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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Um Zoológico Disputado por Dois Bandos de Burros

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PcdoB e PT, sem o menor respeito pela população gaúcha, pelo papel educativo e conservacionista da Fundação Zoobotânica e pelos animais do Zoológico de Sapucaia, brigam por carguinhos para analfabetos partidários e paralisam a gestão de uma instituição que necessita visão profissional para evoluir.

A Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul sempre foi uma instituição importante para a pesquisa e a conservação da biodiversidade em nosso Estado. Não menos importante pderia ser o Zoológico administrado pela mesma, não fosse o fato de ser, de longe, o ramo da Fundação que mais sofre com a pusilanimidade, a boçalidade, a cretinice de nossos “políticos”, se é que esse nome merecem os bandos, ou quadrilhas, que se adonam do Estado a cada eleição.

Entrados dois meses da nova gestão do Estado, o Zoológico encontra-se ainda sem Diretor. O motivo não é a busca de profissional da área ambiental e/ou veterinária especializado na gestão de instituições dessa natureza, com uma complexa demanda de conhecimentos para gerir um plantel de animais raros, uma visitação que deve ser educativa e empoderadora para a consciência ambiental, e um quadro profissional porcamente pago mas suficientemente deduicado para, numa instituição mal cuidada, ainda assim obter resultados importantes como a reprodução de espécies ameaçadas e ao atendimento aos animais apreendidos do tráfico pelas ações de fiscalização.

Não! O motivo da paralisação na nomeação do Diretor é a luta intestina entre o PcdoB, partido da Secretária Estadual do Meio Ambiente (e do tarado anti-ambiental Aldo Rebenta, o “comunista” lacaio dos latifundiários que tenta acabar com o Código Florestal), que quer emplacar um sambista totalmente analfabeto no tema, que os funcionários da FZB dizem ainda estar sendo acusado de estelionato pelo Ministério Público, e o Diretório do PT de Sapucaia do Sul, Município onde se encontra o Zoo e que se acha no direito de indicar seu próprio analfabeto para o cargo.

O “candidato” do PcdoB chama-se Alessandro Nicoletti Machado. Já esteve no Zoo, para perguntar o que faz um Diretor e se este tem de ter contato com os animais... e quantos cargos ele terá à disposição para nomear correligionários (ou parentes?).

Um Zoológico é coisa séria demais para virar espólio de coladores de cartazes e outros cabos eleitorais de partidecos. Exige respeito com a missão institucional da Fundação Zoobotânica, respeito com o público que o visita e com a população gaúcha que o sustenta, e principalmente respeito com os animais ali abrigados, que dependem de uma boa gestão para serem mantidos em condições minimamente aceitáveis e para contribuírem, sempre que possível, com a conservação de seus pares na Natureza. Nomear um arigó sem noção para Diretor do Zoológico de Sapucaia poderá ser o primeiro grande crime ambiental da gestão Tarso Genro. Esperamos que haja mais bom senso do que isso.

JT
Ambientalista cansado e cidadão indignado
 

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Lula e Sergio Cabral, canalhice explícita

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Comentários Politicamente (In)Corretos

Precisa comentar? São só dois cretinos pegos no flagra.

PS. Estou com uma dúvida, onde estão sendo empregados os bilhões de dólares que que os royalts do petróleo tem proporcionado?????

Com certeza "alguém" tem se benefíciado né cabral?

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Sobre o Vice de Marina Silva e as denúncias sobre danos ambientais

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Caros/as,

Quando o IBAMA corre para defender a Mata Atlântica, é sempre uma supresa, dado o estado de coisas que se vê ao longo de toda a costa brasileira sem que as otoridade federáu se manifestem. Maior ainda a supresa quando a eficiência (???) se traduz em ‘vazar’ para a imprensa uma ‘denúncia’ e uma ‘fiscalização’ sobre uma fazenda específica, quando prefeituras, loteamentos e empreendimentos turísticos inteiros barbarizam tudo o que resta de vegetação nativa do RS ao RN.

O que a corja petista que tomou de assalto os órgãos ambientais do Estado está fazendo contra o candidato a Vice de Marina Silva é, segundo conta gente da própria região e que teme as represálias do fascismo petista se assinar embaixo (não tem importância: eu mesmo assino, essa gentalha que me processe se quiser), pura armação para desgastar a única campanha capaz de barrar a demagogia lullesca e dilmenta apoiada no esmolismo e no peleguismo dos CCs e sindicatos clientelistas, vitaminada pelo dinheiro sujo do latifúndio e das grandes corporações que aderiram ao ‘petismo de resultados’ que vem destroçando o que resta de Natureza no Brasil com sua lógica de economia soviética imediatista.

O que segue abaixo sobre o estado real da fazenda do Guilherme Leal recebi de amigos baianos e é escrito em PVT por uma ativista do sul da Bahia que pediu pra não ter seu nome divulgado (ainda). Mas dá uma excelente idéia do contexto em que o des-governo, morto de medo do volume de votos que o PV terá, pretende usar das mesmas sujeiras que o Komissar da KGB Tarso Genro usou no Ministério da Justiça pra transformar a Pulissa Federal em geradora de factóides contra os adversários políticos. Agora é a vez de usar o IBAMA pra tentar sujar a imagem de Marina.

A resposta pra essa canalha temos de dar nas urnas, em outubro, fazendo uma votação mega para os candidatos verdes nas majoritárias e elegendo o maior número possível de parlamentares pró-conservação em todos os níveis.

Abrz.,

T.

Estamos acompanhando de perto. O denunciante é um Petista, trabalhando para a BAMIN e políticos da Região com práticas já conhecidas nessa linha. O jogo é bastante sujo. Fomos convidados a conhecer a área onde existe uma residência, três bangalôs e outros dois de apoio onde reúnem-se aqueles que estiverem na Fazenda (área comum para reuniões), além de um especial, por ter sido o primeiro, que é chamado de Oca.

Além disso, área para prática de esporte (campo de futebol com vestuário) , refeitório para empregados, horta, área de serviços (lavanderia, garagem, oficina, etc.)

Tudo que existe em qualquer fazenda de grande porte, mas com um nível e conceito bem diferente do que estamos acostumados a ver.

O mais importante, é o tratamento que é dado ao meio ambiente (captação de água de chuva, energia solar, fiação elétrica subterrânea, reflorestamento de áreas degradadas com árvores da mata atlântica, fossas sépticas , a preocupação com a justiça e sustentabilidade, tratamento acústico na “sala” dos geradores etc.) e ainda o projeto para catalogação das espécies de mata atlântica ali existentes, que tem quase toda a área de reserva.

Tem mais... Existe ali uma iniciativa interessante com uma cooperativa formada pelos empregados, que vendem o lixo gerado.

Acredito até que o empresário poderia ter construído um castelo convencional, mas optou por um modelo integrado com a natureza e respeitando a comunidade onde está inserida a fazenda, optando pelos trabalhadores que sejam da comunidade, gerando emprego, renda e capacitação, além de aulas de inglês, música, etc. É OUTRO MUNDO!

Eu sabia falar de um empreendimento sustentável, mas foi a primeira vez que vi de fato JUSTIÇA E SUSTENTABILIDADE.

Tomara tivéssemos Guilhermes desse espalhados pelo País inteira que sabe ganhar muito dinheiro respeitando o meio ambiente, o homem, fazendo a diferença. Rui conhece bem tudo isso, pois acompanhou desde a chegada do empresário aqui, toda a trajetória desde o sonho até a realização.

Ele tem um grande defeito: É CONTRA O PORTO SUL e PENSA SUSTENTÁVEL

Vamos que vamos...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Putaria eleitoral explícita de Geddel Vieira Lima, ministro da Integração social

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Quase metade dos recursos do Ministério da Integração Nacional para prevenção de desastres foi destinada ao estado do ministro que administra a pasta.

A Bahia, reduto eleitoral de geddel vieira lima (e onde pretende lançar-se candidato ao governo do estado), recebeu 48% do dinheiro liberado em 2009 do programa preventivo administrado pelo Ministério da Integração Nacional.

Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, todos com histórico de calamidades, receberam juntos R$ 12,7 milhões, a Bahia R$ 65 milhões.

A desculpa do Ministério, nas palavras de ivone valente, secretária de Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional:

"A Bahia tem 417 municípios, registrou algum desastre natural no ano passado, o próprio tamanho do estado compete para que isso ocorra."

Não precisa comentar ou fazer post script, o dinheiro teve um único destino, a maior parte foi para formar um palanque para geddel vieira lima, o resto, para o bolso dos amigos, seja nos contratos superfaturados, ausência de licitações ou para obras fantasmas para prevenir desastres fictícios no interior da Bahia.

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do Correio Brasiliese

Coincidência ou não, quase metade dos recursos federais que saíram do programa Prevenção e Preparação para Desastres, administrados pelo Ministério da Integração Nacional, foi para o estado do chefe da pasta.

A Bahia, base eleitoral de Geddel Vieira Lima, abocanhou nada menos do que 48% do dinheiro liberado em 2009 por meio da rubrica. Em termos absolutos, isso representa R$ 65 milhões do total de R$ 135 milhões executados. No outro fundo relacionado a tragédias naturais, intitulado Resposta aos Desastres e Reconstrução, o estado de Geddel também não pode reclamar. Ficaram em terras baianas R$ 125 milhões, perdendo apenas para Santa Catarina, que no fim de 2008 passou por uma das piores enchentes e deslizamentos de terra de sua história, com mais de 120 mortos.

Esse programa, que chegou a executar R$ 1,2 bilhão, repassou a Santa Catarina o maior montante: R$ 268 milhões. O Rio de Janeiro, porém, não foi tão agraciado com o dinheiro do governo federal. Apesar do histórico de calamidades provocadas por chuvas, o estado recebeu R$ 1,5 milhão do programa Prevenção a Preparação para Desastres, que representa 1,2% do total de recursos liberados.

Da outra fonte, Resposta aos Desastres e Reconstrução, foram enviados ao Rio R$ 90,6 milhões, pouco mais de 7% da execução integral. Ivone Valente, secretária de Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional, rechaça uma eventual vantagem para a Bahia na partilha do dinheiro. “Não tenha dúvida de que outros estados são atendidos por outros programas do Ministério que também têm caráter preventivo”, diz.

Ivone destaca como exemplo o Programa de Drenagem Sustentável. Segundo ela, tal rubrica investiu R$ 180 milhões em três anos — R$ 45 milhões a mais do que pagou o programa Prevenção e Reparação para Desastres só em 2009 —, dos quais “praticamente nada” foi para a Bahia. “Investimos R$ 32 milhões no Centro-Oeste”, exemplifica.

Apesar de receber maior parte da verba do programa voltado para a prevenção, a Bahia, que tem 417 municípios, registrou algum desastre natural no ano passado, ressaltou Ivone. “O próprio tamanho do estado compete para que isso ocorra”, afirma a secretária.

O estado é o quarto do país em população, cerca de 14 milhões de pessoas, perdendo para Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Todos eles passam, no momento, por problemas com as chuvas e mortes devido a deslizamento de terra e enchentes.

Em 2008, foi Santa Catarina que protagonizou a maior tragédia nacional. Após quase três meses chuvosos, nos dias 22 e 23 de novembro choveu o equivalente à média mensal. Cidades próximas ao litoral do estado, como Blumenau, Itajaí, Gaspar, Navegantes e Florianópolis, entre outras, foram castigadas por deslizamenros e inundações. Novembro de 2008 entrou para a história como o mês de maior quantidade de chuvas desde que o Instituto Nacional de Meteorologia começou a fazer medições em Florianópolis, em 1961. O desastre causou a morte de 126 pessoas e deixou cerca de 80 mil desalojadas e desabrigadas. Oito municípios ficaram isolados, dez tiveram de decretar estado de calamidade pública e vários foram encobertos pela água.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Fazendo um juiz de corte superior na E$bórna

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No diálogo abaixo dá para se ter uma idéia de como se faz um juiz, desembargador e similar de um tribunal superior na E$bórna.

No caso, a "indicação" de um desembargador do tribunal de justiça do Rio Grande do Sul, governado por uma paulista da gema, a yeda crusius conversa com ronchetti, ex-prefeito de Canoas, (cidade da região metropolitana de Porto Alegre) e figura de destaque do PSDB gaúcho.


Mais um exemplo do que quer dizer notório saber jurídico e reputação sem máculas........