terça-feira, 25 de outubro de 2011
Latinoamérica Unida en Defensa de la Antártica y Ballenas Frente a la Caza “Científica” de Japón
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
A Natureza não aguenta mais “neutralidade”
Faço essa introdução irada sobre um tema desconexo porque, se tivéssemos todos estudado a interessantíssima História da Índia nos bancos escolares, se evitaria muita idiotice que tenho lido e escutado nos últimos dias sobre a lamentável decisão de Marina Silva e dos caciques do Partido Verde de posar de “neutros” nessa fase crucial das eleições, advogando uma “independência” tão falsa como a afirmação reiterada de Marina de que o PT estaria “mais próximo” dos ideais do PV do que a coligação de José Serra.
A Índia, país pobre porém culturalmente riquíssimo, sofreu um golpe irreparável quando a luta pela independência do Reino Unido infamou as paixões do fanatismo religioso, causando, enfim, massacres horrendos que até hoje perduram entre compatriotas antes irmanados, e a divisão do país em dois (depois três, com a secessão de Bangladesh) com a criação do Paquistão. Ninguém que tenha se debruçado sobre o tema pode esquecer as horrendas cenas e descrições das migrações forçadas de hindus para um lado e muçulmanos para outros, colunas de centenas de milhares que a algum xingamento mais forte se atracavam a facadas e pauladas.
Os massacres e o esquartejamento da Índia têm um grande culpado: Mohandas Karamchand Gandhi, mais conhecido como o Mahatma, hoje ídolo da Paz e modelo de comportamento político para os que crêem em estereótipos como forma de entender a humanidade. O seu bom-mocismo exacerbado, que fez dele pouco mais do que espectador dessa imensa tragédia, contribuiu para que o modelo de separação física das religiões levasse ao ódio que levou à divisão do país. Evidentemente, o papel de Gandhi na independência da Índia não é desprezado em função disso, mas muita gente prefere se fazer de surda quando se fala nos riscos reais de se adotar uma postura monástica demais num mundo de pecadores inveterados.
Marina Silva fez-se de Gandhi neste último final de semana ao adotar, e arrastar o Partido Verde para, uma postura de “independência” (leia-se neutralidade, em cima do muro, omissão, qualquer que seja a explicação convoluta que se dê a posteriori) para o segundo turno das eleições presidenciais. Líder capaz de mudar os rumos da História agora, preferiu preservar-se para voltar a concorrer em 2014, condenando, se Dilma Plástica se eleger, a Natureza brasileira a mais quatro anos de devastação desenfreada e à destruição final de qualquer semblante de gestão ambiental federal.
Se analisarmos esses últimos oito anos de des-governo federal, em que Dilma governou nas sombras em nome do Etílico Iletrado de Garanhuns, veremos que quem representou melhor os interesses mais retrógrados e criminosos das máfias empresariais anti-Natureza foi, de fato, a corporação petista atracada no Estado.
O que resta aos ambientalistas preocupados efetivamente com o que vai acontecer com nossa biodiversidade enquanto Marina não vem? Para mim, fazer campanha diuturna para que Dilma, A Plástica, não se eleja. Cansei de ouvir nessas últimas horas a bobajada dos bem-intencionados dizendo que a campanha de Serra representa o latifúndio que é contra o Código Florestal, as empreiteiras e etc... pois bem, se analisarmos esses últimos oito anos de des-governo federal, em que Dilma governou nas sombras em nome do Etílico Iletrado de Garanhuns, veremos que quem representou melhor os interesses mais retrógrados e criminosos das máfias empresariais anti-Natureza foi, de fato, a corporação petista atracada no Estado. O que os bonzinhos omissos que defendem a “independência” dizem – que a ‘direita’ pede aumentar a devastação – é justamente o que Dilma FEZ.
Contem comigo: abandono das áreas protegidas e engavetamento das propostas de criação da maioria delas; privilégios à energia suja e marginalização das alternativas energéticas limpas; desconstrução do sistema federal de gestão ambiental, com o esquartejamento e miserabiliização (além de perseguição a funcionários atuantes) do IBAMA; apoio explícito ao modelo colonial de exportação de commodities agrícolas com a expansão brutal das queimadas e desmatamentos para a plantação de grãos por mega-conglomerados dos ‘coroné’ do campo; produtivismo soviético voltado para a conquista de votos por meio da expansão criminosa do consumismo, gerando brutal endividamento familiar e um impassável caos no trânsito das cidades pelo subsídio ao transporte individual e abandono do coletivo. Digam-me que governo de ‘dereita’ faria melhor para acabar com a Natureza e a qualidade de vida no Brasil?
Não tenho quaisquer ilusões, por outro lado, que José Serra e seus aliados sejam bonzinhos ou ambientalistas. Mas acredito, por três décadas de experiência própria, que combater, debater e dialogar com adversários minimamente letrados no que acontece no mundo e que têm por mantra o lucro privado eficiente, não o atraque perpétuo ao Estado atrasado e paternal, é melhor do que ter de aturar os desmandos e a falta de visão dos “pais dos pobres” cujo horizonte vai apenas a Cuba, à Bolívia e à Venezuela. Quero um país que apóie as Maldivas na discussão da mudança climática, não o Irã na sua histeria nuclear. Quero poder de novo bater boca com governantes alfabetizados, que entendam quando a gente fala em célula fotovoltaica, biodiversidade, geração de emprego e renda com a economia do século XXI e não do século XVII de Aldo Rebenta e seus comunistas pró-latifúndio. Vou de Serra neste segundo turno, e todos os que realmente se preocupam com a Natureza brasileira, e não com o proselitismo faz-de-conta dos pobres ignaros sem noção de História, deveriam ir também. E em 2014... Marina neles!
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Estupro à luz do dia.
Por Truda Palazzo para o site O ECO
Ao se aproximar, enfim e felizmente, o apagar das luzes de um dos des-governos mais inimigos da conservação da Natureza que este país já viu, muito embora o coro de pelegos e chapas-branca do ambientalismo tente de tudo para escamotear este fato, seria de se esperar que ao menos arrefecesse a fúria estatal de destruição da biodiversidade brasileira, alimentada pela ignorância recalcada de nosso Einstein de Garanhuns contra as pererecas e bagres, reiterada em discurso criminoso e incitador à desobediência da legislação ambiental há poucos dias em Porto Alegre que, alguém lhe soprou no ouvido, “atrapáiam o pogreço”. Mas não – o que se vê, a temperar de maneira inequívoca a campanha eleitoral em que o Pai dos Pobres abusa da máquina pública para tentar fazer sua sucessora, é a perda definitiva de qualquer vergonha em acabar com os limites para a depredação, a mineração, o estupro do que resta de nosso patrimônio natural, na forma de agradinhos ao que há de mais retrógrado no empresariado nacional, certamente à espera de óbolos e apoios para a campanha presidencial de PT et caterva para o vindouro outubro.
Muitos no ambientalismo estiveram focados, e com justa razão, no que aconteceu com o Código Florestal nos últimos meses. Para destroçar o ordenamento de conservação de nossos remanescentes florestais, Lulla e Dilma, a Plástica, deixaram encarregado o primeiro comunista vassalo do latifúndio da Histórica, o histriônico Aldo Rebenta, já também de merecida fama como o mais ignorante especialista em manejo florestal de que se tem notícia. Sua designação, no entanto, é bem calculada: precisava o PT de um testa-de-ferro disposto a fazer um grande afago no setor do agronegócio, para que este não se esquecesse de dar sua contribuição a disseminar a campanha petista nos grotões onde os coroné, ainda hoje, mandam, mas agora eternizados pela aliança com a “isquerda” do Planalto e que, como eles, acha que floresta é “mato” e que derrubá-la é missão sagrada e patriótica. Agora a bancada petista, com medo da péssima repercussão desse crime, faz mero jogo de cena de que não estão de acordo com o relatório kafkaniano de seu aliado, sabendo muito bem que seus patrões estão apoiando toda essa bandalheira.
A discussão em torno do esquartejamento petista-cum-comunismo-et-coronelismo do Código Florestal, entretanto, fez com que virassem apenas nota de rodapé alguns outros que contam-se entre os piores escândalos de má gestão deliberada do patrimônio ambiental nacional de que se tem notícia. Estes, e os que mais virão até outubro, têm como evidente e inequívoco objetivo enviar uma mensagem clara aos empresários medievais da “base financeira” petista - empreiteiros parasitas de obras faraônicas, industriais da pesca predatória, chupins da infraestrutura petrolífera, fazendeiros improdutivos e devastadores, fabricantes de automóveis de má qualidade e similares: apóiem Dilma, e a gestão ambiental pelo Poder Público simplesmente acabará, para que vocês possam seguir com seus negócios escusos, com o lesa-pátria, com o acabar do futuro para assegurar seus lucros imediatos privados à custa do interesse público.
Não é outro o recado mandado baixar pelos chefetes do combalido IBAMA, refém de uma das piores cambadas partidárias que já infectou um órgão público ambiental, ao editar uma medida castrando seus próprios fiscais do dever de paralisar obras e empreendimentos fora da lei, exigindo, ao invés, que tais medidas – que são uma obrigação legal, não uma discricionaridade burocrática, ao menos até agora – sejam tomadas apenas quando autorizadas expressamente pelo bedel petista que se faz passar por Presidente do IBAMA, sentadinho em seu gabinete político em Brasília. Tradução: abusem, abusem, empresários, ignorem a lei, o licenciamento, os embargos e as multas, que o PT do Planalto garantirá sua liberdade de delinqüir eternamente.
Não vi, ao menos daqui de meu puleiro sulista, mobilizar-se a indignação cidadã contra essa medida que faz o General Médici revirar seus ossinhos na cova de tanta inveja. Nem na mais feroz noite da ditadura vimos tamanha desfaçatez explícita em se amordaçar a fiscalização dos crimes ambientais a mando direto de um grupelho interessado em continuar no poder a qualquer custo.
Pois, pensaria algum ingênuo, isto é o cúmulo, o ápice do absurdo na distorção da gestão ambiental pública com finalidade eleitoreira evidente. Mais, entretanto, ainda está por vir. O “presentinho” mais recente foi a decisão de entregar não apenas de presente, mas também com isenções fiscais pornográficas e subsídios idem, a biodiversidade marinha pelágica brasileira para frotas industriais amasiadas com empresários do Exterior, completando, na dita Amazônia Azul, a obra de destruição que Lulla e Dilma nos deixam como legado na Amazônia verde. Uma das obras anti-ambientais mais perversas do lullismo, o Ministério da Sobre-pesca agora preside invicto sobre a mineração de nossa biodiversidade marinha.
Enfatizo esse crime da maneira mais clara possível: a “pesca” industrial que se pratica aqui em Pindorama na mão desses celerados não se limita a pescar espécies de interesse alimentar e valor comercial, mas sim se faz com o subsídio, o apoio e a benção do Planalto ignaro e irresponsável a práticas pesqueiras que simplesmente arrebentam com toda a vida marinha, do espinhel para atuns que massacra aos milhões tubarões, albatrozes, tartarugas, ao arrasto de fundo que escangalha completamente comunidades bentônicas (de fundo) inteiras sem qualquer limite. Este estupro verdadeiro se dá não em mares sem lei, mas em nossa Zona Econômica Exclusiva e mesmo dentro de Unidades de Conservação, como a APA de São Pedro e São Paulo, onde o próprio O ECO documenta a ‘ação’ de pesquisadores oficiais, que sempre “esquecem” de falar do massacre da pesca industrial e também de que seu chefe e mentor, o famoso Dr. Fábio Hazin, que o lullismo apóia e faz lobby para perpetuar como Presidente da Comissão Internacional do Atum, também preside sobre a leniência internacional na matança desenfreada das espécies pelágicas. Tutti in famiglia!
Isso tudo se soma à herança maldita de Dilma na Casa de Mãe Joana Civil, onde foi barrada sem explicação nem vergonha a imensa maioria das propostas de criação de áreas protegidas das áreas costeiras e marinhas para o país, à exceção de fragmentos no Nordeste para dar palanque a correligionários da “isquerda” onde se estabeleceram áreas de extração controlada de recursos, mas para a proteção estrita da biodiversidade, necas de pitibiribas. O mais infame desses “encalhes” é o do Refúgio de Fauna Silvestre da Babitonga, que deveria proteger a população residente de uma espécie ameaçadíssima de golfinho, a toninha (Pontoporia blainvillei) e que a Casa Civil empacou como presente ao governador catarinense Luiz Henrique “Motosserra” da Silveira. Para cobertura desse bolo, a política externa ambientalmente genocida comandada pelo Assessor de Coisa Nenhuma Marco Aurélio “Top Top” Garcia, que levará o Brasil à reunião da Convenção de Diversidade Biológica mais uma vez sem ter o que mostrar de concreto e limitado a tentar impedir que se proponham e aprovem diretrizes efetivas de conservação da biodiversidade, consolidando a visão troglodita dos diplomatas de antanho de que tudo o que se propõe no plano internacional para fortalecera conservação é “barreira não-tarifária”, a ser combatida para beneficiar – uma vez mais – os negócios escusos da banda podre do empresariado nativo.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
THANK YOU MR.MILIBAND
Recebido do JT.
Caros/as,
Gostaria de agradecer a todos os que tiraram alguns segundos do seu tempo para apoiar uma campanha que tentei vitaminar com a participação de brasileiros – a criação da Área Marinha Protegida de Chagos, território britânico do Oceano Índico. Hoje o governo britânico designou toda a área como reserva marinha sem exceções de pesca. É a MAIOR ÁREA MARINHA PROTEGIDA DO PLANETA, ultrapassando outras áreas sucessivamente designadas nos últimos anos pelos EUA e Kiribati (grandes e pequenos países, portanto, agindo em defesa do ambiente marinho independente de ideologia ou riqueza – nos EUA, foi o GW Bush quem designou as ilhas do noroeste havaiano como Santuário).
Quem dera os semi-analfabetos e aproveitadores políticos que dominam nossos órgãos ambientais no Brasil do presente aprendessem alguma coisa com o que acontece no mundo lá fora. Um dia, quem sabe, passamos da demagogia vazia pra ação efetiva. Temos de seguir peleando, e no momento comemorar que em algum outro lugar do planeta, mais área marinha está protegida.
Abraços,
JT
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Assine a moção online
quarta-feira, 24 de março de 2010
Proteção ao Tubarão Baleia e Arraia Manta
Os grupos que trabalham na proteção dos tubarões-baleia e raias-manta, em Moçambique, estão pedindo apoio internacional para a implementação de legislação contra a matança indiscriminada desses animais.
Em 1 minuto você pode ajudar a salvar a população desses animais naquele país, afinal, você gostaria de ver dois dos mais lindos e inofensivos gigantes marinhos, assim:


Ou assim:

Ajude assinando a petição on line.
The Petition
Excelentíssimos Senhores Doutores,
Presidente da República de Moçambique,
Ministro do Turismo de Moçambique,
e Ministro da Pesca de Moçambique,
Tendo ouvido a respeito de vosso País e tido acesso a fotos, vídeos e informações turísticas disponibilizadas pela Internet, fiquei maravilhado com a beleza de vossas praias, com as narrativas de receptividade de vosso povo e com a riqueza da cultura de Moçambique.
Mas o que levou a mim (e a muitos de meus amigos) a alimentar interesse em visitar vosso país foi a certeza de mergulhar com tubarões-baleia e especialmente com raias-jamanta das duas espécies existentes em Moçambique. A existência desses animais em vossa costa é uma riqueza turística incalculável, capaz de melhorar profundamente a qualidade de vida de vosso povo.
Por isso fiquei profundamente preocupado ao saber sobre a devastadora matança de raias-jamanta e móbulas que tem ocorrido ao longo da costa de Moçambique, em especial em Inhambane (Legogo e Tofo), e também ao saber que tal atividade não é proibida por lei.
A costa de Inhambane é o lar de uma das maiores populações de raias-jamanta (mantas) do mundo, e mesmo assim, estima-se que haja menos do que 1500 indivíduos. Por isso, se os pescadores continuarem com a matança, essa população MUITO em breve terá sido esgotada.
As raias-jamanta (mantas), móbulas e os tubarões baleia são uma riqueza DO VOSSO PAÍS, do povo de Moçambique, e deveriam ser protegidos por lei para que essa riqueza seja explorada como fonte INESGOTÁVEL de recursos, com lucros no curto, no médio e no longo prazo.
Por outro lado, colhê-los de maneira insustentável para usá-los como alimento beneficiará apenas alguns poucos indivíduos e por muito pouco tempo.
Entendo a perspectiva dos pescadores: eles estão apenas tentando sobreviver e alimentar suas famílias. A maioria deles não sabe que as populações de alguns gigantes marinhos não conseguem sobreviver à pressão da pesca. Cada arraia manta tem apenas um filhote a cada período de dois a três anos em média. Se essa população continuar a ser pescada, logo terá sido extinta, e para sempre.
1500 animais é uma população IMENSA para fins turísticos, porque representa quase uma garantia aos turistas de que verão alguns indivíduos em suas visitas a região.
Esses mesmos 1500 animais não representam quase nada para a pesca, até porque uma população tão pequena sobreviverá por poucos anos até se extinguir por completo.
O fato de existirem muitos recursos pesqueiros para a subsistência das comunidades locais justifica a criação de leis de proteção aqui requeridas, pois visam proteger o futuro de muitos outros cidadãos de Moçambique que já dependem ou dependerão com turismo na imensa cadeia de negócios que funciona e se expandirá pelo país nos próximos anos.
A triste guerra civil que vosso povo enfrentou acarretou no DESAPARECIMENTO dos vossos animais terrestres (girafas, elefantes etc.), que eram importante fonte de RECURSOS TURÍSTICOS de Moçambique. Enquanto países vizinhos possuem parques que atraem milhões de turistas todos os anos para verem esses animais, Moçambique agora se esforça para recuperar essa riqueza.
Moçambique conta agora com a BÊNÇÃO de ter outra fonte incrível de recursos turísticos em seus gigantes marinhos, mas essa fonte se esgotará em muito menos tempo do que os animais terrestres se a matança não parar imediatamente.
Provavelmente os Senhores não estão a par dessa questão, tenho certeza de que já teriam tomado providências para parar a matança caso tivessem.Todavia, algo precisa ser feito agora, antes que seja tarde demais.
Os Senhores precisam agir agora! Façam a diferença e PROTEJAM essas espécies valiosas! Não demorem a proteger o FUTURO DE VOSSO PAÍS.
Eu e centenas de mergulhadores brasileiros esperamos a oportunidade para visitar ou retornar a seu país nos próximos anos, e como nós, tantos outros de muitos outros países, interessados em ver essa riqueza marinha descomunal que certamente será a fonte de recursos mais bem guardada e protegida por Vossas Excelências.
Cordialmente, Potenciais Turistas de Moçambique
Quem já assinou