segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Começou a campanha para o segundo turno
domingo, 18 de julho de 2010
No Nordeste, 22% dos eleitores recebem Bolsa Família, mostra Ibope
Do site G1
Pesquisa Ibope encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S.Paulo" aponta que 22% dos eleitores da região Nordeste são diretamente beneficiados pelo programa Bolsa Família. Na região Norte/Centro-Oeste, esse percentual cai para 8%. No Sudeste, 7% são beneficiados pelo programa, enquanto no Sul são 5%.
O Ibope ouviu 2.002 eleitores em 141 cidades do país entre os últimos dias 31 de maio e 3 de junho. A pesquisa foi feita para detectar a intenção de voto do eleitorado e mostrou Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) empatados com 37% das preferências cada. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Considerando a renda familiar, o Ibope mostrou que 25% dos eleitores que têm renda de até um salário mínimo são diretamente beneficiados pelo Bolsa Família.O benefício também atinge 13% dos que ganham entre um e dois salários; 4% dos que ganham entre dois e cinco mínimos e 2% dos que recebem mais de cinco salários mínimos, ou seja mais de R$ 2.550.
Analisando a escolaridade dos beneficiários, a maior faixa está entre os que têm até a quarta série do ensino fundamental, 4%. Somente 1% disse ter ensino superior.
Segundo dados no site do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda, com benefício no valor entre R$ 20 e R$ 200, para famílias em situação de pobreza (renda mensal por pessoa de R$ 70 a R$ 140) e extrema pobreza (renda mensal por pessoa de até R$ 70).
Dados da semana passada divulgados pelo governo indicaram que, em todo país, o Bolsa Família atende 12,4 milhões de famílias, totalizando R$ 49,2 milhões de beneficiários - cerca de 25% da população brasileira.
Em todo o país, 11% dos entrevistados disseram ser beneficiados pelo Bolsa Família – os dados do Ibope se referem apenas a eleitores. As informações do governo federal se referem a todos os beneficiários, eleitores ou não, inclusive crianças que recebam o benefício.
Um por cento os ouvidos na pesquisa disse ser beneficiário do Programa "Minha Casa, Minha Vida" e 3% afirmaram receber remédios gratuitamente. 83% dos entrevistados disseram não ser beneficiados por nenhum programa social do governo federal e 1% não sabia ou não quis responder.
Segundo a pesquisa, entre os demais programas sociais do governo federal - Prouni, Fies, Fome Zero, Primeiro Emprego, Inclusão Digital, Luz Para Todos -, o índice de eleitores que declarou ser beneficiado não atingiu 1%.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo número 13642/2010.
Comentários Politicamente (In)Corretos
Democracia construida a base de compra de votos, clientelismo e esmolas públicas?
Os sindicatos ensinaram bem a PeTralhada a fazer política de base!
Em ano de eleição, mais da metade da população brasileira depende de pagamentos do governo
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Em ano de eleição, mais da metade da população brasileira depende de pagamentos do governo
sforço do governo federal para tirar da pobreza absoluta 12,8 milhões de pessoas nos últimos anos - resultado, principalmente, de políticas de aumentos reais do salário mínimo e do funcionalismo, bem como da ampliação do Bolsa Família - transformou o orçamento federal numa grande folha de pagamento, segundo cálculos do economista especializado em contas públicas Raul Velloso. Tomando como base as despesas não financeiras da União em 2009 (que excluem pagamento de juros da dívida pública ou concessão de empréstimos), 48,8 milhões de brasileiros dependem diretamente do dinheiro advindo da arrecadação de impostos. Segundo reportagem deste domingo de O GLOBO, são grupos que vão de gente beneficiada com o seguro-desemprego ou o Bolsa Família até assalariados do funcionalismo público e aposentados, que contribuíram boa parte da vida em troca da remuneração.
Como, na sua grande maioria, esses pagamentos se configuram em renda familiar, o número de beneficiados é na prática bem maior. Se levado em conta que essa renda ajuda a manter ao menos duas pessoas (núcleo familiar básico) - e, no caso do Bolsa Família, núcleos familiares mais numerosos -, argumenta Velloso, a quantidade de brasileiros que vivem de recursos advindos da arrecadação tributária sobe para cerca de cem milhões de pessoas. Mais da metade da população do país.
No orçamento de 2009, observa o economista, esses gastos representaram R$ 570,5 bilhões, ou 77% de todos os gastos não financeiros - uma enormidade, dado que as despesas com saúde representaram 7,3% dos gastos totais, e os investimentos públicos, 6%. Na comparação com o orçamento de 2005, o número de brasileiros beneficiados diretamente passou de 40 milhões para 48,8 milhões, alta de 22% em cinco anos.
- Quando um governo tem tanta gente dependendo dele em termos de renda, isso dá um poder de influência eleitoral muito grande - diz Velloso. - Especialmente nos últimos anos, quando foi praticada uma política agressiva de aumentos reais do salário do funcionalismo e dos aposentados, sem contar a ampliação maciça do Bolsa Família.
Essa não é bem a lógica de cientista políticos, filósofos e sociólogos especialistas em analisar o impacto de políticas públicas no processo eleitoral, ainda que todos concordem que as políticas de distribuição de renda possuem um componente poderoso de atração de votos. Fernando Abrucio, doutor em ciência política pela USP e professor da FGV de São Paulo, diz que programas como o Bolsa Família têm o poder de atrair votos por causa da percepção de melhora na vida de famílias que não possuíam renda e passaram a tê-la. Mas ele não acha certo dizer que as políticas de recomposição real de salários e aposentadorias do governo Lula tenham o poder de se transformar automaticamente em votos para a candidata governista, Dilma Rousseff.
Comentários Politicamente (In)Corretos
Que tal começar por nivel de educação, informação, dependência histórica do governo central, clientelismo e ai por diante..
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Dúvidas sobre a pesquisa CNT-Sensus
Acusações de fraude rodam a última pesquisa CNT/Sensus, que chegou a conclusão que há um empate técnico entre José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), alegando que houve um peso maior dos municípios que tem um número percentual elevado de programas assistenciais.
As "fraude" está tendo com fonte os próprios dados da Sensus, para o TSE.
A empresa informou que no Rio Grande do Norte, ouviu 9 pessoas em Natal, que tem 508 mil eleitores (e onde o PT perdeu as últimas eleições em 2008), e 13 pessoas em Sítio Novo, com apenas 4 mil eleitores e "803 bolsistas" e onde o PT "ganhou".
domingo, 30 de agosto de 2009
Bolsa famíla - Porta só de entrada
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
O que é o bolsa família, as versões do lula
Colaboração do meu amigo AC. Que tá lá naquela cidade muito quente.
O mordomo tem memória tão curta quanto a dos e$bornianos, até mais curta.
Como você classificaria o bolsa família?? Numa época que uma parte do PT achava que era um partido político e tinha programa de governo isso era chamava de assistencialismo.
Agora, no PT do mordomo lulalau e da quadrilha que se chama campo majoritário, que faz o papel de cão de guarda do governo e que conseguiu trocar programa de governo por programa de poder, bolsa família é o que?
Assista o vídeo e conclua o que quiser.....
A minha conclusão é, o cara é um grande _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
Voto ideológico, o mordomo e a gang majoritária sabe o que quer dizer isso?
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