quarta-feira, 27 de abril de 2011
Obama nasceu nos Estados Unidos
Os americanos são um povo idiota, parecido com os e$bornianos, iletrados, cultura para uma faixa da população é um demérito, consumir é confundindo ou mesmo supera o conceito de cidadania.
O tea party, o maior grupo de retardados políticos, religiosos e racistas, há muito vem divulgando que Obama não é americano e que é mulçumano.
Agora, a casa branca foi obrigada a divulgar a certidão de nascimento do cara, mesmo após o governador (republicano), do Hawai, estado onde Obama nasceu, haver afirmado que o presidente americano havia mesmo nascido lá.
Coisas de um país de idiotas, que serve de modelo para outro povo idiota, os brazileiros.
Pra quem não acredita que aqui está a certidão: Obama's certificate of live birth
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Imagem se
Imaginem se.......
Os republicanos fossem suspeitos de violar o sigilo fiscal de algum membro do então candidado Barak Obama?
Já na E$bórnia chamada brazil...............................
sábado, 3 de julho de 2010
O Cara (esse o de verdade)
Nos Estados Unidos, O Cara (de verdade), Barack Obama, anunciou neste sábado, que seu governo destinará US$ 2 bilhões a dois projetos solares que serão divididos entre a empresa americana Abound Solar Manufacturing e a espanhola Abengoa.
Na Esbórnia daquele mordomo que se acha o "cara", foi suspenso o pacote de incentivos aos carros elétricos (menos poluentes), alegando que o programa do etanol é prioritário para a matriz energética (os ruralistas e a petrossauro que o digam).
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Quem são os e as caras (mas os de verdade)
Lula é o cara, dizia Obama (???). Pouco tempo depois, num passe de mágica que envolveu muita grana gasta com marketing, a revista TIMES diz que o nosso mordomo é um dos 100 mais influentes do planeta.
De uma hora para outra a imprensa lulista, que faz frente à imprensa do PIG (partido da imprensa golpista), e os petistas, entraram em delírios orgásmicos. Foi um verdadeiro carnaval, só faltou virar tema de escola de samba.
Mas qual a verdade nisso tudo?
Hoje recebi um correio, do N., com uns comentários e um link que indicava um artigo, simples e curto, intitulado The Influence Index, escrito por Nate Silvel publicado na Revista Time (e que, modestamente coloco a tradução abaixo). O artigo fala sobre redes sociais, é bem interessante.
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The Influence Index
Por Nate Silvel para a Times
Se nós vivêssemos dentro algum amável anti-utopia Orwelliana, nós poderíamos inserir um micro chip nos cérebros de todo o mundo e medir, cientificamente, quanto um ser humano pode influenciar outro, em quem confiamos,quem tememos, quais as idéias que ajudam ou nos fazem moldar nossa visão do mundo?
Felizmente, isso é pura ficção científica. Mas está ficando mais fácil de quantificar certos tipos de influência. As redes sociais do tipo Facebook e Twitter, por exemplo, podem prover alguma informação básica sobre a amplitude da presença de uma pessoa.
Mas essas medidas são longe de serem verdadeiramente indicadoras, mostram apenas a faceta mais ligada a mídia, podem até dar um indicativo de “popularidade” de artistas, atores, cantores, etc. Como são ferramentas mais abosrvidas por jovens, geralmente consumistas, tentem a supervalorizar a influência de quem está na mídia em detrimento de cientistas e pensadores.
No Twitter, Lady Gaga quase tem tantos seguidores quanto Barack Obama; mas ela realmente é tão influente quanto o presidente americano, tem mais, a influência que ela exerce pode ser comparada com a que ele exerce? Provavelmente não, aquela coisa de compararmos maçãs com bananas.
Mas em alguns casos, podemos comparar algumas maçãs com outras maçãs da mesma variedade.
Em nosso índice “Twitter”, Sarah Palin tem proximadamente 45 vezes mais seguidores que Nancy Pelosi.
Nota do Montado num Porco: Sarah Palin foi governadora do Alaska e vice-presidente na chapa de Jonh Mcain para as eleições presidenciais americanas de 2008, foram derrotados por Obama & Biden. Nancy Pelosi é congressista e líder do Partido Democrada, o que lhe dá a presidência da Câmara Baixa do Congresso americano, a equivalente a Câmara dos Deputados brasileira.
Conan O'Brien pode ter perdido “a guerras” de audiência no Tonight Show, mas ele tem quase 20 vezes tantos seguidores que Jay Leno (que era um dos 100 mais da revista TIME de 2009).
Nota do Montado num Porco: Ambos são comendiantes norte-americanos.
Pelosi e Leno poderiam ocupar os cargos mais prestigiosos, mas há pequena dúvida sobre quem tem mais habilidade para mudar o curso de nossas conversações e de certa forma, nosso mundo, cada vez mais interconectado e com mais pessoas "influentes" e "influenciáveis".
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Pois bem, Obama, o 1o colocado, teve 7,7 milhões, Lady Gaga, a 2a, 6,6 milhões e até Opra, a apresentadora que ficou em 5o, teve 2,9 milhões.
Lula, o "cara" teve 12.371 votos, 1 % dos votos daqueles e daquelas que podemos dizer, esse(a) é o(a) cara. Segundo o amigo que mandou o e-mail, 12.371 é o total de petistas que sabem ler.
A resposta para a pergunta sobre quem realmente é o cara e quem pode MESMO influenciar o mundo é obvia e não é o lulalau
Porque o nosso mormomo só influencia mesmo quem recebe a bolsa família e os pouco mais de 12 mil petistas que sabem ler.
Mais de 1 milhão de votos
Barack Obama - 7,740,557
Lady Gaga - 6,697,752
Ashton Kutcher - 6,390,600
Taylor Swift - 5,608,398
Oprah Winfrey - 2,907,504
Robert Pattinson - 2,298,274
Ben Stiller - 1,735,285
Serena Williams - 1,681,207
Conan O'Brien - 1,352,195
Jet Li - 1,220,613
sexta-feira, 26 de março de 2010
Obama's Health Care

Brincadeiras a parte, desde de Fraklin Delano Roosevelt, considerado um dos mais importantes presidentes americanos, se discute a implantação de um sistema de saúde público nos EUA. Que Roosevelt, no meio da grande recessão, não conseguiu sequer que fosse para discussão no congresso.
A aprovação desse plano no governo Obama, mostra que, apesar das esperanças que deu aos conservadores, ele ainda é o cara.
domingo, 2 de agosto de 2009
Brasil x USA
Mais uma colaboração da minha amiga L. de PoA.
Lá, como aqui, algumas coisa mudam para nada mudar.
Barack Obama nomeou Michael R. Taylor para o cargo de Assessor Sênior de Margaret Hamburg, Presidente da Food and Drug Administration (FDA), órgão do governo americano que regulamenta alimentos e medicamentos.
O Curriculum da figura:
Michael R. Taylor era um importante "protetor" da Monsanto e sua trajetória está intimamente ligada à aprovação dos transgênicos nos EUA (logo, no mundo).
Em 1991, após os cientistas da FDA concluírem que não havia segurança suficiente para a liberação de alimentos transgênicos no país, o governo de Bill Clinton criou um posto no órgão especialmente para Taylor, que trabalhara por sete anos como advogado da Monsanto.
Taylor foi o chefe do grupo que criou o conceito da "equivalência substancial". Segundo o "método", fazendo-se uma comparação química básica, entre uma planta transgênica e sua similar não mutante (a natural), pode-se concluir que a transgênica é "substancialmente e quimicamente equivalente" à natural, logo, por analogia, é segura.
Mas os arremedos de cientistas/advogados foram mais longe na hipótese: se ela é quimicamente equivalente e portanto segura, logo, não é necessária a realização de testes exaustivos, complexos e "muito" caros para verificar sua segurança.
A equivalência substancial é um conceito pseudo-científico para fins de julgamento comercial e político mascarado de científico. Foi criado basicamente para fornecer uma desculpa para não se requererem testes bioquímicos e toxicológicos.." Apesar disso, conceito foi difundido pelo mundo e possibilitou a liberação dos transgênicos em diversos países -- inclusive no Brasil/Esbórnia.
Taylor também foi responsável para que o FDA liberasse o hormônio de crescimento bovino transgênico (rBST ou rBGH), da Monsanto. O produto é injetado em vacas para aumentar a produção de leite, mas diversos estudos apontam evidências de que ele produz efeitos colaterais nas vacas (como aumento da incidência de mastite) e que provoca no leite o aumento do nível de outro hormônio associado ao surgimento de câncer de mama, próstata e colo.
Taylor não só conseguiu que o hormônio do leite fosse aprovado nos EUA, como impediu que a informação sobre o uso do produto aparecesse nos rótulos de embalagens de leite e derivados (a Monsanto chegou a processar os produtores que rotularam seu leite como "livre de rBST".
Taylor saiu da FDA em 1994 e foi para o Serviço de Inspeção e Segurança de Alimentos (FSIS) do USDA (departamento de agricultura dos EUA), até 1998, quando pede demissão e vira...... vice-presidente da Monsanto para a área de "políticas públicas" (o "lobista-chefe" da empresa).
Para quem conhece ciência, o cara foi um filho da puta prá lá de experto né? Indiscutivelmente é um advogado.
Comentário politicamente (in)correto:
Aprenderam com os e$bornianos, muda tudo para não mudar nada, só que no estilo "american way of life".
Em segurança alimentar e de medicamentes, os americanos estão tão fudidos como os esborneanos!
PS. Pelo menos nisso o mordomo lulalau pode dizer que nossos padrões são iguais aos dos países desenvolvidos.
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