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Mantendo a máxima partidária do PSDB, que é tirar do público para doar ao privado, o vampiro serra quer colocar 19 pedágios no rodoanel de São Paulo, já existem 13.....
Com mais a penca de pedágios que o serra quer colocar na Rio - Santos, se não tiver dinheiro, o paulista vai ficar sitiado.
parágrafo primeiro. São Paulo é um estado estranho, a lei diz que não pode podem ser implantados pedágios num raio de 35 km a partir da Praça da Sé, mas foram implentados. Em janeiro foram fechados por uma decisão judiail. Uma liminar, emitida menos de 10 horas depois dessa decisão, permitiu que o pedágio voltasse a roubar, digo, funcionar.
Comentário politicamente (in)correto
Mais pedágios ilegais, mais um desembargadorzinho que simplesmente ignora a lei e passa um rodo a favor de quem tem"muito dinheiro.
PS Quanto custou essa decisão.......
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terça-feira, 1 de setembro de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
serra é ambicioso, corrupto e prepotente
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Serra tem uma ambição sem limites, uma sede de poder sem nenhum freio e pelo poder é capaz de tudo. Usa o poder de forma cruel, corrupta e prepotente.
Sabem quem falou? Infelizmente não fui eu! Foi o então procurador Flavio Flores da Cunha Bierrenbach, em 1988. O ex-procurador é hoje ministro do Superior Tribunal Militar.
Para os meus leitores, em especial do meio do mato, vou me dar ao direito de "blogar" a coluna de Wálter Fanganiello Maierovitch, colunista da Revista Carta Capital.
Serra tem uma ambição sem limites, uma sede de poder sem nenhum freio e pelo poder é capaz de tudo. Usa o poder de forma cruel, corrupta e prepotente.
Sabem quem falou? Infelizmente não fui eu! Foi o então procurador Flavio Flores da Cunha Bierrenbach, em 1988. O ex-procurador é hoje ministro do Superior Tribunal Militar.
Para os meus leitores, em especial do meio do mato, vou me dar ao direito de "blogar" a coluna de Wálter Fanganiello Maierovitch, colunista da Revista Carta Capital.
Justiça cega e efeito Serra
Wálter Fanganiello Maierovitch - Carta Capital, 18/08/2009 16:25:21
Recebi um telefonema do jornalista Paulo Henrique Amorim, cujo site, Conversa Afiada, está na relação dos meus favoritos. Diante dos escândalos no Senado e com os temas da ética e transparência em destaque na mídia, Paulo Henrique queria saber sobre uma decisão minha do início dos anos 90, quando juiz titular da segunda zona eleitoral de São Paulo. Para tanto, ingressei em um túnel do tempo com algumas cinzas decorrentes do efeito estufa, as quais os italianos chamam de indesejável efeito serra, ou effetto serra.
Com efeito, no ano de 1988, quando João Leiva, Paulo Maluf e José Serra disputavam a prefeitura de São Paulo, o procurador Flavio Flores da Cunha Bierrenbach resolveu dar um alerta aos eleitores paulistanos, no horário reservado aos partidos políticos. Bierrenbach é hoje ministro do Superior Tribunal Militar.
Na tevê, Bierrenbach disse o seguinte: “No dia 15 de novembro, João Leiva vai derrotar dois Malufes. Um não engana mais ninguém, todo mundo conhece e é assumido. É a síntese do regime de exceção. Alguém já disse que Paulo Maluf foi uma flor que nasceu no lodo da ditadura. O outro, entretanto, poucos conhecem. Engana muita gente. Chama-se José Serra. Entrou pobre na Secretaria do Planejamento do governo Montoro, saiu rico. Fez uma campanha para deputado federal miliardária. Prejudicou a muitos dos seus companheiros. Esses homens têm algo em comum. Uma ambição sem limites. Uma sede de poder sem nenhum freio. E pelo poder eles são capazes de tudo. Usam o poder de forma cruel, corrupta e prepotente”.
Ao então candidato Serra concedeu-se o direito de resposta. Ainda inconformado e amargando o resultado eleitoral desfavorável, o referido Serra, então deputado federal, insistiu, junto ao juízo da segunda zona eleitoral, em enviar peças para o representante do Ministério Público eleitoral (MP). Serra afirmava ter sido ofendido em sua honra por Bierrenbach, ou seja, definindo-se expressamente como caluniado, difamado e injuriado. O MP, com base no Código Eleitoral e tendo em vista que os delitos contra a honra no âmbito eleitoral são de ação pública, denunciou Bierrenbach por crimes de calúnia, injúria e difamação, duas- vezes cada um deles. Depois da ação penal instaurada, o deputado Serra requereu, por meio do advogado Mário Covas Neto, a sua habilitação como assistente de acusação, frisando sua condição de vítima de calúnias, difamações e injúrias.
Bierrenbach, na sua defesa, apresentou uma exceção da verdade. Ou seja, queria provar que havia dito a pura verdade sobre Serra. A exceção foi recebida judicialmente e as provas, deferidas. Como o processo penal é orientado pela busca da verdade real, e deveria, depois de instruído, ser remetido ao Supremo Tribunal Federal para julgamento por força do foro privilegiado do então deputado Serra, várias diligências foram determinadas judicialmente: ofício a bancos para futuro cotejo sobre evolução patrimonial, etc.
O deputado federal Serra, imediatamente depois da exceção da verdade apresentada por Bierrenbach, pretendeu modificar as acusações, feitas por ele e endossadas pelo Ministério Público. Passou, então, a entender que havia sido apenas injuriado. Jamais, caluniado ou difamado. E, frisou, uma vez afastadas judicialmente as imputações sobre os crimes de calúnia e difamação, que a exceção da verdade deveria ser rejeitada liminarmente. Qual a razão? É que a lei eleitoral só admitia exceção da verdade em casos de calúnia e difamação. Nunca na hipótese de crimes de injúrias, menos grave por ser genérica.
Com a decisão anterior sobre calúnias e injúrias mantida (as difamações foram afastadas), Serra postulou, então, a remessa dos autos ao STF, sem sucesso, pois a jurisprudência não o favorecia.
Na sequência, impetrou um mandado de segurança para se ver livre de decisões judiciais consideradas abusivas e ilegais. O mandado de segurança foi elaborado pelo advogado Márcio Thomaz Bastos, em substituição a Mário Covas Neto. Uma liminar do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) paralisou o processo e determinou, a pedido do deputado Serra, os recolhimentos dos ofícios judiciais, para não haver quebra do segredo bancário e fiscal do deputado Serra.
Depois de muitos anos na posse dos autos do mandado de segurança, o relator Francisco Prado, guindado ao TRE pela classe dos juristas-advogados e mercê de sua larga experiência de vida como ex-prefeito e prefeito de Santos (quando deixou o TRE foi secretário de Covas e Alckmin), lançou decisão, no ano de 1997. O TRE entendeu que o exame do mandado de segurança estava prejudicado, pois os crimes estavam todos prescritos. Arquivou-se o processo iniciado em 1990, por não ter sido julgado no tempo devido.
Pano rápido. Como dizia Mario Quintana, “a Justiça é cega. Isso explica muita coisa”.
Wálter Fanganiello Maierovitch - Carta Capital, 18/08/2009 16:25:21
Recebi um telefonema do jornalista Paulo Henrique Amorim, cujo site, Conversa Afiada, está na relação dos meus favoritos. Diante dos escândalos no Senado e com os temas da ética e transparência em destaque na mídia, Paulo Henrique queria saber sobre uma decisão minha do início dos anos 90, quando juiz titular da segunda zona eleitoral de São Paulo. Para tanto, ingressei em um túnel do tempo com algumas cinzas decorrentes do efeito estufa, as quais os italianos chamam de indesejável efeito serra, ou effetto serra.
Com efeito, no ano de 1988, quando João Leiva, Paulo Maluf e José Serra disputavam a prefeitura de São Paulo, o procurador Flavio Flores da Cunha Bierrenbach resolveu dar um alerta aos eleitores paulistanos, no horário reservado aos partidos políticos. Bierrenbach é hoje ministro do Superior Tribunal Militar.
Na tevê, Bierrenbach disse o seguinte: “No dia 15 de novembro, João Leiva vai derrotar dois Malufes. Um não engana mais ninguém, todo mundo conhece e é assumido. É a síntese do regime de exceção. Alguém já disse que Paulo Maluf foi uma flor que nasceu no lodo da ditadura. O outro, entretanto, poucos conhecem. Engana muita gente. Chama-se José Serra. Entrou pobre na Secretaria do Planejamento do governo Montoro, saiu rico. Fez uma campanha para deputado federal miliardária. Prejudicou a muitos dos seus companheiros. Esses homens têm algo em comum. Uma ambição sem limites. Uma sede de poder sem nenhum freio. E pelo poder eles são capazes de tudo. Usam o poder de forma cruel, corrupta e prepotente”.
Ao então candidato Serra concedeu-se o direito de resposta. Ainda inconformado e amargando o resultado eleitoral desfavorável, o referido Serra, então deputado federal, insistiu, junto ao juízo da segunda zona eleitoral, em enviar peças para o representante do Ministério Público eleitoral (MP). Serra afirmava ter sido ofendido em sua honra por Bierrenbach, ou seja, definindo-se expressamente como caluniado, difamado e injuriado. O MP, com base no Código Eleitoral e tendo em vista que os delitos contra a honra no âmbito eleitoral são de ação pública, denunciou Bierrenbach por crimes de calúnia, injúria e difamação, duas- vezes cada um deles. Depois da ação penal instaurada, o deputado Serra requereu, por meio do advogado Mário Covas Neto, a sua habilitação como assistente de acusação, frisando sua condição de vítima de calúnias, difamações e injúrias.
Bierrenbach, na sua defesa, apresentou uma exceção da verdade. Ou seja, queria provar que havia dito a pura verdade sobre Serra. A exceção foi recebida judicialmente e as provas, deferidas. Como o processo penal é orientado pela busca da verdade real, e deveria, depois de instruído, ser remetido ao Supremo Tribunal Federal para julgamento por força do foro privilegiado do então deputado Serra, várias diligências foram determinadas judicialmente: ofício a bancos para futuro cotejo sobre evolução patrimonial, etc.
O deputado federal Serra, imediatamente depois da exceção da verdade apresentada por Bierrenbach, pretendeu modificar as acusações, feitas por ele e endossadas pelo Ministério Público. Passou, então, a entender que havia sido apenas injuriado. Jamais, caluniado ou difamado. E, frisou, uma vez afastadas judicialmente as imputações sobre os crimes de calúnia e difamação, que a exceção da verdade deveria ser rejeitada liminarmente. Qual a razão? É que a lei eleitoral só admitia exceção da verdade em casos de calúnia e difamação. Nunca na hipótese de crimes de injúrias, menos grave por ser genérica.
Com a decisão anterior sobre calúnias e injúrias mantida (as difamações foram afastadas), Serra postulou, então, a remessa dos autos ao STF, sem sucesso, pois a jurisprudência não o favorecia.
Na sequência, impetrou um mandado de segurança para se ver livre de decisões judiciais consideradas abusivas e ilegais. O mandado de segurança foi elaborado pelo advogado Márcio Thomaz Bastos, em substituição a Mário Covas Neto. Uma liminar do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) paralisou o processo e determinou, a pedido do deputado Serra, os recolhimentos dos ofícios judiciais, para não haver quebra do segredo bancário e fiscal do deputado Serra.
Depois de muitos anos na posse dos autos do mandado de segurança, o relator Francisco Prado, guindado ao TRE pela classe dos juristas-advogados e mercê de sua larga experiência de vida como ex-prefeito e prefeito de Santos (quando deixou o TRE foi secretário de Covas e Alckmin), lançou decisão, no ano de 1997. O TRE entendeu que o exame do mandado de segurança estava prejudicado, pois os crimes estavam todos prescritos. Arquivou-se o processo iniciado em 1990, por não ter sido julgado no tempo devido.
Pano rápido. Como dizia Mario Quintana, “a Justiça é cega. Isso explica muita coisa”.
Comentário politicamente (in)correto
Entre a dilma, o serra, a marina e os outros que estão se apresentando, prefiro a forca, pelo menos sei como vai terminar e é bem mais humanitária!
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009
PPPs - Parcerias Público Privadas
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Em São Paulo, do PSDB, PPPs agora quer dizer Pedágio Para o Populacho.
O PSDB vai propor uma EC (emenda constitucional), para mudar a frase positivista escrita na brandeira do brasil, mudar o Ordem e Progresso para Onerar e Pedagiar.
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Em São Paulo, do PSDB, PPPs agora quer dizer Pedágio Para o Populacho.
O PSDB vai propor uma EC (emenda constitucional), para mudar a frase positivista escrita na brandeira do brasil, mudar o Ordem e Progresso para Onerar e Pedagiar.
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Serra e os pedágios, mais pedágios
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SERRA QUER PEDAGIAR A RIO - SANTOS!!!???!!!

SERRA QUER PEDAGIAR A RIO - SANTOS!!!???!!!

Serra é o mais coerente dos políticos em atividade, desde o início do mandato (na realidade em todos eles), tem uma missão, encher o bolso de alguns empresários. O Robin Wood tucano, tirar do povo e do público para dar para os empresários carentes e$bornianos.
Agora quer "pedagiar" a estrada Rio - Santos, uma estrada sinuosa, estreita e, em grande parte, com pista simples. AHHHH, um detalhe, essa estrada também é o ÚNICO acesso para uma das regiões que ainda estão preservadas em SP, por enquanto, pois se dependesse do vampiro, tudo deveria virar lenha.
Como PSDB e DEM/PFL/ARENA se amam de paixão, pretende seguir os passos de ACM, que pedagiou estadas estreitas que ligavam Salvador ao litoral "chiquê" do norte, tudo em prol da OAS e empresários amiguinhos. Durante muitos anos, as únicas obras que essas estradas viram foram as praças de pedágio.
Voltando para São Paulo, se você mora no litoral norte (o correto seria dizer costa norte), e não tiver dinheiro, so lhe restarão as palavras de La Passionaria: NO PASSARÁN, pois o que o vampiro pretende é fazer um verdadeiro cerco à população dessa região.
A idéia do vampiro paulista é isolar os moradores de dezenas de comunidades, mantendo-os dentro das cidades. Principalmente no verão, pois os cidadãos de primeira classe querem ir para a praia tranquilamente e sem o convívio incômodo dos farofentos de segunda.
Mas o que o vampiro paulista gostaria mesmo é expulsar a população mais pobre da costa mais bonita de SP, para que a região se torne o Suape paulista, ou melhor dizendo, a Côte D'Azur e$borninana, lugar bonito só para "gente bonita".
Comentario politicamente (in)correto
Para quem tem esperanças de mudança com as próximas eleições, se sair a petralhada vai entra o que no lugar???!!!
Conclusão, e$bornianos, cês tão fudidos, se correr o bicho crau e se ficar o bicho crau também, hehehehehe!
PS.
Agora quer "pedagiar" a estrada Rio - Santos, uma estrada sinuosa, estreita e, em grande parte, com pista simples. AHHHH, um detalhe, essa estrada também é o ÚNICO acesso para uma das regiões que ainda estão preservadas em SP, por enquanto, pois se dependesse do vampiro, tudo deveria virar lenha.
Como PSDB e DEM/PFL/ARENA se amam de paixão, pretende seguir os passos de ACM, que pedagiou estadas estreitas que ligavam Salvador ao litoral "chiquê" do norte, tudo em prol da OAS e empresários amiguinhos. Durante muitos anos, as únicas obras que essas estradas viram foram as praças de pedágio.
Voltando para São Paulo, se você mora no litoral norte (o correto seria dizer costa norte), e não tiver dinheiro, so lhe restarão as palavras de La Passionaria: NO PASSARÁN, pois o que o vampiro pretende é fazer um verdadeiro cerco à população dessa região.
A idéia do vampiro paulista é isolar os moradores de dezenas de comunidades, mantendo-os dentro das cidades. Principalmente no verão, pois os cidadãos de primeira classe querem ir para a praia tranquilamente e sem o convívio incômodo dos farofentos de segunda.
Mas o que o vampiro paulista gostaria mesmo é expulsar a população mais pobre da costa mais bonita de SP, para que a região se torne o Suape paulista, ou melhor dizendo, a Côte D'Azur e$borninana, lugar bonito só para "gente bonita".
Comentario politicamente (in)correto
Para quem tem esperanças de mudança com as próximas eleições, se sair a petralhada vai entra o que no lugar???!!!
Conclusão, e$bornianos, cês tão fudidos, se correr o bicho crau e se ficar o bicho crau também, hehehehehe!
PS.
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