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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Demonstração de (in)consciência brasileira

Hoje amanheceu chovendo, na realidade, choveu a noite toda. As calçadas estão molhadas e cheias de folhas e flores, já que é primavera. 

Mas como dá trabalho e é chato varrer essas folhas, fica mais fácil mandá-las para os esgotos, junto com papeis, cigarros e todas as porcarias que os humanos insistem em jogar nas calçadas. Afinal, água tem bastante e é "barata", além disso, a máquina é "ecológica", pois consome pouca energia e mesmo água, se fosse só com a manqueira, aó sim seria um desperdício.

Mas o trabalho ficou perfeito, se não estivesse duplamente molhada, pela chuva e pela máquina, daria para comer na calçada, como diria a minha avó, ficou um brinco de tão limpa.

Essa demonstação de (in)consciência, aconteceu na capital "ecológica" do brazil, hoje, 28/12/2011, de manhã cedinho, mas com certeza aconteceu no brasil inteiro, afinal, prá que ter trabalho de varrer se dá prá lavar e mandar tudo para o esgoto. O máximo que pode acontecer é entupir de vez em quando, mas lá pra baixo, porque aqui é alto, nunca acontece.


Comentários Politicamente (IN)Corretos

O Homo sapiens como espécie é bem estúpida, mas culpem a evolução, que falhou e não transformou a burrice e estupidez em gene letal. Pior que o planeta vai pagar uma conta bem alta até eliminar a praga.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Minc, a ameba carimbadora petista vai pedir os votos dos verdes.

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Interessante a posição dos bandidos petistas, Dilma sempre assumiu que o "maior" entrave ao desenvolvimento do Brasil era a legislação ambiental. Pela cartilha petista, corrupção não é problema, principalmente quando são os beneficiários.

Parágrafo primeiro: Há pouco tempo atrás, Lula defendeu os usineiros de cana, criminosos ambientais que usam descaradamente o trabalho escravo e fazem um lobismo bandido para impedir que escravidão ou trabalho sob condições desumandas seja criminalizado. É bom lembrar também, que o sindicalismo pelego, pago e/ou controlado pelo PT, se cala e finge que não sabe de nada, como faz o chefe da quadrilha. comportamento adotado pelos outros auto denominados "esquerdistas".

Agora a PeTralhada chama uma ameba (Carlos Minc), atrás dos poucos votos "verdes", coisa de talvez uns 2% do eleitorado. Isso quer dizer a coisa não está tão simples para a campanha da bandida e cumpanhera Dilma.

É bom lembrar que na época de Minc, quando secretário de meio ambiente no RJ, seus "assessores" e outros "aspones", distribuiam cartões de empersas de consultoria, que teriam seus caminhos "facilitados" quando o assunto era regularização e licenciamento ambental, mas isso foi visto e quem pegou os cartões não fala, pois teve os caminhos "facilitados".

Pois bem, essa ameba (com assessores pouco honestos), foi colocada como ministro porque é um pau mandado, fazia tudo que o "governador" do RJ mandava. Interessante é que o governador do RJ,passou a campanha inteira sem falar o que foi feito dos R$ bilhões dos royalties do petróleo, o RJ, que já era uma zona, está pior. Casualmente, esse governador faz parte da "cumpanherada".

Assim Minc virou ministro para fazer o que mais sabia, receber ordens, agora diretamente do chefe da quadrilha (e de seus capos, como a Dilma). Seria o perfeito barnabé carimbador ambiental, bastava colocar um papel na frente que a licença seria carimbada e liberada.

E assim caminha essa quadrilha de bandidos que tomou e aparelhou o poder.

Legitimamente pelo voto, dirão alguns.

Ok, concordo, foram legitimamente eleitos pelos votos dos que colocam a ideologia acima da vergonha na cara, que acham que ideologia está acima da corrupção e da canalhice política, dos analfabetos, dos iletrados, dos que entendem que cidadão é sinônimo de consumidor e, dos obviamente eternos miseráveis que, sem opção, sempre se venderam (e continuarão a se vender), barato.
A corja se elege com os votos de todos aqueles que, infelizmente, nunca vão conseguir definir o conceito de cidadania e de nação. Mas, a voz do povo é a voz da mediocridade e isso se chama democracia. Se bem que essa compra de votos e de políticos é uma distorção cruel e criminosa do conceito.....

E o que dizer da manutenção dessa massa de miseráveis, analfabetos e iletrados, tudo que um político oportunista quer, tudo que a petralhada e cumpanherada querem, igualzinho aos outros partidos desse amontoado de gente que se acha um País.

E assim caminha essa E$bórnia chamada Brazil. Pior que está, pode ficar, o PT e a "cumpanherada" podem continuar no poder.

PS.

Para os vários que me perguntaram se eu teria coragem de votar no Serra.

Para todos, a resposta foi a mesma. Odeio o Serra, o grupo dele e tudo que eles representam. Até acho que o DEM e o PP (e mais uns 20 partidos),  poderiam já ter sumido da vida política.

Mas, como já disse outras vezes, a PeTralhada fez um efeito Sarney no Brazil inteiro, transformou o Brazil num imenso Maranhão, no que tange a corrupção deslavada, clientelismo e a castelização por um pequeno grupo, nesse caso, do sindicalismo podre. O poder para o bando de "trabalhadores" que nunca trabalhou, pois o "trabalho" era o sindicalismo e a política.

parágrafo segundo: Notaram que, sem sombra de dúvidas, os petistas são o melhor exemplo de políticos profissionais, é composto por um povo que nunca trabalhou. o que Genoino fazia? Onde Zé Dirceu trabalhava? Eram todos iguais ao chefe/testa de ferro, trabalhou um pouquinho e perdeu o dedo mínimo, num acidente fraudulento, só para se aposentar e ficar fazendo sindicalismo.

Para os Sarneys há um princípio, mesmo que matassem toda a família feudal maranhense, haveria a necessidade de pelo menos umas 20 gerações para eliminar os danos que causou naquele estado.

O mesmo serve para o PT.

O estrago político que essa corja fez, olha, não sei nem se tem conserto, talvez só com uma guerra civil.

Assim, entre os "capi" Lula/Dilma/Zé Dirceu, fico com os outros.

Agora devolvo a pergunta: vocês tem coragem de votar em quem apoia (e se apoia), na famíglia Sarney, Collor, Jader Barbalho, Renan Calheiros, na bancada ruralista/bandida no congresso e em muitos outros criminosos políticos?

Será que vocês também vão colocar a ideologia acima de tudo? Não viram nada, não sabiam de nada?

Eu, odeio os outros bandidos, mas chega desse tumor Petralha, ele é mais letal que o resto, pois o resto, tinha oposição. Ok, tão cretina quanto, mas tinha. Ah, e tinha muito menos poder de compra.

domingo, 6 de junho de 2010

Meio ambiente continua tema perigoso na América Latina.

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Colaboração do jornalista N.

Denúncia forte, tema interessante.
Uma ressalva:
Além dos responsáveis pelas agressões citados no texo, há outros.

Os governos e o meio ambiente.

A chegada da esquerda ao poder, em diversos países latino americanos, em nada mudou a situação. O caso Marina Silva, defenestrada do Ministério do Meio Ambiente por Dilma, é emblemático.

Tudo o que os governantes da direita (inclusive as ditaduras militares) faziam, em termos de desrespeito às normas ambientais, foi assimilado pelos governantes de esquerda.

No Brasil, o tratamento dados às hidrelétricas do Madeira é o mesmo dado quando da construção de Itaipú.

Para os mais moços, procurem no Google por "sete quedas nunca mais".

Dominação tecnocrática é igual nos Estados Unidos, na Rússia, na China ou no Brasil.

Para não falar na Venezuela, Bolívia ou quejandos, em todos os lugares, os recursos naturais estão em leilão.

Para esta gente, danem-se as futuras gerações.

Só querem garantir "o seu".

Uma vergonha.

Jornalismo nas Américas

Jornalistas de meio ambiente enfrentam censura e ameaças na América Latina


Jornalistas cobrindo casos de destruição ambiental enfrentam ameaças e agressões crescentes, denuncia a ONG Repórteres Sem Fronteiras no relatório “Investigações de alto risco: desmatamento e contaminações”, publicado nas vésperas do Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho.

A RSF detalhou agressões em oito países e, além deles, lembrou dois casos brasileiros: o do jornalista Lúcio Flávio Pinto, editor do Jornal Pessoal, que enfrenta dezenas de processos judiciais por tratar de assuntos como destruição ambiental e grilagem de terra na Amazônia; e o do documentarista franco-espanhol José Huerta, processado oito vezes por mostrar neste filme os impactos de um empreendimento turístico no Ceará.

Na Argentina, a RSF relata o caso da jornalista María Márquez, de Andalgalá, na província de Catamarca, ameaçada de morte por criticar um projeto de mineração da multinacional canadense Yamana Gold.

Em El Salvador, os jornalistas Gustavo Marcelo Rivera e Ramiro Rivera Gómez, da rádio Victoria, uma emissora comunitária no departamento de Cabañas, foram assassinados depois de se posicionarem contra as atividades da mineradora canadense Pacific Rim, denuncia a RSF. Outros profissionais da rádio relatam intimidações e tentativas de suborno neste vídeo.

“Por trás das ameaças estão empresas, máfias e funcionários corrompidos pelo dinheiro das minas e da exploração florestal”, afirma a RSF, que detalha mais 15 casos neste relatório de 2009.

Além dos relatos da RSF, ONGs e movimento sociais brasileiros denunciam um “bloqueio midiático” a algumas pautas, como as denúncias de devastação ambiental e desrespeito aos direitos humanos feitas contra o grupo alemão ThyssenKrupp e a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), na construção de uma siderúrgica na baía de Sepetiba, no Rio de Janeiro.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Belo Monte: a pedagogia da palhaçada e da corrupção

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Belo Monte: a pedagogia da palhaçada e da corrupção

Sex, 05/Fev/2010 01:10 Belo MonteE-mailImprimirPDF

Rodolfo Salm, PhD em Ciências Ambientais pela Universidade de East Anglia, é professor da Universidade Federal do Pará.

Começar o ano e retomar o trabalho nem sempre é muito fácil. Especialmente no que se refere a tarefas que exigem alguma inspiração, como nosso esforço para denunciar a grande mentira da "energia barata e renovável necessária para a solução dos problemas do país" que justificaria a absurda construção da hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu (com consequências desastrosas para o continente e também para o mundo).


Mas há uma hora em que, inevitavelmente, até mesmo os mais despreocupados tem que voltar a se mexer: segundo uma nota da Folha de São Paulo de 19 de janeiro, o ministro do Meio Ambiente Carlos Minc disse, enquanto prometia o licenciamento ambiental da hidrelétrica de Belo Monte para fevereiro, que todo o processo de licenciamento foi "pedagógico" para os órgãos ambientais do país. E que "o projeto inicialmente apresentado tinha sérios problemas em relação à navegação, aos peixes, que teriam mais de cem espécies ameaçadas, e a áreas de baixa circulação que iriam piorar a qualidade da água". Mas disse que os principais problemas teriam sido solucionados durante o processo. Isso me deixou um bocado revoltado.

Como ele pode dizer que o licenciamento foi pedagógico? Se nem teve coragem de aparecer na audiência pública de Altamira, onde, segundo os ribeirinhos, as comunidades indígenas e o Ministério Público não houve qualquer condição de diálogo e consulta de fato dos afetados pelo projeto. E a população da cidade como um todo, que se esgoelou em gritos de protesto contra a barragem, diante de técnicos, políticos e burocratas defendidos por forte esquema de segurança?

Só se for a pedagogia da tropa de choque e da intimidação. Sobre os outros pontos, que "teriam sido solucionados ao longo do processo", trata-se de mentira pura e simples (aqui teríamos a pedagogia da enganação). Não o foram e não é preciso ir muito longe para provar isso. Basta recorrer às conclusões emitidas pela equipe de Licenciamento Ambiental do IBAMA, sobre a análise técnica do Estudo de Impacto Ambiental de Belo Monte, em documento divulgado no dia 23 de novembro de 2009, do qual extraio a seguir alguns trechos, e que pode ser acessado no original clicando-se aqui .

"Ressalta-se que, tendo em vista o prazo estipulado pela Presidência, esta equipe não concluiu sua análise a contento. Algumas questões não puderam ser analisadas na profundidade apropriada, dentre elas as questões indígenas e as contribuições das audiências públicas". "O estudo sobre o hidrograma de consenso não apresenta informações que concluam acerca da manutenção da biodiversidade, a navegabilidade e as condições de vida das populações do trecho de vazão reduzida (que ocuparia grande parte da Volta Grande do Xingu, que teria a maior parte de seu fluxo de água desviado por canais colossais, comparáveis ao canal do Panamá ligando o Atlântico ao Pacífico, conduzindo-o às turbinas da hidrelétrica). "A incerteza sobre o nível de estresse causado pela alternância de vazões não permite inferir a manutenção das espécies, principalmente as de importância sócio-econômica, a médio e longo prazos (...) Os impactos decorrentes do afluxo populacional não foram dimensionados a contento. Conseqüentemente, as medidas apresentadas, referentes à preparação da região para receber esse afluxo, não são suficientes e não definem claramente o papel dos agentes responsáveis por sua implementação. Há um grau de incerteza elevado acerca do prognóstico da qualidade da água, principalmente no reservatório dos canais".

Foi com uma certa satisfação que vi contemplada entre as recomendações dos analistas ambientais do IBAMA a minha crítica principal, relativa aos desmatamentos, que serão conseqüência muito mais da abertura de estradas e do decorrente estímulo à imigração de imensos contingentes populacionais para a região do que da obra em si: "apresentar modelagem da projeção do desmatamento considerando os cenários de implementação e não-implementação do Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte". Ou seja, recomenda que sejam feitas simulações matemáticas computadorizadas (amplamente disponíveis na atualidade) de como seria o futuro com ou sem a barragem.

Mas cadê a tal modelagem? Dizem que os empreendedores responderam às 15 outras recomendações, além desta sobre os desmatamentos, feitas pelos consultores da Diretoria de Licenciamento Ambiental do IBAMA. Mas não temos acesso a estes documentos com as respostas! Nem mesmo o documento acima reproduzido está disponível no site do órgão como parte do processo de licenciamento ambiental de Belo Monte. Destaque-se que a legislação brasileira determina publicidade do EIA/RIMA. Este é mais um dos aspectos do processo de licenciamento que foram atropelados, nesta gana pela aprovação goela abaixo. Mas os jornalões, ao invés de divulgarem as notas de cautela do IBAMA sobre Belo Monte, preferem reproduzir a bobageira de que "os principais problemas foram solucionados", do ministro midiático escorregadio e mascarado, com o penteado do Bozo, sempre fantasiado de coletes, ao modo de um triste clown. É a pedagogia da palhaçada.

Mas talvez, pior do que este seja o ministro-sinistro. No dia 22 de janeiro, a mesma Folha de São Paulo divulgou trechos do relatório da Operação Castelo de Areia da Polícia Federal, segundo a qual a empreiteira Camargo Corrêa pagou uma propina quase R$ 3 milhões para políticos do PT e do PMDB por conta da obra da eclusa da hidrelétrica de Tucuruí, também no Pará. O relatório cita, como beneficiários, integrantes do grupo político de José Sarney, que controla o Ministério de Minas e Energia. Um manuscrito chega a registrar o pagamento de propina no valor de R$ 500 mil a um tal "Lobinho", que, segundo a polícia, é Edison Lobão Filho, o filho do ministro Lobão, que, aliás, recentemente queixava-se de ter que "mendigar" a licença ambiental de Belo Monte. Mendigou porque seu grupo é dependente da roubalheira. Como é possível que, apesar de estar metido em tanta corrupção, Edison Lobão ainda seja cogitado para vice da chapa de Dilma Rousseff? Talvez o seja justamente por isso. Já esta é a pedagogia da corrupção.

A palhaçada e a corrupção: uma bela dupla para começar o ano, que promete não ser nada fácil. Minc e Lobão. Que fonte lamentável de inspiração! De um lado o show midiático, de outro, os negócios escusos. Negócios que nada mais são do que as tais "tenebrosas transações", da música de Chico Buarque, que rolavam enquanto "a nossa pátria mãe tão distraída" dormia, "sem perceber que era subtraída". E aqui, as muralhas faraônicas que barrariam o Xingu (uma obra comparável à construção de toda a nova capital), pior do que estranhas, como as construções de Brasília, seriam "sinistras catedrais" ao deus do desenvolvimento. Erguidas pelos filhos que erram "cegos pelo continente", e que imigrariam aos montes para a esta região. Onde, depois de concluídas as obras, seriam novamente abandonados, causando imensos desmatamentos que acabariam por destruir não apenas o Xingu, mas o que resta de toda a Amazônia Oriental. O que em última análise afetaria todo o planeta, daí o justificado engajamento de setores ambientalistas da comunidade internacional na luta contra Belo Monte.

"Vai passar!", cantava-se em referência a um período, "página infeliz da nossa história, passagem desbotada na memória das nossas novas gerações", que deveria estar encerrado. Não passou. Citando agora o professor Oswaldo Sevá, da Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp, a luta contra Belo Monte é a luta política contra a ditadura militar que ainda não acabou (ver artigo especial do Correio, "Belo Monte, Belo Montro"). É possível que quando for publicado, esse texto já esteja desatualizado, pois, acabo de saber, o Estado de São Paulo já está prevendo a vergonhosa liberação da Licença Ambiental para esta semana. Se for o caso, eu posso imaginar que cada pedra desse velho rio nesse dia vai se arrepiar.

PS: De fato, na tarde de segunda, 1º de fevereiro, o IBAMA liberou a construção da barragem. No Xingu, onde eu estava naquela tarde, nem os banhistas, que se divertiam em mergulhos arriscados, nem os ribeirinhos ou pescadores pareciam estar cientes ou preocupados com isso. Por outro lado, disseram-me que quando a decisão foi transmitida de Brasília, todas as pessoas no supermercado aglomeraram-se em frente à televisão entre incrédulas e assustadas. Eles podem ter vencido uma batalha, mas não a guerra. A luta continua. Na verdade está apenas começando. Eu nunca duvidei que a máfia dos barrageiros venceria em tudo o que dependesse de papel, caneta e reuniões em Brasília. Eles dominam a máquina e ela está lá para isso. Mas barrar efetivamente o rio é outra história. É só quando começarem os esforços diretos neste sentido que aqueles que vivem no rio, e do rio, efetivamente do Xingu, vão entrar na luta contra esta obra que põe em risco mais do que a nossa floresta ou as populações tradicionais, mas a economia e a própria democracia do país. Uma roubalheira planejada há décadas e que serão nossos filhos, netos e bisnetos, todos os contribuintes brasileiros do futuro que irão pagar.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Marina presidente?? Fala sério meu!!!!

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Marina vai para o PV, provavelmente se lançe como candidata à presidência da E$bórnia, interessante como uma pessoa que tem uma atuação parlamentar medíocre e omissa seja endeusada como "outra salvação" (eu já vi essa história!).

Marina, com aquele ar de eterna vítima da malaria e de sofredora em tempo integral, foi peça chave para o desmonte da estrutura de proteção ambiental federal, que agora está sendo desintegrada no arcabouço legal gestado na dupla dilma/minck.

Marina era a ministra que mais tinha em sua estrutura presidentes, diretores de autarquias, órgãos vinculados, etc. Tornando-se uma das maiores beneficiárias dos cargos de comissão, assessorias e outros, dando e distribuindo boquinhas para a cumpanherada petralha mamar na teta governamental (paga com nosso dinheiro).

Marina, no dark side of the moon, é responsável por fazer o Ministério do Meio Ambiente - MMA verter rios de dinheiro para ONGs, em especial do norte (seu marido inclusive é dono de algumas, recebedoras de polpudos convênios assinados com o MMA..... enquanto sua mulher era ministra). Tem mais, não eram ONGs de meio ambiente, grande parte eram pseudo sociais, sindicais e similares, com ações travestidas de "ambientais", para garantir uma teta fácil e sem controle. Não é a toa que o governo tem muito medo de uma CPI de verdade sobre as "ONGs".

Marina disse sim para todas as anomalias ambientais que o lulalau quis fazer, só batendo de frente com o chefe quando afetava diretamente suas áreas de interesses e bases eleitorais.

O que faria Marina na presidência da E$bórnia? Seria mais um mordomo, ou melhor, uma camareira, cercada pela petralhada do norte. Sairia a quadrilha petralha de São Paulo e do sul e entraria a do norte.

Melhor dizendo, seriam a mesma espécie de mosca em volta do mesmo ambiente, aquela coisa E$borniana que finge que muda tudo para não mudar nada. No fundo no fundo é apenas outra petralha picareta, com carinha de doentinha.

Comentário politicamente (in)correto

Mas até que daria uma atrapalhada nos planos do mordomo de se perpetuar no poder, não seia aquela coisa de eleição fácil. Afinal, a petralha acreana também pode usar a bolsa-familia-compra-eleição na campanha e contar a história triste de vida que teve, como seringueira, exatamente como o mordomo fazia, para o delírio do populacho iletrado.
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