Existem relatos de inúmeras outras enfermidades ligadas à ingestão e até mesmo a inspiração de vapores de canola (possível vínculo com câncer de pulmão). A canola também ilustra um jeito de funcionar das megas empresas de biotecnologia.

Em abril de 2002, nos Estados Unidos, o CFS (Centro de Segurança Alimentar) e o GEFA (Alerta de Alimentos Geneticamente Produzidos) pediram uma investigação criminal contra a Monsanto e a Aventis mais o Departamento Americano de Agricultura, que haviam permitido o ingresso ilegal de sementes de colza modificada para dentro do território americano antes da aprovação legal desta importação para produção local.

Aqui no Brasil e lá nos EEUU tudo funciona meio parecido. A própria liberação da canola no território americano contou com estímulo de US$ 50 milhões do governo Canadense para que o FDA (órgão regulador) facilitasse seu ingresso na indústria alimentar de lá, mesmo sem os adequados estudos de segurança em humanos.
Enfim, novamente nos defrontamos com uma situação em que a mão do homem subverte o bom senso entre ciência e saúde, ao que parece porque os interesses econômicos são muito mais persuasivos que os interesses dos consumidores.
Mas o pior é que não podemos contar com os meios de informações que sistematicamente informam o que interesses maiores julgam mais oportuno.

A canola, podemos ter certeza, é uma fração pequena do mundo obscuro do capitalismo científico, que pesquisa fontes de enriquecimento muito mais entusiasticamente do que as verdadeiras fontes de saúde, vida e paz!

Luiz Antônio Caldani - Engº Agrônomo
Universidade Federal de Lavras - MG - (UFLA):
Bioetica - Oleo de canola

Já estão abertas as inscrições para o trofeu Evolução Darwiniana - Edição 2011

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Meus caros,

Voltando a ativa depois de algumas semanas na França e me recuperando da tentativa de suicídio, que tentei cometer 15 minutos após chegar ao Brazil, imediatamente após ler o primeiro jornal e ver o discurso do sarney e do temer, na convenção do PMDB. Caiu a ficha e me dei conta de que estava de volta a realidade E$borniana tupiniquim.

Mas vamos ao que interessa.

Estão abertas as inscrições para o Trofeu Evolução Darwiniana - edição 2011 ou como, apesar de tudo e de vários, o Homo sapiens (vendo os ganhadores do trofeu edição 2010 tem-se a certeza que não é tão sapiens assim), conseguiu ficar em cima do planeta por mais de 300 mil anos.

Uma das primeiras incrições é de Jakub Maly, nadador da equipe olímpica austríaca. Eis o feito do gênio:


No último domingo, na praia de Pompano, Flórida, Maly, 19 anos (como conseguiu sobreviver todo esse tempo?), cavou um buraco com mais de 2 m de profundidade para se divertir (???) e depois pulou dentro.

Obviamente a areia fofa cedeu, soterrando-o.

Uma equipe de resgate de 60 pessoas foi mobilizada e conseguiu desenterrar a cabeça de Maly, colocando proteções ao redor, conseguiram impedir que a areia cedesse mais.

Após duas horas de escavações (e para a desgraça da humanidade), o atleta foi retirado do buraco de areia e levado a um hospital local, assim, seus gens continuam no "pool" genético da humanidade e provavelmente serão responsáveis por manter gerações e gerações de estúpidos.

terça-feira, 3 de maio de 2011

EUROPEANS HEIGHTEN THREAT LEVELS

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Recebi do P. de DF. Muitos blogs, foruns e sites reproduzem esse texto, mas não achei o autor.

Após a morte de Bin Laden, a europa aumenta o nível de alerta....

EUROPEANS HEIGHTEN THREAT LEVELS
The English are feeling the pinch in relation to recent terrorist threats and have therefore raised their security level from “Miffed” to “Peeved.” Soon, though, security levels may be raised yet again to “Irritated” or even “A Bit Cross.” The English have not been “A Bit Cross” since the blitz in 1940 when tea supplies nearly ran out. Terrorists have been re-categorized from “Tiresome” to “A Bloody Nuisance.” The last time the British issued a “Bloody Nuisance” warning level was in 1588, when threatened by the Spanish Armada.
The Scots have raised their threat level from “Pissed Off” to “Let’s get the Bastards.” They don’t have any other levels. This is the reason they have been used on the front line of the British army for the last 300 years.
The French government announced yesterday that it has raised its terror alert level from “Run” to “Hide.” The only two higher levels in France are “Collaborate” and “Surrender.” The rise was precipitated by a recent fire that destroyed France ‘s white flag factory, effectively paralyzing the country’s military capability.

It's not only the English and French who are on a heightened level of alert.


Italy has increased the alert level from “Shout Loudly and
Excitedly” to “Elaborate Military Posturing.” Two more levels remain: “Ineffective Combat Operations” and “Change Sides.”
Germans have increased their alert state from “Disdainful Arrogance” to “Dress in Uniform and Sing Marching Songs.” They also have two higher levels: “Invade a Neighbor” and “Lose.”
Belgians, on the other hand, are all on holiday as usual; the only threat they are worried about is NATO pulling out of Brussels .
Spanish are all excited to see their new submarines ready to deploy. These beautifully designed subs have glass bottoms so the new Spanish navy can get a really good look at the old Spanish navy.
Australia , meanwhile, has raised its security level from “No worries” to “She’ll be alright, Mate.” Three more escalation levels remain: “Crikey!”,”I think we’ll need to cancel the barbie this weekend,” and “The barbie is cancelled.”
Canada is at “That’s not nice and please stop” threat level, and has passed a bill in the House of Commons to never raise the level any higher so not to offend the terrorists.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

O casamento real britânico

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O tempo dado ao casamento "real" britânico pela imprensa tupiniquim mostra que a mediocridade jornalistica e$borniana atingiu picos inimagináveis.

Mas satisfazendo o gosto do populacho, que mantém, seu QI e cultura de fazer inveja ao Homer Simpson.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Obama nasceu nos Estados Unidos

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Os americanos são um povo idiota, parecido com os e$bornianos, iletrados, cultura para uma faixa da população é um demérito, consumir é confundindo ou mesmo supera o conceito de cidadania.

O tea party, o maior grupo de retardados políticos, religiosos e racistas, há muito vem divulgando que Obama não é americano e que é mulçumano.

Agora, a casa branca foi obrigada a divulgar a certidão de nascimento do cara, mesmo após o governador (republicano), do Hawai, estado onde Obama nasceu, haver afirmado que o presidente americano havia mesmo nascido lá.

Coisas de um país de idiotas, que serve de modelo para outro povo idiota, os brazileiros.

Pra quem não acredita que aqui está a certidão: Obama's certificate of live birth