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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Ficha suja, Maluf é o 3º mais votado em SP

Manchete de jornal

Ficha suja Maluf é o 3º mais votado em SP.

Comentários Politicamente (In)Corretos

Deduz-se que:

  • Uma parte significativa dos paulistas não sabe votar;
  • Uma parte significativa dos paulistas tem memória curta;
  • Uma parte significativa dos paulistas so usam jornais para limpar a bunda;
  • Uma parte significativa dos paulistas acham que urna é privada.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

maluf tem mais uma pena prescrita

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O Código Penal reduz à metade o prazo prescricional no caso de réus com mais de 70 anos.

No último dia 25 de agosto, Barbosa decidiu: como a denúncia foi recebida em 2002, o crime de responsabilidade prescreveu em 2006; o crime de falsidade ideológica prescreveu em 2008.

O criminoso, paulo maluf, que tem 79 anos e tem se safado de todas, por prescrição de pena.

Barbosa, juiz que alega problemas de saúde, tem a menor produtividade na suprema corte da E$bórnia.


Comentários Politicamente (In)Corretos

Graças também a isso, esse paisinho chamado brazil continua a mesma merda.

PS. A acusação foi feita em 2002.

PS linha. Maluf deu um rombo de 2,2 bilhões a cidade de São Paulo

quinta-feira, 25 de março de 2010

Maluf para presidente

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Por GUILHERME FIÚZA

A Interpol deu a Paulo Maluf o título que lhe faltava: “Procurado” – com direito a cartaz nos moldes dos filmes de faroeste. Em 181 países o ex-governador pode ser preso por remessa ilegal de dinheiro roubado.

Maluf é o primeiro procurado da história que todo mundo sabe onde está. Enquanto a polícia internacional o caça, o Brasil guarda-o com carinho. E com mandato parlamentar, endereço fixo na Câmara dos Deputados, CPF em dia e nome limpo no SPC.

Paulo Maluf é coisa nossa. Ao contrário de seu xará Paulo Vannuchi, que acorda a cada dia com uma idéia nova sobre como proteger o PT da imprensa, Maluf está tranqüilo. As manchetes para ele não têm a menor importância.

É um político maduro, calejado, que já superou a doença infantil dos dossiês e da conspiração contra a mídia. A esquerda sindical tem muito a aprender com ele.

Enquanto Dillma Rousseff fica gritando que os jornais querem ressuscitar o mensalão de 2005, Maluf não faz marola. Solta suas notas oficiais negando tudo, e toca o barco. Se encontram dinheiro sujo em nome dele num paraíso fiscal, diz simplesmente que não é dele. Melhor que tentar censurar a imprensa é ser imune a ela.

Se um repórter perguntar a Paulo Maluf o que a foto dele está fazendo num cartaz da Interpol sob a palavra “wanted”, é capaz de ele responder que é um homem “querido”.

Essa tecnologia ninguém tem. Quando Lulla for embora do poder e o Brasil voltar a ter um presidente mortal, sujeito às contradições da vida, vai ser um solavanco atrás do outro. A não ser que o país eleja mais um andróide.

Maluf não é ex-operário, não veio do Nordeste para São Paulo num pau-de-arara, não tem mãe que nasceu analfabeta. Mas também é um símbolo nacional, um emblema do brasileiro que não desiste nunca, um homem que, como nenhum outro, fez a verdade recolher-se à sua insignificância. Um filho do Brasil que o pariu.

Esse cartaz da Interpol ainda vai virar panfleto de candidato à presidência.

terça-feira, 23 de março de 2010

maluf diz que vai processar promotoria de New York, hahahaha

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O dePUTAdo federal paulo maluf (PP-SP) disse hoje que vai entrar com um processo contra a Promotoria Distrital de Nova York, nos Estados Unidos, que incluiu seu nome na difusão vermelha da Polícia Internacional (Interpol).

Em nota divulgada nesta manhã, maluf informa ter contratado os advogados norte-americanos Bryan Skarlatos e Sharon McCarthy, do escritório Kostelanetz & Fink, LLP, para este fim.

Comentário Politicamente (In)Correto

Quero ver ele ter cohones para ir a uma audiência, hehehehe

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

serra é ambicioso, corrupto e prepotente

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Serra tem uma ambição sem limites, uma sede de poder sem nenhum freio e pelo poder é capaz de tudo. Usa o poder de forma cruel, corrupta e prepotente.

Sabem quem falou? Infelizmente não fui eu! Foi o então procurador Flavio Flores da Cunha Bierrenbach, em 1988. O ex-procurador é hoje ministro do Superior Tribunal Militar.

Para os meus leitores, em especial do meio do mato, vou me dar ao direito de "blogar" a coluna de Wálter Fanganiello Maierovitch, colunista da Revista Carta Capital.

Justiça cega e efeito Serra

Wálter Fanganiello Maierovitch - Carta Capital, 18/08/2009 16:25:21

Recebi um telefonema do jornalista Paulo Henrique Amorim, cujo site, Conversa Afiada, está na relação dos meus favoritos. Diante dos escândalos no Senado e com os temas da ética e transparência em destaque na mídia, Paulo Henrique queria saber sobre uma decisão minha do início dos anos 90, quando juiz titular da segunda zona eleitoral de São Paulo. Para tanto, ingressei em um túnel do tempo com algumas cinzas decorrentes do efeito estufa, as quais os italianos chamam de indesejável efeito serra, ou effetto serra.

Com efeito, no ano de 1988, quando João Leiva, Paulo Maluf e José Serra disputavam a prefeitura de São Paulo, o procurador Flavio Flores da Cunha Bierrenbach resolveu dar um alerta aos eleitores paulistanos, no horário reservado aos partidos políticos. Bierrenbach é hoje ministro do Superior Tribunal Militar.

Na tevê, Bierrenbach disse o seguinte: “No dia 15 de novembro, João Leiva vai derrotar dois Malufes. Um não engana mais ninguém, todo mundo conhece e é assumido. É a síntese do regime de exceção. Alguém já disse que Paulo Maluf foi uma flor que nasceu no lodo da ditadura. O outro, entretanto, poucos conhecem. Engana muita gente. Chama-se José Serra. Entrou pobre na Secretaria do Planejamento do governo Montoro, saiu rico. Fez uma campanha para deputado federal miliardária. Prejudicou a muitos dos seus companheiros. Esses homens têm algo em comum. Uma ambição sem limites. Uma sede de poder sem nenhum freio. E pelo poder eles são capazes de tudo. Usam o poder de forma cruel, corrupta e prepotente”.

Ao então candidato Serra concedeu-se o direito de resposta. Ainda inconformado e amargando o resultado eleitoral desfavorável, o referido Serra, então deputado federal, insistiu, junto ao juízo da segunda zona eleitoral, em enviar peças para o representante do Ministério Público eleitoral (MP). Serra afirmava ter sido ofendido em sua honra por Bierrenbach, ou seja, definindo-se expressamente como caluniado, difamado e injuriado. O MP, com base no Código Eleitoral e tendo em vista que os delitos contra a honra no âmbito eleitoral são de ação pública, denunciou Bierrenbach por crimes de calúnia, injúria e difamação, duas- vezes cada um deles. Depois da ação penal instaurada, o deputado Serra requereu, por meio do advogado Mário Covas Neto, a sua habilitação como assistente de acusação, frisando sua condição de vítima de calúnias, difamações e injúrias.

Bierrenbach, na sua defesa, apresentou uma exceção da verdade. Ou seja, queria provar que havia dito a pura verdade sobre Serra. A exceção foi recebida judicialmente e as provas, deferidas. Como o processo penal é orientado pela busca da verdade real, e deveria, depois de instruído, ser remetido ao Supremo Tribunal Federal para julgamento por força do foro privilegiado do então deputado Serra, várias diligências foram determinadas judicialmente: ofício a bancos para futuro cotejo sobre evolução patrimonial, etc.

O deputado federal Serra, imediatamente depois da exceção da verdade apresentada por Bierrenbach, pretendeu modificar as acusações, feitas por ele e endossadas pelo Ministério Público. Passou, então, a entender que havia sido apenas injuriado. Jamais, caluniado ou difamado. E, frisou, uma vez afastadas judicialmente as imputações sobre os crimes de calúnia e difamação, que a exceção da verdade deveria ser rejeitada liminarmente. Qual a razão? É que a lei eleitoral só admitia exceção da verdade em casos de calúnia e difamação. Nunca na hipótese de crimes de injúrias, menos grave por ser genérica.

Com a decisão anterior sobre calúnias e injúrias mantida (as difamações foram afastadas), Serra postulou, então, a remessa dos autos ao STF, sem sucesso, pois a jurisprudência não o favorecia.

Na sequência, impetrou um mandado de segurança para se ver livre de decisões judiciais consideradas abusivas e ilegais. O mandado de segurança foi elaborado pelo advogado Márcio Thomaz Bastos, em substituição a Mário Covas Neto. Uma liminar do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) paralisou o processo e determinou, a pedido do deputado Serra, os recolhimentos dos ofícios judiciais, para não haver quebra do segredo bancário e fiscal do deputado Serra.

Depois de muitos anos na posse dos autos do mandado de segurança, o relator Francisco Prado, guindado ao TRE pela classe dos juristas-advogados e mercê de sua larga experiência de vida como ex-prefeito e prefeito de Santos (quando deixou o TRE foi secretário de Covas e Alckmin), lançou decisão, no ano de 1997. O TRE entendeu que o exame do mandado de segurança estava prejudicado, pois os crimes estavam todos prescritos. Arquivou-se o processo iniciado em 1990, por não ter sido julgado no tempo devido.

Pano rápido. Como dizia Mario Quintana, “a Justiça é cega. Isso explica muita coisa”.

Comentário politicamente (in)correto

Entre a dilma, o serra, a marina e os outros que estão se apresentando, prefiro a forca, pelo menos sei como vai terminar e é bem mais humanitária!
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