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sábado, 29 de agosto de 2009

29 dias sob censura

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O jornal O Estadão está a 29 dias sob censura, determinada por um indivíduo que fez "carreira jurídica" no senado. O sujeito foi galgado ao posto de desembargador por ser amigo do sarney e camarilha.

A razão da censura foram as revelações sobre as falcatruas da família sarney que o Estadão estava publicando.

Isso é uma E$bórnia
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Zumbis políticos, será?

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De Eliane Catanhedê, da Folha:
Na Presidência, José Sarney não tem condições de presidir sessão nenhuma, arrastando os pés tristemente do gabinete ao plenário sob uma nuvem de ostracismo. Sua voz e sua mão nunca mais vão parar de tremer na tribuna.

Na liderança do PT, Aloizio Mercadante é um fantasma dele mesmo, numa função fantasma. Líder de uma bancada subjugada pelo Planalto e que se desfez em pedaços e em intrigas, ele não fala mais para seus pares petistas, nem para a base aliada, nem para a oposição.

Na liderança do PSDB, o principal partido da oposição, Arthur Virgílio engaveta os seus discursos irados e recheados de um certo lustre intelectual para conviver hoje, amanhã e sempre com o depósito feito por Agaciel Maia para pagar hotel em Paris e com os milhares de reais que saíram do público para financiar o estudo privado de um amigo assessor.

Sarney, Mercadante e Virgílio são zumbis de um Senado zumbi. E não só do Senado, mas da política.
Comentário politicamente (in)correto
Infelizmente são zumbis com currais ou com tietes de memória curta, na próxima eleição, dificilmente não estarão fora do senado!

domingo, 2 de agosto de 2009

Mais da operação Boi Barrica

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Os jornais noticiam que as investigações da PF na operação Boi Barrica encontrou "fortes indícios" de que empresas "ligadas" à "fundação sarney" (e que estão envolvidas nos desvios de verbas "doadas" pela petrobras para o clã), estão envolvidas em um esquema bem maioir de corrupção e outros crimes.

A picaretagem vai bem mais longe, uma das empresas, com escritório de fachada no Maranhão, ganhou contratos milionários do governo federal, até para obras civis de grande porte, como a contrução de trechos da ferrovia norte-sul, sob responsabilidade da estatal VALEC.

Comentário politicamente (in)correto:

Não........ sério?

PS. A ferrovia norte-sul teve o pontapé inicial no governo do donatário maranhense.
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