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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Sobre o Vice de Marina Silva e as denúncias sobre danos ambientais

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Caros/as,

Quando o IBAMA corre para defender a Mata Atlântica, é sempre uma supresa, dado o estado de coisas que se vê ao longo de toda a costa brasileira sem que as otoridade federáu se manifestem. Maior ainda a supresa quando a eficiência (???) se traduz em ‘vazar’ para a imprensa uma ‘denúncia’ e uma ‘fiscalização’ sobre uma fazenda específica, quando prefeituras, loteamentos e empreendimentos turísticos inteiros barbarizam tudo o que resta de vegetação nativa do RS ao RN.

O que a corja petista que tomou de assalto os órgãos ambientais do Estado está fazendo contra o candidato a Vice de Marina Silva é, segundo conta gente da própria região e que teme as represálias do fascismo petista se assinar embaixo (não tem importância: eu mesmo assino, essa gentalha que me processe se quiser), pura armação para desgastar a única campanha capaz de barrar a demagogia lullesca e dilmenta apoiada no esmolismo e no peleguismo dos CCs e sindicatos clientelistas, vitaminada pelo dinheiro sujo do latifúndio e das grandes corporações que aderiram ao ‘petismo de resultados’ que vem destroçando o que resta de Natureza no Brasil com sua lógica de economia soviética imediatista.

O que segue abaixo sobre o estado real da fazenda do Guilherme Leal recebi de amigos baianos e é escrito em PVT por uma ativista do sul da Bahia que pediu pra não ter seu nome divulgado (ainda). Mas dá uma excelente idéia do contexto em que o des-governo, morto de medo do volume de votos que o PV terá, pretende usar das mesmas sujeiras que o Komissar da KGB Tarso Genro usou no Ministério da Justiça pra transformar a Pulissa Federal em geradora de factóides contra os adversários políticos. Agora é a vez de usar o IBAMA pra tentar sujar a imagem de Marina.

A resposta pra essa canalha temos de dar nas urnas, em outubro, fazendo uma votação mega para os candidatos verdes nas majoritárias e elegendo o maior número possível de parlamentares pró-conservação em todos os níveis.

Abrz.,

T.

Estamos acompanhando de perto. O denunciante é um Petista, trabalhando para a BAMIN e políticos da Região com práticas já conhecidas nessa linha. O jogo é bastante sujo. Fomos convidados a conhecer a área onde existe uma residência, três bangalôs e outros dois de apoio onde reúnem-se aqueles que estiverem na Fazenda (área comum para reuniões), além de um especial, por ter sido o primeiro, que é chamado de Oca.

Além disso, área para prática de esporte (campo de futebol com vestuário) , refeitório para empregados, horta, área de serviços (lavanderia, garagem, oficina, etc.)

Tudo que existe em qualquer fazenda de grande porte, mas com um nível e conceito bem diferente do que estamos acostumados a ver.

O mais importante, é o tratamento que é dado ao meio ambiente (captação de água de chuva, energia solar, fiação elétrica subterrânea, reflorestamento de áreas degradadas com árvores da mata atlântica, fossas sépticas , a preocupação com a justiça e sustentabilidade, tratamento acústico na “sala” dos geradores etc.) e ainda o projeto para catalogação das espécies de mata atlântica ali existentes, que tem quase toda a área de reserva.

Tem mais... Existe ali uma iniciativa interessante com uma cooperativa formada pelos empregados, que vendem o lixo gerado.

Acredito até que o empresário poderia ter construído um castelo convencional, mas optou por um modelo integrado com a natureza e respeitando a comunidade onde está inserida a fazenda, optando pelos trabalhadores que sejam da comunidade, gerando emprego, renda e capacitação, além de aulas de inglês, música, etc. É OUTRO MUNDO!

Eu sabia falar de um empreendimento sustentável, mas foi a primeira vez que vi de fato JUSTIÇA E SUSTENTABILIDADE.

Tomara tivéssemos Guilhermes desse espalhados pelo País inteira que sabe ganhar muito dinheiro respeitando o meio ambiente, o homem, fazendo a diferença. Rui conhece bem tudo isso, pois acompanhou desde a chegada do empresário aqui, toda a trajetória desde o sonho até a realização.

Ele tem um grande defeito: É CONTRA O PORTO SUL e PENSA SUSTENTÁVEL

Vamos que vamos...

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Os vídeos da propina

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Karaka meu (o k finalmente voltou a lingua portuguesa-brasileira).

Tem tanto vídeo de político do Distrito Federal recebendo propina que se for colocar todos no blog, fico o dia inteiro fazendo upload (gostaram do upload, fica mais chique que escrever, subindo arquivo para o blog). Já tem até lista de novos vídeos.

Quem quiser olhar a penca de vídeos, dê uma olhada na página do Correio Braziliense online de hoje, tem uma lista grande.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Indústria poluidora banca campanhas

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da FOLHA de SÃO PAULO em 24/11/2009

Um grupo de 38 empresas, pertencentes a áreas da indústria que emitem grande quantidade de gases-estufa, contribuíram R$ 60,8 milhões para campanhas políticas nas eleições de 2006 no Brasil.

Os doadores pertencem a 12 associações nacionais representando indústrias de grande intensidade de carbono (ou seja, que produzem grande quantidade de gases do aquecimento global), como agronegócio, energia, carne, papel e celulose, cimento, mineração, óleos vegetais e siderurgia.

Em parte porque não existem regulamentações para o emprego de lobby no Brasil, não se pode estimar se essas contribuições de campanha estão ligadas à legislação sobre a mudança climática. Mas elas são capazes de abrir portas. O financiamento vindo das indústrias intensivas em carbono ajudou a eleger metade da comissão da Câmara dos Deputados que está considerando mudanças no Código Florestal.

Nesse caso, após intensa disputa, os deputados ruralistas conseguiram eleger Moacir Micheletto (PMDB-PR) como presidente da comissão. Sua proposta é deixar a legislação ambiental a cargo de cada Estado. Entre os financiadores de Micheletto estão a Bunge Alimentos (com contribuição de R$ 70 mil) e a produtora de carne Marfrig (R$ 30 mil).

A comissão conjunta de mudança climática, criada em março deste ano para discutir leis sobre o tema, tem menos membros financiados por indústrias de grande intensidade de carbono. Apenas 11 de seus 44 membros receberam doações desses setores da economia. Ao todo, 25 dos 27 partidos políticos do país foram agraciados com essas contribuições em 2006. A maior concentração foi para o PSDB e o Democratas (então PFL), que respondem por 38% das doações totais. Junto com o PMDB, esses dois partidos de oposição perfazem 54% do montante.

Dos 719 candidatos que receberam dinheiro dessas empresas, mais da metade (51,3%) é composta por políticos dos Estados, como governadores e deputados estaduais. Parlamentares federais correspondem a 48% da soma. Mas o presidente Lula também está entre os que receberam doações.

Mais de um terço do dinheiro (37%) foi contribuído pela indústria do aço, encabeçada pela Gerdau, com quase R$ 11 milhões. Mais de um quarto (26%) veio de membros da indústria de papel e celulose, em especial da Aracruz. Já a Bunge, que está fazendo lobby intenso em nível internacional pela aprovação de leis mais tímidas sobre mudança climática, seria a sexta maior doadora se tivesse repartido suas contribuições entre suas duas divisões, a de alimentos e a de fertilizantes.

Ambiente favorável - Em entrevistas, funcionários do governo e especialistas dizem ter dificuldade de citar empresas que tenham um lobby ativo em relação à mudança climática no Brasil. Um ex-assessor do governo para assuntos energéticos, que pediu para não ser identificado, afirma que o lobby nessa área no Brasil é pouco visível porque tudo já favorece as indústrias poluidoras no país.

"Em Copenhague, vamos ver a indústria americana do carvão, por exemplo, distribuindo abertamente folhetos em favor de seus interesses. As indústrias brasileiras não farão o mesmo porque não precisam", declarou o especialista.

Apesar disso, associações da indústria estão se posicionando sobre as negociações internacionais do clima, algumas pressionando contra metas de redução de emissões que afetem setores específicos da economia brasileira.

Uma das principais é a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para a entidade, levar metas a Copenhague atrapalharia o crescimento econômico e seria só uma forma de "mostrar ativismo". Os industriais reclamam que as necessidades do setor não estão sendo ouvidas o suficiente no debate sobre as mudanças climáticas.

"Não houve discussão, principalmente com o setor privado, para o Brasil se envolver com uma meta mais geral", diz o diretor executivo da CNI, José Augusto Fernandes. A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) diz temer que a adoção de metas sem contrapartida dos países ricos trave a competitividade do Brasil. (Fonte: Folha de S. Paulo).

Comentário Politicamente (in)correto

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