Mostrando postagens com marcador partidos políticos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador partidos políticos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Porque Marina foi defenestrada do PV.

Manobra eterniza caciques políticos

Por Cristian Klein
Descrição: João Brito/Folhapress - 19/6/2010/João Brito/Folhapress - 19/6/2010Brusadin: "As comissões dão amplos poderes. Ainda vou escrever o livro 'Pequenos partidos, grandes negócios'"

Nem o capital político de quase 20 milhões de votos (19,3%) acumulado por Marina Silva na última eleição presidencial foi suficiente para que ela tivesse voz no PV. Sem espaço, a ex-senadora sentiu-se obrigada a sair do partido, controlado desde 1999 pelo deputado federal paulista, e bem menos conhecido, José Luiz Penna.
A situação de Marina, hoje desabrigada e à procura de uma agremiação pela qual se candidatar, mostra como é forte o poder das burocracias partidárias na política brasileira e expõe um sistema no qual legendas são dominadas por um único dirigente ou uma oligarquia deles.
O mecanismo pelo qual esse domínio é possível aparece em denúncias e reclamações esparsas, mas que vem ganhando cada vez mais atenção. São as comissões provisórias, previstas pela legislação como forma de organização num momento embrionário do partido mas que se perenizam e mantêm por anos dirigentes no comando das siglas.
É o caso de Penna, no PV; do ex-deputado federal Roberto Jefferson, no PTB; e do deputado Valdemar Costa Neto e do senador Alfredo Nascimento, no PR.
Geralmente mais associado a partidos fisiológicos e de direita, o controle da sigla por grandes caciques, no entanto, independe de ideologia e abrange partidos mais à esquerda, como o PDT, do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, que assumiu a legenda após a morte de Leonel Brizola, em 2004, e o PSB, do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que herdou a liderança do avô, Miguel Arraes.

Em comum entre esses partidos está a alta taxa de comissões provisórias, seja no nível municipal ou no estadual. Em levantamento feito para o Valor, o cientista político e pesquisador do Centro de Estudos da Metrópole (CEM/Cebrap), Fernando Guarnieri, analisou o percentual de comissões provisórias de todos os 27 partidos em relação à sua presença nos municípios.
Apenas os dois maiores partidos, PT (20%) e PMDB (28%), são constituídos largamente por diretórios municipais em vez de comissões provisórias, o que indica uma maior descentralização de poder interno.
Enquanto os diretórios, compostos a partir de eleições e com mandatos fixos, têm autonomia para tomar as principais decisões locais, as comissões provisórias são nomeadas pela instância imediatamente superior e podem ser destituídas a qualquer momento.
O modelo cria uma relação de dependência que é assim resumida pelo ex-presidente estadual do PV em São Paulo, Maurício Brusadin: "Um cacicão (nacional) protege um cacique (estadual), que protege um caciquezinho (municipal). É um sistema perfeito, a la "Matrix" [o filme]. Não tem como divergir ou se revoltar. Porque quem fala contra é expurgado", afirma o economista, de 36 anos, que estava havia 18 no PV e saiu da legenda junto com Marina Silva.
Brusadin diz que o movimento de "transição democrática", liderado pela ex-senadora, conseguia "encher as reuniões de filiados, mas os dirigentes não iam", temerosos de perder seus cargos, como acabou ocorrendo com ele.
Os números mostram que não foi por menos que Marina Silva e seu grupo foram derrotados na queda-de-braço com o presidente do partido, José Luiz Penna. Ao lado do PR, o PV é a legenda mais centralizada, com a maior taxa de comissões provisórias, 98%, perdendo apenas para o PRB, sob a influência da Igreja Universal do Reino de Deus, cujo índice é de 99%.
A situação nos municípios é quase um espelhamento de como os partidos estão organizados no nível estadual. O PT tem diretórios estaduais em todas as 27 unidades da Federação. O PV e o PR, em nenhuma. Todas são comissões provisórias.
"As comissões permitem que o dirigente da instância superior tenha amplos poderes, decida tudo, quem é o candidato a prefeito, quem pode aparecer no horário eleitoral... Os filiados não têm direito a voto. É muito injusto", reclama Brusadin.
O economista faz o mea culpa por ter aceitado o "jogo de ascensão complexo", no qual era subserviente e "não podia discordar do rei", mas contra o qual se voltou nos últimos quatro anos de partido. Um jogo cujas regras não escritas incluíam agrados, como whisky no fim do ano, e obediência ao dirigente imediato do partido, em uma "cultura do medo insuportável".
A principal crítica de Brusadin é contra os acordos escusos, caracterizados como uma "venda do partido". O mais comum e decepcionante, conta, é quando a agremiação tem um nome que anima os filiados, com potencial de crescimento em determinada eleição municipal, mas o líder local ou acima dele impede o lançamento da candidatura própria e vende o apoio da sigla, em dinheiro ou cargos, para facilitar, em regra, a reeleição do prefeito. Haveria cobrança até para se garantir a candidatura na generosa chapa proporcional de vereadores, que permite a inscrição de dezenas de nomes.
Esse ambiente seria um dos principais motivos para desestimular a militância partidária e impedir o crescimento das siglas médias e pequenas, lamenta.
"O pensamento é o seguinte: se lá não temos muita chance, vamos arrendar o partido. Ainda vou escrever o livro 'Pequenos partidos, grandes negócios'", afirma Brusadin.
O cientista político Fernando Guarnieri preferiu escrever a tese de doutorado "A força dos partidos fracos", defendida na USP, em 2009. No trabalho, ele utiliza a taxa de comissões provisórias municipais como um indicador para medir a democracia interna dos partidos. Os resultados o levam a dividir as legendas em três categorias: poliárquicas (ou organizadas), oligárquicas (ou de organização mista) e monocráticas (ou não organizadas).
Na atualização e ampliação dos dados para os 26 Estados com órgãos municipais, feitas a pedido do Valor, o PT e o PMDB, com menos de um terço de comissões provisórias, pertencem à primeira categoria, dos mais democráticos. O PSDB (45%), o PCdoB (55%) e o DEM (59%), com taxas entre um terço e dois terços, são classificados no bloco intermediário. E as demais 22 siglas, com mais de dois terços de comissões provisórias, caem na categoria dos monocráticos.
Guarnieri afirma, contudo, que, mais do que uma coincidência ou um modelo maquiavélico, a proliferação das comissões provisórias atenderia a uma necessidade dos partidos médios e pequenos em busca de sobrevivência.
Como a tendência, pela primazia das eleições majoritárias, seria de concentração de força em dois ou três partidos, e esse espaço já está ocupado por PT, PMDB e PSDB, restaria aos demais adotar outro caminho. E as comissões provisórias serviriam a esse propósito. Em sua visão, elas são utilizadas estrategicamente para permitir aos líderes uma maior coordenação durante as eleições, lhes dando mais liberdade de fazer alianças e acordos.
"Por um lado, as comissões são obstáculos a um ambiente de maior democracia interna, mas, por outro, elas estruturam a arena eleitoral e dão estabilidade aos resultados", diz o pesquisador.
Guarnieri destaca que a força advinda dessa forma de (não) organização contraria o senso comum de que as eleições brasileiras seriam baseadas em um "bando de candidatos aleatórios" e que o poder dos políticos viria do controle sobre os votos de uma parcela do eleitorado. Antes de cultivar os votos, é importante garantir acesso a recursos dos partidos, como o tempo de propaganda de TV e, ainda mais primordial, o direito de se candidatar pela legenda - decisões que passam pela coordenação das burocracias partidárias.
O pesquisador lembra que o instituto das comissões provisórias, criado pela Lei Orgânica dos Partidos Políticos (Lopp), de 1971, é uma herança da ditadura militar e tinha como objetivo impedir a ascensão de candidatos indesejados na Arena, partido de sustentação do regime.
Para Maurício Brusadin, a legislação seguinte, de 1995, ainda "cheira a mofo", ao considerar como soberana apenas a Executiva nacional. Em sua opinião, deveria-se discutir uma espécie de Estatuto do Filiado, nos moldes em que se criou o Estatuto do Torcedor, para o futebol.
O deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP) é contra grandes interferências na vida das legendas e defende a livre organização partidária. "É um princípio conquistado na luta contra a ditadura e faz parte da Constituição. Quem dá força ao partido são os eleitores", diz, ao lembrar que os filiados petistas podem escolher dos dirigentes locais ao presidente nacional. "O PT tem eleição direta. Mas a indireta é ilegítima? Não. Difícil definir o que é melhor. Não podemos obrigar", afirma.

Descrição: http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/11/08/arte25pol-102-comissao-a12.jpg

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Um Zoológico Disputado por Dois Bandos de Burros

 .
PcdoB e PT, sem o menor respeito pela população gaúcha, pelo papel educativo e conservacionista da Fundação Zoobotânica e pelos animais do Zoológico de Sapucaia, brigam por carguinhos para analfabetos partidários e paralisam a gestão de uma instituição que necessita visão profissional para evoluir.

A Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul sempre foi uma instituição importante para a pesquisa e a conservação da biodiversidade em nosso Estado. Não menos importante pderia ser o Zoológico administrado pela mesma, não fosse o fato de ser, de longe, o ramo da Fundação que mais sofre com a pusilanimidade, a boçalidade, a cretinice de nossos “políticos”, se é que esse nome merecem os bandos, ou quadrilhas, que se adonam do Estado a cada eleição.

Entrados dois meses da nova gestão do Estado, o Zoológico encontra-se ainda sem Diretor. O motivo não é a busca de profissional da área ambiental e/ou veterinária especializado na gestão de instituições dessa natureza, com uma complexa demanda de conhecimentos para gerir um plantel de animais raros, uma visitação que deve ser educativa e empoderadora para a consciência ambiental, e um quadro profissional porcamente pago mas suficientemente deduicado para, numa instituição mal cuidada, ainda assim obter resultados importantes como a reprodução de espécies ameaçadas e ao atendimento aos animais apreendidos do tráfico pelas ações de fiscalização.

Não! O motivo da paralisação na nomeação do Diretor é a luta intestina entre o PcdoB, partido da Secretária Estadual do Meio Ambiente (e do tarado anti-ambiental Aldo Rebenta, o “comunista” lacaio dos latifundiários que tenta acabar com o Código Florestal), que quer emplacar um sambista totalmente analfabeto no tema, que os funcionários da FZB dizem ainda estar sendo acusado de estelionato pelo Ministério Público, e o Diretório do PT de Sapucaia do Sul, Município onde se encontra o Zoo e que se acha no direito de indicar seu próprio analfabeto para o cargo.

O “candidato” do PcdoB chama-se Alessandro Nicoletti Machado. Já esteve no Zoo, para perguntar o que faz um Diretor e se este tem de ter contato com os animais... e quantos cargos ele terá à disposição para nomear correligionários (ou parentes?).

Um Zoológico é coisa séria demais para virar espólio de coladores de cartazes e outros cabos eleitorais de partidecos. Exige respeito com a missão institucional da Fundação Zoobotânica, respeito com o público que o visita e com a população gaúcha que o sustenta, e principalmente respeito com os animais ali abrigados, que dependem de uma boa gestão para serem mantidos em condições minimamente aceitáveis e para contribuírem, sempre que possível, com a conservação de seus pares na Natureza. Nomear um arigó sem noção para Diretor do Zoológico de Sapucaia poderá ser o primeiro grande crime ambiental da gestão Tarso Genro. Esperamos que haja mais bom senso do que isso.

JT
Ambientalista cansado e cidadão indignado
 

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

PT, ou o triunfo da pelegada.

.
Um antigo texto da Lúcia Hipólito, mas bem atual.
========================================================================
O futuro do PT

O PT nasceu de cesariana, há 29 anos. O pai foi o movimento sindical, e a mãe, a Igreja Católica, através as Comunidades Eclesiais de Base.
Os orgulhosos padrinhos foram, primeiro, o general Golbery do Couto e Silva, que viu dar certo seu projeto de dividir a oposição brasileira.

Da árvore frondosa do MDB nasceram o PMDB, o PDT, o PTB e o PT... Foi um dos únicos projetos bem-sucedidos do desastrado estrategista que foi o general Golbery.

Outros orgulhosos padrinhos foram os intelectuais, basicamente paulistas e cariocas, felizes de poder participar do crescimento e um partido puro, nascido na mais nobre das classes sociais, segundo eles: o proletariado.

O PT cresceu como criança mimada, manhosa, voluntariosa e birrenta. Não gostava do capitalismo, preferia o socialismo. Era revolucionário. Dizia que não queria chegar ao poder, mas denunciar os erros das elites brasileiras.

O PT lançava e elegia candidatos, mas não "dançava conforme a música". Não fazia acordos, não participava de coalizões, não gostava de alianças. Era uma gente pura, ética, que não se misturava com picaretas.

O PT entrou na juventude como muitos outros jovens: mimado, chato e brigando com o mundo adulto.

Mas nos estados, o partido começava a ganhar prefeituras e governos, fruto de alianças, conversas e  conchavos. E assim os petistas passaram a se relacionar com empresários, empreiteiros, banqueiros.

Tudo muito chique, conforme o figurino.

E em 2002 o PT ingressou finalmente na maioridade. Ganhou a presidência da República. Para isso, teve que se livrar de antigos companheiros, amizades problemáticas. Teve que abrir mão de convicções, amigos de fé, irmãos camaradas.

A primeira desilusão se deu entre intelectuais. Gente da mais alta estirpe, como Francisco de Oliveira, Leandro Konder e Carlos Nelson Coutinho se afastou do partido, seguida de umgrupo liderado por Plinio de Arruda Sampaio Junior.

Em seguida, foi a vez da esquerda. A expulsão de Heloisa Helena em 2004 levou junto Luciana Genro e Chico Alencar, entre outros, que fundaram o PSOL.

Os militantes ligados a Igreja Católica também começaram a se afastar, primeiro aqueles ligados ao deputado Chico Alencar, em seguida, Frei Betto.

E agora, bem mais recentemente, o senador Flávio Arns, de fortíssimas ligações familiares com a Igreja Católica.

Os ambientalistas, por sua vez, começam a se retirar a partir do desligamento da senadora Marina Silva do partido.

Afinal, quem do grupo fundador ficará no PT? Os sindicalistas.

Por isso é que se diz que o PT está cada vez mais parecido com o velho PTB de antes de 64.

Controlado pelos pelegos, todos aboletados nos ministérios, nas diretorias e nos conselhos das estatais, sempre nas proximidades do presidente da República.

Recebendo polpudos salários, mantendo relações delicadas com o empresariado.
Cavando benefícios para os seus.

Aliando-se ao coronelismo mais arcaico, o novo PT não vai desaparecer, porque está fortemente enraizado na administração pública dos estados e municípios. Além do governo federal, naturalmente.

É o triunfo da pelegada.

Lucia Hippolito

terça-feira, 31 de agosto de 2010

O candidato de lula no RS não é do PT

.
O MDB é um caso sui generis na linha evolutiva política e$borniana.

Originalmente, nos tempos da ditadura, o MDB era uma colonia formada por organismos independentes, meio parecido com os corais.

O que o diferenciava dos corais é que as colonias não eram compostas de organismos da mesma espécie. Isso acabava ocasionando a predação recíproca e, em situações extremas, chegavam a se tornar canibais. Esse comportamento era sempre causado por uma única razão, o poder.

Faziam parte do MDB, comunistas, socialistas, centro-esquerdistas, centristas (que ficavam em cima do muro e se transformaram no PSDB), até um pouco dos "centro-direitistas" desiludidos com o regime autoritário. Nele se agregaram também os que eram bem mais a direita, mas que não tinham amigos fardados (e por isso não conseguiram uma boquinha no regime militar, virando "oposicionistas").

Após a redemocratização do país (já estou começando a achar que democracia no brazil é só um termo para ser estudado pela semântica ou talvez um paradoxo para ser estudado pela física), vários outros organismos evoluiram (ou involuiram, dependendo da perspectiva), entre eles, o PMDB, segundo alguns autores, é o ramo da linhagem "evolutiva" mais direta (ou torta, dependendo também da perspectiva).

Do MDB também surgiu o PT e o PSDB, que foi o cruzamento dos MDbistas "muristas" com uma população oriunda da ARENA. Também foi oriunda do MDB, uma parte significativa dos mais de 30 partidos políticos e$bornianos.

A característica mais marcante desses "neopartidos", surgidos ou gestados nesse período pós militares, é que nenhum deles tem planos ou ideias de governos, não tem projeto de país, e muito menos de nação. Todos tem apenas uma cartilha, a do seu projeto de poder. O que os torna inimigos mais mortais. Dessa corja todas, sem dúvida foi o PMDB evolui (ou involuiu), para uma forma mais ampla e patogênica, agregando ex comunistas, ex facistas, coroneis, ex jagunços transformados em coroneis, membros do regime autoritário e outros cancros da política brasileira, unidos para parasitar o estado.

De alguma forma, arquitetada pelo PT paulista, o partido conseguiu absorveu grande parte dessa bagagem genética podre do PMDB, onde tudo é permitido em nome do poder ou, conforme seu lider máximo, do "pudê prá cumpanherada".

Essa fome de "pudê" varreu tudo pela frente, a começar pela ideologia, finalizando com o atrelamento dos que se autoconsideravam "a vanguarda e defensora da honestidade política nacional", ao maiores responsáveis pelo atraso (político, social, intelectual, etc.) dessa E$bórnia chamada brazil, com destaques ao collor, sarney e muitos outros coronéis e bandidos da vida nacional, que hoje estão visceralmene ligados ao PT.

Mas isso é só um pouco e uma parte da história natural dos partidos políticos,. Na história política já tinham muito em comum.

Lembro ouvir, de militantes do PT e do PMDB, os relatos de trambiques, brigas, aparelhamentos ameaças e como fraudavam as votações para as eleições dos sindicatos, os mais cobiçados eram os dos metalúrgicos, professores e de transporte público.

Todos os métodos de fazer política que foram levados para o planalto central e hoje se tornaram o padrão petista de governar. Obviamente, dividindo as responsabilidades com as suas gangs associadas, em especial o PMDB.

Lá nos confins do brazil, no Rio Grande do Sul, apesar de alguns petralhas, ainda havia alguma resistência a essas associações. Tanto que o PT lançou um candidato à revelia do planalto,.

Mas agora, a coisa que já era ruim, começa a ficar pior, pois tasso genro, o candidato petralha, no RS, odeia dilma rousef, que odeia o tasso.

dilma é candidata de lula, enfiada garganta abaixo pelo mordomo presidente, que se associou de corpo, alma e, principalmente bolso, a gang do PMDB, que indicou o candidato a vice.

Na recente visita ao RS, o PeTralha presidente foi questionado: "Quem é seu candidato ao governo do Rio Grande do Sul?”

O mordomo/presidente responde sem pestanejar: “fogaça, claro!”

Os amigos (e uma parte dos PeTralhas) próximos de lula ficam impressionados com a rapidez de sua resposta à pergunta.


Comentários Politicamente (In)Corretos

Que o mordomo presidente não tem ideologia ou qualquer coisa que lembre isso a gente já sabia, a pergunta é, o que os petistas, que ainda acham que não são PeTralhas, acham disso?

Vão continuar vendendo a alma e a ideologia barato? Ou a fome de "pudê" os contagiou?

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Para não esquecer

.
Essa é velha, mas como a eleição está perto, uma forma divertida para que se lembrem dos nomes, dos fatos e das pilantrices.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Programas partidários

.
Nessa E$bórnia chamada brasil, os partidos deram outra conotação aos seus programas.

Para se "adaptar" aos conchavos, "alianças" e acomodações eleitorais, os partidos abandoram seus programas, para e se tornaram partidos de programa.

terça-feira, 9 de março de 2010

Ano de eleição vai começar o......

.
Genial.

Em ano de eleição tem? Eition

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Assunto: desfiliação do PT

.
Recebi um correio e alguns comentários, para quem conhece o remetente original, é uma surpresa, um cara tremendamente ideologico, saindo de seu partido em favor de suas crenças, coisa rara hoje em dia. Imagino o quanto doeu essa tomada de decisão. Mas como não é o primeiro que vejo fazer isso (e imagino que não será o último, visto o projeto de poder a todo custo que está ai).

O primeiro que vi foi um um colega da faculdade de economia, outro petista ideológico, que ficou 10 dias trancado para refletir a "realidade" do poder e o que estava sendo pedido para ele fazer. Fica a pergunta de quem comentou o correio, quando se paga, intelectualmente e eticamente para exercer uma militância partidária ou ideológica? Infelizmente são bem poucos os que não vendem seus princípios.

Não vou colocar os nomes, nem de quem mandou o correio, nem quem repassou e comentou, mas vale a pena ler ambos.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Meus Amigos: Comunico a vocês a minha desfiliação do Partido dos Trabalhadores. Decisão refletida, difícil, pois lá se vão 21 anos de vida ligados ao partido. Foi um período positivo de minha vida, onde pude sonhar , construir e participar de grandes momentos do país. Mas a prática politica do PT mudou muito. E eu não sei se por qualidade ou defeito, não consigo aceitar estas novas práticas. Não consigo pensar dissociado do agir, nem agir dissociado do pensar. E, apesar de acreditar que o Governo do PT e do presidente Lula tem melhorado de fato o nosso país, não me vejo mais nas ruas o defendendo, de bandeira na mão. Faltam argumentos para muitos atos, não tenho como justificar pelo partido, comportamentos e posicionamentos de muitas de nossas lideranças.

Não faço deste ato, que é individual, um manifesto a ser seguido. Cada um com sua consciência e posicionamento político.

Não passo para a oposição, nem ao PT nem ao Governo Federal, mas posso agora exercer um apoio independente, quando os pontos de vista coincidirem e uma divergência saudável quando não concordar, sem estar submetido à disciplina de uma filiação partidária que sempre respeitei enquanto filiado.

Prefiro manter minha coerência e minha consciência tranquila.

Forte Abraço
L.
____________________________________________________________________

Esta mensagem interessa basicamente aos interessados e/ou ligados à luta ambiental, para quem deve ser (como foi para mim) especialmente surpreendente.

Antes de mais nada, vale uma explicação: não sou amigo próximo de L.

Nos conhecemos, concordamos, discordamos, mas sempre um pouco à distância, sabe-se lá porque.

Mas L. sempre foi ativo e atuante nas questões ambientais em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul e no Brasil.

E petista desde gurizinho.

É difícil conciliar estas coisas.

Não faz uma semana, comentei sobre o custo da militância partidária (em qualquer partido) sobre a independência intelectual.

O militante, como o crente, não pode pensar por si, pois deve cega obediência, que troca por benesses do poder.

Há quem consiga fazer isso com alguma dignidade, há quem faça com dilemas de consciência e há quem não consiga fazer.

O custo que a decisão do desfiliamento deve ter tido para L. - e não quero saber se "houve isto ou aquilo", como já insinuam - deve ter sido enorme.

E exigiu muita coragem, não menos do que para afirmar que continua petista de coração, mas quer poder dizer "não".

Que continua dividindo ideais com o partido, mas quer poder discordar das ações práticas com as quais não concordar.

Se todo mundo fizesse isto, em todos os partidos, nosso país não seria este palco de falcatruas.

Fica aqui, pois, meu abraço de respeito e solidariedade.

Meus cumprimentos ao L.

Nunca é tarde para optar pela liberdade e a independência, sem abdicar dos ideais.

Abração a ele.

N.


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Nossos futuros candidatos

.
O estilista Ronaldo Esper e o ex-goleiro do São Paulo e da seleção, Valdir Peres, se filiaram ao PTC (partido trabalhista cristã0 = 08 prefeitos + 100 vereadores + 2 deputados federais).......

Se juntam a Netinho (cantor) no PCdoB e a Paulo Coelho (misto de mago, charlatão e escritor), que vai mas não vai, mas vai acabar indo para o PV, a nova casa da mãe joana, topa tudo por dinheiro e alguém que alavanque algum voto.

Sem comentários

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Programas de governo

.
PT, há muito deixou de ter algum programa de governo, para ter o projeto de poder do lula e da "gang majoritária", digo, campo majoritário (zé dirceu, genoino, gushiken, etc.). A gangue formada no PT paulista, está envolvida em todas as falcatruas petralhas que se tornaram públicas, já tem ramificações na E$bórnia toda.

PMDB, não tem projeto, programa, nem nada, é um amontoado de meliantes que não querem o poder, querem apenas os cargos doados por quem estiver nele. É um polvo perigoso e gosmento.

ARENA/PDS/PFL/DEM, quer o poder para poder usufruir dele, quer tirar dinheiro público dividir entre os partidários e amigos. É um trombadinha com ligações nas altas esferas.

PSDB, o Robin dos Bosques partidário, quer tirar dinheiro público e doá-lo para os empresários, o serra pedágio é o expoente máximo, se pudesse daria para alguma empreitera pedagiar até o metrô de SamPa. Como "gang de oposição" sabe todas as mutretas petralhas, pois foi o idealizador e seu primeiro beneficiário, só late, pois o rabo ainda tá muito preso. PS. A petralhada só melhorou a tecnologia e aparelhou com mais eficiência e sabe que o PSDB é o PT que seira amanhã, mas virou o PT de hoje.

PDT, o projeto era do Brizola e era o Brizola, agora é nada.

PV, é o DEM travestido de carioca, agora com a nova "santa sofredora" e martir das causas serigueiras, marina silva, tem como programa virar um partido político.

PSOL, o partido das meninas maluquinhas, uma no Rio Grande do Sul (filha do tarso genro), e outra na república das Alagoas, que por sinal é a terra dos malucos. Imagina cruzar o collor e a heloisa helena, nem tenho idéia do que sairia, mas que seria um bicho muito feio e psicopata de carteirinha, isso seria. O programa é fazer a heloisa helena senadora e gritar muito, mas muito mesmo.

O resto dos partidos, só uma expressão já define seus programa partidários: "FOR RENT"

Comentário politicamente (in)correto

Os e$bornianos estão fudidos!
.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Partidos políticos ou ajuntamento de criminosos?

.
Fui criticado por comparar partidos políticos com agremiações criminosas, para comprovar minha afirmação, vai ai a lista com o número de parlamentares (estaduais e federais), que cada partido tem e quantos respondem processos eleitorais, criminais (incluindo estupro, assassinatos e outros...), civis, etc. pode haver uma margem de erro, mas podem ter certeza que é pequena.

Disparado no ranking são os sem partidos que, via de regra, estão nessa situação porque foram expulsos de partidos ou que se afastaram deles em razão das acusações.

Sem Partido

Número de parlamentares

Número de parlamentares que respondem processos na justiça

Percentual de parlamentares que respondem processos na justiça dos sem partido


11

8

73%

Depois disso vem o PNM e o PTB, duas siglas assumidamente de aluguel, depois a gang do renan.

Mas veja a lista e tire as próprias conclusões.

Partido

Número de parlamentares

Número de parlamentares que respondem processos na justiça

Percentual de parlamentares que respondem processos na justiça

Mais de 30% de criminosos

PMN

49

20

41%

PTB

118

44

37%

PMDB

361

131

36%

PP

134

46

34%

PRTB

15

5

33%

PSDB

302

96

32%

PR

124

39

31%

DEM

222

66

30%

De 20 a 30% de bandidos

PC do B

48

13

27%

PSB

139

36

26%

PPS

73

18

25%

PSDC

12

3

25%

PT

301

71

24%

PDT

143

35

24%

PV

81

19

23%

PRB

33

7

21%

De 10 a 20% de meliantes

PRP

21

4

19%

PHS

22

4

18%

PSL

19

3

16%

PSOL

15

2

13%

Até 10% de processados

PT do B

31

3

10%

PTC

18

1

6%

Fonte site Excelências

Comentário politicamente (in)correto

Grupo que tem mais de 25% de pessoas de comportamento duvidoso, quiçá criminoso é o que?

Partido político é que não!
.