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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Tá procurando o WikiLeaks?

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As informações divulgadas pelo WikiLeaks ainda estão acessíveis nos locais e países que não cederam a pressão americana.

Podem ser encontradas nos seguintes sites:

Important Wikileaks Links
 


  • mirror.wikileaks.info - Mirror of previous leaks [92.241.190.202]

  • twitter.com/wikileaks - Official Wikileaks Twitter Page

  • facebook.com/wikileaks - Official Wikileaks Facebook Page

  • quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

    WikiLeaks

    Parem a perseguição 

    A campanha de intimidação massiva contra o WikiLeaks está assustando defensores da mídia livre do mundo todo.


    Advogados peritos estão dizendo que o WikiLeaks provavelmente não violou nenhuma lei. Mas mesmo assim políticos dos EUA de alto escalão estão chamando o site de grupo terrorista e comentaristas estão pedindo o assassinato de sua equipe. O site vem sofrendo ataques fortes de países e empresas, porém o WikiLeaks só publica informações passadas por delatores. Eles trabalham com os principais jornais (NY Times, Guardian, Spiegel) para cuidadosamente selecionar as informações que eles publicam.

    A intimidação extra judicial é um ataque à democracia. Nós precisamos de uma manifestação publica pela liberdade de expressão e de imprensa. Assine a petição pelo fim dos ataques e depois encaminhe este email para todo mundo – vamos conseguir 1 milhão de vozes e publicar anúncios de página inteira em jornais dos EUA esta semana!

    http://www.avaaz.org/po/wikileaks_petition/?vl

    O WikiLeaks não age sozinho – eles trabalham em parceria com os principais jornais do mundo (NY Times, Guardian, Der Spiegel, etc) para cuidadosamente revisar 250.000 telegramas (cabos) diplomáticos dos EUA, removendo qualquer informação que seja irresponsável publicar. Somente 800 cabos foram publicados até agora. No passado, a WikiLeaks expôs tortura, assassinato de civis inocentes no Iraque e Afeganistão pelo governo, e corrupção corporativa.

    O governo dos EUA está usando todas as vias legais para impedir novas publicações de documentos, porém leis democráticas protegem a liberdade de imprensa. Os EUA e outros governos podem não gostar das leis que protegem a nossa liberdade de expressão, mas é justamente por isso que elas são importantes e porque somente um processo democrático pode alterá-las.

    Algumas pessoas podem discordar se o WikiLeaks e seus grandes jornais parceiros estão publicando mais informações que o público deveria ver, se ele compromete a confidencialidade diplomática, ou se o seu fundador Julian Assange é um herói ou vilão. Porém nada disso justifica uma campanha agressiva de governos e empresas para silenciar um canal midiático legal. Clique abaixo para se juntar ao chamado contra a perseguição:

    http://www.avaaz.org/po/wikileaks_petition/?vl

    Você já se perguntou porque a mídia raramente publica as histórias completas do que acontece nos bastidores? Por que quando o fazem, governos reagem de forma agressiva, Nestas horas, depende do público defender os direitos democráticos de liberdade de imprensa e de expressão. Nunca houve um momento tão necessário de agirmos como agora.

    Com esperança,

    Ricken, Emma, Alex, Alice, Maria Paz e toda a equipe da Avaaz

    Fontes:

    Fundador do site WikiLeaks é preso em Londres:
    http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/fundador+do+site+wikileaks+e+preso+em+londres/n1237852973735.html

    Visa e MasterCard se unem ao boicote contra WikiLeaks:
    http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/visa-e-mastercard-se-unem-ao-boicote-contra-wikileaks

    Hackers lançam ataques em resposta a bloqueio de dinheiro do Wikileaks:
    http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5g5_1RyqwzqqSdcdkuXSkRwc3OCbA?docId=CNG.3ee5f70f5e1bc38f749f897810be5a31.6a1

    Conheça o homem por trás do site que revelou documentos secretos americanos:
    http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/conheca-a-historia-do-site-que-revelou-documentos-secretos-americanos/

    O criador do WikiLeaks, entre a sombra e a busca pela verdade:
    http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hRW1-BWMeIXP6Spyr_UdQJbqu5_g?docId=CNG.24a480c86aa11494311806f554755ceb.701

    Saiba mais sobre os telegramas diplomáticos:
    http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/saiba+mais+sobre+os+telegramas+diplomaticos/n1237852399276.html

    Apoie a comunidade da Avaaz! Nós somos totalmente sustentados por doações de indivíduos, não aceitamos financiamento de governos ou empresas. Nossa equipe dedicada garante que até as menores doações sejam bem aproveitadas -- clique para doar.

    sexta-feira, 8 de outubro de 2010

    O projeto de controle da impressa

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    PIG, pelega, pró, contra, seja lá o que for, só a PeTralhada e "cumpanherada" associada está favorável ao projeto neo facista que o mordomo lulalau planeja mandar e aprovar até o fim do seu (des)governo.

    Deixa bem claro para os "amigos" (eu diria cúmplices), que é só uma vingança e não quer que a "cumpanherada" tenha os mesmo problemas na próxima (indi)gestão. 

    Afinal, foi por causa do excesso de liberdade que a imprensa que tornou pública as falcatruas de sua quadrilha.

    No fundo é bem mais que isso, lembrem-se que uma parte significativa da PeTralhada tem como ídolos Stalin, Mao e outros porcos.

    domingo, 26 de setembro de 2010

    A terra de Kafka é aqui

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    País estranho essa E$bórnia chamada brazil, um bando de milicos facistas se reune para fazer um discurso em prol da liberdade de imprensa (coisa que no tempo deles não tinha). 

    A solenidade (milico adora essa palavra), foi encerrada por um jornalista (que deve ter uma foto de Adolf Hitler na parede), elogiando a "maturidade" da milicada, ao se posicionar contra essa cruzada da PeTralhada e da "cumpanherada" associada para reimplantar a censura.

    Do outro lado, a esquerda zona sul festiva e essa nova massa que consumidores bradava cartazes contra o excesso de liberdade da imprensa e de expressão e contra a tentativa de "golpe" feita pelos jornais.

    Provando que o mundo imaginado por Kafka, existe.

    Comentários Politicamente (In)Corretos

    O populacho e$borniano nunca teve cidadania, quando esse atributo chegou perto, preferiram se tornar consumidores a cidadãos.

    Provando que o brazil é um país de idiotas iletrados, que adoram ter como "lider", um sindicalista bandidinho (e dono de quadrilha), amoral, megalômano e que ama de paixão uma ditadura, afinal, sem ela, ele seria só mais um sindicalista analfabeto, picareta e aposentado (por um acidente fraudulento).

    PS. Lula ama a imprensa e a liberdade de imprensa e de expressão, desde que fale só bem dele e de seu (des)governo.

    quinta-feira, 16 de setembro de 2010

    Liberdade de Imprensa

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    Liberdade de imprensa e monopólio da imprensa, também são incompatíveis.

    Nenhum país civilizado do mundo, um dono tem, ao mesmo tempo: uma TV, Internet, Jornais, Rádios, todos em cadeia nacional.

    Isso se chama monopólio.

    Rede Globo e similares são tão danosos para a democracia como a tentativa Petralha de controle da imprensa.

    PS. Ainda mais quando o monopólio conseguiu se formar devido a troca de favores com os ditadores de plantão. Tal qual o baronato da produção de cimento brasileiro, lembram?

    segunda-feira, 12 de abril de 2010

    Os paladinos da imprensa quase livre. Paladinos??? Livre???

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    Colaboração de N. com Y.

    A reprise de 2006. Agora, como farsa

    por Luiz Carlos Azenha

    Em 2005 e 2006 eu era repórter especial da TV Globo. Tinha salário de executivo de multinacional. Trabalhei na cobertura da crise política envolvendo o governo Lula.

    Fui a Goiânia, onde investiguei com uma equipe da emissora o caixa dois do PT no pleito local. Obtivemos as provas necessárias e as reportagens foram ao ar no Jornal Nacional. O assunto morreu mais tarde, quando atingiu o Congresso e descobriu-se que as mesmas fontes financiadoras do PT goiano também tinham irrigado os cofres de outros partidos. Ou seja, a “crise” tornou-se inconveniente.

    Mais tarde, já em 2006, houve um pequena revolta de profissionais da Globo paulista contra a cobertura política que atacava o PT mas poupava o PSDB. Alguns dos colegas sairam da emissora, outros ficaram. Como resultado de um encontro interno ficou decidido que deixaríamos de fazer uma cobertura seletiva das capas das revistas semanais.

    Funciona assim: a Globo escolhe algumas capas para repercutir, mas esconde outras. Curiosamente e coincidentemente, as capas repercutidas trazem ataques ao governo e ao PT. As capas “esquecidas” podem causar embaraço ao PSDB ou ao DEM. Aquela capa da Caros Amigos sobre o filho que Fernando Henrique Cardoso exilou na Europa, por exemplo, jamais atenderia aos critérios de Ali Kamel, que exerce sobre os profissionais da emissora a mesma vigilância que o cardeal Ratzinger dedicava aos “insubordinados”.

    Aquela capa da Caros Amigos, como vimos estava factualmente correta. O filho de FHC só foi “assumido” quando ele estava longe do poder. Já a capa da Veja sobre os dólares de Fidel Castro para a campanha de Lula mereceu cobertura no Jornal Nacional de sábado, ainda que a denúncia nunca tenha sido comprovada.

    Funciona assim: aos sábados, o Jornal Nacional repercute acriticamente as capas da Veja que trazem denúncias contra o governo Lula e aliados. É o que se chama no meio de “dar pernas” a um assunto, garantir que ele continue repercutindo nos dias seguintes.

    Pois bem, no episódio que já narrei aqui no blog eu fui encarregado de fazer uma reportagem sobre as ambulâncias superfaturadas compradas pelo governo quando José Serra era ministro da Saúde no governo FHC. Havia, em todo o texto, um número embaraçoso para Serra, que concorria ao governo paulista: a maioria das ambulâncias superfaturadas foi comprada quando ele era ministro.

    Ainda assim, os chefes da Globo paulista garantiram que a reportagem iria ao ar. Sábado, nada. Segunda, nada. Aparentemente, alguém no Rio decidiu engavetar o assunto. E é essa a base do que tenho denunciado continuamente neste blog: alguns escândalos valem mais que outros, algumas denúncias valem mais que outras, os recursos humanos e técnicos da emissora — vastos, aliás — acabam mobilizados em defesa de certos interesses e para atacar outros.

    Nesta campanha eleitoral já tem sido assim: a seletividade nas capas repercutidas foi retomada recentemente, quando a revista Veja fez denúncias contra o tesoureiro do PT. Um colega, ex-Globo, me encontrou e disse: “A fórmula é a mesma. Parece reprise”.

    Ou seja, podemos esperar mais do mesmo:

    – Sob o argumento de que a emissora está concedendo “tempo igual aos candidatos”, se esconde uma armadilha, no conteúdo do que é dito ou no assunto que é escolhido. Frequentemente, em 2006, era assim: repercutindo um assunto determinado pela chefia, a Globo ouvia três candidatos atacando o governo (Geraldo Alckmin, Heloisa Helena e Cristovam Buarque) e Lula ou um assessor defendendo. Ou seja, era um minuto e meio de ataques e 50 segundos de contraditório.

    – O Bom Dia Brasil é reservado a tentar definir a agenda do dia, com ampla liberdade aos comentaristas para trazer à tona assuntos que em tese favoreçam um candidato em detrimento de outro.

    – O Jornal da Globo se volta para alimentar a tropa, recorrendo a um grupo de “especialistas” cuja origem torna os comentários previsíveis.

    – Mensagens políticas invadem os programas de entretenimento, como quando Alexandre Garcia foi para o sofá de Ana Maria Braga ou convidados aos quais a emissora paga favores acabam “entrevistados” no programa do Jô.

    A diferença é que, graças a ex-profissionais da Globo como Rodrigo Vianna, Marco Aurélio Mello e outros, hoje milhares de telespectadores e internautas se tornaram fiscais dos métodos que Ali Kamel implantou no jornalismo da emissora. Ele acha que consegue enganar alguém ao distorcer, deturpar e omitir.

    É mais do mesmo, com um gostinho de repeteco no ar. A história se repete, agora com gostinho de farsa.

    Querem tirar a prova? Busquem no site do Jornal Nacional daquele período quantas capas da Veja ou da Época foram repercutidas no sábado. Copiem as capas das revistas que foram repercutidas. Confiram o conteúdo das capas e das denúncias. Depois, me digam o que vocês encontraram.


    COMENTÁRIOS DO JORNALISTA N.G.

    1-) "Alguns dos colegas sairam da emissora, outros ficaram" - Exato. Ele foi dos que ficaram. Optou pela grana. Um direito incontestável.

    2-) "capas das revistas semanais" - Olha bem a manipulação. "Caros Amigos" não uma revista semanal de notícias, e sim uma revista mensal de interpretação. Como Piauí (do outro lado) nunca foi repercutida pela Globo.

    3-) "Aquela capa da Caros Amigos, como vimos estava factualmente correta." - Perfeito. Estava mesmo. Mas, recordemos, "Caros Amigos" NUNCA pautou a Globo, e, neste caso, o problema ia além do filho ser do presidente. Era pior, porque era também de uma funcionária da própria Globo. Não foi só a empresa que "amorcegou", foram os colegas de todos os partidos, numa atitude corporativista, por um lado, mas que leva a uma questão: se a revelação fda filha escondida de Lula foi tão criticada, por que os mesmos que fizeram a crítica exigiam, então, a revelação do filho escondido de FHC? Vingança? Ou o que vale para uns vão vale para outros?

    4-) "alguns escândalos valem mais que outros, algumas denúncias valem mais que outras, os recursos humanos e técnicos da emissora — vastos, aliás — acabam mobilizados em defesa de certos interesses e para atacar outros." - Bem, cada empresa usa o que tem. "Caros Amigos", por exemplo, faz exatamente o mesmo, só que numa escala muito menor, porque tem muito menos recursos. Esta é uma questão de fundo no jornalismo brasileiro, que, como não canso de repetir, é todo tendencioso e alinhado a um lado. Por isso, insisto, não se pode ser sectário e acreditar apenas nos que nos são simpáticos. A gente precisa ler tudo, ouvir todos e assistir a todos, para tentar formar uma opinião própria imparcial.

    Ou acreditas que o Blog do Azenha, um excelente repórter, é imparcial?

    Vai ver por conta própria (ouvindo a todas as versões) porque depois de participar de tantas trampolinagens da Globo, ele um dia amanheceu fora e se tornou um crítico ácido dos antigos patrões a quem não se importava de servir.

    Ah!

    Ali Kamel tem mesmo fama de gangster da corrupção informativa. Mas não é de duvidar que um dia saia da Globo e se torne um paladino da imprensa livre. Não será o primeiro nem o último.

    A merda é que nesta enxurrada de denúncias de todos os lados, os ingênuos se distraem e não percebem que o verdadeiro problema é que todos agem da mesma forma, que só varia, a forma, da circunstância de estarem no poder ou na oposição. Isto é que deveria ser o centro do debate. Mas fica estratégicamente esquecido...

    sexta-feira, 19 de março de 2010

    PRÁ NÃO DIZER QUE NÃO SABIA!!!!!!

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    Colaboração do N.

    A COISA ESTÁ FICANDO PRETA.

    PATRULHAMENTO GERAL

    O primeiro jornalista a sofrer cerceamento do direito de bem informar, em consequência dos seus verdadeiros, contundentes e procedentes comentários contra os desmandos do atual governo, foi o Boris Casoy. De acordo com o noticiário da época, ele foi demitido a pedido do próprio Lulla. Entretanto aos olhos dos menos atentos, a coisa vem se agravando de maneira avassaladora e perigosa, senão vejamos:

    >>> Boris continua no ar, arrogante e prepotente como sempre. E, até onde se sabe, continua também grande amigo pessoal de Lula e fã de Sarney, quem considera o "padrinho" da redemocratização.

    O Programa do Jô tirou do ar (sem dar qualquer satisfação ao público) o quadro "As Meninas do Jô" que era apresentado às quartas feiras onde as jornalistas Lilian Witifibe, Ana Maria Tahan, Cristiana Lobo, Lúcia Hippólito e, por vezes, outras mais, traziam à público e debatiam todas as falcatruas perpetradas por essa corja de corruptos que se apossou do país. As entrevistas sobre temas políticos não têm sido mais levadas a efeito atualmente. Virou um programa de amenidades e sem qualquer brilhantismo.

    >>> As meninas são mesmo um dos melhores quadros sobre política da TV brasileira, mas não são presença fixa no programa. Entram geralmente em momentos de crise. O programa do Jô recém voltou ao ar, depois do recesso de verão. É cedo para dizer o que mudou ou não.

    O jornalista Arnaldo Jabor, considerado desafeto pelo governo atual, vem sofrendo, de forma velada e sistemática, todo tipo retaliação. Já foi processado, condenado, amordaçado e por aí vai. Sua participação diária, às 07:10 na Rádio CBN tem se limitado a assuntos sem a relevância que tinha, haja vista que está impedido de falar sobre assuntos que envolvam a política nacional e o atual governo.

    >>> No Jornal da Noite, da Globo, Jabor continua tão contundente quanto sempre foi, e falando sobre tudo. Nem ele, nem ninguém, espera que o governo goste do que diz. Mas continua dizendo.

    A jornalista Lúcia Hippólito, que tinha uma participação diária, às 07:55 hs na Rádio CBN, não está mais ocupando o microfone da emissora como fazia e nenhum comunicado foi feito pelo âncora do horário, o jornalista Heródoto Barbeiro. Sorrateiramente, colocaram-na como âncora em outro horário, onde enfoca matérias mais amenas e sem a habitual, verdadeira e procedente contundência.

    >>> Difícil acreditar em Lúcia Hipólito "mais amena e sem a habitual, verdadeira e procedente contundência". Aliás, Lúcia bate em todos os lados, agora não mais apenas às 7h55min, mas também às 18h40min. Na mesma CBN (http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/lucia-hippolito/LUCIA-HIPPOLITO.htm).

    Diogo Mainard, da Revista Veja, além de processado, vem sofrendo várias ameaças de morte por parte do jornal do MR-8 (que faz parte da base aliada ao Lulla) e de integrantes dos chamados "Movimentos Sociais".

    >>> Verdade. Acontecia o mesmo com Paulo Francis, que acabou morrendo do coração, suspeita-se, tantas foram as pressões que sofria na época do infarto, principalmente vindas da Petrobrás. Qualquer jornalista, em qualquer veículo, que faça jornalismo opinativo denunciando qualquer grupo, sofre pressões. Diogo gosta disto, cultiva isto, colhe isto.

    O jornal "Estadão" de São Paulo está sob forte censura governamental há pelo menos 60 dias.

    >>> Verdade. Uma barbaridade. E, pior: o governo usou o judiciário para impor esta censura, a cobrindo com um manto de falsa legalidade. Lincando com um texto que mandei ontem, vale lembrar que nos Estados Unidos jamais uma decisão judicial que estabelecesse censura prévia seria possível. Daqui pra frente não há mais fatos a serem comentados, no texto, apenas opiniões (que devem ser livres) e slogans.

    Pelo que se vê, Fidel Castro está fazendo escola na América do Sul. O primeiro a colocar em prática estes ensinamentos, aniquilando o direito de imprensa foi Hugo Chaves, e pelo andar da carruagem o nosso PresiMENTE está trilhando pelo mesmo caminho.

    Constitucionalmente:

    Onde está o ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO?

    Onde está o LIVRE DIREITO DE MANIFESTAÇÃO?

    Onde está a LIBERDADE DE EXPRESSÃO?

    Onde está a LIBERDADE DE UMA NAÇÃO?

    E pensar que TODAS ESTAS FORAM BANDEIRAS do PT, até ele chegar ao poder!

    quinta-feira, 18 de março de 2010

    Liberdade de imprensa é algo.......

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    Liberdade de imprensa é algo mais ou menos assim.

    Por Ney Gastal

    A União Soviética, a partir de Stalin, desenvolveu um férreo sistema de censura.
    O jornal oficial do partido (logo, do governo) se chamava "Pravda" ("Verdade") mas só publicava mentiras.
    A tecnologia de encobrimento soviética foi tão boa que, anos antes da criação do Photoshop, eles conseguiam manipular fotos muitas vezes tão bem quanto o mundo ocidental só consegue fazer agora, com a ajuda da parafernália eletrônica.
    Tudo para fazer desaparecer da História opositores que já tinham feito desaparecer da vida.

    Em Cuba, o "Granma", jornal oficial do partido (logo, do governo) só publica o que o governo quer.
    Ainda que isto pudesse ser explicável (nunca justificável) quando os jovens revolucionários liderados por Fidel escolheram uma orientação política que desagradou Washington, e precisaram enfrentar um severo bloqueio naval, hoje é completamente anacrônico.
    Mas a internet, pelo menos, abriu as janelas de Cuba para uma comunicação capenga com o resto do mundo.

    Na Venezuela, Chaves ainda não conseguiu criar um órgão único de comunicação, mas, como os existentes estão em sua grande maioria na oposição, sonha fechar todos até ter apenas "o seu".
    Chaves é um negócio meio esquisito, que parece a Igreja Católica.
    Esta fala em nome de Cristo, rompendo com tudo o que Jesus pregou.
    Chaves se diz "bolivariano", porém suas ações são diametralmente opostas ao que Simon Bolívar pregava.
    Mas Chaves é "moderno", e mesmo antes de liquidar com toda a imprensa de oposição já planeja colocar a Internet sob censura e controle do Estado.
    É um ditador do século XXI.

    No Brasil, tudo é brasileiro.
    A grande imprensa, financiada em grande parte pelos anunciantes estatais, se reúne para programar uma atitude conjunta de ações contra o governo.
    Mas não abre mão dos anúncios.
    O governo, por sua vez, se diz perseguido pela mídia burguesa e traça planos sobre planos para a colocar sob controle e dominação.
    Mas não abre mão dos anúncios.
    Quer dizer, o mecanismo perfeito para as partes em conflito "combaterem" - a publicidade - não tem seu uso visto como de "bom tom".
    O governo poderia cortar os anúncios estatais da mídia burguesa.
    Esta poderia apelar ao empresariado privado para sobreviver sem o governo.
    Mas ninguém faz isto.
    Uns e outros conspiram para se destruir.
    E ninguém faz direito o que deveria fazer.

    Nos Estados Unidos, onde não há horário político gratuito, as coisas são mais claras.
    A mídia depende menos das verbas estatais, e, por isso, é menos manipulável pelos governantes.
    Estes, por sua vez, têm menos força de pressão para impor sua vontade.
    Vejam o caso de Obama.
    Há toda uma facção de extrema direita fazendo uma campanha extremamente violenta contra ele, como nunca antes se viu naquele país.
    Mas Obama não tenta censurar jornais, nem tirar TVs do ar, nem controlar a Internet.
    A Constituição não permite.
    E Constituição, lá, é coisa séria.
    A mesma, desde a fundação da nação, apenas atualizada por emendas.

    Imprensa imparcial e independente não existe em lugar algum.
    Em um mundo onde todas as doutrinas são econômicas, nunca sociais, o poder da grana prevalece.
    Às vezes ao lado dos governantes, outra vezes na oposição.
    Mas sempre tendenciosa a um lado ou a outro.
    Por isso é importante o equilíbrio.
    Por isso é importante a diversidade.
    Por isso é bom ler um pouco de tudo.
    Por isso é importante que não haja censura.
    Por isso é importante que o governo - seja qual for - possa até ter sua mídia, mas nunca possa sequer tentar proibir ou restringir os meios de comunicação que lhe são contrários.

    A isto se chama ditadura.

    A morte da Liberdade.