quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Onde estão os estudos que embasaram o novo código flroestal
Até imagino que tenha havido algum tipo de estudo, afinal, a grana e os interesses políticos falam mais alto, mas se teve alguém de renome que vendeu os serviços aos ruralistas, teve vergonha de assumir e assinar.
Para saber mais sobre essa grande figura, leia a entevista dada ao site O Eco em fevereiro de 2005.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Salvemos Punta de Choros
Não são somente os brasileiros que vão na contramão do planeta. Mais termoelétricas na américa latina.
terça-feira, 29 de março de 2011
Ajude a defender o atual código florestal brasileiro
Veja essa interessante animação sobre as propostas de alteração do código florestal brasileiro.
Assine a petição contra as mudanças do códico florestal propostas pelo dePUTAdo aldo rabelo, comunista pró latifundio (só nessa E$bórnia chamada brasil mesmo).
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Moto-serra de Ouro em solo gaúcho
PS. Ontem (domingo, 13/02), uma corja de dePUTAdos gaúchos (inclusive os "de esquerda"), foi vista numa das mais tradicionais churrascaria de Porto Alegre, discutindo com o aldo rabelo, a estratégia para colocar o código em votação, afinal, os patrões (ruralistas), estão cobrando o resultado da propina que já foi paga.
Para minha decepção e convencimento de que o MEG e os "ambientalistas" estão em desuso, leio hoje em Zero Hora, página 10:
"O Deputado Federal Aldo Rebelo (PC do B) será homenageado hoje por produtores rurais de Tupanciretã com o troféu 'Ambientalista de Ouro'."
Pode? Pode sim, num Estado em que nasceu a defesa ambiental, ele vir aqui e ninguém dizer nada, esperando momentos oportunos para dizer, para ganhar um prêmio que eles criaram na semana passada, tudo pode, inclusive ele atirar ovos e tomates nos ambientalistas de verdade.
O Moto-serra de Ouro, comunista safado, aliado dos capitalistas e agora, ambientalista, deve ter mais importância do que aqueles que militam na defesa da vida e da natureza décadas.
Fica aqui o registro desta barbaridade em solo gaúcho.
Faz Favor, depois a gente manda alguém ir 'tomando nota' e acham ruim que nos manifestemos...
Decepcionado e Indignado!!!
Julio Wandam
Os Verdes de Tapes/RS
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Lógica petralha, se não cumprimos a lei, a gente muda a lei
O Valor econômico é um jornal cuja ideologia não pode nem ser chamada de capitalista, a ideologia é pró empresariado, em qualquer situação, ele está certo, ele é a vítima. O mundo gira em torno deles. Tem sido frequentemente chamado de jornal do PIG (partido da imprensa golpista), pois nem sempre os interesses dos empresários são os mesmos do governo petralha, como diz um amigo, são apenas quadrilhas brigando pelo ponto.
Segunda parte, como diz um outro amigo, a corja petista-sindicalista e cumpanherada associada, está sempre se reinventado, nos mínimos detalhes. Quando interessa, conta e aceita com prazer, até o apoio da imprensa do PIG .
Não bastasse os roubos e corrupção descaradas, o fim institucional do congresso (comprado para não ter papel ou finalidade alguma na república da E$bórnia, o que o torna uma figura decorativa voltada para seu próprio umbigo), a corja liderada pela petralhada está se tornando mestre em inverter e perverter a legislação ao seu bel prazer (fruto de anos de experiência fraudando questões sindicais).
Dessa vez, eu diria mais uma vez, a legislação estuprada vai ser a ambiental.
Para os petralha-sindicalistas e cumpanherada associada, quando um ato ilegal está sendo cometido, mas que atende os interesses da corja, ao invés de resolver o problema, aplicando-se a lei, muda-se a lei para legalizar o crime e depois a gente vê como resolver a situação da vítima, nesse caso, o nosso patrimonio natural (como também querem fazer com o código florestal).
Mas como o populacho é ignorante mesmo, a corja não está nem aí, o povão não vai entender e muito mesmo se preocupar com isso, para o resto, é só fazer discurso populista, um pouco de marketing e tudo é esquecido e se resolve.
Seguindo essa linha, a corja vai "resolver" os problemas dos portos brasileiros, tudo com direito a propaganda na TV (em horário nobre), alegando que mais uma vez fez o que nunca antes nesse país......
Ninguém é contra a regularização ambiental dos portos, muito pelo contrário, mas feitas de acordo com a legislação e técnicas adequadas, sem atropelos ou maracutaias. Vários portos brasileiros já estão regularizados, alguns dos mais problemáticos. Por causa disso, fica a minha dúvida:
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Máfia das Madeireiras levou R$ 5,4 milhões do BNDES
Indicada pelo PT estadual para ocupar a gerência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Sinop (MT), Ana Luisa foi presa pela Polícia Federal em 2005, quando estava à frente do órgão, durante a Operação Curupira. A acusação é de que ela, madeireiros, fiscais do órgão e funcionários públicos colocaram abaixo 2 milhões de m³ de floresta em troca de propina. O esquema falsificava autorizações para transporte de produtos florestais, adulterava documentos e mantinha empresas de fachada. A madeira ilegal daria para carregar, segundo a PF, 66 mil caminhões. Ana Luisa foi exonerada do serviço público e responde a processo na Justiça Federal de Mato Grosso.
O Instituto Ouro Verde, com sede em Alta Floresta, a 800km de Cuiabá, está em nome de Ana Luisa, do médico veterinário Luís Fernando Laranja, de Alexandre Olival e sua mulher, Andrezza Alves. O grupo, formado por pesquisadores da área ambiental, vive em São Paulo e mantém outras empresas exploradoras de matéria-prima na região amazônica, como castanhas-do-pará.
O projeto — contratado pelo Fundo Amazônia em 25 de março de 2010 e com previsão de duração de 36 meses — estima a recuperação ambiental de 1,2 mil hectares de áreas degradadas e o resgate da agricultura familiar em seis municípios do Território Portal da Amazônia. Segundo a legislação, o fundo capta doações para investimentos em ações de prevenção e combate ao desmatamento. Entretanto, esse não é o único projeto do instituto bancado com recursos públicos. Desde 2005, foram quase R$ 3 milhões do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para ações na mesma região.
Além de Izabella Teixeira, o fundo estava, no ano passado, sob a coordenação de Tereza Campello, recém-empossada ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Tereza era representante da Casa Civil. As ministras de Dilma fazem parte do Comitê Orientador do Fundo e têm, com outros órgãos, a responsabilidade de acompanhar diretrizes e resultados dos programas.
Afastamento
O instituto alega que Ana Luisa está afastada da coordenação e o trabalho está sob o comando de Andrezza e Alexandre. Os dois estão viajando. De acordo com a entidade, Ana Luisa assinou documentos como responsável pelo instituto até 2008. O Correio não localizou Ana Luisa. Deixou recados em sua secretária eletrônica, mas não houve retorno.
Em nota, o BNDES afirma que, na documentação apresentada ao órgão, Ana Luisa não constava como ocupante de cargos deliberativo ou representativo. “Vale destacar que os projetos do BNDES, no âmbito do Fundo Amazônia, são aprovados para uma instituição (pessoa jurídica), no caso, uma associação civil sem fins lucrativos que possui associados e não em favor de determinada pessoa física. Para tanto, são realizadas análises cadastrais em nome da instituição e das pessoas físicas que nela ocupam cargos diretivos.”
Seleção do BNDES
As ministras Izabella Teixeira e Tereza Campello, respectivamente das pastas do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, afirmaram, por meio da assessoria de imprensa, que a responsabilidade por selecionar os programas e gerir os recursos repassados é do BNDES.
A ministra do Meio Ambiente, que preside o comitê orientador do Fundo Amazônia, afirma que sua atribuição é “zelar pela fidelidade das iniciativas apoiadas pelo fundo e pela determinação de suas diretrizes de aplicação dos recursos, em conformidade com as metas, compromissos e políticas do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAM) e das diretrizes estratégicas do Plano Amazônia Sustentável”.
Em nota, o BNDES alega que o financiamento do projeto do Instituto Ouro Verde, no âmbito do Fundo Amazônia, obedeceu às etapas regulares de todos os demais projetos apoiados pela instituição: enquadramento, análise, aprovação e contratação.
“Ressaltamos que, apesar de contratado, o BNDES não libera o valor total aprovado para o projeto de uma única vez. Isso é feito parceladamente, de acordo com o cronograma de execução físico-financeiro e após acompanhamento técnico realizado pelo banco, para comprovação da utilização da parcela de recursos anteriormente desembolsada”, justificou a entidade.
Comentários Politicamente (In)Corretos
Empurra empurra a parte, fica claro que todas as relações envolvidas nesse esquema são de total responsabilidade da quadrilha PeTralha.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
A pesca artesanal também destroi os recursos naturais
Fala-se muito nas barbatanas... mas, e o que acontece todos os dias nas praias brasileiras?
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Usina de Belo Monte irá cavar um buraco maior que o Canal do Panamá no coração da Amazônia
O Presidente do IBAMA se demitiu na quarta-feira passada devido à pressão para autorizar a licença ambiental de um projeto que especialistas consideram um completo desastre ecológico: o Complexo Hidrelétrico de Belo Monte.
A mega usina de Belo Monte iria cavar um buraco maior que o Canal do Panamá no coração da Amazônia, alagando uma área imensa de floresta e expulsando milhares de indígenas da região. As empresas que irão lucrar com a barragem estão tentando atropelar as leis ambientais para começar as obras em poucas semanas.
A mudança de Presidência do IBAMA poderá abrir caminho para a concessão da licença – ou, se nós nos manifestarmos urgentemente, poderá marcar uma virada nesta história. Vamos aproveitar a oportunidade para dar uma escolha para a Presidente Dilma no seu pouco tempo de Presidência: chegou a hora de colocar as pessoas e o planeta em primeiro lugar. Assine a petição de emergência para Dilma parar Belo Monte – ela será entregue em Brasília, vamos conseguir 300.000 assinatura.
https://secure.avaaz.org/po/
Abelardo Bayma Azevedo, que renunciou à Presidência do IBAMA, não é a primeira renúncia causada pela pressão para construir Belo Monte. Seu antecessor, Roberto Messias, também renunciou pelo mesmo motivo ano passado, e a própria Marina Silva também renunciou ao Ministério do Meio Ambiente por desafiar Belo Monte.
A Eletronorte, empresa que mais irá lucrar com Belo Monte, está demandando que o IBAMA libere a licença ambiental para começar as obras mesmo com o projeto apresentando graves irregularidades. Porém, em uma democracia, os interesses financeiros não podem passar por cima das proteções ambientais legais – ao menos não sem comprarem uma briga.
A hidrelétrica iria inundar 64.000 hectares da floresta, impactar centenas de quilômetros do Rio Xingu e expulsar mais de 40.000 pessoas, incluindo comunidades indígenas de várias etnias que dependem do Xingu para sua sobrevivência. O projeto de R$30 bilhões é tão economicamente arriscado que o governo precisou usar fundos de pensão e financiamento público para pagar a maior parte do investimento. Apesar de ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, ela seria a menos produtiva, gerando apenas 10% da sua capacidade no período da seca, de julho a outubro.
Os defensores da barragem justificam o projeto dizendo que ele irá suprir as demandas de energia do Brasil. Porém, uma fonte de energia muito maior, mais ecológica e barata está disponível: a eficiência energética. Um estudo do WWF demonstra que somente a eficiência poderia economizar o equivalente a 14 Belo Montes até 2020. Todos se beneficiariam de um planejamento genuinamente verde, ao invés de poucas empresas e empreiteiras. Porém, são as empreiteiras que contratam lobistas e tem força política – a não ser claro, que um número suficiente de nós da sociedade, nos dispormos a erguer nossas vozes e nos mobilizar.
A construção de Belo Monte pode começar ainda em fevereiro.O Ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, diz que a próxima licença será aprovada em breve, portanto temos pouco tempo para parar Belo Monte antes que as escavadeiras comecem a trabalhar. Vamos desafiar a Dilma no seu primeiro mês na presidência, com um chamado ensurdecedor para ela fazer a coisa certa: parar Belo Monte, assine agora:
https://secure.avaaz.org/po/
Acreditamos em um Brasil do futuro, que trará progresso nas negociações climáticas e que irá unir países do norte e do sul, se tornando um mediador de bom senso e esperança na política global. Agora, esta esperança será depositada na Presidente Dilma. Vamos desafiá-la a rejeitar Belo Monte e buscar um caminho melhor. Nós a convidamos a honrar esta oportunidade, criando um futuro para todos nos, desde as tribos do Xingu às crianças dos centros urbanos, o qual todos nós podemos ter orgulho.
Com esperança
Ben, Graziela, Alice, Ricken, Rewan e toda a equipe da Avaaz
Fontes:
Belo Monte derruba presidente do Ibama:
http://colunas.epoca.globo.
Belo Monte será hidrelétrica menos produtiva e mais cara, dizem técnicos:
http://g1.globo.com/economia-
Vídeo sobre impacto de Belo Monte:
http://www.youtube.com/watch?
Uma discussão para nos iluminar:
http://www.estadao.com.br/
Questão de tempo:
http://oglobo.globo.com/
Dilma: desenvolvimento com preservação do meio ambiente é "missão sagrada":
http://www.pernambuco.com/
Em nota, 56 entidades chamam concessão de Belo Monte de 'sentença de morte do Xingu':
http://oglobo.globo.com/
Marina Silva considera 'graves' as pressões sobre o Ibama:
http://www.estadao.com.br/
Segurança energética, alternativas e visão do WWF-Brasil:
http://assets.wwfbr.panda.org/
sábado, 30 de outubro de 2010
Meio Ambiente, expressão que não existe no vocabulário empresarial
O município de Contagem é credenciado para fazer o licenciamento e a fiscalização”, ressalta. Ele salienta que o Estado é responsável pela fiscalização de empresas com maior potencial degradador, que se inserem nas classes 5 e 6.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
TCU afirma, governo é grande financiador da destruição da amazônia
Essa visão, ou falta dela, teve implicações até no uso de trabalho escravo.
Convém salientar que escravidão não é considerada crime no Brasil e todos os projetos que tentaram criminalizar o que a civilização já define como crime, não andam dentro do congresso porque os ruralistas conseguiram apoio do governo para obstruir qualquer tentativa nesse sentido.
E olha que quem diz isso não é a imprensa acusada de golpismo e que o governo quer censurar, quem fala isso é o Tribunal de Contas da União (que a petralhada já deve estar dizendo que está a serviço do serra, hehehehehe0.
Mas para quem conhece esse governo, que é o pai dos pobres e a mãe dos ricos, sabe que tudo isso está bem dentro da linha do presidente lula, que tem como grande princípio eleitoral aquela velha afirmação dos coroneis (aos quais também se aliou), o que ganha eleição no norte e nordeste é esmola e cesta básica.
Especificamente em relação a questão ambiental, o Einstein de Garanhuns fez tambéma brilhante afirmação que: "a poluição é um problema global porque a terra é redonda e gira, se fosse quadrada, não girava e a poluição não circulava".
Olha que eu ainda acho que eles estava querendo dizer cúbica e que se a terra não girasse.... mas deixa prá lá.
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Apoio do BNDES a frigoríficos ajudou desmate, diz TCU
Da Gazeta do Paraná
Ministro do TCU pede auditoria de órgãos que controlam queimadas
Comentários Politicamente (In)Corretos
Os coniventes com tudo isso e com a corrupção petralha estão agora maquinando para ver como culpar o FHC pelo desmatamento da amazônia no período lulista.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Devastar ecossistema e biodiversidade é mais oneroso do que preservá-los
Devastação representa perdas de US$ 2 trilhões a US$ 4,5 trilhões por ano, diz relatório divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente; estudo cita exemplos de regiões que lucraram com o uso responsável dos recursos naturais
Manter os ecossistemas preservados é menos oneroso que devastar. Essa é uma das conclusões do relatório A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade para Políticas Locais e Regionais, apresentado ontem em Curitiba. O relatório faz parte de uma série de estudos que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) está lançando para a Conferência da Biodiversidade (COP-10) em Nagoya, Japão, em outubro.
EXEMPLOS BEM-SUCEDIDOS
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Dilma falando das semelhanças com Marina
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
A CORJA agora quer eliminar a representação de entidades ambientalistas e sindicatos no CONAMA
EMPRESÁRIOS CONTESTAM PODER DAS ONG's NO MEIO AMBIENTE
A destruição continua
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Opor-se a Eike Batista faz mal para funcionários públicos
No Brasil, ninguém é demitido pelas falhas, mas pelas qualidades.
Mas isso não é invenção e prática só da PeTralhada, Sarney fez, Itamar e FHC fizeram, até ditadores militares. Eu lembro de um chefe da receita que queria a fiscalização de aviões fretados pela seleção de futebol (a coisa chegou ao ponto do avião que trazia os jogadores, vir acompanhado de um avião de carga). Outros muitos caíram só por cogitar fiscalizar os navios da Marinha de Guerra, que dão 1m2 de porão para cada oficial trazer muambas, quando o navio viaja para o exterior.
No governo do mordomo Lulalau as vítimas prediletas são os funcionários que atuam na área ambiental (IBAMA e ICMBio). Lembrando que para esse grupo que aparelhou o governo e que tem como testa de ferro esse analfabeto experto e mau cárater, meio ambiente é um entrave e um problema. A visão, o conhecimento e o conceito que tem sobre o assunto pode ser resumido pelas frases de efeito, como dizer que um bagre impede o progresso, a terra é poluida porque não é quadrada e coisas do gênero.
Desde o início da gestão PeTralha, qualquer decisão técnica do IBAMA que se oponha aos interesses do governo e dos amigos, sofre algum tipo de retaliação.
Já nas priscas eras do governo Lulalau, uma diretoria do IBAMA caiu e depois o órgão foi desmembrado (com o objetivo de fragilizá-lo), por se opor a transposição do rio São Francisco e a construção de algumas das usinas propostas para a amazônia (enfatizo, algumas).
Agora, até as ações de rotina são alvo de represálias e sistematicamente reprimidas, existindo até atos legais e sublegais determinando expressamente o que a lei chama de prevaricação, como uma portaria que proíbe fiscalizações "não autorizadas", ou seja, se um funcionário estiver presente na execução de um ato ilegal, ele não pode agir, só se tiver autorização de um superior (leia-se, alguém indicado politicamente).
Ai temos mais uma ação da PeTralhada e da sua essência, essa quadrilha que tomou o poder recriou a figura do oficial político. Personagem comum no período de Stalin, na ex-União Soviética. Esse oficial era um aspone colocado para ver se as diretrizes do partido estavam sendo seguidas. Na Alemanhã de Hitler esse cargo era exercido por um oficial das SS. Estavam em todos os órgãos e repartições, determinando o que podia e o que não podia ser feito, em nome do "governo".
Só que agora a figura do oficial político está sendo exercida pelos membros dos sindicatos controlados pelo PT, que foram alçados a funções de chefia.
Nos órgãos ambientais, não aceitar estudos fracos, fraudulentos ou projetos ambientalmente inviáveis, quer dizer perder a função e muitas vezes responder a um inquérito administrativo.
E tudo isso para defender os interesse do projeto de poder absolutista da PeTralhada e para defender os interesses dos amigos e financiadores de campanha (as grandes corporações).
Falando nelas, chegamos a uma situação onde grandes corporações já são ouvidas na indição de secretários de estado de áreas de interesse (agricultura, meio ambiente e outras), fora os departamentos como os de obras e de estrada (mas esse são especialidade do PMDB).
Grandes corporações já conseguem a transferência de grupos inteiros de funcionários "não cooperativos", tanto nos órgãos federais como nos estaduais.
Já ouvi comentários até sobre "conseguir" promoções de juizes e promotores "não cooperativos", já que os detentores desses cargos são irremovíveis de acordo com a lei e a única maneira de conseguir isso é através de uma promoção.
Agora os jornais noticiaram que a dinossáurica Petrobras bisbilhota a vida das pessoas, via polícia de São Paulo.
Nada de novo no front, na realidade, todas as grandes estatais faziam (e fazem isso), algumas empresas fazem até depois que deixaram de ser estatais.
Basta investigar a "doação" de computadores, carros e muitos outros "agrados" às polícias da amazônia, por grandes mineradoras, siderurgias, etc. Até a polícia federal recebia (ou recebe), esses "agrados".
Mas como disse Dora Kramer, no Brasil está se substituindo a figura do cidadão, pela do consumidor, afinal, com o bolsa família e o populacho comprando carro em 80 meses, não existe princípios, ideologias ou qualquer valor, só o da prestação.
PS. Com a PeTralhada retomando o discurso do excesso de liberdade de imprensa e de expressão, nuvens negras se formam no horizonte.
Acho que essa corja quer recriar agora a figura do censor.
Do Blog PoncheVerde
Opor-se a Eike Batista faz mal para funcionários públicos
Apoena é um dos principais críticos do EIA-RIMA do Estaleiro OSX e signatário do documento que negou autorização para o empreendimento se instalar em área junto à baía norte da capital catarinense.
O decreto de exoneração não explica as razões da iniciativa, mas ela pode ter sido tomada em represália à postura do técnico do ICMBio.
É mais uma demonstração de como o governo Lula trata as questões ambientais, com total submissão aos interesses privados.
sábado, 4 de setembro de 2010
Commodities, o retrocesso da economia brasileira
Como diz uma amiga minha, "cavar e vender pedra é fácil, não precisa de muita tecnologia e nem de especialização, qualquer mané pode fazer".
Exportar commodities é exatamente isso, coisa que qualquer mané pode fazer, é vender solo e subsolo, nada mais do que isso. Não agrega valor e não desenvolve nada, só enriquece quem vende.
Agora, transformar e agregar valor nisso é mais complicado, não é para qualquer um.
Em 2002 as exportações de manufaturados brasileiros representavam 67% do total, em 2009, cairam para 47%.
Segundo a Organização Mundial do Comércio, o Brasil é o quinto maior fornecedor de produtos primários para a China.
Um grande número de economistas, ligados ao governo, ou patrocinados pelas grandes exportadoras de produtos primário (que gostam de chamar isso de commodities), tem batido na tecla de que exportar esse tipo de produto é um grande negócio.
Os ruralistas gastam muito dinheiro para eleger uma bancada forte para garantir isso.
Mas qualquer pessoa com dois neurônios sabe que nenhum país se desenvolveu vendendo suas riquezas naturais.
É o que a E$bórnia está fazendo, vendendo suas riquezas naturais, já que os seus dois principais "produtos" de exportação, a soja e o minério de ferro, estão sendo "produzidos" em troca de destruição de recursos naturais e biodiversidade.
A soja está sendo trocada pelas nossas florestas e ambientes de cerrado, de sobra, queima tudo pela frente. Agora com apoio total da EMBRAPA, aparelhada pela "cumpanherada", cuja diretoria e principais chefias foram indicadas pela bancada ruralista.
O minério de ferro é retirado à custa de florestas e, principlamente das cangas da amazônia, que são ambientes únicos e raros, sobras da última glaciação. Ninguém fala neles, pouco se pesquisa, é quase um tabu. Para que a Vale (que era do Rio Doce), possa destruir um a um (e está sendo eficiente nisso, pois logo desaparecerá com todos), e vender minério para os chineses. Depois plantará capim e algumas árvores e dirá que os recuperou e que as suas "recuperações" ambientais superaram sua pegada ecológica.
Parece que voltamos aos anos 80, quando os países do primeiro mundo afirmavam que o papel do resto era fornecer matéria prima e comprar produtos manufatorados e fica parece ficar bem claro, o brazil assumiu integralmente o seu papel de resto.
Parece que a única grande capacidade dos e$bornianos é vender soja e minério. O resto pode ser comprado da China. E olha que somos ávidos por suas bugigangas de quinta categoria.
Até parece que estamos vivendo o segundo milagre brazileiro, o primeiro foi da milicada, quando finalmente a classe média pôde, finalmente, comprar seu fusca usado e cantar "eu te amo meu brazil". Agora o segundo, onde o populacho compra seu carro mil em 80 meses e milhares de coisas made in China, de brinquedos pintados com tinta tóxica a ferramentas de aço de péssima qualidade, tudo a menos de R$ 10,00 (leia-se "dé real").
Mas se preocupar por que? Só quem perdeu nesses milagres foi a natureza e quando ela cobrar a conta a gente não vai estar aqui mesmo!
PS. Falando em China. A praga amarela está investimento perto de 34 bilhões de dólares em energia renovável (em 2009). Agora a meta é ter 100 mil megawatts de capacidade instalada só em energia eólica até 2020.
A China também tem direcionado pesados investimentos e pesquisas direcionados para a substituição de sua matriz energética (uma das mais poluentes, movida principalmente a carvão), por fontes menos poluentes e/ou renováveis, pretendendo tornar-se a lider internacional desse setor.
Por aqui, o governo do mordomo lulalau está apostando pesado no carvão, para atender os amigos e os financiadores de campanha.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Codex Allimentarius, envenenamento patrocinado pela ONU
Por pressão e/ou corrupção feita por empresas gigantes entre mineradoras, petroleiras, químicas ou ligadas a "alimentação", como a monsanto, bunge, nestle, controlam e mandam na agenda global. Os verdadeiros governantes, aqui, na Alemanha, no Japão ou na Nova Guiné.
Pois bem, as empresas que controlam a "comida" do mundo resolveram criar o codex alimentarius, teoricamente de responsabilidade da Organização Mundial de Saúde.
O problemas é que entre outras coisas, determina que produtos desenvolvidos pelas grandes do setor, como a Monsanto, sejam usados em organisnos utilizados para a alimentação.
Não sei se vocês perceberam que não é uma recomendação, é uma determinação. Ou seja, as gigantes do setor passaram a controlar o "suposto" documento da ONU.
Alguns autores tratam o código como nutricídio planejado.
Pensando bem, ao ver algumas das propostas, não deixa de ser uma forma sutil de controle absoluto do mundo, pela fome e nutrição (ou sub nutrição).
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Os chilenos contra a natureza
Assim como no Brasil os governos fascistas (não importa sob que ‘ideologia’ se disfarcem) seguem tentando consolidar a energia porca e impedir o desenvolvimento de fontes alternativas. A questão é simples: carvão, petróleo e mega-hidrelétricas de empreiteiras com financiamento estatal são obras de lobbies corporativos que dão jabá garantido pras campanhas eleitorais de seus lacaios políticos.
E depois dessa bosta aí da Suez, o Chile vai ter de aturar uma termo do Eike Batista, assim como a Guiana uma hidro bancada pelo BNDES, etc. etc. ... é o Brasil exportando devastação ambiental para ‘desenvolver’ na mesma linha genocida de biodiversidade o resto da Cucaracholândia.
Dilma, Piñera, Chávez, tudo a mesma catrefa, arautos do atraso que precisamos varrer do mapa se quisermos ver o mundo evoluir para uma economia de baixo carbono. Vai demorar, mas precisamos seguir lutando.
JTruda
Lamentamos comunicar que hoy se acaba de aprobar en Chile un proyecto de generará impactos ambientales en una de las zonas más ricas de Chile en biodiversidad.
Esta es la nueva forma de gobernar del país...
Saludos,
Elsa
CCC 24 de Agosto de 2010
Ambientalistas alertan sobre un daño irreversible a la biodiversidad
Corema de Coquimbo aprueba termoeléctrica Barrancones en Punta de Choros
Con todos los votos a favor de los Seremis y los Gobernadores, se dio victo bueno al proyecto de la multinacional franco-belga Suez Energy. Se trata de la Central Térmica Barrancones, ubicada en la caleta de Chungungo a 60 kilómetros al norte de La Serena y al sur de Punta de Choros, conocido por su diversidad ecológica marina.
por El Mostrador
Temas relacionadosTermoeléctricas amenazan a la mayor reserva mundial de pingüinos Humboldt
La Comisión Regional de Medioambiente (Corema) de Coquimbo aprobó este martes el polémico proyecto termoeléctrico Barrancones, ubicado a 60 kilómetros al norte de La Serena y que significa una inversión de 1.100 millones de dólares.
La iniciativa de la multinacional franco-belga Suez Energy contempla la instalación de dos plantas a carbón en el sector de Punta de Choros, conocido por su diversidad ecológica marina.
El proyecto fue presentado al Sistema de Evaluación de Impacto Ambiental en diciembre de 2007 y debía ser votado en octubre del 2009. Si embargo, la empresa solicitó posponerlo con el fin de responder de manera satisfactoria una serie de reparos formulados por la Corema (probables impactos de la planta en el aire, el suelo y las corrientes marinas).
La cercanía de la iniciativa a la Reserva Nacional Pingüino de Humboldt despertó rápidamente el rechazo de las localidades circundantes, el municipio local y organizaciones ambientalistas. En el lugar, habitan aves marinas, una colonia de delfines nariz de botella y ballenas en migración.
Al respecto, la presidenta del movimiento ambiental de la Higuera, Rosa Rojas resaltó que el proyecto provocará un daño irreversible a la biodiversidad de la zona.
Por su parte, el diputado socialista Marcelo Díaz aseguró que el proyecto constituye un atentado ambiental. “Es por esto que la comunidad de La Higuera, encabezada por su alcaldesa Sylvia Clavería, y un grupo de parlamentarios, acudimos a la comisión investigadora de las Coremas de la Cámara de Diputados para exponer antecedentes sobre una serie de irregularidades en el proceso de evaluación de este proyecto”, dijo el parlamentario en Terra.cl.
Al tiempo que sostuvo que la aprobación del proyecto se tradujo en una nueva promesa de campaña del Presidente Sebastián Piñera incumplida. Cabe recordar que en un programa radial, el periodista Amaro Gómez Pablo le preguntó al entonces candidato Sebastián Piñera si se opondría el proyecto que pretende instalar dos termoeléctricas a 22 kilómetros de la bahía de Punta de Choro. A lo que el ahora Presidente contestó enfáticamente: “Sí”. Y agregó: “Yo me voy a oponer a todas las plantas termoeléctricas que atenten gravemente contra la naturaleza, las comunidades y la calidad de vida”.
En esa línea, el legislador denunció un eventual conflicto de interés de la actual directora de la Conama Regional, Claudia Rivera, quien se desempeñó en la empresa Gestión Ambiental Consultores (GAC) que asesora el proyecto Central Térmica Cruz Grande en La Higuera, la otra termoeléctrica que amenaza con quedarse en el sector junto con Barrancones.