Me mandaram um e-mail (quanto M), perguntando se estavamos com medo de continuar postando as falcatruas e picaretagens de juizes.
Resposta.
Não foi medo, tanto que o Montado num Porco continua tuitando - https://twitter.com/#!/MontadoNumPorco - direto sobre a máfia togada, mas se continuassemos escrevendo tanto sobre esses picaretas, teríamos que contratar uma equipe enorme de blogueiros e viraríamos um blog policial.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
sábado, 26 de junho de 2010
Cuidado, judiciário em ação
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O juiz Marcos Martins de Siqueira, da 3ª Vara Cível de Várzea Grande, homologou, em janeiro desse ano, o acordo em que o empresário Olympio José Alves aceitou pagar uma dívida de R$ 8 milhões à empresa Rio Pardo Agro Florestal.
O acordo foi com a presença do próprio Olympio José Alves, que compareceu a audiência.
Imagino que a audiência tenha sido feita num centro espírita ou o juiz Marcos Martins de Siqueira é medium, pois Olympio José Alves faleceu em 2005.
Parece que agora o juiz com poderes para-normais vai ter que explicar à Corregedoria de Justiça de Mato Grosso por que autorizou uma pessoa morta a pagar uma dívida.
Comentário Politicamente (In)Correto
Em Curitiba, o presídio provisório vai ser demolido para que seja construída uma área para concentrar todo o judiciário paranaense.
Eu acho desperdício de dinheiro, acho que algumas varas poderiam ser transferidas diretamente para as celas.
Sacanagem, vai desvalorizar a região e parece que a criminalidade vai aumentar.
O DENATRAN vai criar mais uma placa para sinalizar que perto tem uma vara da justiça, vai ser: Cuidado, Judiciário!
O juiz Marcos Martins de Siqueira, da 3ª Vara Cível de Várzea Grande, homologou, em janeiro desse ano, o acordo em que o empresário Olympio José Alves aceitou pagar uma dívida de R$ 8 milhões à empresa Rio Pardo Agro Florestal.
O acordo foi com a presença do próprio Olympio José Alves, que compareceu a audiência.
Imagino que a audiência tenha sido feita num centro espírita ou o juiz Marcos Martins de Siqueira é medium, pois Olympio José Alves faleceu em 2005.
Parece que agora o juiz com poderes para-normais vai ter que explicar à Corregedoria de Justiça de Mato Grosso por que autorizou uma pessoa morta a pagar uma dívida.
Comentário Politicamente (In)Correto
Em Curitiba, o presídio provisório vai ser demolido para que seja construída uma área para concentrar todo o judiciário paranaense.
Eu acho desperdício de dinheiro, acho que algumas varas poderiam ser transferidas diretamente para as celas.
Sacanagem, vai desvalorizar a região e parece que a criminalidade vai aumentar.
O DENATRAN vai criar mais uma placa para sinalizar que perto tem uma vara da justiça, vai ser: Cuidado, Judiciário!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Justiça lenta, as vezes injusta e muito pouco confiável
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Li estarrecido essa notícia na Folha de São Paulo de hoje:
No TJ-MT, um magistrado é afastado a cada oito dias
Rodrigo Vargas, de Cuiabá
Quinze magistrados, sendo seis desembargadores, foram aposentados compulsoriamente ou afastados de cargos por suspeita de irregularidades e corrupção no Judiciário de Mato Grosso nos últimos quatro meses. Uma média de um a cada oito dias.
Investigações feitas pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) apontam casos de nepotismo, desvio de verbas, irregularidades em obras, pagamentos de créditos indevidos a magistrados e venda de sentenças.
Na semana passada, o STJ decidiu por 13 votos a 1 afastar quatro magistrados, entre eles, o presidente do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), Evandro Stábile. São suspeitos de negociar decisões judiciais por meio de lobistas.
Em fevereiro, o CNJ determinou a aposentadoria compulsória --pena máxima, que prevê manutenção de rendimentos proporcionais- de dez magistrados.
Todos foram punidos por envolvimento em suposto esquema de desvio de R$ 1,5 milhão dos cofres do tribunal para entidade maçônica.
Entre os aposentados, estavam os desembargadores Mariano Alonso Ribeiro Travassos, então presidente do TJ, José Ferreira Leite (ex-presidente) e José Tadeu Cury. Eles negam envolvimento.
Outra investigação do CNJ resultou na aposentadoria do desembargador José Jurandir de Lima. Foi considerada procedente a acusação de que ele manteve, entre 2001 e 2006, dois filhos como funcionários fantasmas de seu gabinete. Ele alega incompetência do CNJ e pena desproporcional.
O TJ também encontrou dificuldades para cobrir as vagas abertas: o mais recente indicado para desembargador, o juiz Fernando Miranda, teve a posse suspensa pelo CNJ por conta de nove condenações administrativas.
Considerando aposentadorias compulsórias e voluntárias e afastamentos cautelares, há dez vagas de desembargador no tribunal.
Escolhido para um mandato-tampão após a queda do presidente Mariano Travassos, o desembargador José Silvério Gomes ainda enfrenta uma greve de servidores há mais de um mês.
Em nota, o presidente disse que os afastamentos "não retratam uma situação de normalidade, mas não significam inviabilização dos serviços jurisdicionais".
Cláudio Stábile, presidente da OAB-MT, vê a crise como a hora de "corrigir falhas históricas". "É preciso retirar as pessoas que não têm o perfil e os requisitos para exercer a magistratura. O Judiciário sairá fortalecido", afirmou.
Comentários Politicamente (In)Corretos
Garanto que muitos pensariam mil vezes antes de nos roubar (de todas as formas)
PS. Falando em maçonaria, uma amigo, já falecido, funcionário público em cargo gerencial de uma autarquia e maçom, uma vez me falou:
Cada vez que um maçom, que eu não conheço, entra aqui e se identifica pelo cumprimento, eu sei que veio para pedir alguma uma coisa, 90 % das vezes ilegal.
Li estarrecido essa notícia na Folha de São Paulo de hoje:
No TJ-MT, um magistrado é afastado a cada oito dias
Rodrigo Vargas, de Cuiabá
Quinze magistrados, sendo seis desembargadores, foram aposentados compulsoriamente ou afastados de cargos por suspeita de irregularidades e corrupção no Judiciário de Mato Grosso nos últimos quatro meses. Uma média de um a cada oito dias.
Investigações feitas pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) apontam casos de nepotismo, desvio de verbas, irregularidades em obras, pagamentos de créditos indevidos a magistrados e venda de sentenças.
Na semana passada, o STJ decidiu por 13 votos a 1 afastar quatro magistrados, entre eles, o presidente do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), Evandro Stábile. São suspeitos de negociar decisões judiciais por meio de lobistas.
Em fevereiro, o CNJ determinou a aposentadoria compulsória --pena máxima, que prevê manutenção de rendimentos proporcionais- de dez magistrados.
Todos foram punidos por envolvimento em suposto esquema de desvio de R$ 1,5 milhão dos cofres do tribunal para entidade maçônica.
Entre os aposentados, estavam os desembargadores Mariano Alonso Ribeiro Travassos, então presidente do TJ, José Ferreira Leite (ex-presidente) e José Tadeu Cury. Eles negam envolvimento.
Outra investigação do CNJ resultou na aposentadoria do desembargador José Jurandir de Lima. Foi considerada procedente a acusação de que ele manteve, entre 2001 e 2006, dois filhos como funcionários fantasmas de seu gabinete. Ele alega incompetência do CNJ e pena desproporcional.
O TJ também encontrou dificuldades para cobrir as vagas abertas: o mais recente indicado para desembargador, o juiz Fernando Miranda, teve a posse suspensa pelo CNJ por conta de nove condenações administrativas.
Considerando aposentadorias compulsórias e voluntárias e afastamentos cautelares, há dez vagas de desembargador no tribunal.
Escolhido para um mandato-tampão após a queda do presidente Mariano Travassos, o desembargador José Silvério Gomes ainda enfrenta uma greve de servidores há mais de um mês.
Em nota, o presidente disse que os afastamentos "não retratam uma situação de normalidade, mas não significam inviabilização dos serviços jurisdicionais".
Cláudio Stábile, presidente da OAB-MT, vê a crise como a hora de "corrigir falhas históricas". "É preciso retirar as pessoas que não têm o perfil e os requisitos para exercer a magistratura. O Judiciário sairá fortalecido", afirmou.
Comentários Politicamente (In)Corretos
- Se retirasse esse privilégio imoral, que é a aposentadoria de juízes criminosos;
- Se respeitassem ao pé da letra o "todos são iguais perante a lei" e colocassem juízes criminosos na cadeia, com os outros criminosos.
Garanto que muitos pensariam mil vezes antes de nos roubar (de todas as formas)
PS. Falando em maçonaria, uma amigo, já falecido, funcionário público em cargo gerencial de uma autarquia e maçom, uma vez me falou:
Cada vez que um maçom, que eu não conheço, entra aqui e se identifica pelo cumprimento, eu sei que veio para pedir alguma uma coisa, 90 % das vezes ilegal.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Guerra de mendigos
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Saiu na coluna do Claudio Humberto:
Justiça lenta
A Associação dos Magistrados Brasileiros decidiu lançar uma ofensiva contra o arsenal usado por advogados para retardar o fim das ações, inclusive com aplicação de multas. O presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, é contra: “a AMB deveria propor é a criação de uma multa ou punição para aquele juiz que, por preguiça ou qualquer outro motivo injustificável, leva meses, até anos, para proferir uma sentença”.
Comentário Politicamente (In)Correto
Sabe aquela expressão: "O roto brigando com o rasgado", não cai como uma luva?
Justiça lenta
A Associação dos Magistrados Brasileiros decidiu lançar uma ofensiva contra o arsenal usado por advogados para retardar o fim das ações, inclusive com aplicação de multas. O presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, é contra: “a AMB deveria propor é a criação de uma multa ou punição para aquele juiz que, por preguiça ou qualquer outro motivo injustificável, leva meses, até anos, para proferir uma sentença”.
Comentário Politicamente (In)Correto
Sabe aquela expressão: "O roto brigando com o rasgado", não cai como uma luva?
quarta-feira, 17 de março de 2010
juizes, baixa produtividade
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Um magistrado, em geral, trabalha cerca de 20% a menos que um servidor público do Estado e cerca de 30% a menos que um trabalhador de carteira assinada.
Joaquim Falcão, professor de Direito Constitucional e ex-membro do Conselho Nacional de Justiça
Joaquim Falcão, professor de Direito Constitucional e ex-membro do Conselho Nacional de Justiça
quarta-feira, 20 de maio de 2009
A justiça é cega e o STF é.............
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PS linha. Pelo fim da da estabilidade e, principalmente, da vitaliciedade dos cargos públicos, chega de funcionario público "imexível".
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O ministro marco aurélio de mello, do STF negou pedido de habeas corpus feito pela defesa de uma mulher condenada a dois anos de prisão pelo furto de caixas de goma de mascar avaliadas em R$ 98,80, em Sete Lagoas (MG), e que responde por outros crimes semelhantes, inclusive com condenação penal. O ministro alega que apesar do pequeno valor furtado, não se trata de "furto famélico". Enquanto isso, o juiz nicolau, que roubou milhões dos cofres públicos está em prisão domiciliar, juizes e promotores que cometeram assassinatos repondem processo em liberdade ou tem prisão especial, com direito a internet, ar condicionado e tv a cabo, políticos que respondem a crimes que custaram muito mais a nação e usam trabalho escravo, respondem processos em liberdade, assassinos condenados, que tem dinheiro, nunca passaram um dia na penitenciária e podem recorrer, "ad eternum" em liberdade.
Não sei os detalhes e nem são relevantes, mas com o histórico de habeas corpus e prisões domiciliares, para crimes bem maiores, que o STF forneçe, basta pedir ao juiz certo, fica a dúvida, por que só quem tem dinheiro, é político ou membro do judiciário consegue essa proteção dos direitos individuais, que para esses grupos é defendido a ferro e fogo pelos membros do STF??? A defesa é tanta que se confunde com um monte de regalias.
As regalias para os membros do judiciário e explicada pelo velho e cretino corporativismo, que fala mais alto que os crimes e as leis, para os políticos, bem..... eles indicam os futuros ocupantes de tribunais superiores, de vez em quando a conta é cobrada e tem que ser paga, mas para quem apenas tem muito dinheiro, bom....... para esses, fica a impressão do quanto custa e quem recebe.
PS. Como dizia a minha tia, lobo nao come e num pais subdesenvolvido, politica, economica e culturalmente, só existe cadeia para os 3 Ps, é a boa e velha (in)justiça de merda, num paizinho controlado por um bando de cretinos, em todos os poderes.
Não sei os detalhes e nem são relevantes, mas com o histórico de habeas corpus e prisões domiciliares, para crimes bem maiores, que o STF forneçe, basta pedir ao juiz certo, fica a dúvida, por que só quem tem dinheiro, é político ou membro do judiciário consegue essa proteção dos direitos individuais, que para esses grupos é defendido a ferro e fogo pelos membros do STF??? A defesa é tanta que se confunde com um monte de regalias.
As regalias para os membros do judiciário e explicada pelo velho e cretino corporativismo, que fala mais alto que os crimes e as leis, para os políticos, bem..... eles indicam os futuros ocupantes de tribunais superiores, de vez em quando a conta é cobrada e tem que ser paga, mas para quem apenas tem muito dinheiro, bom....... para esses, fica a impressão do quanto custa e quem recebe.
PS. Como dizia a minha tia, lobo nao come e num pais subdesenvolvido, politica, economica e culturalmente, só existe cadeia para os 3 Ps, é a boa e velha (in)justiça de merda, num paizinho controlado por um bando de cretinos, em todos os poderes.
PS linha. Pelo fim da da estabilidade e, principalmente, da vitaliciedade dos cargos públicos, chega de funcionario público "imexível".
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