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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

99% das baleias azuis já foram eliminadas

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Hoje existem apenas 300 baleias francas do atlântico norte e 99% das baleias azuis já foram eliminadas. Estes majestosos gigantes estão ameaçadas de extinção e seu caso está sendo usado como exemplo repetidamente. Mas na realidade, um terço de todas as formas de vida no planeta estão à beira da extinção.

O mundo natural está sendo esmagado pela atividade humana, poluição e exploração. Mas existe um plano para salvá-lo - um acordo mundial para criar, financiar e implementar áreas protegidas cobrindo 20% das nossas terras e mares até 2020. Agora mesmo, 193 governos estão reunidos no Japão para enfrentar esta crise.

Nós só temos 3 dias até o fim desta reunião crucial. Especialistas dizem que os políticos estão hesitantes em adotar um objetivo tão ambicioso, mas que um clamor público mundial poderá fazer a diferença, mostrando aos governantes que os olhos do mundo estão sobre eles. Clique para assinar a petição urgente e encaminhe este email amplamente - a mensagem será entregue diretamente para a reunião no Japão:

http://www.avaaz.org/po/o_fim_das_baleias/?vl

Ironicamente 2010 é o Ano Internacional da Biodiversidade. Os nossos governos já deveriam estar caminhando para "uma redução significativa da taxa atual da perda da biodiversidade". Eles falharam repetidamente, cedendo para a indústria e trocando assim a proteção das espécies por lucros limitados. Nossos animais, plantas, oceanos, florestas, solos e rios estão sufocando sob fardos imensos de super-exploração e outras pressões.

Os seres humanos são a principal causa desta destruição. Mas podemos reverter a situação - já salvamos espécies da extinção antes. As causas do declínio da biodiversidade são vastas e salvá-la vai exigir uma guinada das promessas vagas, sem clareza de quem financia a proteção, para um plano ousado, com fiscalização rigorosa e financiamento sério. O plano de 20/20 é justamente isto: os governos serão forçados a executar programas rigorosos para garantir que 20% das nossas terras sejam protegidas até 2020, e para isso aumentar drasticamente o financiamento.

Tem que ser agora. Em todo o mundo o quadro está cada vez mais sombrio - há apenas 3.200 tigres na natureza, os peixes dos oceanos estão se esgotando e nós estamos perdendo fontes de alimentos ricos para a monocultura. A natureza é resistente, mas temos que prover espaços seguros para ela se recuperar. É por isso que esta reunião é fundamental - é um momento decisivo para acelerar ações baseadas em compromissos claros para proteger nossos recursos naturais.

Se os nossos governos sentirem a pressão esmagadora do público para serem corajosos nós podemos convencê-los a aderirem ao plano de 20/20 nesta reunião. Mas para isto vamos precisar que cada um de nós que está recebendo esta mensagem, faça-a ecoar até chegar na convenção no Japão. Assine esta petição urgente abaixo e depois encaminhe-a amplamente:

http://www.avaaz.org/po/o_fim_das_baleias/?vl

Este ano os membros da Avaaz tiveram um papel fundamental na proteção dos elefantes, defendendo a proibição da caça às baleias, e garantindo a maior Reserva Marinha do mundo nas Ilhas Chagos. Nossa comunidade tem mostrado que podemos definir objectivos ambiciosos - e vencer. Esta campanha é a próxima etapa na batalha essencial para criar o mundo que a maioria de nós em todos os lugares querem - onde os recursos naturais e das espécies são valorizados e o nosso planeta está protegido para as futuras gerações.

http://www.avaaz.org/po/o_fim_das_baleias/?vl

Com esperança,

Alice, Iain, Emma, Ricken, Paula, Benjamin, Mia, David, Graziela, Ben, eo resto da equipe da Avaaz

Leia mais:

Estudo revela risco de extinção enfrentado por diversas espécies animais
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/10/estudo-revela-risco-de-extincao-enfrentado-por-diversas-especies-animais.html

Sob risco de colapso
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101027/not_imp630350,0.php

Planeta precisa dobrar área continental protegida para conservar a biodiversidade
http://colunas.epoca.globo.com/planeta/2010/10/25/criar-mais-areas-protegidas-e-o-caminho-para-conservar-a-biodiversidade/

Brasil rejeita acordo parcial sobre biodiversidade
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,brasil-rejeita-acordo-parcial-sobre-biodiversidade,630071,0.htm

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Islas Faroe Recrudece Matanza Anual de Delfines

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La Sociedad para la Conservación de Ballenas y Delfines denunció que durante el último mes, más de 600 delfines han muerto en diversas matanzas realizadas en varios sectores costeros de las Islas Faroe. Estas se producen sin ningún tipo de regulación internacional y a pesar de las evidencias sobre los altos niveles de toxinas presentes en la carne y grasa de estos mamíferos marinos.

25 de Julio de 2010 – Más de 600 delfines de distintas especies han sido liquidadas durante el último mes en cuatro localidades de las Islas Faroe, denunció la Sociedad para la Conservación de Ballenas y Delfines (WDCS en inglés).



De acuerdo a la información entregada por WDCS, la última matanza fue realizada el pasado viernes en Sandageroi y contempló la eliminación de 108 delfines. El 19 de julio 250 de estos cetáceos sufrieron igual suerte en Klaksvik, el 09 de mismo mes 193 delfines murieron en Húsavík y el 24 de junio 50 fueron asesinados en Vestmanna.

La escalada ballenera se produce tras dos años de disminuciones en el numero de animales cazados. En 2008, no se registraron capturas 25/07/10 Islas Faroe Recrudece Matanza Anual de Delfinesluego que los médicos jefes de las Islas Faroe concluyeran que la carne de los delfines capturados no es apta para el consumo humano debido a los altos niveles de toxinas presentes en el tejido muscular, los órganos y la grasa. Sin embargo, en 2009 cerca de quinientos delfines murieron en este tipo de matanzas.

Las Islas Faroe es una región autónoma del Reino de Dinamarca, ubicada en el Atlántico Norte (entre Escocia e Islandia), donde se practica la matanza anual dedelfines calderón, también conocidos como “ballenas piloto”, con fines de consumo humano. Aunque esta es la especie que genera mayor atención a nivel internacional, las matanzas anuales incluyen otras especies de pequeños cetáceos.


Las cacerías anuales como las que se llevan a cabo anualmente en las Islas Faroe o Japón, se realizan sin ningún tipo de control de la comunidad internacional, ya que la Comisión Ballenera Internacional (CBI), el foro multilateral encargado de la conservación y manejo de los cetáceos sólo aborda el manejo de especies de ballenas y otras de grandes cetáceos como el cachalote o la orca.

La mayoría de los países miembro de la CBI consideran que la Comisión tiene competencia sobre los pequeños cetáceos y actualmente proponen modernizar sus estatutos con el fin de consolidarla como el organismo internacional encargado de la conservación de todas las especies de cetáceos, incluido el delfín calderón.

Fuente: WDCS, CCC

www.ccc-chile.org

www.cerocazadeballenas.cl