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terça-feira, 20 de abril de 2010

Juíza comete dois crimes e é premiada

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Da Folha de São Paulo

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) puniu na manhã desta terça-feira com a aposentadoria compulsória, pena administrativa máxima contra um magistrado, a juíza Clarice Maria de Andrade, por ter sido negligente e ter falsificado um documento no caso da menina que, em 2007, aos 15 anos, ficou presa na mesma cela de outros 20 homens em Abaetetuba (PA).

Acusada por furto, a menina foi vítima constante de estupro e violência enquanto esteve presa.

O CNJ entendeu, por unanimidade, que a magistrada não tomou nenhuma providência ao saber do fato e, ao constatar a repercussão na imprensa, produziu um ofício com data retroativa para forjar uma suposta atitude.

Comentário Politicamente (In)Cooreto

Por facilitar e permitir o estupro sistemática de uma menina de 15 anos e falsificar documentos, a juíza não precisará trabalhar mais e receberá seu salário integral (invejável), para o resto da vida.

Quanto aos policiais que permitiram isso? Foram punidos? Duvido!

E ainda tem juiz cara-de-pau que defende os privilégios da classe.

PS. Lembrando que a defesa de privilégios corporativos e de grupos, está na raiz da corrupção visceral do brasil

domingo, 6 de setembro de 2009

Só Kafka para entender isso

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Da Gazeta do Povo do Paraná

Operário de Pinhais está preso no lugar do irmão há quatro meses.

Um operário de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, está preso há quatro meses por causa de crimes que foram cometidos pelo irmão. Sidnei Ferreira dos Reis foi preso por assalto e porte ilegal de arma, mas apresentou à polícia a carteira de identidade do irmão, Fernando Ferreira dos Reis e ninguém conferiu as impressões digitais.

Por isso, Sidnei foi julgado e condenado a seis anos de prisão utilizando a identidade de Fernando. Ele ficou preso por quatro anos e fugiu. Foi aí que a polícia passou a procurar o foragido, e, em uma ação policial, o verdadeiro Fernando foi detido e levado para a delegacia de Pinhais. O rapaz está preso há quatro meses em uma cela com mais de 80 presos.

O fugitivo foi preso novamente, utilizando a identidade de uma terceira pessoa, e confessou ter se passado pelo irmão. O advogado de Fernando entrou com um habeas corpus que está na Justiça há um mês.

De acordo com o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ), os documentos apresentados pelo advogado não são suficientes para comprovar a inocência de Fernando. O TJ enviou o caso para a análise da Procuradoria de Justiça, mas o órgão ainda não se manifestou.

Comentário politicamente (in)correto

Os juízes estão reclamando dos salários e que estão trabalhando demais..........

A polícia nem confirmou a identidade do cara?????!!!!!! Esperável

Juiz e policial que cometem um erro desses deveriam ter demissão sumária, mas como isso é uma E$bórna mesmo e a justiça e a polícia são apenas uma expressão disso..... fica tudo como está, até o preso...

Fosse um amigo, parente ou conhecido de um juiz, demoria tanto tempo para a questão ser esclarecida???

PS. Os juízes tem que parar de ler Kafka, estão ficando muito empolgados, até demais....

PS linha. Veja o vídeo da reportagem no link da Gazeta do Povo

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