terça-feira, 15 de setembro de 2009

Caxias o pacificador

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Falando em história, sabem que a revolta Farroupilha foi a única que o império não conseguiu "pacificar".

Pacificar naquela época significava colocar todos os revoltosos no cemitério, o título de pacificador dado a Caixas, se deve ao poder de "pacificar", quase todas, as revoltas surgidas no 2o império.

Por onde ele passava...... era aquela massacre.
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Quem mandou eleger uma baiana para governadora

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A governadora yeda crussius foi acender a chama em comemoração a guerra civil Farroupilha (1835-1935), ou guerra dos Farrapos, que os gaúchos, por influência brasileira, insistem em chamar de revolução.

Parágrafo primeiro. brasileiro chama quartelada, golpe de estado, cassação e tudo relacionado a embate político mais violento, como as revoltas de 1924 e 1932, de revolução, deve ser inveja por nunca terem tido uma de verdade.

Mas voltando, a baiana nascida em São Paulo foi acender a chama e fez caca, quase virou churrasco.

PS. dá para ver o cara rindo no fundo, deve ser eleitor do tarso genro, membro da PeTralhada federal que concorre ao governo do estado.
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Trabalho degradante em obra do PAC

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Não são só as questões ambientais que o governo do mordomo lulalau ignora, o Ministério Público do Trabalho constatou que operários que trabalham na obra de Jirau, do PAC, estão submetidos a condições degradantes.

Comentário politicamente (in)correto

Isso deve ter sido um dos assuntos da reunião mordomo x empreiteiras, unidos contra a fiscalização e a legalidade.

A dona da obra é a Energia "Sustentável" do Brasil - ENERSUS, cujas propritárias são GDF-Suez, Camargo Côrrea, Eletrosul e Chesf, só gente boa.
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O Partido Verde

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O PV de São Paulo ofereceu a sigla (o PSB e o PTB também), para alckmin disputar o governo de São Paulo.

alckmin (o cara que ama a opus dei de paixão), e o PV são unha e carne em termos ideológicos.

No Rio o PV vende a mãe, o pai e os avós por uma apoio, gabeira mostrou que é tão ético como mão santa e o sarney. Para sorte dos cariocas, não é um formador de famíla (ainda).

Acho que estamos vendo o surgimento de um novo PMDB, um balaio de gatos. Mais um partido sem proposta de governo, só de poder.

É o PMDB fazendo escola, já ensinou o PT, agora é a vez do PV.

PS. Mais cômico, só se alckmin aceitasse.
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Manchete do jornal 3

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Governadores usam R$ 3,6 bi da saúde em outros gastos

A emenda constitucional 29 exige que 12% das verbas próprias de cada estado sejam investidos na saúde.

Mas as brechas na lei tem permitido que segurança pública, programas assistecialistas (eleitorais) e outros, peguem boa pare dessa fatia.

O Rio Grande do Sul, daquela governadora paulista que queria ser gaúcha (espero que agora cancelem o visto de residente dela), é o que menos gasta em saúde,.

Na penúltima posição o aécio ligadão neves (dizem que está sempre a mil por hora, para os entendedores....).

Ele vai gastar para construir um centro administrativo novo, 20 % do que gasta num ano em saúde.

Parágrafo primeiro. O centro administrativo de Minas Gerais está orçado em quase R$ 2 bilhões, projeto do megalômano niemayer, o cara que constroi prédios bonitos por fora e imprestáveis por dentro. Para poder ocupar o prédio e usa-lo para a finalidade que deveria direcionar a construção, precisa gastar tanto para adequá-lo quanto se gastou para construí-lo. Fora as falhas que exigem manutenção permante, a custos astronômicos, não acreditam, veja a biblioteca de Brasília. O cara devia ir para a cadeia e não receber prêmios.

Os R$ 3,6 bilhões, que deixam de ser aplicado na saúde, poderiam construir 2 hospitais de ponta, de 200 leitos por estado.


da Folha de São Paulo

Comentário politicamente (in)correto

Brasileiro sabe votar bem né.... quando chove se afoga ou é enterrado vivo, quando tem seca morre de sede, financia caixa 2 de eleição via empreiteiras, elege presidente analfabeto e orgulhoso de sua ignorância, que se re-elege a custa de compra de votos travestidos de programas sociais, acho que nessa E$bórnia..... nem guerra civil resolve.

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Manchete de hoje 1

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TCU aponta irregularidades em obra de R$ 1 bilhão do PAC .
Por que será que o governo desse picareta faz conchavos com empreiteiras para ver como burlar, ou mesmo mudar a lei para não ser fiscalizado?
Alguém tem alguma duvida?
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domingo, 13 de setembro de 2009

As quase ciências criam mitos e conceitos que são assumidos e depois.....

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As quase ciências criam mitos e conceitos que são assumidos por alguns profissionais como se fosse verdadeiros, depois, para eliminá-los é uma dificuldade......

Para os seres humanos, a conceituação de raça serve apenas para os religiosos e os racistas (notem que não me referi a religião específica, mas todo o judaismo cristão se baseia no nós e nos outros). Há muito a ciência de verdade descontruiu o conceito de raça que, surgiu razões políticas, econômicas e sociais no Sec. XVIII e se consolida no Sec. XIX, foi umna estrtatéfga meramente para justificar o colonialismo e a escravidão.

Porém, o termo raça até hoje é erroneamente usado por alguns profissionais, como veterinários e outros, que insistem em rotular a variedade genética como "raça", seja de cães, gatos, cavalos.

Agora, ver médicos repetindo essa bobagem e tendo eco na imprensa, ai já é demais. Isso foi o que achou o
Prof. Sergio Danilo Pena e que o levou o a escrever esse artigo.

Na coluna Deriva Genética da revista Ciência Hoje online, há um interessante artigo-crítica, do uso do termo raça por jornalistas da folha de São Paulo:
Colunista da revista Ciência Hoje desconstrói textos que reforçam visão de negros como categoria biologicamente distinta.

Do pensamento racial ao pensamento racional por Sergio Danilo Pena
Professor Titular do Departamento de Bioquímica e Imunologia
Universidade Federal de Minas Gerais


Em 26 de junho de 2009, a Folha de S. Paulo, um dos maiores e mais importantes jornais do Brasil publicou na página de Saúde uma reportagem com a chamada: “Negros fumantes têm cinco vezes mais risco de câncer – Pesquisa da Unicamp analisou 464 pessoas, 200 delas com câncer de pulmão – Hipótese é que mutação genética seja capaz de potencializar a ação dos componentes com potencial carcinogênico do cigarro”.

Levei enorme susto! Afinal, a Folha tem, ao longo dos anos, valorizado o emprego da racionalidade no dia a dia social e político e tem se oposto consistentemente a toda forma de preconceito e discriminação.

Por exemplo, quando foi publicado no finalzinho de 2002 o nosso trabalho – agora um clássico – sobre cor e ancestralidade em brasileiros, a Folha elogiosamente publicou um editorial – texto que, por definição, apresenta o ponto de vista do jornal ou da empresa jornalística sobre uma questão – no qual se afirmava:

“O que o trabalho de Parra e Pena faz é mostrar, com um bom nível de evidência, que as características que entendemos socialmente como "de negros" não guardam correlação estatística com a presença de genes inequivocamente africanos.[...] As evidências científicas de que a espécie humana é singular e de que não faz sentido falar em raças constituem apenas um aspecto da luta contra o racismo. O fenômeno é paradoxal: não há raças em nível genético, mas elas existem em nossas mentes, e isso basta para que ganhem concretude social, possibilitando manifestações espúrias como o racismo. Por vezes, os piores inimigos do homem são suas próprias fantasias.”

Bravo! Mas a reportagem de junho não se alinhava com essa postura. Intrigado, suspeitando que a mão esquerda da Folha talvez não estivesse sabendo o que a direita andava fazendo, fiz algo fora do meu estilo: enviei no mesmo dia por e-mail uma carta ao editor, com cópia para o ombudsman, dizendo:

“Senhor editor, Estou escrevendo sobre o artigo “Negros fumantes têm cinco vezes mais risco de câncer”, que aceita e propaga a ideia errônea de que os negros constituem uma categoria biológica diferente dos brancos. A matéria ignora os muitos estudos científicos publicados pelo nosso grupo de pesquisa e outros, mostrando que no Brasil a correlação entre cor e ancestralidade genômica é tênue. É lamentável que um dos maiores jornais brasileiros publique algo tão cientificamente errado e socialmente preconceituoso."

Observem que não entrei no mérito da pesquisa médica em tela, mas me concentrei na apresentação jornalística. De qualquer maneira, para meu dissabor, a carta foi completamente ignorada.

Pois bem, eu ainda estava cicatrizando minha ferida narcísica quando a Folha repetiu a dose em 10 de julho com a notícia “Negro morre mais de câncer de mama, próstata e ovário – Estudo acompanhou 19.457 afroamericanos e brancos que tiveram tratamento igual, sem variáveis socioeconômicas – Segundo especialistas, não é possível saber se a situação se repete entre brasileiros; no país, não foram feitas pesquisas do mesmo tipo”.

Decidi então escrever esta coluna para discutir o problema levantado pelos artigos da Folha.

O que significa ser “negro” no Brasil?

Para estabelecer uma base objetiva de conversa, devemos examinar o que pode ser chamado de “etnossemântica brasileira”. Primeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base em autodeclaração, usa apenas os termos branco, pardo e preto como categorias estruturais. O que então vem a ser “negro” no Brasil? No seu livro Racismo à brasileira: uma nova perspectiva sociológica, Edward Telles explica que a expressão apareceu em documentos oficiais do Ministério da Justiça pela primeira vez em 1996, para englobar as categorias preta e parda do censo, aparentemente com a intenção de tentar convencer o órgão a mudar sua classificação. O IBGE resistiu com sucesso a essa ingerência.

O problema é que não faz nenhum sentido (exceto talvez um sentido político, que é um oximoro) tentar englobar pardos e pretos como uma única categoria de cor. Primeiro, o próprio Telles, no mesmo livro, escreve o seguinte a respeito de “pardo”: “Esse termo [...] também pode incluir outras categorias como os caboclos, isto é, indígenas aculturados ou pessoas com ascendência predominantemente indígena”.

Segundo, a questão é passível de análise científica. Em 2007, em colaboração com Guilherme Suarez-Kurtz, do Instituto Nacional do Câncer (Inca), fizemos um estudo de ancestralidade genômica de 336 indivíduos da cidade do Rio de Janeiro, dos quais 107 eram autoclassificados como brancos, 119 como pardos e 109 como pretos, segundo as categorias do IBGE. Os resultados estão na tabela ao abaixo.



Salta aos olhos que a ancestralidade africana dos indivíduos pardos (0,236) é intermediária entre a dos brancos (0,069) e pretos (0,509), estando de fato mais próxima dos primeiros do que dos últimos. Assim, pela análise desta amostra, não há qualquer fator que justifique a agregação proposta de pardos e pretos em negros.

O problema da biologização das diferenças humanas

A primeira classificação racial “científica” da humanidade foi feita pelo naturalista sueco Carl Linnaeus (1707-1778) na edição de 1767 do seu Systema Naturae (“Sistema da natureza” – ver figura abaixo). Linnaeus distinguiu quatro raças e qualificou-as de acordo com o que ele considerava serem as suas características principais:
  • Homo sapiens europaeus: Branco, sério, forte
  • Homo sapiens asiaticus: Amarelo, melancólico, avaro
  • Homo sapiens afer: Negro, impassível, preguiçoso
  • Homo sapiens americanus: Vermelho, mal-humorado, violento
Observem que Linnaeus atribuiu o status de subespécie às raças humanas, enfatizando a sua distinção biológica. É como se estivéssemos tratando de uma taxonomia “natural” da humanidade. Além disso, deu a elas uma associação de traços típica e fixa. Por exemplo, realmente havia a expectativa de todos os europeus serem “brancos, sérios e fortes”. A equivocada biologização das diferenças “raciais” foi disseminada e aceita, ao ponto de alguns naturalistas do século 19 proporem até que as raças humanas eram, na realidade, espécies diferentes! Entre eles, destaca-se Ernst Haeckel (1834 -1919), um famoso e influente biólogo evolucionista alemão abordado em uma coluna anterior. Na perspectiva essencialista ou tipológica, a raça é vista como um elemento inerente e fundamental que define holisticamente a pessoa. Nesse paradigma, o indivíduo não pode simplesmente ter a pele mais ou menos pigmentada, ou o cabelo mais ou menos crespo – ele tem de ser definido como “negro” ou “branco”, rótulo determinante de sua identidade. A pigmentação da pele e outras características superficiais, em vez de serem corretamente percebidas como pouco relevantes, sinalizam profundas diferenças entre as pessoas. Esse tipo de associação fixa entre características físicas e psicológicas absolutamente não faz sentido do ponto de vista genético e biológico! O genoma humano tem cerca de 20 mil genes e sabemos que poucas dúzias deles controlam a pigmentação da pele e a aparência física dos humanos. Está 100% estabelecido que esses genes não têm influência sobre qualquer traço comportamental, intelectual ou físico, incluindo a predisposição a câncer de pulmão ou qualquer outro câncer. A humanidade moderna emergiu uma única vez, na África, há menos de 200 mil anos. Assim, a história evolucionária humana é bem curta e a distribuição mundial de características genéticas é principalmente devida à dispersão, com um papel importante de deriva genética por efeitos fundadores sucessivos e seleção por adaptação a ambientes geográficos. Basicamente, a diversidade genética observável na Europa, Ásia, Oceania e nas Américas é meramente um subconjunto da variação encontrada na África.

Como bem disse o geneticista sueco Svante Pääbo, em uma perspectiva genômica somos todos africanos, morando na África ou em exílio recente de lá. Europeus são genealogicamente derivados de africanos e não há diferenças biológicas entre eles. Seja por que motivo for, tratá-los como sendo de espécies, subespécies ou “raças” diferentes é contribuir para racismo e discriminação! Há poucos dias chegou às livrarias o brilhante livro do Uma gota de sangue – história do pensamento racial, do sociólogo Demétrio Magnoli. Com argumentação histórica e sociológica que complementam os argumentos científicos que abordei no meu livro Humanidade sem raças?, a obra desconstrói as crenças em raças e na eficácia das cotas raciais. Recomendo sua leitura a todos. Deve ser tomado um infinito cuidado para evitar afirmativas desastrosas e errôneas sobre a cor e ancestralidade do brasileiro pelo perigo de reavivar ideias agora defuntas que, no passado, ajudaram a estabelecer e propagar teorias racistas. Vamos acrescentar duas letras ao pensamento racial e transformá-lo de uma vez por todas em pensamento racional!
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sábado, 12 de setembro de 2009

Manchete da coluna "Zapping" da folha de São Paulo

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Manchete da coluna "Zapping" da folha de São Paulo:

"Fiz o público pensar", diz Gloria Perez, autora da novela caminhos da índia.

Pensar...... pensar????? Pensando bem, sem comentários!
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Mais chuvas, mais desculpas

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Vemos (novamente e novamente), que as chuvas causaram alagamentos, enchentes, desmoronamentos e mortes.

Os catarinenses burros, que aprovaram alterações (inconstitucionais), no código florestal estão novamente com o pires na mão pedindo esmola.

Em São Paulo, Curitiba, Rio, etc., os prefeitos fazem o de sempre, colocam a culpa na chuva, não é com eles a falta de drenagem, a ocupação irregular de áreas, a falta de limpeza pública, etc.

E o populacho se afoga
, cercado de lixo por todos os lados, nas áreas que deveriam ter matas ciliares, que eles mesmos cortaram.... e pelo lixo que eles mesmos jogaram....... se bem que alguns eles elegeram.

Bem feito, não fico com pena, cada povo tem o governo que merece...... e aprova as leis que merecem.

Quem sabe no fututo não aprovem leis burras e não elejam cretinos, mas enquanto fizerem isso, quero mais é que se danem!!!!
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Mais 7.854 vagas para vereadores inúteis

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O seando aprovou a PEC para o aumento de 7.854 vagas para os cargos de vereadores, pelas avaliações de desempenho das câmaras de vereadores do páis, serão mais 7.854 inúteis. Era a briga dos políticos com o que consideram uma afronta do judiciári, quando houve a limitação de vagas. O resultado....... mais uma excrescência do congresso.

Lembrando, mais de 80% dos projetos que tomam o tempo das miniaturas de alcáides , refere-se a nomes de ruas, praças, homenagens pessoais, enfim aquelas firulas inúteis para agradar amigos, "financiadores" de campanha e similares.

Sei particularmente de um caso, que um vereador maçom pegou uma lista de colegas (maçons), e apresentou na sua cota de indicações para receber uma distinção municipal

Resultado, uma lista enorme de distinções foi concedida pelo município do Rio de Janeiro pelo simples fato que um maçom quis fazer média com os colegas.

Para enganar os trouxas, o congresso colocou uma "restrição" de gastos, mas vejam como isso é outra dePUTAria:

O jornal a Gazeta do Povo do Paraná informa que os gastos dos municípios do estado é de R$ 182,4 milhões, com a "restrição" aprovada, os gastos poderão ficar em R$ 540,8 milhões, ou seja, a "restrição" permite um aumento de 278 %, hehehehehe!

Os suplentes se dirigiram em massa para o planalto (estima-se em mais de 1000 dos inúteis que querem ser sustentados por nós que se dirigiram a para pressionar/
chantagear/constranger e outros termos que podem ser encontrados no código penal), os dePUTAdos e senadores, pela aprovaçào da emenda.

Bem feito para vocês e$borneanos, que votaram nesses trastes.

Aqui em baixo o resultado sendo comemorado pelos futuros inúteis, como se tivessem ganho na loteria..... pensando bem, no fundo é isso mesmo, são sustentados por um bando de trouxas que pagam impostos, nós........ fazem porra nenhuma..... pensando melhor, se cada eleitor sustentasse só um gigolo, sairia mais barato!!!!



Tenha vergonha na cara, na próxima eleição não reeleja ninguém da bancada ruralista, da bancada evangélica e nem em quem vota em coisas estúpidas como essas, pera ai??? Vai sobrar em quem para votar?????
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

FAB x lula e Defesa

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A imprensa diz que com mais essa gafe do mordomo, ficamos parecendo um paiseco desordenado, fica parecendo????? É isso mesmo que somos, desordenado, para nào dizer coisa pior.
De qualquer modo, a FAB fez uma análise técnica e deixou três finalistas, agregue-se a isso os critérios financeiros, políticos, estratégicos. Esse caldo todo tiraria um finalista.
O problema é que acho o jobim e seu chefe, assessorado por um menino maluquinho da diplomacia, o que é o celso amorim, absolutamente incompetentes para assimilar e analisar toda a questão.
E depois a FAB tenta colocar um paninho quente, dizendo que a confusão foi feita pela imprensa, afinal, dizer que o chefe é confuso e meio ignorantezinho fica difícil.
Comentário politicamente (in)correto
Particularmente eu torçia pelos caças russos, se bem fabricados e mantidos, são confiáveis, mas agora, entre as 3 opções restantes, fico com os franceses. Escolher os caças americanos e correr os riscos de futuras restrições de armamentos e aviônica, não é uma decisão estratégicamente inteligente.
Pena que o mordomo torneiro fez a única coisa que sabe fazer, conchavar e dar uma bola fora, arrisca ficarmos nas mãos dos americanos outra vez.....
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

lula se mira em berlusconi

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O mordomo se reuniu com as maiores empreiteiras da E$bórnia (Camargo Corrêa, Odebrecht, Queiroz Galvão, OAS, Andrade Gutierrez, CR Almeida, Mendes Junior, Delta, Carioca e Via Engenharia).

Uma reunião com alguns dos maiores saqueadores do país, envolvidos em caixa 2, superfaturamentos, corrupção ativa e passiva , compra de candidatos, sentenças judiciais e outros crimes.

A pauta foi como liberalizar e reduzir a fiscalização do Tribunal de Contas, Ministério Público, órgãos ambientais e similares.

De um lado a cumpanherada que quer garantir o leite e mamar nas tetas, sejam públicas ou do "empresariado" nacional, do outro, os "empresários" que vão cobrar a conta dos seus "políticos finaciados", vão querer que o serviço seja mostrado. É quase certo que em ano eleitoral, para ter novo "financiamento" de campanha, vão ter que mostrar muito "serviço".

Comentário politicamente (in)correto

Eu imaginava um governo estilo berlusconi sucendedo lula, a direita no entorno de um unificador, que teria o apoio do PMDB, para varrer a esquerda do mapa (uma pseudo esquerda PeTralha).

Mas estou vendo que o estilo já chegou, uma reunião de bandidos para ver como escapar ao controle e a legalidade, por enquanto, de concreto apenas o pedido para mudar a lei das licitações e torná-los um pouco mais inimputáveis, bem ao estilo berlusconi e seus facistas.

Essa E$bórnia não tem solução, só uma guerra civil....
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

o caso Battisti

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Independente do mérito na questão Battisti, o voto do relator, juiz cezar peluso, pretende alterar um entendimento e ordem juridica, ignorando acintosamente a independência dos poderes e criando mais um direito do STF em interferir em decisões que são de competência do executivo.

peluso entende que compete ao supremo decidir pela concessão de asilo político ou extradição. Se o voto do relator for acompanhado pelos demais juízes, cabera ao executivo apenas o papel de garoto de recados nessas situações

Comentário politicamente (in)correto.

O STF se arvora no direito de decidir o rumo de negociações e políticas internacionais, independente da complexidade, problemas ou interresses nacionais.

Isso é uma situação que não é aceita em nenhum país civilizado do mundo, mas como isso é mesmo uma E$bórnia........ agora..... com a qualidade do judiciário brasileiro, está virando é uma zona mesmo!
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terça-feira, 8 de setembro de 2009

sarney, o camaleão – Última parte

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Esta é a última parte do folheto que Domingos Dutra, deputado estadual pelo Maranhão e candidato ao governo do estado em 1998, distribuiu na câmara dos deputados e no senado.

Pelo visto é um dos poucos petistas que não está sacudindo o rabinho e lambendo a mão desse mau caráter que está presidente dessa E$bórnia.

sarney, o camaleão

Por Domingos Dutra (PT-MA)

LULA FALOU E DISSE:

“Cheguei no Amazonas, me disseram que tinha fome e pobreza porque havia muita água e não podia plantar. Cheguei no Pernambuco, me falaram que tinha muita fome e pobreza porque a terra era seca e não se podia produzir. Cheguei no Maranhão, encontro um Estado com terras férteis, cortadas por rios perenes por todos os lados e aqui também encontro fome e pobreza. Aí eu me pergunto: o que falta para o Maranhão ser um Estado rico? Eu respondo: falta vergonha na cara das pessoas que governam este Estado há décadas”. Discurso proferido por Lula na campanha Presidencial e de Domingos Dutra, candidato ao Governo do Maranhão em 1998.

Lula hoje (nota do Montado num Porco)


HERANÇA DE 40 ANOS DE SARNEY:

  • 100% da agricultura famiiar é feita de roça no toco;
  • A farinha é feita no rodo;
  • O arroz é pisado no pilão;
  • A produção é carregada nas costas de jegue;
  • A luz é na base da lamparina;
  • O peixe é pescado com jiqui;
  • E a população mora em palafitas ou taperas de barro aranhão!

Moradia de barro e palha

Lavrador fazendo farinha de mandioca

Palafitas em São Luís

Diante de tanto mando e desmando, o Senador exclama ao final da tarde sentado na porta da fazenda: “Maranhão, minha terra, minha paixão!”

SABEDORIA SARNEYSTA

“Sou apenas 90% honesto.” João Alberto de Souza, quando foi governador

‘‘Não vejo nada de mais morar em casa de palha”. Jorge Murad, marido da Senadora Roseana

“Não tinha conhecimento nenhum (das torturas), pois estava no Maranhão, era Governador do Maranhão (...)” Declaração do Senador Sarney em sabatina ao jornal “Folha de São Paulo” ao ser indagado se teve conhecimento de torturas durante a ditadura militar.

‘‘Eu não sei desse assunto, não conheço esse assunto e não posso opinar sob ele, quem cuida disto é o Heráclito. Eu não cuido da gestão’’. Presidente Sarney, perguntado sobre os escanadalos no Senado

“Temos a felicidade de ver um preto Presidente dos Estados Unidos” Senador José Sarney, referindo-se a Baracka Obama, Presidente dos EUA.

Será que Jorge Murad e Roseana Sarney habitariam nesta casa?

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

sarney, o camaleão – parte 7

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DE CONVENTO DOS MERCEDÁRIOS PARA MEMORIAL DOS MERCENÁRIOS

Por Domingos Dutra


HISTÓRICO

Em 1218, São Pedro Nolasco, seguidor de Nossa Senhora das Mercês e da Redenção dos Cativos, em Barcelona, Espanha, destinada a congregar cavaleiros religiosos e profanos visando resgatar das mãos dos Mouros os cristãos prisioneiros das Cruzadas. Em Portugal esta ordem foi introduzida pela rainha D. Izabel, destinada apenas a questões religiosas, sendo a mesma expulsa pelo rei D. Marciel, em 1504. No Brasil uma expedição espanhola em 1639 implantou a Ordem através dos frades mercedários Pêro de La Rua Cirne e Ivan de Mercedes, que ergueram a primeira ermida e um convento, na ilha de Marajó. Em 1794, a Ordem foi expulsa do Estado do Grão-Pará.

NO MARANHÂO

Em 1654 os frades Mercedários Raimundo Cerveira, Manuel de Assunção, Antonio Nolasco e o irmão leigo João das Mercês começaram a construir um convento sob a invocação de Nossa Senhora da Assunção e uma igreja sob a invocação de Nossa Senhora das Mercês. A inauguração ocorreu em 31 de janeiro de 1660 com missa campal e sermão do Pe. Antônio Vieira, superior dos jesuítas. Em Alcântara também foi construído um convento em 1658, sob a invocação de Nossa Senhora dos Remédios. Em 1677, o Bispo D. Antonio Xisto Albano vendeu o convento ao Governo do Estado, tornando-se quartel da Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.

COMO SARNEY SE APOSSOU DO CONVENTO

Agindo sempre de forma sorrateira e dissimulada, Sarney usando e abusando dos poderes da Presidência da República se apossou indevidamente do histórico convento. De início instituiu o Memorial dos Presidentes da República, vinculado ao Arquivo Nacional para “perpetuar a história da República, amizade entre os povos de língua portuguesa e a interação latino-americana e guardar e preservar os acervos arquivísticos, bibliográficos e museológicos dos Presidentes do Brasil”. Mas logo em seguida através do Decreto Federal nº 95589, de 06.01.1988, alterou o propósito inicial, criando a Fundação José Sarney para cuidar do acervo documental do próprio Sarney desde 1952. Para consumar a apropriação indébita do Convento, Sarney “convenceu” o Governador do Estado e aliado político, Epitácio Cafeteira, a fazerlhe a doação através da Lei nº 5.007, de 06.04.90. Consumando o crime contra o patrimônio público o então governador e hoje senador Edson Lobão, eterno aliado de Sarney, através da Lei Estadual nº 5.551, de 09.11.92 transformou o que era para ser o memorial dos Presidentes da República em exclusivo MEMORIAL DO PRESIDENTE JOSÉ SARNEY, constituído de acervo bibliográfico, acervo audiovisual, acervo museológico, escola de música; banda, livraria, mausoléu; pátio para atividades culturais; lanchonetes e salões para eventos.

DOAÇÃO DE ARAQUE

Sonhando ser presidente da república, a filha Roseana então governadora, com medo de repercussões negativas que a apropriação do convento poderiam ter, simulou uma aceitação sem ônus, da doação do Convento com arreios, pinicos e cueiros do pai, sancionando a Lei nº 7.565, de 07.11.2000.

Como o sonho de verão derreteu-se com escândalo da LUNUS, até hoje a doação não se concretizou e Sarney continuou fazendo estripulias com o erário: No Governo de José Reinaldo (PFL), até então seu aliado foram assinados dois convênios destinando recursos para a fundação do senador. O primeiro em 10.02.03, publicado no Diário Oficial do mesmo dia no valor de HUM MILHÃO, CENTO E TRINTA E NOVE MIL, CENTO E QUARENTA E DOIS REAIS E SETENTA E DOIS CENTAVOS. O segundo em 01.04.03, publicado no Diário Oficial do dia 22.05.03, no valor de SESSENTA E HUM MIL REAIS. Depois o Senador, fingindo ser amante das matracas, resolveu fazer o São João fora de época chamado Vale Festejar no Convento das Mercês, também alimentado todo ano com recursos públicos, hora do governo federal, hora com a viúva do Estado. Ainda no Governo José Reinaldo foram destinados HUM MILHÃO, NOVECENTOS E QUINZE MIL REAIS para a Gerência Metropolitana dirigida por Ricardo Murad, cunhado da Senadora Roseana Sarney, exatamente para festividades juninas fora de época no convento. Há dezoito anos os contribuintes pagam uma conta alta com despesas de um palácio privado. Agora mesmo a Empresa de Correios e Telegráfos está cobrando do Senado Federal a quantia de R$ 400 mil reais pelos serviços que uma museóloga prestou na fundação do Senador Sarney. Sarney usa recursos do povo brasileiro e abusa do erário maranhense para cultuar sua personalidade, alimentar sua vaidade e perpetuar o poder dinástico no Estado. O Convento dos Mercedários, que no passado era um templo de orações e conversões, foi transformado em terreiro de macumba e templo dos mercenários dos recursos públicos.

Em 2005 o então Governador José Reinaldo já rompido com o grupo Sarney encaminhou para Assembéia Legislativa projeto de Lei, aprovado por ampla maioria reincorporando o Convento ao patrimônio público. O Senador Renan Calheiros, então Presidente do Senado, ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal, relatada pelo Ministro Marco Aurélio Melo. Como era de se esperar o Convento das Mêrces voltou aos plenos poderes do Senador Sarney. Pelo andar da carruagem e pelo poder que o Senador acumula na República tudo indica que o convento será sua última morada e de lá, Renan, Collor, Gim Aguinelo, Agraciel, Roriz, solicitarão ao Papa a sua santificação. Cruz Credo! Se o Padre Antônio Vieira vivo estivesse, com a franqueza com que proferia seus sermões, com certeza referindo-se a Sarney, repetiria o Sermão do Santíssimo Sacramento: “Tempos houve em que os demônios falavam e o mundo os ouvia; mas depois que ouviu os políticos, ainda é pior o mundo”.

AQUI JAZ TUTACÂMON SARNEY

Mausoléu de Sarney no Convênto das Mercês No memorial dos mercenários o imperador construiu a sua catacumba. Isto mesmo, Sarney mandou construir um mausoléu só para ele. Em sua derradeira morada, Sarney não abre para seu ninga. Ele não aceita dividir as atenções com parentes, aderentes e muito menos com puxasacos. Ele quer ficar só e absolutamente só no confortável palácio. Sarney quer ter o prazer de ouvir do infeliz que por lá passar: AQUI JAZ Sarney, mesmo correndo o risco de ser xingado. Algum desavisado poderá perguntar: e aonde será enterrado o restante da dinastia? Ora, Sarney responderá na bucha: há outros lugares nobres para cada um da família: igreja da Sé, Palácio Henrique de La Roque, Igreja Santo Antônio, terreiro de macumba de Bita, Palácio dos Leões, Igreja São José de Ribamar, de cujo santo o Zé tomou o nome emprestado e onde o padre Bráulio está prontinho para celebrar as missas de corpo presente, corpo ausente e todas as que forem necessárias para livrá-los do purgatório.

O engraçado é que um amigo me contou que ao visitar o mausoléu ouvia os vigias se maldizendo: “Fulano, vai ser assombroso a gente ficar aqui vigiando depois que o Sarney morrer. Beltrano respondeu: é mesmo, mas temos que ficar espertos e com as mãos nos bolsos”. Talvez os inocentes estivessem com medo de sujar o mausoléu com as mãos.

SERÁ QUE ESTE É O CARRO OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA?

Relíquia escondida no Memorial José Sarney (antigo Convento das Mercês): Sarney, para manter a vaidade possui este símbolo pertencente à Nação Brasileira. Talvez para ser usado no trajeto para sua última morada. É demais! Com a palavra as autoridades brasileiras, em especial o Ministério Público Federal para verificar se é uma réplica ou se é o original.

PROVAS DO CRIME

Lei de doação do convento

Lei de Re-doação do convento

Lei do Memorial Sarney

Reforma do convento, já na mãos de Sarney, com uso de dinheiro público

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Projeto aprovado pela Assembléia em Sessão Extraordinária em 09/07/03

MAIS FARRA COM DINHEIRO PÚBLICO

da Editora de Cidade - ERNESTO BATISTA - Jornal O Estado do Maranhão (06/07/2003)

Grande animação marca abertura da programação do Vale Festejar Convento das Mercês se Transforma num grande arraial com a reunião de todos os ritmos e sotaques da cultura popular maranhense; festança se estenderá durante todo o mês, com várias atrações num prolongamento das festas juninas. O arraial se estenderá durante o mês de Julho, até o dia 27, com a programação de quinta-feira a domingo e entrada franca. A noite de abertura, só para convidados foi marcada pela presença de diversas autoridades, personalidades do mundo artístico, produtores culturais, empresários e jornalistas. Entre os presentes destaram-se os atores globais Nizo Neto, Elizângela, Fernada Torres e Roberto Battaglin. Do cenário político. compareceram os senadores manranhenses Roseana Sarney, Edison Lobãoe João Alberto, além de Patrícia Gomes(CE) e Íris Araújo(GO), e os deputados César Bandeira, Sarney Filho, Nice Lobão, Gastão Vieira, entre outros.

O convento das Mercês sede da Federação Da Memória Republicana se transformou no terreiro dp primeiro São João fora de época do país. Aberto na última sexta feira, o Maranhão vale festejar promete ser um ponto de encontro do público com o melhor da cultura popular maranhense.

AS SENADORAS Íris Resende, Patrícia Gomes e Roseana Sarney chegam à festa do Vale Festejar (Jornal O Estado do Maranhão - 06/07/2003)

Atriz Fernanda Torres na moldura do Senador José Sarney, e D. Marly (Jornal O Estado do Maranhão - 13/07/2003)

O Senador José Sarney com Joãozinho Trinta, Alexandra e o Governador José Reinaldo Tavares e o Senador Edison Lobão (Jornal O Estado do Maranhão - 13/07/2003)

TROMBAMENTO?

Jornal Estado de São Paulo edição de 08 de Março noticiou que o Senador José Sarney pressiona o Governador José Arruda (Demo) para tombar a sua casa no Sítio de Pericumã, localizada os arredores de Brasília. O Senador loteou o sítio de 500 hectares, transformou em condomínio de luxo, recebeu alguns trocados pela venda dos lotes e quer preservar a casa de morada. O Secretário de cultura do GDF Silvestre Gorgulho que assessorou o Senador na Presidencia da República é a favor do tombamento. A diretoria de patrimônio histórico e artístico do Governo Arruda é contra por falta de embasamento legal, porém para não desagradar o Rei propõe uma mediação: que seja tombada apenas a biblioteca. Para que doutor? Sarney arregaçou o Bigode, lançou faísca pelos zóios e não aceita só o tombamento da biblioteca justificando: “não poderia mais pegar os livros que quizesse na hora que desejasse”. Arriégua, assim é fácil ser imortal!

ILHA ENCANTADA?

(Indicação do Sr. Domingos Dutra). Sugere a adoção de medidas relativas à inclusão do Município de Raposa e da Ilha de Curupu no Estado do Maranhão em um plano de desenvolvimento turístico completo. EXMº SR. Ministro do Turismo O município da Raposa localiza-se na Ilha de Upaon-Açu, no Estado do Maranhão. O mesmo foi criado em 1994 e instalado em 1997 com a eleição do primeiro prefeito. A pesca e o turismo são as principais atividades econômicas do Município da Raposa. A pesca expressa no popular porto da Raposa de onde desembarcam diariamente pescados de variadas espécies que abastecem os mercados do Maranhão, Piauí, Ceará e até a Capital Federal. O turismo se expressa através do artesanato e de uma rede de restaurantes como o “Capote”, o “Natureza”, o “Fazendinha”, a “Palhoça” e vários outros de excelente culinárias, reconhecida nacional e internacionalmente. O Município da Raposa possui 25 mil habitantes distribuídos em uma área territorial de 6.418 (seis mil, quatrocentos e dezoito) hectares, incluindo a Ilha de Curupu (que significa cacique Cabelo de Velha) pertencente ao Senador José Sarney e à sua família, com área de 2.500 (dois mil e quinhentos) hectares. Ou seja, o Senador José Sarney possui 38% do total das terras do município, enquanto que 25 mil habitantes do município tem que se contentar com apenas 3.918 (três mil, novecentos e dezoito) hectares, correspondendo para cada habitante míseros 1.567 (hum mil quinhentos e sessenta e sete) metros quadrados. O desenvolvimentos da pesca e do turismo em Raposa dependem fortemente das praias do município. Ocorre que as únicas praias existentes na Raposa, em número de 15, encontram-se dentro da Ilha aforada pelo Senador José Sarney. A falta de acesso às praias inibe os investimentos dos donos de restaurantes e pousadas, com impactos negativos no desenvolvimento local, na geração de emprego e renda de milhares da raposenses. Alguns anos atrás alguns donos de restaurantes tentaram por conta própria estabelecer um ponto de apoio de suas atividades na praia de Carimã, próxima à sede do Município, no interior da Ilha de Curupu, porém os mesmos foram imediatamente impedidos pelos prepostos do Presidente do Senado Federal. Há no Brasil inúmeras ilhas em situação similar à Ilha de Curupu como Itaparica e Fernando de Noronha com forte desenvolvimento turístico a partir do aproveitamento racional dos recursos naturais. Nos termos do artigo 20 da Constituição Federal, combinado com as disposições do Decreto Federal nº 9.760, de 5 de setembro de 1946, as ilhas pertencem ao patrimônio da União Federal e ainda conforme dispõe o artigo 2º, do mencionado decreto federal, as praias são consideradas terrenos de marinha, portanto pertencentes ao patrimônio da União. Em sendo patrimônio da União é legalmente possível e economicamente necessário a construção de um plano turístico de aproveitamento integral dos recursos naturais existentes em ilhas como a Ilha de Curupu. Neste sentido, a presente indicação tem objetivo de sensibilizar o poder público e todas as suas esferas federativas, visando a construção de alternativas de desenvolvimento sustentável, a partir do uso racional e sustentável dos recursos naturais existentes no Município da Raposa, incluindo principalmente as praias situadas na Ilha de Curupu, em número de 15 (quinze), em especial as mais próximas da Sede municipal sem prejuízo dos direitos patrimoniais do Senador José Sarney. Este é o anseio dos agentes políticos e econômicos do Município da Raposa em especial dos proprietários de restaurantes, que desejam estabelecer de forma responsável e nos termos da legislação em vigor um ponto de apóio na praia de Carimã para dinamizar suas atividades econômicas e gerar emprego e renda para sofrida população da raposa. Sala das Sessões, em de fevereiro de 2009. “Justiça se faz na luta”

CONTITUIÇÃO FEDERAL, ARTIGO 37:

§ 1º - A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. VEJA COMO A OLIGARQUIA SARNEY RESPEITA A CONSTITUIÇÃO.

ALGUMAS ESCOLAS COM NOME DE SARNEYS

PEQUENOS EXEMPLOS DE CASAS DE SAÚDE COM NOME DE SARNEYS

É impossivel aprender e ter saúde com tanta assombração.

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O futuro nos aguarda, hehehehehehe

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Fudeu geral!!!!!!!!

A jornalista fez emibiei, com certeza

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Chamada da Folha on line de hoje:

Série "Glee" aposta nos "losers" como protagonistas.

Losers????? Usar esse "loser" é muito ridículo.......... e colonial e muito "loser".

Assim como o tema da matéria, muito "loser" l!!!!!

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sarney, o camaleão – parte 6


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CULTO À PERSONALIDADE “SADAM ESTAGIOU COM SARNEY

De Domingos Dutra

Tribunal Regional do Trabalho

Tribunal de Contas do Estado
Forum com o nome do pai

Para a mulher o hospital

Nome de prato em restaurante de São Luís

Não há no estado município em que o nome dos sarneys não estejam em

lougradouros públicos, violando a Constituição. Em quase tudo tem nome de Sarney. Em fóruns de justiça, maternidades, hospitais, escolas, pontes, ruas, avenidas, bairros, município, posto de táxi, rodoviarias, tribunal de contas e até em pratos de restaurantes.

A bisneta Fernanda (neta de Roseana Sarney, de apenas 6 anos) ganhou nome em escola no município de Bom Jardim.

É Sarney que engancha! No Maranhão só não tem nome dos sarneys em cemitérios e funerárias, nestes eles enterram os maranhenses. Sarney trata o Maranhão como uma capitania, interferindo no poder econômico; manipulando instituições, controlando a mídia, perseguindo adversários, controlando cargos públicos e tentando passar o poder do Estado de pai para filho como “direito” hereditário. Ele é senador. A filha é senadora. O filho e deputado federal. A cunhada é desembargadora. É Sarney neto, bisneto, é Sarney pai, é Sarney filho. Falta apenas ser o ‘‘espírito santo’’. Chega! Vale registrar que Sarney não é Senador pelo Maranhão. A última eleição que disputou no Maranhão foi em 1978. Em 1990 Sarney refugiouse no Amapá, que era território e foi transformado em Estado em 1988, quando o senador era Presidente da República, garantindo-lhe o mandato de Senador, com pouco mais de 50 mil votos, a maioria de maranhenses expulsos do Estado na época em que Sarney foi governador.

Ponte em São Luís
Essa ponte tem uma história curiosa, recebeu verba para a duplicação, dinheiro para uma ponte nova, mas conseguiu pagar apenas a construção de mais uma pista que, conforme o horário, muda o sentido da mão. O dinheiro...... sumiu....... (nota do Montado num Porco)

Ponte interestadual

Outra escola "familiar"

Ruas e bairros, muitas ruas e bairros:

Para o filho

Para o próprio

Para a filha

Para o próprio (de novo)

Para a mãe

Blibioteca particular

Biblioteca pública

A mulher ganhou uma escola

O DONO DO MARANHÃO?

Sarney se diz escritor e apaixonado pelo Maranhão. No seu livro mais importante ele queria colocar como título “O Dono do Maranhão” . Na hora H, dona Marly gritou: Zé, assim é demais, coloca apenas o Dono do Mar. E assim ficou. No Maranhão quase tudo passa pelo controle dos sarneys. Eles só não controlam a fábrica de cuscus Ideal, o caldo de cana da João Lisboa e a fábrica de papagaios do Zezé Caveira, porque não dão lucro. Em noite de lua cheia Sarney costuma declamar. “Maranhão, minha Terra, minha Paixão”. Veja alguns gestos de amor do Grupo Sarney pelos maranhenses: Estrada do Arame – foram pagos R$ 33 milhões, porém nenhum palmo de asfalto foi feito. Banco do Estado – torraram R$ 333 milhões só no saneamento do banco; demitiram 1.792 bancários, sendo mesmo comprado pelo Bradesco por uma bacatela. Cemar (Centrais Elétricas do Maranhão)- teve prejuízos de R$ 680 milhões, sendo comprada pelo banco Opportunity pelo astronomico valor de R$ 1,00 (um real). Usimar – rombo de R$ 44 milhões. Nem o alicerce foi feito. Projeto de irrigação Salangô – foram gastos R$ 67 milhões e só produzia calangos. Projeto de irrigação Tabuleiro de São Bernardo – foram gastos de R$ 170 milhões e a maior produção era de jurubeba (mato da região). Dibom (Distrito de Irrigação da Baixada Ocidental Maranhense) – desperdício de R$ 94 milhões, nenhum emprego foi criado, porém milhares de agricultores ficaram endividados. Pólos de confecção de São Luís em Rosário – desvio de R$ 240 milhões de reais, todos foram fechados, deixando de herança milhares de famílias executadas por dívidas impagaveis. Dos 10 municípios mais pobres do Brasil, 6 são maranhenses. Dos 100 municípios mais pobres do Brasil. 35 estão no Maranhão. Na época em que a senadora Roseana era governadora a violência não tinha controle, sendo exemplar o assalto a agência do Banco do Estado, situada dentro do Quartel da Polícia Militar e o roubo de uma moto no pátio do Palácio do Governo. Nestes casos os larápios de pé no chão levaram a sério o ditado popular segundo o qual “quem rouba de ladrão tem cem anos de perdão”. Resultado desta louca paixão de 40 anos: o Maranhão é o Estado mais pobre do Brasil e a família Sarney uma das mais ricas.

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domingo, 6 de setembro de 2009

Emissões de Carbono

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Quanto você emite de carbono por ano? Quantas árvores deveria plantar para compensar isso?
Veja no Carbon Dioxide Emissions Calculator.

As conversões você pode fazer no conversor universal, o link está ao lado.
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O novo filme de Michael Moore

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Mais um divertido filme "documentário" de Michael Moore, sobre o capitalismo, que o diretor considera o Robin Wood invertido (ou Robin dos Bosques, como dizem os portugueses). Veja o "trailer" (em inglês), de: Captalism: A Love Story.


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