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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

E para os erros do ENEM?

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Em outubro de 2005, cerca de 5 mil cartões de resposta do SAT (Scholastic Aptitude Test ou Scholastic Assessment Test), foram lidos apenas parcialmente pelo equipamento de correção automática devido a uma falha técnica – supostamente, causada pela presença de umidade nas folhas. 

Como resultado, alunos receberam notas mais baixas do que deveriam. O problema levou meses para ser detectado. Uma ação judicial obrigou a companhia a pagar um montante de US$ 2,85 milhões a mais de 4 mil concorrentes como compensação, além de garantir o direito deles de refazer a prova.

Comentários Politicamente (In)Corretos
Já na E$bórnia....

PS. Em alguns estados americanos, usa-se o ACT (American College Testing)

domingo, 22 de agosto de 2010

Os trouxas sustentando a Petrobras

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Petrobras não repassa queda no preço do petróleo

Os preços da gasolina e do diesel no Brasil estão prestes a completar dois anos com valores muito acima das cotações internacionais.

Desde a liberação do setor, em 2002, isso tem garantindo à Petrobrás uma receita adicional de R$ 24,7 bilhões, segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).

Comentários Politicamente (In)Corretos

São os trouxas pagando pela ineficiência do dinossauro estatal, administrado na base da politicagem e esquemas das quadrilhas sindicais.

Essa E$bórnia chamada de brazil é o paraiso do monopólio, público ou privado.

É dificil imaginar uma empresa estatal e monopolista com dificuldades de caixa e de capitalização, só muita corrupção e incompetência conseguem justificar isso.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Retrocesso

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Foi aprovada, em comissão, a proposta de emenda constitucional que cria o Conselho Nacional de Polícia e que retira o poder de fiscalização do Ministério Público sobre a ação das forças policiais.

Considerando:

  • que a polícia tupiniquim, é a que mais mata no mundo, perdendo para poucas e em países onde existem conflitos armados reconhecidos.

Segundo dados oficiais, as polícias dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo mataram juntas, de 2003 a 2009, mais de 11.000 pessoas. As mortes atingem majoritariamente grupos desfavorecidos: jovens do sexo masculino, faixa de 15 a 24 anos, pobres, quase sempre negros e moradores de periferias ou favelas dos grandes centros urbanos.

  • que a polícia tupiniquim é uma das mais ineficientes do mundo;

Em Brasília, um estudo avaliou 311 processos de assassinatos intencionais abertos em 2004. Em fevereiro de 2009, quatro anos depois, 87 (ou 27,9%) atingiram uma definição — os demais acabaram extintos ou seguem em tramitação.

  • que a polícia tupiniquim divide o título de mais corrupta, com países periféricos;

A corrupção policial é uma ameaça real ao sistema de segurança pública no Rio de Janeiro (A. C. R. Coronel da PM-RJ).

Fica a pergunta, o que é que o autor desse projeto quer?

Comentário Politicamente (In)Correto

Mais um esquema corporativo, para a auto-proteção de corruptos e similares.

Como diz a expressão popular, colocando a raposa para tomar conta do galinheiro!

PS. A OAB é favorável à emenda. Claro, pois o inquérito policial é uma das grandes brecha que contribuem para a corrupção policial, o que é bem aproveitado por vários "operadores" da justiça e$borninana.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Polícia sentada

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Um diplomata do Canadá, que chegou recentemente a Brasília, e já a par dos frequentes assaltos no setor diplomático da capital e$borniana, não deixou escapar a piada:

“Os canadenses têm a Polícia Montada, e em Brasília criaram a Polícia Sentada”.

Comentário Politicamente (In)Correto

O brasil tem a polícia que mais mata no mundo, perde para qualquer ditadura, seja ideológica, religiosa ou militar.

Isso é para compensar a incompetência e a corrupção.

PS. E os policiais tem problemas de visão também, não conseguem diferenciar uma metralhadora de uma furadeira.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

As barganhas políticas e o preenchimento de cargos públicos

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Uma das mazelas (entre várias), que ataingem o estado brasileiro, é o gigantesco número de cargos comissionados, aqueles de indicação dos ocupantes dos cargos eletivos no executivo.

Compete ao prefeito, governador e presidente da república a indicação de diretores, presidentes, superintendentes e toda uma penca de cargos de primeiro, segundo, terceiro ao enésimo escalão de autarquias, estatais e toda a ordem de insituições públicas.

Via de regra, a indicação atente uma barganha política ou simplesmente indicar um parasita partidário, que vai dar parte do seu salário ao partindo, como pedágio para continuar mamando na teta. Eu mesmo conheço uma leva de ex-colegas de universidade e de pós graduação, alçados a cargos no executivo, sem nunca na vida terem trabalhado de verdade.

O controle para evitar isso, deveria ser exercido pelos legislativos, mas com mensalões de todos os tipo e partidos, a aprovação se torna automática. O exemplo máximo são as indicações de juízes de cortes superiores, onde até um advogado partidário consegue aprovação automática.

Se nessas situações críticas, que são as cortes superiores a coisa já degringolou a muito tempo, imaginem naquelas áreas onde não há o mínimo interesse dos "gestores públicos", como na cultura.

Sobre isso, Ney Gastal, jornalista em Porto Alegre e ex diretor de museu, comenta o que está acontecendo no MASP (Museu de Arte Moderna de São Paulo).


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A notícia abaixo, da Folha de São Paulo, retrata um aspecto terrível da realidade cultural brasileira.
Reclamam-se dos pixadores que agridem prédios e monumentos, mas o que dizer dos (ir)responsáveis pela guarda e proteção do patrimônio histórico e artístico, que o tratam com desprezo?
Veja a notícia em seus múltiplos aspectos:
1-) Um dos assessórios expositivos do Masp, idealizado pela criadora do Museu e parte integrante de seu projeto e de suas estética virou divisória no restaurante.
2-) O atual diretor do Museu mente ao dizer que são réplicas, feitas para "usar a mesma linguagem do Museu". Finge ignorar que um plástico fosco colado sobre as peças as descaracterizaria por completo se fossem réplicas, mas que os buracos nelas existentes revelam que são as peças originais.
3-) Esquecendo que é Diretor de um Museu de Arte, explica que "aquilo é um cubo de concreto com vidro. Qualquer um faz". Ora bolas, "aquilo" não é um "cubo", e "qualquer um faz" é justamente o argumento usado por quem não entende e/ou não gosta de arte moderna para desmerecer qualquer obra. Pode um cara destes ser "diretor do Museu de Arte Moderna" ? ? ? ?
4-) Estes painéis são uma das maiores características do Masp, plenamente integrados à sua proposta arquitetônica, interna e externa. Sem o plástico fosco, é claro.
5-) Mas não estavam em uso.
6-) Um diretor anterior, "radicalmente contra os cavaletes de vidro", os mandou para o depósito, tempos atrás. Ora bolas. Se cada diretor vai confinar ao depósito peças não gosta, para que servem os Museus? Em resumo, parece que o Masp é tratado por seus administradores da mesma forma que foi por aquela pixadora que marcou suas paredes. Pena que todos não tenham o mesmo destino, tribunais e cadeia.
Ah: Os sublinhados e negritos aí embaixo foram postos por mim.
Ney Gastal, jornalista e ex-diretor de Museu.
28/04/2010 - 08h55
Projeto de Lina Bo Bardi vira divisória no restaurante do Masp



FERNANDA MENA


da Reportagem Local


De 1968 a 1995, eles sustentavam Van Goghs, Rembrandts e Caravaggios. Essa memória, no entanto, dificilmente é evocada pelo par de "biombos" de vidro que separam a cozinha e a fila do caixa no restaurante do Masp hoje.

É esse o destino que tiveram dois cavaletes de vidro projetados pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992) como suporte para obras do museu.

"Isso aí não é original. Só colamos um plástico no vidro fosco para bloquear a visão da cozinha", explica uma funcionária do restaurante, que fica no subsolo do prédio concebido por Lina nos anos 60.

A administração do museu afirma que as peças são réplicas feitas pelo restaurante. "É para usar a mesma linguagem do museu", disse à Folha o diretor Luiz Pereira Barreto.




Danilo Verpa/Folha Imagem


"Réplicas" do cavelete de vidro de Lina usados como divisória no restaurante do museu
"Réplicas" do cavelete de vidro de Lina usados como divisória no restaurante do museu

Confrontado com o fato de as "réplicas" apresentarem quatro buracos na estrutura do vidro, úteis para fixar quadros, mas não para a função de biombo, Barreto disse que o restaurante "pode ter usado algum vidro que estava sobrando". "Aquilo é um cubo de concreto com vidro. Qualquer um faz", diz.

Ideário modernista

Para o arquiteto Marcelo Ferraz, que trabalhou com Lina por 15 anos, o argumento é uma "desculpa esfarrapada". "Réplica ou não, trata-se do projeto da Lina, que faz parte do Masp tanto quanto o edifício", avalia. "Essa utilização é uma violência contra um ideário modernista, que por si só precisa ser respeitado. É como se fizessem uma réplica de uma cadeira de design consagrado e a transformassem numa privada."

"É assustador! Mas infelizmente é essa a maneira como o Masp tem tratado a obra da Lina", lamenta Solange Farkas, diretora do Museu de Arte Moderna da Bahia, também projetado pela arquiteta.

A simplicidade da peça idealizada por Lina contrasta com a ousadia de sua proposta: libertar a obra de arte das paredes, criando a ilusão de que flutuam no espaço, numa convergência com o projeto do próprio prédio, suspenso na avenida Paulista.

Utilizados como suporte para o acervo do museu desde sua inauguração, em 1968, os cavaletes foram retirados do espaço expositivo e levados a um depósito durante a gestão do curador Luiz Marques, hoje professor de história da arte da Unicamp.

"Sou radicalmente contra os cavaletes de vidro, mas eles têm sua dignidade histórica e não devem virar móveis e utensílios pura e simplesmente", diz Marques.


sábado, 6 de fevereiro de 2010

O Windows continua ruim, ou melhor, continua um lixo

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A Microsoft considera todo o cliente um deficiente mental, por isso seus sistemas são extremamente pesados, cheio de inutilidades, e tentam o tempo todo determinar as ações que devem ser tomadas, independente da vontade do usuário.

A sua lógica de mercado, que é lançar um produto novo, sem que o antigo possa ser considerado minimamente bom, também é uma afronta ao bom senso e ao bolso, uma forma que a empresa tem de nos roubar.

Agora a empresa vai consertar uma falha crítica, pasmem, identificada no windows NT 3.1 (a mais de 15 anos atrás), e que foi replicada no XP, Server 2003 e 2008, Vista e no Windows 7.

Com isso serão mais algumas dezenas de atualizações para as próximas semanas, que se juntarão as centenas de falhas, que tem sido "corrigidas" e "recorrigidas" ao longo desses últimos anos.

Comentário Politicamente (In)Corrreto

Como se diz, recall é atestado de incompetência de uma empresa e a Microsoft emite um toda a semana.

Quer ter um computador de verdade, compre o MAC, quer ter meio computador, use Linux, quer ter um porcaria que está sempre travando, "buggando" e te enchendo o saco, use um PC com Windows, para os íntimos, "Ruindows".