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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A situação das florestas do mundo

A FAO publicou o relatório: The State of World's Forest 2011. As maiores perdas se concentram na América do Sul (e graças ao ruralistas brasileiros vai ficar pior) e Africa.

Vendo alguns dados, até poderíamos inferir um paralelo entre destruição de recursos naturais e corrupção, interessante.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Primeiro Aerogerador de Grande Porte Flutuante

Enquantos os tupiniquins, refens das grandes empreiteiras e construtoras (vide Montado Num Porco de 07 de novembro), financiam os mega projetos hidrelétricos e licitam termoelétricas a gás, para favorecer o dinossauro Petrobras, ou termoeléticas movidas ao quase banido carvão, apenas para favorecer o interesse das mineradoras e dos especuladores de commodities, no mundo civilizado não param as buscas de novas fontes de energia, realmente limpas e de baixo impacto.
Esse mês, mais um passo foi dado por Portugal, que lançou ao mar  o primeiro dos grande aerogeradores flutuantes.
Vale lembrar também que Portugal está implantando uma vasta rede para "abastecimento" de veículos elétricos e quer substitui no mínimo 10% da frota atual por veículos elétricos. 
O poder público vem dando exemplo (igualzinho aqui né???) , Lisboa já reduziu a frota da Câmara Municipal a quase a metade e substitui todos os veículos de motor a explosão, por veículos elétricos.

Como diz o ditado: Para fazer, basta querer

Eólica flutuante da EDP já está no mar

Veja aqui em primeira mão o momento em que o Winfloat foi rebocado da doca da Lisnave, em Setúbal, para o alto mar, na Aguçadoura - Póvoa de Varzim. Este é um projeto único no mundo totalmente feito em Portugal.
 
Vítor Andrade www.expresso.pt - 16:11 Sábado, 26 de novembro de 2011



Acaba de sair da doca seca do Porto de Setúbal a primeira eólica flutuante de grandes dimensões em direção ao alto mar, na zona da Aguçadoura, Póvoa de Varzim.

Trata-se de um projeto inovador que juntou a EDP Renováveis, a metálomecânica A. Silva Matos, e a empresa canadiana Principle Power. O projeto Windfloat, que agora entrou na sua fase de testes, poderá ser o início de uma nova fase da indústria das eólicas offshore (em mar aberto) para o mercado global.
Cumprir o desafio 20-20-20

Porque é que este projeto é importante e pode ser crucial assim que passar à fase comercial? Por uma razão muito simples: a Europa está confrontada com o desafio 20 20 20, para o qual já só dispõe de nove anos para cumprir. Ou seja, cada país da União Europeia terá de registar reduções de 20% nas suas emissões de dióxido de carbono (CO2), ter pelo menos 20% de incorporação de renováveis no respectivo sistema de produção de eletricidade e, não menos importante, fazer com que tudo isto se consiga até 2020. Quem não cumprir estas metas, será sujeito a pesadas penalizações.

Ora, acontece que o relógio não pára e 2020 é já ali à frente. Mas, para além da pressão dos ponteiros do relógio há um outro tipo de pressão que começa a jogar em favor do projeto Windfloat da EDP Renováveis. Na verdade, começa a haver uma grande pressão construtiva de torres eólicas por todo o território continental dos vários países.

Construir eólicas no mar... longe da vista

Por exemplo, em Portugal, pare sse que está prosseguindo com o plano de investimentos para as eólicas, a determinada altura teriam que se invadir terrenos dos parques naturais e áreas de reserva ecológica. O que não irá acontecer. A solução só pode ser uma. Construir eólicas no mar, londe da vista para quem está junto à costa, para não gerar impacto visual de maior monta.

E o que se irá passar em Portugal será replicado em vários países com frente de mar. Em alguns países do Norte da Europa, o problema tem sido relativamente bem ultrapassado. É que, em países como a Dinamarca, Holanda e algumas regiões costeiras do Reino Unido, as águas são pouco profundas (entre os 10 e os 25 metros) o que tem permitido a instalação de torres eólicas diretamente alicerçadas no fundo do mar.

Isso não será possível em Portugal, assim como em Espanha e Itália ou França, só para citar alguns exemplos. Tudo porque estamos a falar de países em que a profundidade da água do mar junto à costa é rapidamente superior a 50 e a 10 metros. Ou seja, para colocar eólicas aqui só se forem flutuantes.

Windfloat pode alavancar economia do mar

Até agora ainda ninguém tinha dado um passo neste sentido (execeptuando uma experiência na Noruega, mas com características diferentes). E Portugal é assim pioneiro com o projeto Winfloat. Se resultar, poderá ser replicado em vários países europeus e, por arrastamento, em todos cujas águas costeiras sejam profundas e não permitam a instalação de eólicas diretamente no fundo do mar.

Aliás, um dos parceiros do projeto Windfloat vem do Canadá e, também por esta via, podemos estar perante uma grande porta de entrada nos mercados mundiais do sector.

Alguns analistas não hesitam em afirmar que que podemos estar à beira de dar um empurrão histórico à indústria naval portuguesa. A tão apregoada economia do mar pode arrancar em força à boleia do Windfloat

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Degradación Ambiental, Conservación de Ballenas y Día de la Tierra

En el discurso de 1970 brindado por el fundador del Día de la Tierra, Gaylord Nelson, éste señaló que “Nuestro objetivo no es sólo belleza escénica, aire y el agua limpios. La meta es un ambiente de decencia, igualdad y respeto mutuo a todas las formas de vida humana y no humana”.

Desde la primera celebración del Dia de la Tierra hace 41 años atrás, los temas relacionados con la conservación del medio ambiente y la biodiversidad han tomado una creciente relevancia en la agenda ciudadana e internacional. Sin embargo, a pesar del tiempo y los múltiples esfuerzos dedicados a conocer la estructura y el funcionamiento de la naturaleza, nuestra dependencia de ella y la necesidad de conservarla para el bienestar de las futuras generaciones, no se ha logrado detener la pérdida de biodiversidad y la degradación de los ambientes terrestres y acuáticos.


Durante los últimos años, hemos sido testigos de la extinción del delfín del rio Baiji (China) por causa de la constante intervención humana a su hábitat acuático en pos del denominado “progreso”. Evidenciamos la falta de voluntad de los gobiernos para detener la extinción del atún rojo (o de aleta azul). Esto a pesar que la ciencia demuestra que desaparecerá irreversiblemente de los océanos sino se detiene de manera urgente su explotación. Vemos cómo gigantescos derrames de petróleo e históricos accidentes nucleares van quedando impunes a pesar de los incalculables impactos negativos ambientales y sociales que generan.

Sin embargo, debajo de la abrumante cantidad de malas noticias para el medio ambiente existen casos de conservación destacables que suelen ser ignorados o tergiversados. Uno de ellos fue el resultado de la reunión anual de la Comisión Ballenera Internacional (CBI) que se realizó en junio de 2010 en Marruecos.

A pesar de varios titulares y conocidas organizaciones como WWF, Greenpeace y Pew Environemnt Group,evaluaron la reunión como un fracaso, al no adoptarse un acuerdo que supuestamente habría reducido el numero de ballenas cazadas por Japón, la realidad es que el contundente rechazo a la propuesta de parte de millones de personas alrededor del planeta,- una gran la mayoría de ONG y casi todos los miembros de la CBI-, salvaron la vida de cientos de ballenas en 2011 ,constituyendo la base para lograr el cierre definitivo de las operaciones balleneras.

De haberse aprobado el acuerdo – impulsado por Estados Unidos y Nueva Zelanda – hoy la caza de grandes cetáceos en el Santuario de Ballenas del Océano Austral sería una actividad legítima y aceptada por el sistema político y financiero global. La moratoria sobre la caza comercial de ballenas, quizás el mayor logro en la historia del derecho ambiental internacional, estaría muerta. Las operaciones balleneras continuarían realizándose fuera del control efectivo de la CBI y nuevas naciones, como Corea del Sur, habrían reanudado la caza comercial de ballenas.

El cupular y excluyente acuerdo también habría servido al gobierno de Japón para avalar ante el sistema financiero los millonarios subsidios necesarios para la construcción de una nueva flota ballenera de alta mar, ya que la actual necesita ser urgentemente reemplazada pues no cumple con las regulaciones que entrarán pronto en vigencia en el Océano Austral.

Finalmente, lo más preocupante es que de haberse adoptado el acuerdo ballenero rechazado en la reunión de la CBI en el 2010, se habría profundizado el debilitamiento de las políticas e instituciones globales de conservación ambiental.

La eliminación de la moratoria - principal medida para estas especies íconos de la conservación internacional - habría sentado un demoledor precedente que hubiese impulsado una mayor flexibilización de las políticas de conservación en otros foros internacionales relacionados a la naturaleza. El legitimar las operaciones de "caza científica" de ballenas en la antártica, una zona que cuenta con medidas de protección especiales y cuyo océano circundante es santuario de ballenas desde 1994, habría sentado las bases para legitimar la explotación comercial de mamíferos marinos en esta delicada zona del planeta.

Pero no fue así. Millones de personas informadas, cientos de organizaciones civiles movilizadas y varios gobiernos – entre los que se destacan los de América Latina – se unieron en rechazo a la propuesta y a sus implicancias para el medio ambiente y la biodiversidad marina. Hoy, podemos celebrarlo como un hito en el Día de la Tierra y continuar trabajando para consolidar los cambios culturales y las políticas de conservación que garanticen la protección de los ecosistemas y las especies del planeta, incluida la nuestra.

Texto como pie de foto: Desde su fundación en 1970, el Día de la Tierra ha sido celebrado por 1.5 billones de personas en todo el planeta quienes que realizan gran número de actividades y eventos en defensa de nuestra madre Naturaleza.

Por Elsa Cabrera (Centro de Conservación Cetacea) y Juan Carlos Cárdenas (Centro Ecoceanos).
 
www.ccc-chile.org


www.cerocazadeballenas.cl

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

A pesca artesanal também destroi os recursos naturais

Pois é, pessoal,  isso aí na foto é o retrato da DEPREDAÇÃO VERTIGINOSA que a “pesca artesanal”, essa coisa linda, comunitária, e declarada “sustentável” por decreto das ideologias reinantes, vem fazendo nas populações de tubarões e muitos outros peixes ao longo de toda a costa brasileira, sem que NINGUÉM se atreva a meter a boca nessaa bandalha por medo de ser taxado de “reacionário”, “inimigo dos pobres”, etc. etc. etc.

Na boa, a pesca dita “artesanal” tem impactos muito graves e que podem sim acabar com a produtividade de regiões inteiras do mar brasileiro, prejudicar violentamente a indústria do mergulho recreativo (olha a BOSTA que fizeram com os tubarões de Noronha, em parte culpa dos “nativos” noronhenses), mas não se tomam providência pra por ordem nesse barraco por puro medo do patrulhamento ideológico e por DEMAGOGIA CRIMINOSA que impede que tais atividades sejam geridas com CRITÉRIOS TÉCNICOS como no resto do mundo civilizado.

Aqui em Pindorama, a gestão da “pesca artesanal” se dá por fanatismo religioso, ou seja, algum mulá “esquerdista” subiu um dia num minarete e baixou um decreto, um saravá incontestável, declarando que essa pesca é gerida por um “saber tradicional”, e isso virou tabu, não se regula, não se controla, não se proíbem as atividades predatórias como esse MASSACRE DE TUBARÕES FILHOTES e de outros peixes que, se deixados crescer, poderiam até ser pescados quando tivessem 30, 50, 150 Kg, mas que são mortos prematuramente aos milhares com a mesma visão mineradora e imediatista da pesca industrial.

Tô errado, será?

Quando vamos ter coragem como comunidades (de mergulho e ambientalista) de enfrentar esses absurdos???

Abrz.,
JT

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CIMG0466 (3).jpg

 

Olá amigos da lista!

Fala-se muito nas barbatanas... mas, e o que acontece todos os dias nas praias brasileiras?
Fiquei inconformada com esta cena em Ilha Comprida S.P. (anexo)
Fui questionar e a resposta que eu tive foi:
“- Isso é todo dia moça, e duas vezes por dia. Mas nós aproveitamos tudo até a raia. Aqui tem muito!”
Lembrando que:
- esta região faz parte do LAGAMAR, e desde 1989 tem instalada uma Base da SOS Mata Atlântica em Iguape (SP), em um casarão cedido pela FBCN - Fundação Brasileira para a Conservação da Natureza
- No ano de 2009 foram iniciadas as atividades da Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Sul, sob gestão de Alineide Lucena. Criada pelo Decreto 53.527 de 8 de outubro de 2008 e com sede em Cananéia;
- Existe na região a valorização do Museu Municipal Victor Sadowski (o precursor dos estudos dos elasmobranquios no Brasil), onde tem um tubarão branco embalsamado com mais de 5 metros de comprimento. Dizem que trata-se do segundo maior tubarão branco já capturado no mundo(!?).
E aí... Pra quê serve tudo isso????

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Sociedad Civil Latinoamericana Solicita Acciones a los Gobiernos Para Detener Flota Ballenera Japonesa

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En forma conjunta, 48 organizaciones de la sociedad civil latinoamericana dedicadas a la conservación de ballenas y medioambiente solicitaron a los gobiernos de la región acciones diplomáticas en rechazo a la salida de la flota ballenera de Japón hacia aguas antárticas.

6 de Diciembre, 2010 - Coincidiendo con la salida de la flota ballenera japonesa del puerto de Innoshima, 48 ONGs de Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Costa Rica, Ecuador, Guatemala, México, Nicaragua, Panamá, Perú, República Dominicana, Uruguay y Venezuela, así como organizaciones internacionales que trabajan en América Latina,solicitaron a los gobiernos, el pasado 2 de diciembre, se tomen acciones para evitar la innecesaria muerte de 900 ballenas bajo supuestos “fines científicos” en aguas del Santuario del Océano Austral.

La conducción de operaciones balleneras de escala comercial que Japón realiza bajo el artilugio de permisos especiales de caza científica constituye una grave violación a la moratoria global vigente sobre la caza comercial, especialmente considerando que se desarrolla en un área que debería mantenerse libre de matanzas de ballenas como es el Santuario de Ballenas del Océano Austral.
Las ONGs expresaron en la solicitud “muchas de las organizaciones firmantes llevamos adelante programas de investigación no letal de cetáceos a largo plazo que han permitido conocer aspectos fundamentales sobre la biología y dinámica poblacional de diversas especies de cetáceos y sobre todo han demostrado que es posible generar información de alto rigor científico sin la necesidad de matar ballenas. Esto da fundamentos aun más sólidos a nuestra solicitud para que se tomen las medidas diplomáticas necesarias para impedir que se continúen capturando ballenas bajo supuestos fines científicos”.
Desde la implementación de la moratoria sobre la caza comercial de ballenas, el Gobierno japonés ha capturado más de ocho mil ballenas en aguas del Santuario Ballenero del Océano Austral con supuestos fines científicos y bajo la segunda fase del Programa Japonés de Investigación de Ballenas en la Antártica (JARPA II) iniciado en 2006, la cuota anual de ballenas minke antártica alcanzó niveles similares a la cuota anual de caza comercial de esta especie antes de la implementación de la moratoria.
Si bien el Artículo VIII de la Convención Internacional para la Regulación de la Caza de la Ballena autoriza a sus Estados Partes a conceder permisos de cacería con fines de investigación científica, es conocido públicamente que Japón tras esta farsa intenta mantener viva la cacería comercial de ballenas a pesar de la moratoria vigente desde 1986.
Las ONGs destacaron también que la inquietud por las operaciones balleneras en el Océano Austral, va más allá de la muerte innecesaria de las ballenas ya que la operación de la antigua y desgastada flota ballenera nipona en aguas antárticas representa en si mismo una amenaza para la protección del delicado ecosistema antártico y la seguridad marítima, como lo demuestran la explosión e incendio ocurrido en 2007 y la pérdida de un tripulante en enero de 2009.
Finalmente las organizaciones efectuaron un llamado a los gobiernos latinoamericanos participantes del Grupo Buenos Aires(GBA) a avanzar en el cumplimiento de los compromisos adquiridos en rechazo de las actividades de caza comercial y de investigación científica letal, y liderar acciones diplomáticas en contra de la matanza indiscriminada de ballenas.
Esta acción está en línea con los esfuerzos de la campaña ciudadana Cero Caza de Ballenas, creada en 2010 para enfrentar los continuos esfuerzos de las naciones balleneras por eliminar la moratoria y reanudar la caza comercial de estos mamíferos marinos. La campaña que fue re-lanzada la semana pasada, busca sumar el apoyo de todos los ciudadanos mediante la recolección de firmas on line así como de más organizaciones que deseen adherirse para llegar fortalecidos a la próxima reunión anual de la CBI el próximo año.
Para mayor información de esta campaña visita  www.cerocazadeballenas.cl

Fuente: ICBCCC
 
 

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

AMBIENTALISTAS INGRESSAM NA JUSTIÇA CONTRA O TRÁFICO INTERNACIONAL DE BARBATANAS DE TUBARÃO

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25 de novembro de 2010 - o Instituto Justiça Ambiental – IJA, organização não-governamental sem fins lucrativos sediada em Porto Alegre, RS, ingressou com a quarta ação judicial contra a indústria ilegal de barbatanas de tubarão, na Justiça Federal de Belém do Pará.

O caso envolve a apreensão de 3,5 toneladas de barbatanas, o que representa o massacre ilegal de aproximadamente 40 mil tubarões. A região é considerada a mais rica em biodiversidade marinha na costa brasileira. O pedido indenizatório provisório é de R$ 192 milhões.  

“Em geral, quando se fala na Amazônia, as pessoas lembram apenas da floresta. Belém do Pará é um dos pontos mais importantes do finning na América Latina. Sabemos também que é comum no local a utilização de golfinhos como isca de tubarão, o que para nós é algo absolutamente inaceitável”, coloca Cristiano Pacheco, diretor do IJA.

É a quarta ação judicial que a institutição move contra o mercado negro de barbatanas de tubarão no Brasil. As duas primeiras foram ingressadas na Justiça Federal de Rio Grande, no RS, e as demais na Justiça Federal de Belém do Pará. Em junho deste ano, o IJA ajuizou ação em Belém requerendo uma indenização de 1,4 bilhão contra a empresa Sigel do Brasil Comércio, Importação e Exportação Ltda, que tem filial no Brasil e matriz no Panamá. A iniciativa teve repercussão internacional pelos principais jornais e noticiários.

“Quanto mais avançamos no processo judicial, mais informações colhemos. Levamos o problema para o Sr. Fábio Pitaluga, Chefe da Divisão do Mar do Ministério das Relações Exteriores em Brasília, pois entendemos de máxima gravidade para a imagem internacional do Brasil. Neste momento estamos também colhendo informações sobre a cadeia produtiva dos cações. Verificamos que as grandes redes de supermercados, inclusive as multinacionais, não informam a procedência das postas de cação congeladas vendidas nos estabelecimentos, assim como não informam a espécie vendida, se está inclusa ou não na lista de extinção da Instrução Normativa nº 05 do Ministério do Meio Ambiente. Esta omissão ofende o Código do Consumidor, já que a embalagem do produto precisa prestar informação clara ao consumidor sobre origem e qualidade, sem induzí-lo em erro. Enviamos ofícios para as empresas solicitando informações sobre os fornecedores dos cações e o aspecto legal envolvido. Apenas uma empresa respondeu informando que todo o cação comercializado é importado da Espanha”.

A ação judicial do IJA foi aplaudida pelos coordenadores da campanha internacional Divers for Sharks – mergulhadores pelos Tubarões, sedidada no Brasil e que esta semana realizou diversos protestos e atividades no Rio de Janeiro para chamar a atenção do público para o declínio global desses animais, que também prejudica diretamente a indústria do mergulho recreativo. “No Brasil, a omissão do Executivo na defesa dos tubarões e no controle da pesca industrial indiscriminada é um crime de lesa-pátria que só pode ser corrigido através do Judiciário e da mobilização da opinião pública. Está na hora de impedirmos que mais esse abuso da máfia dos maus empresários da pesca fique impune, disse José Truda Palazzo Jr., um dos coordenadores da campanha.


Para maiores informações contatar:


Cristiano Pacheco
Diretor Executivo
Instituto Justiça Ambiental
Rua Mostardeiro, 5, conj, 1010, Porto Alegre, RS, Brasil
CEP 90.430-001
51 3907-9010 / 9829-9010

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Hoy se Celebra Día Mundial Contra la Caza de Ballenas

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Diversos países celebran hoy el Día Mundial Contra la Caza de Ballenas que nace como resultado de la indignación internacional contra los constantes abusos de Japón a la moratoria sobre la caza comercial de ballenas.
05 de Noviembre de 2005 (CCC News) – A pesar que en Junio pasado las naciones balleneras sufrieron una histórica derrota tras fracasar la propuesta que pretendía eliminar la moratoria sobre la caza comercial de ballenas – que establece cuotas de caza igual a cero – Japón continúa matando ballenas bajo supuestos fines de “caza científica” en el Pacífico Norte y en aguas del Santuario de Ballenas del Océano Austral.
Ante el abuso constante de Japón a lo acordado por la comunidad internacional en materia de conservación de ballenas, diversas organizaciones y grupos de la sociedad civil celebrarán hoy el Dia Mundial Contra la Caza de Ballenas (Anti-Whaling Day), mediante manifestaciones pacíficas a favor de la vida de las ballenas, las cuales en muchos casos se realizarán frente a la embajada de Japón de cada país.
Como una forma de apoyar esta inciativa que busca levantar las voces de miles de ciudadanos a favor de la vida y conservación de los océanos, Centro de Conservación Cetaceate invita a hacer escuchar tu voz en contra de esta matanzas, enviando una carta al Embajador de Japón en Chile (copia y pega la siguiente carta tipo en tu correo y agrega tu nombre al final).
  
Y porque tu VOZ es la única VOZ de las ballenas no olvides unirte a la campaña 0cazaDballenas en Facebook y en Twitter.
 

Sr. Wataru Hayashi 
Embajador de Japón 
Embajada de Japón en Chile 
contactoembajadajapon@gmail.com 

Sr. Embajador Hayashi,
Me dirijo a usted con motivo de la caza de ballenas que realiza Japón en el Santuario de Ballenas del Océano Austral y Pacífico Norte.
Desde la implementación de la moratoria sobre la caza comercial de ballenas, el gobierno japonés ha capturado más de ocho mil ballenas a pesar que sus aguas fueron declaradas Santuario de Ballenas por la Comisión Ballenera Internacional (CBI) en 1994.
La persistente falta de voluntad del gobierno de Japón cumplir con la moratoria sobre la caza de ballenas ha generado un clima de polarización y desconfianza dentro del seno de la CBI. Las operaciones de caza llevadas a cabo en Japón desafían abiertamente las recomendaciones de la CBI y su Comité Científico, ya que se valen de vacíos legales, como lo es la denominada “caza científica”, para abiertamente continuar con actividades comerciales en torno a la caza de ballenas, incluso de especies que se encuentran En Peligro o escasamente conocidas, como la ballena de aleta y la ballena minke, respectivamente.
Las actividades de caza no sólo desprestigian la imagen internacional de Japón sino que además amenazanla creciente industria del Turismo de Avistaje de Cetáceos que actualmente desarrollan diversas comunidades costeras alrededor del mundo como una alternativa sustentable y efectiva que reconoce el valor económico del uso no letal de las poblaciones de cetáceos silvestres.
Por los motivos señalados solicitamos al Gobierno de Japón detener inmediatamente estas operaciones que atentancontra la efectiva conservación de estos mamíferos marinos y vulneran los acuerdos adoptados por la CBI.
Agradeciendo su amable atención y esperando una respuesta positiva de su parte, se despide cordialmente.
Agrega tu nombre aquí




quarta-feira, 27 de outubro de 2010

99% das baleias azuis já foram eliminadas

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Hoje existem apenas 300 baleias francas do atlântico norte e 99% das baleias azuis já foram eliminadas. Estes majestosos gigantes estão ameaçadas de extinção e seu caso está sendo usado como exemplo repetidamente. Mas na realidade, um terço de todas as formas de vida no planeta estão à beira da extinção.

O mundo natural está sendo esmagado pela atividade humana, poluição e exploração. Mas existe um plano para salvá-lo - um acordo mundial para criar, financiar e implementar áreas protegidas cobrindo 20% das nossas terras e mares até 2020. Agora mesmo, 193 governos estão reunidos no Japão para enfrentar esta crise.

Nós só temos 3 dias até o fim desta reunião crucial. Especialistas dizem que os políticos estão hesitantes em adotar um objetivo tão ambicioso, mas que um clamor público mundial poderá fazer a diferença, mostrando aos governantes que os olhos do mundo estão sobre eles. Clique para assinar a petição urgente e encaminhe este email amplamente - a mensagem será entregue diretamente para a reunião no Japão:

http://www.avaaz.org/po/o_fim_das_baleias/?vl

Ironicamente 2010 é o Ano Internacional da Biodiversidade. Os nossos governos já deveriam estar caminhando para "uma redução significativa da taxa atual da perda da biodiversidade". Eles falharam repetidamente, cedendo para a indústria e trocando assim a proteção das espécies por lucros limitados. Nossos animais, plantas, oceanos, florestas, solos e rios estão sufocando sob fardos imensos de super-exploração e outras pressões.

Os seres humanos são a principal causa desta destruição. Mas podemos reverter a situação - já salvamos espécies da extinção antes. As causas do declínio da biodiversidade são vastas e salvá-la vai exigir uma guinada das promessas vagas, sem clareza de quem financia a proteção, para um plano ousado, com fiscalização rigorosa e financiamento sério. O plano de 20/20 é justamente isto: os governos serão forçados a executar programas rigorosos para garantir que 20% das nossas terras sejam protegidas até 2020, e para isso aumentar drasticamente o financiamento.

Tem que ser agora. Em todo o mundo o quadro está cada vez mais sombrio - há apenas 3.200 tigres na natureza, os peixes dos oceanos estão se esgotando e nós estamos perdendo fontes de alimentos ricos para a monocultura. A natureza é resistente, mas temos que prover espaços seguros para ela se recuperar. É por isso que esta reunião é fundamental - é um momento decisivo para acelerar ações baseadas em compromissos claros para proteger nossos recursos naturais.

Se os nossos governos sentirem a pressão esmagadora do público para serem corajosos nós podemos convencê-los a aderirem ao plano de 20/20 nesta reunião. Mas para isto vamos precisar que cada um de nós que está recebendo esta mensagem, faça-a ecoar até chegar na convenção no Japão. Assine esta petição urgente abaixo e depois encaminhe-a amplamente:

http://www.avaaz.org/po/o_fim_das_baleias/?vl

Este ano os membros da Avaaz tiveram um papel fundamental na proteção dos elefantes, defendendo a proibição da caça às baleias, e garantindo a maior Reserva Marinha do mundo nas Ilhas Chagos. Nossa comunidade tem mostrado que podemos definir objectivos ambiciosos - e vencer. Esta campanha é a próxima etapa na batalha essencial para criar o mundo que a maioria de nós em todos os lugares querem - onde os recursos naturais e das espécies são valorizados e o nosso planeta está protegido para as futuras gerações.

http://www.avaaz.org/po/o_fim_das_baleias/?vl

Com esperança,

Alice, Iain, Emma, Ricken, Paula, Benjamin, Mia, David, Graziela, Ben, eo resto da equipe da Avaaz

Leia mais:

Estudo revela risco de extinção enfrentado por diversas espécies animais
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/10/estudo-revela-risco-de-extincao-enfrentado-por-diversas-especies-animais.html

Sob risco de colapso
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101027/not_imp630350,0.php

Planeta precisa dobrar área continental protegida para conservar a biodiversidade
http://colunas.epoca.globo.com/planeta/2010/10/25/criar-mais-areas-protegidas-e-o-caminho-para-conservar-a-biodiversidade/

Brasil rejeita acordo parcial sobre biodiversidade
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,brasil-rejeita-acordo-parcial-sobre-biodiversidade,630071,0.htm