terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Me pegue aqui, me pegue agora

Não sou puritano, muito menos hipócrita, olho pornografia de vez em quando (estou velho mas a testosterona ainda fala alto), gosto de ver e tirar fotos de nus em preto e branco, gosto de trabalhar com a sombra e com a luz, coisa que a fotografia digital e os fotógrafos que nunca entraram em um laboratório perderam. Mas vamos ao que interessa.

Vamos falar de hipocrisia, vamos falar de erotismo e vamos falar da coisa mais pornografia que existe, a religião.


"Me chame de vagabunda”, “A prostituta do advogado”, “Me pegue aqui, me pegue agora”, são os títulos de algumas obras literárias publicadas pela Editora Weltbild, segunda maior editora da Alemanhã, com um acervo de 2500 títulos, mais direitos de CDs, DVDs e 6400 empregados.

A dona da Weltbild é nada mais nada menos que a igreja católica apostólica romana que, depois de descoberta, decidiu retirar as obras e rever seu acervo.

Enquanto os pastores evangélicos  roubam descaradamente seus trouxas, digo fiéis, com dízimos, bízimos e trízimos, os padres são mais discretos e também mais hipócritas, vendem, anonimamente, os objetos de desejos mais obscuros, para seus pobres pecadores.

E deles será  reino dos céus.

 O primeiro passo para o mundo evoluir e se aperfeiçoar é enforcar o último político nas tripas do último religioso.

Nenhum comentário:

Postar um comentário