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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Onde estão os estudos que embasaram o novo código flroestal

Na recente palestra, Alceo Magnanini faz algumas perguntas chaves, uma delas é: onde estão os falados estudos (técnicos), que embasam esse código agrícola que substitui o código florestal? A Katia Abreu (que ficou pior depois da plástica) e a quadrilha ruralista falam muito em bases técnicas, mas nunca mostraram nada.

Até imagino que tenha havido algum tipo de estudo, afinal, a grana e os interesses políticos falam mais alto, mas se teve alguém de renome que vendeu os serviços aos ruralistas, teve vergonha de assumir e assinar.


Para saber mais sobre essa grande figura, leia a entevista dada ao site O Eco em fevereiro de 2005.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Salvemos Punta de Choros

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Não são somente os brasileiros que vão na contramão do planeta. Mais termoelétricas na américa latina.


terça-feira, 29 de março de 2011

Ajude a defender o atual código florestal brasileiro

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Veja essa interessante animação sobre as propostas de alteração do código florestal brasileiro.

Assine a petição contra as mudanças do códico florestal propostas pelo dePUTAdo aldo rabelo, comunista pró latifundio (só nessa E$bórnia chamada brasil mesmo).

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Moto-serra de Ouro em solo gaúcho

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Aldo Rabelo representa o mais puro cinismo político tupiniquim, mostra também quanto a  "esquerda" brasileira é cretina. Ao ponto de acusar a todos que atuaram ao longo das últimas décadas na defesa do patrimônio natural de: "pessoas a serviço dos interesses estrangeiros". 

Interessante é que muitos que hoje usam esse argumento, como o canalha do rabelo, quando não podiam usufruir do poder, como hoje fazem, eram "ferrenhos" defensores da questão ambiental.

Ao ser o relator do aniquilamento do Código Florestal, o exemplo típico de que quando esse grupo, que está agarrado na teta do poder, não quer cumprir a lei, mudam-na e distorcem-na para satisfazer seus interesses (Todos os ruralistas contra o Código Florestal, os antigos e os novos e Potenciais Impactos das Alterações do Código Florestal Brasileiro na Meta Nacional de Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa)

Depois que a petralhada levou grande parte do movimento ambientalista para brasília, e comprou o resto com polpudos convênios e outras mutretas, a questão ambiental desapareceu da pauta. Só reaparecendo nas imbecilidades faladas pelo lulalau, quando queria que suas obras não passassem pelos processos legais de licenciamento.

Não tenho dúvidas, a petralhada e cumpanherada associada, conseguiu transformar em esgoto todas as coisas que colocou a mão, inclusive a questão ambiental. As notas reproduzidas abaixo, só corroboram isso.

PS. Ontem (domingo, 13/02), uma corja de dePUTAdos gaúchos (inclusive os "de esquerda"), foi vista numa das mais tradicionais churrascaria de Porto Alegre, discutindo  com o aldo rabelo, a estratégia para colocar o código em votação, afinal,  os patrões (ruralistas), estão cobrando o resultado da propina que já foi paga.


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Júlio Wandam é Ambientalista com A maiúsculo. Tentou organizar uma manifestação contra a presença do canalha anti-ambiental Aldo Rebelo em solo gaúcho.

Convocou a “Assembléia das Entidades Ambientalistas”. Nem um só respondeu afirmativamente. Ainda ouviu de um babaca que estava assumindo uma vaga num conselhinho qualquer, desses que não serve para nada:  “não seria legal ser agressivo no momento em que se estava colaborando com as autoridades”.

Ou seja, confirma o que vivo dizendo, o “movimento” virou um bando de chapa-branca, vendidos, omissos. E como também bem diz o Júlio, se fosse um governo “de direita”, viriam pencas de “ativistas” protestar, mas contra a ditadura stalinista da “isqêrda”, nenhum desses vendidos quer fazer barulho.


JT

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Caros Verdes, Ambietalistas, Ecologistas, Espacialistas e outros 'istas' de merda e que não se mexem...

Para minha decepção e convencimento de que o MEG e os "ambientalistas" estão em desuso, leio hoje em Zero Hora, página 10:

"O Deputado Federal Aldo Rebelo (PC do B) será homenageado hoje por produtores rurais de Tupanciretã com o troféu 'Ambientalista de Ouro'."

Pode? Pode sim, num Estado em que nasceu a defesa ambiental, ele vir aqui e ninguém dizer nada, esperando momentos oportunos para dizer, para ganhar um prêmio que eles criaram na semana passada, tudo pode, inclusive ele atirar ovos e tomates nos ambientalistas de verdade.

O Moto-serra de Ouro, comunista safado, aliado dos capitalistas e agora, ambientalista, deve ter mais importância do que aqueles que militam na defesa da vida e da natureza décadas.

Fica aqui o registro desta barbaridade em solo gaúcho.

Faz Favor, depois a gente manda alguém ir 'tomando nota' e acham ruim que nos manifestemos...

Decepcionado e Indignado!!!

Julio Wandam
Os Verdes de Tapes/RS

CONHEÇA A REDE OS VERDES - PARTICIPE DA DEFESA AMBIENTAL
Movimento Ambientalista Os Verdes/RS
© Copyright Os Verdes/RS

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Lógica petralha, se não cumprimos a lei, a gente muda a lei

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A notícia reproduzida ai em baixo parece ser muito interessante, os portos finalmente vão se licenciar... mas.... vamos por partes.

O Valor econômico é um jornal cuja ideologia não pode nem ser chamada de capitalista, a ideologia é pró empresariado, em qualquer situação, ele está certo, ele é a vítima. O mundo gira em torno deles. Tem sido frequentemente chamado de jornal do PIG (partido da imprensa golpista), pois nem sempre os interesses dos empresários são os mesmos do governo petralha, como diz um amigo, são apenas quadrilhas brigando pelo ponto.

Segunda parte, como diz um outro amigo, a corja petista-sindicalista e cumpanherada associada, está sempre se reinventado, nos mínimos detalhes. Quando interessa, conta e aceita com prazer, até o apoio da imprensa do PIG .

Não bastasse os roubos e corrupção descaradas, o fim institucional do congresso (comprado para não ter papel ou finalidade alguma na república da E$bórnia, o que o torna uma figura decorativa voltada para seu próprio umbigo), a corja liderada pela petralhada está se tornando mestre em inverter e perverter a legislação ao seu bel prazer (fruto de anos de experiência fraudando questões sindicais).

Dessa vez, eu diria mais uma vez, a legislação estuprada vai ser a ambiental.

Para os petralha-sindicalistas e cumpanherada associada, quando um ato ilegal está sendo cometido, mas que atende os interesses da corja, ao invés de resolver o problema, aplicando-se a lei, muda-se a lei para legalizar o crime e depois a gente vê como resolver a situação da vítima, nesse caso, o nosso patrimonio natural (como também querem fazer com o código florestal).

Mas como o populacho é ignorante mesmo, a corja não está nem aí, o povão não vai entender  e muito mesmo se preocupar com isso, para o resto, é só fazer discurso populista, um pouco de marketing e tudo é esquecido e se resolve.

Seguindo essa linha, a corja vai "resolver" os problemas dos portos brasileiros, tudo com direito a propaganda na TV (em horário nobre), alegando que mais uma vez fez o que nunca antes nesse país......

Comentários Politicamente (In)Corretos

Ninguém é contra a regularização ambiental dos portos, muito pelo contrário, mas feitas de acordo com a legislação e técnicas adequadas, sem atropelos ou maracutaias. Vários  portos brasileiros já estão regularizados, alguns dos mais problemáticos. Por causa disso, fica a minha dúvida:

Por que alguns portos, bem antigos e considerados ambientalmente problemáticos, conseguiram se licenciar normalmente, sem atropelos, mutretas e deturpações da legislação e outros, notadamente com problemas de gestão, corrupção e outras mazelas da administração político-partidária estão empurrando com a barriga? 

Não será porque nesses casos, o buraco é bem, mas bem mais embaixo....

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Portos antigos terão licença ambiental


Fernanda Pires para o Valor, de Santos - 03/02/2011


Novo ministro dos Portos, Leônidas Cristino, diz que não se trata de anular etapas, mas de criar um facilitador

A maior parte dos 34 portos públicos do país não tem licença ambiental para operar, pois foram instalados muito antes da lei sobre o assunto, criada na década de 90. Essa situação tem gerado alguns problemas, como a interdição do porto de Santos (SP) e de Paranaguá (PR) em 2010 por não atenderem os requisitos da legislação. Para resolver o problema, o governo preparou um decreto que deve definir um receituário, propondo uma inversão de ordem para não interromper o comércio exterior. Primeiro, todos os portos receberão as licenças ambientais e somente depois terão de cumprir uma série de condicionantes. Caso não cumpram, ai terão a licença cassada.
 
Está prevista também a criação do Programa Federal de Apoio à Regularização e Gestão Ambiental para apoiar o licenciamento dos portos. Conforme o Valor apurou, os portos e terminais já em operação, que não contam com licença, terão 120 dias para firmar compromisso com o órgão do meio ambiente e apresentar, em até 720 dias, um relatório de controle ambiental que balizará a regularização, e a consequente emissão da licença. Hoje, poucos estão em dia, como Rio Grande (RS) e Suape.

A questão ambiental faz parte de um pacote de quatro decretos que são a prioridade da Secretaria de Portos (SEP) neste início de governo. Os decretos devem ser encaminhados à Casa Civil proximamente, disse ontem o novo ministro dos Portos, Leônidas Cristino. Além do texto que trata da questão ambiental, dois visam a ampliação das áreas físicas dos portos de Santos (SP) e Suape (PE) e outro cria a comissão nacional para assuntos de praticagem. Todos foram concebidos na gestão do antecessor Pedro Brito, mas, por um rito burocrático da troca de comando da pasta, precisam do aval do novo ministro - também cearense e igualmente indicado ao cargo pelo clã dos irmãos Cid e Ciro Gomes.

Outro decreto já pronto é o que cria uma comissão para assuntos de praticagem, com a missão de propor metodologia para a formação de preços do serviço de prático - profissional encarregado por manobrar o navio na entrada e saída dos portos. Por lei, os preços de praticagem estão fixados para remunerar o prático, a lancha (que leva o profissional até a embarcação) e a atalaia (o centro de operações). Mas a SEP quer saber o peso de cada item na composição dos valores cobrados dos armadores - os tomadores do serviço que reclamam do que consideram altos os custos. O comitê deve ser presidido pelo Ministério da Defesa e com membros da SEP, ministérios da Justiça, Fazenda e Transportes e Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). "Estivemos com a Marinha (a quem a praticagem responde) e eles também têm interesse em fazer essa reformulação", disse Cristino.

Por fim, restam as ampliações dos portos organizados de Santos e Suape. O novo traçado de Santos incluirá quase 7,8 milhões de m2, estando pouco mais da metade apta a receber terminais, devido a restrições ambientais. A expansão de Suape - já analisada pelo novo ministro - prevê a exclusão do polo naval da área do porto organizado, com objetivo de estimular investimentos. A reivindicação é antiga e, segundo a SEP, abre caminho para a indústria progredir.

Questionado sobre o porto de Paranaguá, que tem contratos sob suspeita de fraude - razão pela qual o ex-superintendente da administração, Daniel Lúcio de Oliveira de Souza, foi preso -, o ministro afirmou que se reuniu com a direção do porto que ficou de apresentar um histórico do que aconteceu. "Vamos analisar, por enquanto não temos determinação em relação a isso (intervenção). A conversa foi positiva, é um porto importantíssimo,"

Sobre o comando das companhias docas, Cristino disse que ainda é cedo falar sobre possíveis trocas. "Estamos conhecendo os portos brasileiros. Num segundo momento analisaremos com tranquilidade para ver se serão necessários alguns ajustes na estrutura administrativa". Hoje ele estará no estado fluminense, onde visitará os portos do Rio de Janeiro, Itaguaí e Angra dos Reis. Ontem participou das festas de aniversário de Santos.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Máfia das Madeireiras levou R$ 5,4 milhões do BNDES

Por Alana Rizzo 


Um fundo do governo federal idealizado para incentivar a preservação de florestas liberou recursos para uma entidade envolvida na máfia das madereiras. Criado há dois anos, o Fundo Amazônia repassou R$ 5,4 milhões para o Instituto Ouro Verde, ligado a Ana Luisa Mancini da Riva, denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF), em 2005. O fundo é gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e coordenado pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.


Indicada pelo PT estadual para ocupar a gerência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Sinop (MT), Ana Luisa foi presa pela Polícia Federal em 2005, quando estava à frente do órgão, durante a Operação Curupira. A acusação é de que ela, madeireiros, fiscais do órgão e funcionários públicos colocaram abaixo 2 milhões de m³ de floresta em troca de propina. O esquema falsificava autorizações para transporte de produtos florestais, adulterava documentos e mantinha empresas de fachada. A madeira ilegal daria para carregar, segundo a PF, 66 mil caminhões. Ana Luisa foi exonerada do serviço público e responde a processo na Justiça Federal de Mato Grosso.

O Instituto Ouro Verde, com sede em Alta Floresta, a 800km de Cuiabá, está em nome de Ana Luisa, do médico veterinário Luís Fernando Laranja, de Alexandre Olival e sua mulher, Andrezza Alves. O grupo, formado por pesquisadores da área ambiental, vive em São Paulo e mantém outras empresas exploradoras de matéria-prima na região amazônica, como castanhas-do-pará.

O projeto — contratado pelo Fundo Amazônia em 25 de março de 2010 e com previsão de duração de 36 meses — estima a recuperação ambiental de 1,2 mil hectares de áreas degradadas e o resgate da agricultura familiar em seis municípios do Território Portal da Amazônia. Segundo a legislação, o fundo capta doações para investimentos em ações de prevenção e combate ao desmatamento. Entretanto, esse não é o único projeto do instituto bancado com recursos públicos. Desde 2005, foram quase R$ 3 milhões do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para ações na mesma região.

Além de Izabella Teixeira, o fundo estava, no ano passado, sob a coordenação de Tereza Campello, recém-empossada ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Tereza era representante da Casa Civil. As ministras de Dilma fazem parte do Comitê Orientador do Fundo e têm, com outros órgãos, a responsabilidade de acompanhar diretrizes e resultados dos programas.

Afastamento

O instituto alega que Ana Luisa está afastada da coordenação e o trabalho está sob o comando de Andrezza e Alexandre. Os dois estão viajando. De acordo com a entidade, Ana Luisa assinou documentos como responsável pelo instituto até 2008. O Correio não localizou Ana Luisa. Deixou recados em sua secretária eletrônica, mas não houve retorno.

Em nota, o BNDES afirma que, na documentação apresentada ao órgão, Ana Luisa não constava como ocupante de cargos deliberativo ou representativo. “Vale destacar que os projetos do BNDES, no âmbito do Fundo Amazônia, são aprovados para uma instituição (pessoa jurídica), no caso, uma associação civil sem fins lucrativos que possui associados e não em favor de determinada pessoa física. Para tanto, são realizadas análises cadastrais em nome da instituição e das pessoas físicas que nela ocupam cargos diretivos.”


Seleção do BNDES

As ministras Izabella Teixeira e Tereza Campello, respectivamente das pastas do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, afirmaram, por meio da assessoria de imprensa, que a responsabilidade por selecionar os programas e gerir os recursos repassados é do BNDES.

A ministra do Meio Ambiente, que preside o comitê orientador do Fundo Amazônia, afirma que sua atribuição é “zelar pela fidelidade das iniciativas apoiadas pelo fundo e pela determinação de suas diretrizes de aplicação dos recursos, em conformidade com as metas, compromissos e políticas do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAM) e das diretrizes estratégicas do Plano Amazônia Sustentável”.

Em nota, o BNDES alega que o financiamento do projeto do Instituto Ouro Verde, no âmbito do Fundo Amazônia, obedeceu às etapas regulares de todos os demais projetos apoiados pela instituição: enquadramento, análise, aprovação e contratação.

“Ressaltamos que, apesar de contratado, o BNDES não libera o valor total aprovado para o projeto de uma única vez. Isso é feito parceladamente, de acordo com o cronograma de execução físico-financeiro e após acompanhamento técnico realizado pelo banco, para comprovação da utilização da parcela de recursos anteriormente desembolsada”, justificou a entidade. 

Comentários Politicamente (In)Corretos


Empurra empurra a parte, fica claro que todas as relações envolvidas nesse esquema são de total responsabilidade da quadrilha PeTralha.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

A pesca artesanal também destroi os recursos naturais

Pois é, pessoal,  isso aí na foto é o retrato da DEPREDAÇÃO VERTIGINOSA que a “pesca artesanal”, essa coisa linda, comunitária, e declarada “sustentável” por decreto das ideologias reinantes, vem fazendo nas populações de tubarões e muitos outros peixes ao longo de toda a costa brasileira, sem que NINGUÉM se atreva a meter a boca nessaa bandalha por medo de ser taxado de “reacionário”, “inimigo dos pobres”, etc. etc. etc.

Na boa, a pesca dita “artesanal” tem impactos muito graves e que podem sim acabar com a produtividade de regiões inteiras do mar brasileiro, prejudicar violentamente a indústria do mergulho recreativo (olha a BOSTA que fizeram com os tubarões de Noronha, em parte culpa dos “nativos” noronhenses), mas não se tomam providência pra por ordem nesse barraco por puro medo do patrulhamento ideológico e por DEMAGOGIA CRIMINOSA que impede que tais atividades sejam geridas com CRITÉRIOS TÉCNICOS como no resto do mundo civilizado.

Aqui em Pindorama, a gestão da “pesca artesanal” se dá por fanatismo religioso, ou seja, algum mulá “esquerdista” subiu um dia num minarete e baixou um decreto, um saravá incontestável, declarando que essa pesca é gerida por um “saber tradicional”, e isso virou tabu, não se regula, não se controla, não se proíbem as atividades predatórias como esse MASSACRE DE TUBARÕES FILHOTES e de outros peixes que, se deixados crescer, poderiam até ser pescados quando tivessem 30, 50, 150 Kg, mas que são mortos prematuramente aos milhares com a mesma visão mineradora e imediatista da pesca industrial.

Tô errado, será?

Quando vamos ter coragem como comunidades (de mergulho e ambientalista) de enfrentar esses absurdos???

Abrz.,
JT

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CIMG0466 (3).jpg

 

Olá amigos da lista!

Fala-se muito nas barbatanas... mas, e o que acontece todos os dias nas praias brasileiras?
Fiquei inconformada com esta cena em Ilha Comprida S.P. (anexo)
Fui questionar e a resposta que eu tive foi:
“- Isso é todo dia moça, e duas vezes por dia. Mas nós aproveitamos tudo até a raia. Aqui tem muito!”
Lembrando que:
- esta região faz parte do LAGAMAR, e desde 1989 tem instalada uma Base da SOS Mata Atlântica em Iguape (SP), em um casarão cedido pela FBCN - Fundação Brasileira para a Conservação da Natureza
- No ano de 2009 foram iniciadas as atividades da Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Sul, sob gestão de Alineide Lucena. Criada pelo Decreto 53.527 de 8 de outubro de 2008 e com sede em Cananéia;
- Existe na região a valorização do Museu Municipal Victor Sadowski (o precursor dos estudos dos elasmobranquios no Brasil), onde tem um tubarão branco embalsamado com mais de 5 metros de comprimento. Dizem que trata-se do segundo maior tubarão branco já capturado no mundo(!?).
E aí... Pra quê serve tudo isso????

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Usina de Belo Monte irá cavar um buraco maior que o Canal do Panamá no coração da Amazônia

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O Presidente do IBAMA se demitiu na quarta-feira passada devido à pressão para autorizar a licença ambiental de um projeto que especialistas consideram um completo desastre ecológico: o Complexo Hidrelétrico de Belo Monte.

A mega usina de Belo Monte iria cavar um buraco maior que o Canal do Panamá no coração da Amazônia, alagando uma área imensa de floresta e expulsando milhares de indígenas da região. As empresas que irão lucrar com a barragem estão tentando atropelar as leis ambientais para começar as obras em poucas semanas.

A mudança de Presidência do IBAMA poderá abrir caminho para a concessão da licença – ou, se nós nos manifestarmos urgentemente, poderá marcar uma virada nesta história. Vamos aproveitar a oportunidade para dar uma escolha para a Presidente Dilma no seu pouco tempo de Presidência: chegou a hora de colocar as pessoas e o planeta em primeiro lugar. Assine a petição de emergência para Dilma parar Belo Monte – ela será entregue em Brasília, vamos conseguir 300.000 assinatura.


https://secure.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl

Abelardo Bayma Azevedo, que renunciou à Presidência do IBAMA, não é a primeira renúncia causada pela pressão para construir Belo Monte. Seu antecessor, Roberto Messias, também renunciou pelo mesmo motivo ano passado, e a própria Marina Silva também renunciou ao Ministério do Meio Ambiente por desafiar Belo Monte.

A Eletronorte, empresa que mais irá lucrar com Belo Monte, está demandando que o IBAMA libere a licença ambiental para começar as obras mesmo com o projeto apresentando graves irregularidades. Porém, em uma democracia, os interesses financeiros não podem passar por cima das proteções ambientais legais – ao menos não sem comprarem uma briga.

A hidrelétrica iria inundar 64.000 hectares da floresta, impactar centenas de quilômetros do Rio Xingu e expulsar mais de 40.000 pessoas, incluindo comunidades indígenas de várias etnias que dependem do Xingu para sua sobrevivência. O projeto de R$30 bilhões é tão economicamente arriscado que o governo precisou usar fundos de pensão e financiamento público para pagar a maior parte do investimento. Apesar de ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, ela seria a menos produtiva, gerando apenas 10% da sua capacidade no período da seca, de julho a outubro.

Os defensores da barragem justificam o projeto dizendo que ele irá suprir as demandas de energia do Brasil. Porém, uma fonte de energia muito maior, mais ecológica e barata está disponível: a eficiência energética. Um estudo do WWF demonstra que somente a eficiência poderia economizar o equivalente a 14 Belo Montes até 2020. Todos se beneficiariam de um planejamento genuinamente verde, ao invés de poucas empresas e empreiteiras. Porém, são as empreiteiras que contratam lobistas e tem força política – a não ser claro, que um número suficiente de nós da sociedade, nos dispormos a erguer nossas vozes e nos mobilizar.

A construção de Belo Monte pode começar ainda em fevereiro.O Ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, diz que a próxima licença será aprovada em breve, portanto temos pouco tempo para parar Belo Monte antes que as escavadeiras comecem a trabalhar. Vamos desafiar a Dilma no seu primeiro mês na presidência, com um chamado ensurdecedor para ela fazer a coisa certa: parar Belo Monte, assine agora:

https://secure.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl

Acreditamos em um Brasil do futuro, que trará progresso nas negociações climáticas e que irá unir países do norte e do sul, se tornando um mediador de bom senso e esperança na política global. Agora, esta esperança será depositada na Presidente Dilma. Vamos desafiá-la a rejeitar Belo Monte e buscar um caminho melhor. Nós a convidamos a honrar esta oportunidade, criando um futuro para todos nos, desde as tribos do Xingu às crianças dos centros urbanos, o qual todos nós podemos ter orgulho.

Com esperança

Ben, Graziela, Alice, Ricken, Rewan e toda a equipe da Avaaz

Fontes:

Belo Monte derruba presidente do Ibama:
http://colunas.epoca.globo.com/politico/2011/01/12/belo-monte-derruba-presidente-do-ibama/

Belo Monte será hidrelétrica menos produtiva e mais cara, dizem técnicos:
http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/04/belo-monte-sera-hidreletrica-menos-produtiva-e-mais-cara-dizem-tecnicos.html

Vídeo sobre impacto de Belo Monte:
http://www.youtube.com/watch?v=4k0X1bHjf3E

Uma discussão para nos iluminar:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101224/not_imp657702,0.php

Questão de tempo:
http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2011/01/13/questao-de-tempo-356318.asp

Dilma: desenvolvimento com preservação do meio ambiente é "missão sagrada":
http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110101161250&assunto=27&onde=Politica

Em nota, 56 entidades chamam concessão de Belo Monte de 'sentença de morte do Xingu':
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/08/26/em-nota-56-entidades-chamam-concessao-de-belo-monte-de-sentenca-de-morte-do-xingu-917481377.asp

Marina Silva considera 'graves' as pressões sobre o Ibama:
http://www.estadao.com.br/noticias/economia,marina-silva-considera-graves-as-pressoes-sobre-o-ibama,475782,0.htm

Segurança energética, alternativas e visão do WWF-Brasil:
http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/posicao_barragens_wwf_brasil.pdf 

sábado, 30 de outubro de 2010

Meio Ambiente, expressão que não existe no vocabulário empresarial


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Minas Gerais

O Programa Minas Sustentável, criado pelo Centro Industrial e Empresarial de Minas Gerais (Ciemg) e Sesi-MG analisou 300 indústrias do município de Contagem. O mais antigo e maior centro industrial de Minas Gerais.

Os resultados demonstram que não há preocupação ambiental e o poder público é omisso e conivente.

90,1% das empresas avaliadas, nunca receberam sanções ambientais. Isso seria um indicativo positivo, caso essas empresas fossem fiscalizadas pelos órgãos ambientais. 

Porém, 72,8% das empresas avaliadas afirmaram que nunca receberam fiscalizações desses órgãos. 

74,7% delas não sequer têm um setor responsável por questões ambientais. 

74%1 delas não tem nem mesmo tratamento de efluentes.

O crítico nessa pesquisa, é que foi feita em indústrias e empresas com potencial poluidor variado, de acordo com a classificação da legislação estadual, as de risco 1 a 4, são de responsabilidade do município (licenciamento e fiscalização), de riscos 5 e 6, do estado.

A secretaria de Meio Ambiente do município, ao ser questionada, alegou não há problemas expressivos no que se refere ao trabalho de fiscalização nas indústrias.: os dados do programa são relativos às empresas de pequeno porte que, em sua maioria, não têm "alto" potencial poluidor, são atividades "simples”, justifica.

Gostaria de saber de onde parte essa afirmação, já que ela "visitou" apenas 3 em cada 10 indústrias instaladas. A secretaria informa também que não existe meta de fiscalização, a mesma é feita a partir de denúncias ou nos atos de renovação de licenças. 

Outro paradoxo, será que apenas 30 % das empresas tem licença ou tem processos de renovação de licenças, já que os outros 70 % alega nunca ter recebido uma "visita".

O secretário executivo do Comitê Gestor de Fiscalização Ambiental da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Semad), Paulo Teodoro, reconhece que a fiscalização está longe de ser a ideal. “Não há como atender todos os empreendimentos. Afinal, há 130 mil empresas cadastradas em Minas Gerais. 

O município de Contagem é credenciado para fazer o licenciamento e a fiscalização”, ressalta. Ele salienta que o Estado é responsável pela fiscalização de empresas com maior potencial degradador, que se inserem nas classes 5 e 6.

Comentários Politicamente (In)Corretos

Além de ser uma terra de ninguém ambiental, Contagem tem muito poucos industriais conscientes, apenas  29,6% das indústrias fazem uso racional da água, contra 67,6% que não têm nenhuma preocupação em conservar esse recurso.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

TCU afirma, governo é grande financiador da destruição da amazônia

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Apesar da apologia pró ambiente que o governo petralha faz, sabe-se que é um dos grandes incentivadores da destruição da amazônia. Tem até o dedo da casa civil, para variar, da ministra/candidata que afirmava que precisamos nos desenvolver , "custe o que custar" e meio ambiente é apenas um fator que impede e atrasa o progresso.

Essa visão, ou falta dela, teve implicações até no uso de trabalho escravo.

Convém salientar que escravidão não é considerada crime no Brasil e todos os projetos que tentaram criminalizar o que a civilização já define como crime, não andam dentro do congresso porque os ruralistas conseguiram apoio do governo para obstruir qualquer tentativa nesse sentido.

E olha que quem diz isso não é a imprensa acusada de golpismo e que o governo quer censurar, quem fala isso é o Tribunal de Contas da União (que a petralhada já deve estar dizendo que está a serviço do serra, hehehehehe0.

Mas para quem conhece esse governo, que é o pai dos pobres e a mãe dos ricos, sabe que tudo isso está bem dentro da linha do presidente lula, que tem como grande princípio eleitoral aquela velha afirmação dos coroneis (aos quais também se aliou), o que ganha eleição no norte e nordeste é esmola e cesta básica.

Especificamente em relação a questão ambiental, o Einstein de Garanhuns fez tambéma brilhante afirmação que: "a poluição é um problema global porque a terra é redonda e gira, se fosse quadrada, não girava e a poluição não circulava".


Olha que eu ainda acho que eles estava querendo dizer cúbica e que se a terra não girasse.... mas deixa prá lá.


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Apoio do BNDES a frigoríficos ajudou desmate, diz TCU

Da Gazeta do Paraná

Governo já reconhecia a pecuária como o maior motivo do abate da Floresta Amazônica
Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) atribuiu a uma “falha” da Casa Civil o choque entre duas políticas públicas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nos dois últimos anos, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) investiu bilhões em frigoríficos, contribuindo para o avanço da pecuária na Amazônia, na contramão da política de combate ao desmatamento.

Entre 2008 e 2010, o BNDES investiu cerca de R$ 10 bilhões em grandes frigoríficos, como JBS, Bertin (que se fundiram) e Marfrig. A compra de participação acionária dessas empresas pelo banco pretendia consolidar a posição do país como principal exportador mundial de proteína animal. O “complexo carnes” deveria se tornar o principal setor exportador do agronegócio brasileiro, segundo a Política de Desenvolvimento Produtivo do Ministério do Desenvolvimento. Na época, o governo já reconhecia a pecuária como o maior motivo do abate da Floresta Amazônica.

Faltou coordenação no governo para evitar trombadas entre as duas políticas, aponta o TCU. “Foram identificadas falhas na articulação e coordenação, a cargo da Casa Civil”, entre os diferentes programas de governo. A Casa Civil era comandada à época por Dilma Rousseff, que não é citada pelo TCU. A ministra era, formalmente, a coordenadora de todos os programas do governo espalhados pelos ministérios. O próprio presidente da República, tão logo começou a campanha eleitoral, a apresentou ao eleitorado como a segunda pessoa mais importante na estrutura de governança do país.

Questionada sobre a conclusão dos auditores, a Casa Civil argumentou que contribuiu para a redução do desmatamento na Amazônia. A taxa anual anunciada no fim de 2009 foi a mais baixa em 20 anos: 7,4 mil quilômetros quadrados. “Isso não significa que estamos satisfeitos. Precisamos continuar melhorando e sempre há espaço para isso”, disse a Casa Civil.

Na época do grande investimento em frigoríficos, relatórios oficiais mostravam que a pecuária dominava 80% das áreas desmatadas. Em 2006, a Amazônia concentrava a terça parte do rebanho nacional. Em 2007, o ritmo das motosserras voltara a crescer. Com recursos do BNDES, os frigoríficos reforçaram o avanço da pecuária na Amazônia: todos têm estabelecimentos industriais na região. “Como consequência, verificou-se que frigoríficos beneficiados pelo BNDES adquiriram gado de fazendas envolvidas com desmate ilegal e trabalho escravo”, relata auditoria aprovada pelo TCU. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 

Outra para recordar:

Ministro do TCU pede auditoria de órgãos que controlam queimadas

Problema é "calamidade ambiental em nível nacional", diz Aroldo Cedraz. Levantamento preliminar verificará necessidade de auditoria.

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Aroldo Cedraz fez pedido ao plenário do tribunal no dia 15, para que seja realizada auditoria nos órgãos, entidades e programas públicos envolvidos com a prevenção e controle de queimadas no Brasil. A abrangência do trabalho dos auditores, contudo, ainda será definida pelo TCU.

Em comunicação enviada ao plenário, o ministro afirma que a situação praticamente configura "calamidade ambiental em nível nacional, já que assim já foi qualificado em 15 unidades da Federação".

Segundo a assessoria do tribunal, será feito o levantamento preliminar nos devidos órgãos para constatar a necessidade ou não de uma auditoria, e onde o trabalho será realizado. "A Secretaria-Geral de Controle Externo do TCU vai delegar uma de suas secretarias internas para fazer o levantamento preliminar nos órgãos envolvidos. Esse levantamento deve levar pelo menos 30 dias", informou ao G1 a assessoria.

O texto com a proposta do ministro usa dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Instituto Chico Mendes para sustentar que o avanço das queimadas e incêndios em 2010 é expressivo e alarmante. "Exemplo disso é o registro de que os estados do Maranhão, do Tocantins e do Piauí, apenas no mês de junho de 2010, tiveram acréscimo de 402%, 952% e 1009%, respectivamente, nos focos de incêndios, comparativamente com o mesmo período de 2009", diz o texto.

O material também cita que, "de acordo com os dados do Instituto Chico Mendes, somente no mês de julho do corrente ano ocorreram 3.040 focos em 110 unidades de conservação, abrangendo 12 Parques Nacionais e 57 áreas indígenas". Em vista desses dados, a comunicação aponta a série de programas relacionados com o assunto existentes no Brasil e afirma que, mesmo assim, o problema continua se agravando ao longo dos anos.

O ministro usou dados do orçamento para justificar seu pedido. "O Programa Florescer (Programa de Prevenção e Combate ao Desmatamento, Queimadas e Incêndios Florestais) até final de agosto só teria executado 50% do seu orçamento para 2010, inicialmente fixado em R$ 90,7 milhões, mas recentemente ampliado para R$ 98,8 milhões, ante o agravamento da situação", afirma. Segundo ele, apesar da grande importância de ações de "monitoramento de queimadas e prevenção de incêndios florestais", elas foram responsáveis por apenas 25% do orçamento autorizado.

Ao final do texto de duas páginas, Aroldo Cedraz propõe o levantamento de auditoria nos órgãos, entidades e programas envolvidos com o tema, com foco especial para o "funcionamento do arranjo institucional elaborado para tratar do assunto, as ações preventivas que estão sendo adotadas, a estrutura de logística existente para o combate aos incêndios e as queimadas, o nível de articulação entre os entes públicos envolvidos com a matéria, inclusive em nível estadual e municipal, possibilitando, com isso, a promoção de melhorias nas ações governamentais voltada.


Comentários Politicamente (In)Corretos

Os coniventes com tudo isso e com a corrupção petralha estão agora maquinando para ver como culpar o FHC pelo desmatamento da amazônia no período lulista. 
Alguma dúvida dessa afirmação?

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Devastar ecossistema e biodiversidade é mais oneroso do que preservá-los

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Devastar ecossistema e biodiversidade é mais oneroso do que preservá-los

Evandro Fadel - O Estado de S.Paulo

Devastação representa perdas de US$ 2 trilhões a US$ 4,5 trilhões por ano, diz relatório divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente; estudo cita exemplos de regiões que lucraram com o uso responsável dos recursos naturais

Manter os ecossistemas preservados é menos oneroso que devastar. Essa é uma das conclusões do relatório A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade para Políticas Locais e Regionais, apresentado ontem em Curitiba. O relatório faz parte de uma série de estudos que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) está lançando para a Conferência da Biodiversidade (COP-10) em Nagoya, Japão, em outubro.

O estudo, encomendado pelo G-8 + 5 (grupo dos países mais industrializados mais Brasil, África do Sul, China, Índia e México) e conhecido em inglês como Teeb, traz uma série de exemplos de regiões que lucraram com o uso responsável dos recursos naturais. Destaca 120 exemplos de decisões políticas que alteraram realidades degradantes ao meio ambiente, contando com a participação da comunidade - como a cidade de Curitiba, no Brasil. O objetivo do relatório é chamar a atenção para os benefícios econômicos globais da biodiversidade e somar forças que permitam ações concretas. 

A devastação ambiental representa perdas de US$ 2 trilhões a US$ 4,5 trilhões por ano, segundo o estudo. "Ver o tamanho econômico dos ecossistemas e deixá-los de fora das contas nacionais é um erro. Deixando isso invisível, você está criando uma falta de consciência", afirmou o economista indiano Pavan Sukhdev, coordenador do estudo.
Segundo ele, as comunidades pobres e rurais, que vivem em torno de florestas e dela retiram parte do sustento, são as que mais sofrem. No Brasil, ele estimou o número em 20 milhões de pessoas. "A biodiversidade é uma necessidade para os pobres e não apenas uma ligação afetiva para os ricos", afirmou Sukhdev.
Na questão da Amazônia, o economista acentuou que vale o "princípio do perigo". Segundo ele, a perda da Amazônia pode reduzir o suprimento de água e causar um prejuízo de US$ 1 trilhão para a produção agrícola de Brasil, Paraguai e Argentina. "Temos de tomar medidas de precaução para evitar que isso aconteça, pois é melhor errar pelo lado da precaução", diz. 

O economista afirmou que o Brasil é uma "superpotência" em biodiversidade. O representante do Ministério do Meio Ambiente, Bráulio Dias, concordou com a avaliação do economista, salientando que a biodiversidade no País ainda é tratada como potencial. "Temos as mais extensas florestas e convivemos com taxa grande de desmatamento, além de um aumento no desmatamento no Pantanal, que começa a preocupar", afirmou Dias. 

Açaí. Como contribuição, o cientista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Carlos Nobre apresentou a possibilidade de agregar valor à produção do açaí como alternativa a outras culturas que degradam a Floresta Amazônica.

Segundo ele, o açaí permite renda de US$ 206 a US$ 2.272 por hectare ao ano, contra US$ 100 a US$ 400 por hectare no caso da madeira ou de US$ 100 a US$ 200 por hectare ao ano para a soja. A pecuária renderia apenas US$ 20 a US$ 70 por hectare ao ano. No entanto, Nobre ressaltou que o produto sai do campo por US$ 200 e chega aos supermercados na Califórnia por US$ 70 mil. O valor é agregado por outras empresas do Sudeste e Sul do Brasil ou de outros países e não beneficia o produtor.

EXEMPLOS BEM-SUCEDIDOS
 
Vietnã
Nas costas, onde 70% da população está vulnerável a desastres naturais, comunidades passaram a proteger manguezais em vez de construir barreiras. Investimento de US$ 1,1 milhão poupou US$ 7,3 milhões por ano em manutenção dos diques.

Brasil
A cidade de Curitiba conseguiu aumentar a área verde por pessoa de menos de 1 metro/habitante para 52 m/h. Moradores plantaram 1,5 milhão de árvores e incentivos fiscais foram concedidos para estimular áreas verdes.

Equador
Quito, a capital do Equador, desenvolveu um fundo para água. Os recursos pagos pelos moradores do município pela água são investidos na proteção das bacias hidrográficas e no reflorestamento.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Dilma falando das semelhanças com Marina


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Na coletiva, Dilma insinua estar certa de ter o apoio e os votos de Marina, de quem foi inimiga declarada quando eram colegas de ministério, diz que tem mais semelhanças que diferenças em relação às posições da candidata do PV.

Realmente, o que mais chama a atenção nessas semelhanças é o gosto de ambas pela natureza, em especial as florestas.

Marina acha que a floresta tem uma importância e função intrínsicas.

Já a Dilma da Silva, adora as árvores da floresta por toda a lenha e o carvão que podem virar quando a floresta for abaixo.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A CORJA agora quer eliminar a representação de entidades ambientalistas e sindicatos no CONAMA

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Não contentes com mandar de cabo a rabo no des-governo do PT, que se prostituiu para o que há de pior e mais retrógrado no empresariado brasileiro, essa CORJA agora quer eliminar de vez a representação de entidades ambientalistas e sindicatos no CONAMA... não falta mais nada!

HORA DE REAGIR!

JT

EMPRESÁRIOS CONTESTAM PODER DAS ONG's NO MEIO AMBIENTE

O presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli, questionou a limitada participação empresarial no plenário do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). Afirmou que, embora o setor de transporte tenha íntima ligação com o meio ambiente, a participação da Confederação Nacional do Transporte (CNT) no Conama é inexpressiva. Disse que, igualmente, a representação empresarial, no todo, é irrelevante, em um conselho que terá grande importância no futuro próximo. Afirmou, em carta: "Há disparidade entre a representação da chamada "sociedade civil" (organizações não-governamentais) e dos sindicatos de trabalhadores em relação aos empresários".

29/09/2010


Mostrou que há apenas oito conselheiros indicados por confederações empresariais - um deles da CNT - o que corresponde a 7,7% de um plenário com 108 representantes. Já os 22 indicados por ONGs e sindicatos de trabalhadores representam, em conjunto, 21,2% do conselho. Manteli chamou atenção para o fato de que a abrangência dos assuntos tratados pelo Conama acaba incidindo em todos os ramos da atividade empresarial. Em recentes declarações, o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), acusou o Ministério do Meio Ambiente de estar "completamente dominado pelas ONGs". Afirmou: "É uma distorção, pois o ministério deveria representar o Estado, não ONGs estrangeiras". Rebelo não é deputado do baixo clero: foi presidente da Câmara, ministro da Coordenação Política e líder do Governo Lula na Câmara.
Comentou Wilen Manteli que a CNT representa quatro modais de transporte, com importância para geração de políticas públicas de redução do consumo de combustíveis fósseis e emissão de gás carbônico. Destaca que toda atividade envolve a prestação de um serviço de transporte, sem o que o produto ou serviço não conseguiriam expressividade econômica. E acentuou Manteli: "A atual composição do Conama, bem como seu processo decisório, por maioria de votos unitários, fazem com que o poder executivo conte com 71,7% dos votantes (37,5% do Governo Federal, 25,9% dos governos estaduais e 7,7% dos governos municipais) sendo que os 28,9% restantes são compostos predominantemente por ONGs (21,2% representantes da "sociedade civil"), uma vez que apenas 7,7% dos votos no Conama pertencem à representação empresarial".
Diante disso, a ABTP pleiteia, com apoio da Federação Nacional das Empresas de Navegação (Fenavega) e CNT, revisão do modelo do Conama, de modo que a representação empresarial seja ao menos igualada à representação de sindicatos de trabalhadores e ONGs. Recentemente, foi sancionada a Lei 12.305, que criou a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Trata-se de um tema que deverá mobilizar o meio empresarial e a própria sociedade, nos próximos meses. E Manteli não aceita que ONGs tenham mais poder do que confederações empresariais. O Brasil produz 57 milhões de toneladas de lixo por ano e, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), só 2,4% dos resíduos sólidos urbanos são reciclados, contra quase 50% de alguns países desenvolvidos. O tema interessa a outras confederações, como CNI (indústria), CNC (comércio e serviços) e CNA (agricultura).

A destruição continua

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O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), que faz um levantamento paralelo ao oficial da devastação na região amazônica, registrou em agosto a destruição de 210 km² de floresta.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Opor-se a Eike Batista faz mal para funcionários públicos

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No Brasil, ninguém é demitido pelas falhas, mas pelas qualidades.

No Brasil a prática é comum, funcionários públicos criminosos, a serviço do poder, raramente são punidos, já, quando cumprem as suas funções como manda a lei e a ética.....

Mas isso não é invenção e prática só da PeTralhada, Sarney fez, Itamar e FHC fizeram, até ditadores militares. Eu lembro de um chefe da receita que queria a fiscalização de aviões fretados pela seleção de futebol (a coisa chegou ao ponto do avião que trazia os jogadores, vir acompanhado de um avião de carga). Outros muitos caíram só por cogitar fiscalizar os navios da Marinha de Guerra, que dão 1m2 de porão para cada oficial trazer muambas, quando o navio viaja para o exterior.

No governo do mordomo Lulalau as vítimas prediletas são os funcionários que atuam na área ambiental (IBAMA e ICMBio). Lembrando que para esse grupo que aparelhou o governo e que tem como testa de ferro esse analfabeto experto e mau cárater, meio ambiente é um entrave e um problema. A visão, o conhecimento e o conceito que tem sobre o assunto pode ser resumido pelas frases de efeito, como dizer que um bagre impede o progresso, a terra é poluida porque não é quadrada e coisas do gênero.

Desde o início da gestão PeTralha, qualquer decisão técnica do IBAMA que se oponha aos interesses do governo e dos amigos, sofre algum tipo de retaliação.

Já nas priscas eras do governo Lulalau, uma diretoria do IBAMA caiu e depois o órgão foi desmembrado (com o objetivo de fragilizá-lo), por se opor a transposição do rio São Francisco e a construção de algumas das usinas propostas para a amazônia (enfatizo, algumas).

Agora, até as ações de rotina são alvo de represálias e sistematicamente reprimidas, existindo até atos legais e sublegais determinando expressamente o que a lei chama de prevaricação, como uma portaria que proíbe fiscalizações "não autorizadas", ou seja, se um funcionário estiver presente na execução de um ato ilegal, ele não pode agir, só se tiver autorização de um superior (leia-se, alguém indicado politicamente).

Ai temos mais uma ação da PeTralhada e da sua essência, essa quadrilha que tomou o poder recriou a figura do oficial político. Personagem comum no período de Stalin, na ex-União Soviética. Esse oficial era um aspone colocado para ver se as diretrizes do partido estavam sendo seguidas. Na Alemanhã de Hitler esse cargo era exercido por um oficial das SS. Estavam em todos os órgãos e repartições, determinando o que podia e o que não podia ser feito, em nome do "governo".

Só que agora a figura do oficial político está sendo exercida pelos membros dos sindicatos controlados pelo PT, que foram alçados a funções de chefia.

Nos órgãos ambientais, não aceitar estudos fracos, fraudulentos ou projetos ambientalmente inviáveis, quer dizer perder a função e muitas vezes responder a um inquérito administrativo.


E tudo isso para defender os interesse do projeto de poder absolutista da PeTralhada e para defender os interesses dos amigos e financiadores de campanha (as grandes corporações).

Falando nelas, chegamos a uma situação onde grandes corporações já são ouvidas na indição de secretários de estado de áreas de interesse (agricultura, meio ambiente e outras), fora os departamentos como os de obras e de estrada (mas esse são especialidade do PMDB).

Grandes corporações já conseguem a transferência de grupos inteiros de funcionários "não cooperativos", tanto nos órgãos federais como nos estaduais.

Já ouvi comentários até sobre "conseguir" promoções de juizes e promotores "não cooperativos", já que os detentores desses cargos são irremovíveis de acordo com a lei e a única maneira de conseguir isso é através de uma promoção.

Agora os jornais noticiaram que a dinossáurica Petrobras bisbilhota a vida das pessoas, via polícia de São Paulo.

Nada de novo no front, na realidade, todas as grandes estatais faziam (e fazem isso), algumas empresas fazem até depois que deixaram de ser estatais.

Basta investigar a "doação" de computadores, carros e muitos outros "agrados" às polícias da amazônia, por grandes mineradoras, siderurgias, etc. Até a polícia federal recebia (ou recebe), esses "agrados".

Mas como disse Dora Kramer, no Brasil está se substituindo a figura do cidadão, pela do consumidor, afinal, com o bolsa família e o populacho comprando carro em 80 meses, não existe princípios, ideologias ou qualquer valor, só o da prestação.

PS. Com a PeTralhada retomando o discurso do excesso de liberdade de imprensa e de expressão, nuvens negras se formam no horizonte.

Acho que essa corja quer recriar agora a figura do censor.


Do Blog PoncheVerde

Opor-se a Eike Batista faz mal para funcionários públicos

Apoena Calixto Figueiroa, chefe da Estação Ecológica de Carijós, localizada na Grande Florianópolis, em Santa Catarina, acaba de ser exonerado do cargo pelo presidente nacional do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), Rômulo Mello, através da portaria nº 485, do dia 13 de setembro, publicada na edição da última segunda-feira do Diário Oficial da União.

Apoena é um dos principais críticos do EIA-RIMA do Estaleiro OSX e signatário do documento que negou autorização para o empreendimento se instalar em área junto à baía norte da capital catarinense.

O decreto de exoneração não explica as razões da iniciativa, mas ela pode ter sido tomada em represália à postura do técnico do ICMBio.

É mais uma demonstração de como o governo Lula trata as questões ambientais, com total submissão aos interesses privados.

sábado, 4 de setembro de 2010

Commodities, o retrocesso da economia brasileira

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Como diz uma amiga minha, "cavar e vender pedra é fácil, não precisa de muita tecnologia e nem de especialização, qualquer mané pode fazer".

Exportar commodities é exatamente isso, coisa que qualquer mané pode fazer, é vender solo e subsolo, nada mais do que isso. Não agrega valor e não desenvolve nada, só enriquece quem vende.

Agora, transformar e agregar valor nisso é mais complicado, não é para qualquer um.


Em 2002 as exportações de manufaturados brasileiros representavam 67% do total, em 2009, cairam para 47%.

Segundo a Organização Mundial do Comércio, o Brasil é o quinto maior fornecedor de produtos primários para a China.

Um grande número de economistas, ligados ao governo, ou patrocinados pelas grandes exportadoras de produtos primário (que gostam de chamar isso de commodities), tem batido na tecla de que exportar esse tipo de produto é um grande negócio.

Os ruralistas gastam muito dinheiro para eleger uma bancada forte para garantir isso.

Mas qualquer pessoa com dois neurônios sabe que nenhum país se desenvolveu vendendo suas riquezas naturais.

É o que a E$bórnia está fazendo, vendendo suas riquezas naturais, já que os seus dois principais "produtos" de exportação, a soja e o minério de ferro, estão sendo "produzidos" em troca de destruição de recursos naturais e biodiversidade.

A soja está sendo trocada pelas nossas florestas e ambientes de cerrado, de sobra, queima tudo pela frente. Agora com apoio total da EMBRAPA, aparelhada pela "cumpanherada", cuja diretoria e principais chefias foram indicadas pela bancada ruralista.

O minério de ferro é retirado à custa de florestas e, principlamente das cangas da amazônia, que são ambientes únicos e raros, sobras da última glaciação. Ninguém fala neles, pouco se pesquisa, é quase um tabu. Para que a Vale (que era do Rio Doce), possa destruir um a um (e está sendo eficiente nisso, pois logo desaparecerá com todos), e vender minério para os chineses. Depois plantará capim e algumas árvores e dirá que os recuperou e que as suas "recuperações" ambientais superaram sua pegada ecológica.

Parece que voltamos aos anos 80, quando os países do primeiro mundo afirmavam que o papel do resto era fornecer matéria prima e comprar produtos manufatorados e fica parece ficar bem claro, o brazil assumiu integralmente o seu papel de resto.

Parece que a única grande capacidade dos e$bornianos é vender soja e minério. O resto pode ser comprado da China. E olha que somos ávidos por suas bugigangas de quinta categoria.

Até parece que estamos vivendo o segundo milagre brazileiro, o primeiro foi da milicada, quando finalmente a classe média pôde, finalmente, comprar seu fusca usado e cantar "eu te amo meu brazil". Agora o segundo, onde o populacho compra seu carro mil em 80 meses e milhares de coisas made in China, de brinquedos pintados com tinta tóxica a ferramentas de aço de péssima qualidade, tudo a menos de R$ 10,00 (leia-se "dé real").

Mas se preocupar por que? Só quem perdeu nesses milagres foi a natureza e quando ela cobrar a conta a gente não vai estar aqui mesmo!

PS. Falando em China. A praga amarela está investimento perto de 34 bilhões de dólares em energia renovável (em 2009). Agora a meta é ter 100 mil megawatts de capacidade instalada só em energia eólica até 2020.

A China também tem direcionado pesados investimentos e pesquisas direcionados para a substituição de sua matriz energética (uma das mais poluentes, movida principalmente a carvão), por fontes menos poluentes e/ou renováveis, pretendendo tornar-se a lider internacional desse setor.

Por aqui, o governo do mordomo lulalau está apostando pesado no carvão, para atender os amigos e os financiadores de campanha.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Codex Allimentarius, envenenamento patrocinado pela ONU

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Por pressão e/ou corrupção feita por empresas gigantes entre mineradoras, petroleiras, químicas ou ligadas a "alimentação", como a monsanto, bunge, nestle, controlam e mandam na agenda global. Os verdadeiros governantes, aqui, na Alemanha, no Japão ou na Nova Guiné.

Pois bem, as empresas que controlam a "comida" do mundo resolveram criar o codex alimentarius, teoricamente de responsabilidade da Organização Mundial de Saúde.

O problemas é que entre outras coisas, determina que produtos desenvolvidos pelas grandes do setor, como a Monsanto, sejam usados em organisnos utilizados para a alimentação.

Não sei se vocês perceberam que não é uma recomendação, é uma determinação. Ou seja, as gigantes do setor passaram a controlar o "suposto" documento da ONU.

Alguns autores tratam o código como nutricídio planejado.

Pensando bem, ao ver algumas das propostas, não deixa de ser uma forma sutil de controle absoluto do mundo, pela fome e nutrição (ou sub nutrição).









terça-feira, 24 de agosto de 2010

Os chilenos contra a natureza

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Assim como no Brasil os governos fascistas (não importa sob que ‘ideologia’ se disfarcem) seguem tentando consolidar a energia porca e impedir o desenvolvimento de fontes alternativas. A questão é simples: carvão, petróleo e mega-hidrelétricas de empreiteiras com financiamento estatal são obras de lobbies corporativos que dão jabá garantido pras campanhas eleitorais de seus lacaios políticos.

E depois dessa bosta aí da Suez, o Chile vai ter de aturar uma termo do Eike Batista, assim como a Guiana uma hidro bancada pelo BNDES, etc. etc. ... é o Brasil exportando devastação ambiental para ‘desenvolver’ na mesma linha genocida de biodiversidade o resto da Cucaracholândia.

Dilma, Piñera, Chávez, tudo a mesma catrefa, arautos do atraso que precisamos varrer do mapa se quisermos ver o mundo evoluir para uma economia de baixo carbono. Vai demorar, mas precisamos seguir lutando.

JTruda

Lamentamos comunicar que hoy se acaba de aprobar en Chile un proyecto de generará impactos ambientales en una de las zonas más ricas de Chile en biodiversidad.

Esta es la nueva forma de gobernar del país...

Saludos,

Elsa

CCC 24 de Agosto de 2010

Ambientalistas alertan sobre un daño irreversible a la biodiversidad

Corema de Coquimbo aprueba termoeléctrica Barrancones en Punta de Choros

Con todos los votos a favor de los Seremis y los Gobernadores, se dio victo bueno al proyecto de la multinacional franco-belga Suez Energy. Se trata de la Central Térmica Barrancones, ubicada en la caleta de Chungungo a 60 kilómetros al norte de La Serena y al sur de Punta de Choros, conocido por su diversidad ecológica marina.

por El Mostrador

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Termoeléctricas amenazan a la mayor reserva mundial de pingüinos Humboldt

La Comisión Regional de Medioambiente (Corema) de Coquimbo aprobó este martes el polémico proyecto termoeléctrico Barrancones, ubicado a 60 kilómetros al norte de La Serena y que significa una inversión de 1.100 millones de dólares.

La iniciativa de la multinacional franco-belga Suez Energy contempla la instalación de dos plantas a carbón en el sector de Punta de Choros, conocido por su diversidad ecológica marina.

El proyecto fue presentado al Sistema de Evaluación de Impacto Ambiental en diciembre de 2007 y debía ser votado en octubre del 2009. Si embargo, la empresa solicitó posponerlo con el fin de responder de manera satisfactoria una serie de reparos formulados por la Corema (probables impactos de la planta en el aire, el suelo y las corrientes marinas).

La cercanía de la iniciativa a la Reserva Nacional Pingüino de Humboldt despertó rápidamente el rechazo de las localidades circundantes, el municipio local y organizaciones ambientalistas. En el lugar, habitan aves marinas, una colonia de delfines nariz de botella y ballenas en migración.

Al respecto, la presidenta del movimiento ambiental de la Higuera, Rosa Rojas resaltó que el proyecto provocará un daño irreversible a la biodiversidad de la zona.

Por su parte, el diputado socialista Marcelo Díaz aseguró que el proyecto constituye un atentado ambiental. “Es por esto que la comunidad de La Higuera, encabezada por su alcaldesa Sylvia Clavería, y un grupo de parlamentarios, acudimos a la comisión investigadora de las Coremas de la Cámara de Diputados para exponer antecedentes sobre una serie de irregularidades en el proceso de evaluación de este proyecto”, dijo el parlamentario en Terra.cl.

Al tiempo que sostuvo que la aprobación del proyecto se tradujo en una nueva promesa de campaña del Presidente Sebastián Piñera incumplida. Cabe recordar que en un programa radial, el periodista Amaro Gómez Pablo le preguntó al entonces candidato Sebastián Piñera si se opondría el proyecto que pretende instalar dos termoeléctricas a 22 kilómetros de la bahía de Punta de Choro. A lo que el ahora Presidente contestó enfáticamente: “Sí”. Y agregó: “Yo me voy a oponer a todas las plantas termoeléctricas que atenten gravemente contra la naturaleza, las comunidades y la calidad de vida”.

En esa línea, el legislador denunció un eventual conflicto de interés de la actual directora de la Conama Regional, Claudia Rivera, quien se desempeñó en la empresa Gestión Ambiental Consultores (GAC) que asesora el proyecto Central Térmica Cruz Grande en La Higuera, la otra termoeléctrica que amenaza con quedarse en el sector junto con Barrancones.