Da Folha de São Paulo
O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) puniu na manhã desta terça-feira com a aposentadoria compulsória, pena administrativa máxima contra um magistrado, a juíza Clarice Maria de Andrade, por ter sido negligente e ter falsificado um documento no caso da menina que, em 2007, aos 15 anos, ficou presa na mesma cela de outros 20 homens em Abaetetuba (PA).
Acusada por furto, a menina foi vítima constante de estupro e violência enquanto esteve presa.
Comentário Politicamente (In)Cooreto
Por facilitar e permitir o estupro sistemática de uma menina de 15 anos e falsificar documentos, a juíza não precisará trabalhar mais e receberá seu salário integral (invejável), para o resto da vida.
Quanto aos policiais que permitiram isso? Foram punidos? Duvido!
E ainda tem juiz cara-de-pau que defende os privilégios da classe.
PS. Lembrando que a defesa de privilégios corporativos e de grupos, está na raiz da corrupção visceral do brasil
