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sábado, 3 de dezembro de 2011

As 10 estratégias de manipulação midiática

Do Pravda - Russia

Adital - Tradução: ADITAL


O linguista Noam Chomsky, linguista, filósofo e ativista político estadunidense. Professor de Linguística no Instituto de Tecnologia de Massachusett elaborou a lista das "10 Estratégias de Manipulação" através da mídia.

1. A estratégia da distração. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir que o público se interesse pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado; sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja com outros animais (citação do texto "Armas silenciosas para guerras tranquilas").

2. Criar problemas e depois oferecer soluções. Esse método também é denominado "problema-ração-solução". Cria-se um problema, uma "situação" previsa para causar certa reação no público a fim de que este seja o mandante das medidas que desejam sejam aceitas. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o demandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para forçar a aceitação, como um mal menor, do retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços púbicos.
3. A estratégia da gradualidade. Para fazer com que uma medida inaceitável passe a ser aceita basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Dessa maneira, condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
  
4. A estratégia de diferir. Outra maneira de forçar a aceitação de uma decisão impopular é a de apresentá-la como "dolorosa e desnecessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrificio imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Logo, porque o público, a massa tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isso dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
  
5. Dirigir-se ao público como se fossem menores de idade. A maior parte da publicidade dirigida ao grande público utiliza discursos, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade mental, como se o espectador fosse uma pessoa menor de idade ou portador de distúrbios mentais. Quanto mais tentem enganar o espectador, mais tendem a adotar um tom infantilizante. Por quê? "Ae alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos, em razão da sugestionabilidade, então, provavelmente, ela terá uma resposta ou ração também desprovida de um sentido crítico (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas")".
  
6. Utilizar o aspecto emocional mais do que a reflexão. Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional e, finalmente, ao sentido crítico dos indivíduos. Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de aceeso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos...
  
7. Manter o público na ignorância e na mediocridade. Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais menos favorecidas deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que planeja entre as classes menos favorecidas e as classes mais favorecidas seja e permaneça impossível de alcançar (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas").
  
8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade. Levar o público a crer que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.
  
9. Reforçar a autoculpabilidade. Fazer as pessoas acreditarem que são culpadas por sua própria desgraça, devido à pouca inteligência, por falta de capacidade ou de esforços. Assim, em vez de rebelar-se contra o sistema econômico, o indivíduo se autodesvalida e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E sem ação, não há revolução!
  
10. Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem. No transcurso dosúltimos 50 anos, os avançosacelerados da ciência gerou uma brecha crescente entre os conhecimentos do público e os possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem disfrutado de um conhecimento e avançado do ser humano, tanto no aspecto físico quanto no psicológico. O sistema conseguiu conhecer melhor o indivíduo comum do que ele a si mesmo. Isso significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior do que o dos indivíduos sobre si mesmos.

Comentários Politicamente (In)Corretos
Nossos políticos e meios de comunicação em massa utilizam os itens 6, 7 e 8 como estratégia predileta e o nivel do populacho da E$bórnia chamada brazil, facilita muito.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

A manipulação da mídia

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A mistura da mídia brasileira com os diferentes grupos de poder e as formas de concessão dos meios de comunicação acabaram por criar monstros e relações viscerais, entre a notícia, o "capital" e o meio político.

No fundo, é a associação do monopólio das comunicações e do que existe de mais atrasado no universo político nacional, visando a perpetuação dos dois.

A transformação de grupos de comunicação em grupos econômicos fortes agravou o problema. Apoio a pretensões políticas "duvidosas", com um troca x troca de favores, participação em negócios escusos, obras e interesses que contrariam o bem comum, agora tem nas TVs e jornais poderosos aliados e divulgadores de informações distorcidas.

Já na metade do século passado, Assis Chateaubriant ajudava a fazer e a derrubar presidentes e governadores, usando o poder de manipulação dos rádios e dos jornais.

Nos anos 60, roberto marinho convenceu os militares que
seres poucos pensantes acreditam em tudo que a "telinha" mostra. Mostrou que podia aperfeiçoar a capacidade de manipulação, com a TV e ganhou um monopólio.

A fórmula é bem simples, do rádio à TV, a capacidade de manipular a opinião é crescente e inversamente proporcional ao intelecto do "espectador - ouvinte - leitor analfabeto funcional".

Como bem disse willian bonner, editor do "jornal nacional" da rede globo, o modelo
intelectual, educacional e comportamental utilizado pela mídia brasileira é o de Homer J. Simpson.

E não está de todo errado, basta ver quais são os programas "campeões de ibope" e que tipo de revista e jornal que realmente "vende".

A
presidente da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) mostra bem como pensa a mídia hoje e sua capacidade de "influenciar": Na situação atual, em que os partidos de oposição estão muito fracos, cabe a nós dos jornais exercer o papel dos partidos. Por isso estamos fazendo isso.

Abaixo, dois artigos de Mario Jakobskind, do site
"Direto da Redação", analisam e mostram como isso tem sido feito.

VENEZUELIZAÇÃO DA MÍDIA BRASILEIRA


Mário Augusto Jakobskind, no "Direto da Redação"

Alguns leitores têm feito críticas às reflexões feitas neste espaço. Discordar é um direito de qualquer um. Mas reiteramos tudo que vem sendo dito por aqui, e na questão dos meios de comunicação vale a pena até transcrever trecho de uma recente fala da presidente da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), Maria Judith Brito, também executiva do jornal Folha de S. Paulo, a representantes dos donos de jornais ao defender o que considera ser “liberdade de imprensa”.


Segundo ela, “na situação atual, em que os partidos de oposição estão muito fracos, cabe a nós dos jornais exercer o papel dos partidos. Por isso estamos fazendo isso”. É uma confirmação total do que foi dito aqui na semana passada, ou seja, que os jornalões e os telejornalões visivelmente estão dando o recado da oposição de direita ao governo federal. Estão se venezuelando. Maria Judith fez o comentário em uma reunião com empresários dos setores de comunicação que discutiam o Plano Nacional de Direitos Humanos.

São inúmeros os exemplos na cobertura jornalística dos fatos que confirmam a venezuelização da mídia conservadora brasileira. O candidato da aliança PSDB, Dem, PPS vem sendo apresentado de forma diferente da de Dilma Roussef. Espiões benignos infiltrados na TV Globo informaram já há meses que a edição de imagem e texto relacionado com Serra passa pelo crivo de um dos diretores de jornalismo, o senhor Ali Kamel, o tal que escreveu um livro dizendo que no Brasil não há racismo e é contra as quotas.

O ex-governador de São Paulo e atual candidato à Presidência caiu nas graças dos proprietários das Organizações Globo, que têm vínculos com vários setores econômicos interessados em impedir a continuidade do projeto atual do governo de Luiz Inácio da Silva.

Na área da política externa a pressão é pesada e com componentes manipuladores e mentirosos, seja através de editoriais ou mesmo coberturas diárias. Exemplo mais recente nesse sentido ocorreu na edição de O Globo de 31 de março último com a manchete de primeira página “Pressão dos EUA sobre o Irã pode atingir Petrobrás”.

A chamada prossegue na página 31 “informando” que os “EUA pedem respeito ao Brasil se ONU aprovar sanções”. Aí você vai ler a matéria e verificará que tanto a manchete de primeira página como a do relato da notícia é puramente especulativa. O porta-voz do Departamento de Estado, Philip Crowley fala genericamente de empresas que estariam sendo investigadas e o “The New York Times” revela que uma delas é a Petrobrás. Nada oficial como parece pelas chamadas da matéria.

Também genericamente Crowley diz que o Irã foi “tema da visita de Hillary Clinton ao Brasil, com o presidente Lula e Amorim" e “estamos nos movendo para aprovar sanções na ONU e esperamos que o Brasil cumpra a resolução”. O Itamaraty, segundo o informe de O Globo, apresentado sem destaque algum, negou que a Secretária de Estado tenha mencionado a Petrobras.

Ou seja, O Globo, na base da manipulação da informação, quis apenas indispor os leitores contra a posição brasileira na questão do Irã em favor de negociações. Algumas horas antes da edição manipulada do jornal, o próprio chanceler Amorim deixou claro em uma longa entrevista na TV Bandeirantes (Canal Livre) que o Brasil seguiria as resoluções da ONU contra o Irã caso fossem aprovadas.

Em suma, O Globo, para variar, deu o recado de Washington, resta saber se generosamente ou não. O que se questiona é a posição impositiva, portanto inócua, segundo Amorim, de pressionar o Irã. O Brasil defende o caminho do diálogo, por entender inclusive que seria um erro deixar o Irã isolado da comunidade internacional.

É importante acompanhar a cobertura diária dos jornalões e telejornalões, apontar como as Organizações Globo e outras publicações manipulam e distorcem informações agindo como partidos políticos de direita.

Ah, sim: outra informação transmitida por espiões benignos infiltrados em O Globo demonstra que o esquema de manipulação ocorre até na editoria de Polícia. Nesse setor, segundo os tais espiões, cujos nomes não podem ser revelados se não perdem a função que exercem, a pauta passa pelo sinal verde de oficiais da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. PMs em O Globo viraram pauteiros.

Então, o que acontece? Qualquer ação policial, sobretudo em áreas pobres da cidade do Rio de Janeiro, onde se criminaliza a população, será aplaudida. Ou seja, nas cartas dos leitores aparecerão apologias à repressão que vem sendo feita de forma indiscriminada atingindo muitos inocentes, que aparecerão nas estatísticas como “autos de resistência”, isto é, elementos que resistiram a policiais e por isso foram detonados.

E assim caminham os jornalões e telejornalões deste país tropical.

FUGINDO DO PRINCIPAL

Mário Augusto Jakobskind, no "Direto da Redação"

Mais uma vez a mídia conservadora brasileira demonstrou a que ponto chega o grau de manipulação jornalística. Na recente visita do Presidente Lula a Israel, ao território palestino e à Jordânia ficou mais do que visível o grau de parcialidade. De O Globo à Folha de S. Paulo, passando pelo Estadão, a tônica foi de crítica ao presidente brasileiro.

Algumas chamadas de primeira página chegaram a fabricar um incidente diplomático pelo fato de Lula não ter ido depositar flores no túmulo de Teodor Herzl, fundador do sionismo, o ideário nacionalista judaico que se formou no século XIX e que pregava a volta a uma região em que os hebreus viveram há mais de dois mil anos.

Colunistas como Ricardo Noblat em O Globo e Otavio Frias Filho desancaram em cima de Lula e, consciente ou inconscientemente (fica a critério dos leitores), fizeram o jogo do racista de extrema direita que ocupa o cardo de Ministro do Exterior do atual governo de Israel, um tal de Avigdor Lieberman.

Otavio, o herdeiro da Folha de S. Paulo, filho do falecido Otavio Frias, questionou o “nosso simplório presidente e o seu trêfego chanceler” pelo que estavam fazendo no Oriente Médio, mas, em compensação, enfatizou que “os Estados Unidos influem e se intrometem nos conflitos do Oriente Médio não para pavonear seu peso mundial”. Precisa dizer mais alguma coisa?

No afã de queimar Lula e destacar um inexistente “incidente diplomático”, os meios de comunicação conservadores praticamente ignoraram que Nicolas Sarkosy, presidente francês, e a primeira-ministra alemã Angela Merkel ao visitarem Israel dispensaram depositar flores no túmulo de Herzl. Qual o problema então quando Lula fez o mesmo?

Na verdade, o Brasil hoje ocupa uma posição internacional de destaque, como nunca aconteceu com outros governos, muito menos o anterior de Fernando Henrique Cardoso, uma espécie de recordista de subserviência à potência hegemônica. E isso os “iluminados” não perdoam.

Pelas bandas cariocas, em função de um deputado tresloucado que quer aparecer na mídia a todo custo, o senhor de nome Ibsen Pinheiro com a sua emenda anticonstitucional, aprovada na Câmara dos Deputados, sobre os royalties do petróleo, está possibilitando ao Governador Sergio Cabral alavancar sua campanha à reeleição.

Com a sua irresponsabilidade, Pinheiro acabou matando dois coelhos numa só cajadada. Está ajudando o correligionário Cabral, que estava com dificuldades de continuar enganando os eleitores e permitindo que se consolide a cortina de fumaça para fugir da questão principal do pré- sal e das riquezas do petróleo de um modo geral, ou seja, a continuidade dos lesivos aos interesses brasileiros leilões das bacias de petróleo. Mais uma vez estão tentando enganar o povo escondendo algo criado por FHC e lesivo aos interesses nacionais. E naquele período, Cabral era do PSDB, correligionário do ex-governador fluminense Marcelo Alencar e FHC E hoje não mudou de opinião pois defende a ação das multinacionais petrolíferas.

Mesmo não havendo interesse dos setores que tentam a tudo custo aprofundar o processo de privatização da Petrobras, iniciado no governo Cardoso, é possível até que o tiro dos royalties do petróleo desfechado por Ibsen Pinheiro acabe saindo até pela culatra, ou seja, ajude a mostrar a importância de se ampliar a campanha que tem como slogan “O petróleo é e tem de ser nosso”, promovida pelos movimentos sociais. Para que isso aconteça, claro, é importante furar os bloqueios midiáticos dos jornalões e TVs além de também exigir que os candidatos à Presidência da República se posicionem em relação ao tema.

Cabral, que tem como forte aliado o insuspeito (ou será ao contrário?) Carlos Arthur Nuzman, que prega mentiras sobre a inviabilidade da realização dos Jogos Olímpicos no Rio por causa da redução do pagamento de royalties para o Estado do Rio de Janeiro e municípios, tentará prolongar ao máximo o espaço para que possa aparecer e se reeleger com posicionamentos de pouca grandeza e omitindo problemas como o perigo que ronda o Brasil com a continuidade dos leilões. Países como Argentina e Indonésia, grandes produtores de petróleo que adotaram políticas parecidas com as iniciadas por FHC viraram hoje importadores do produto. E Nuzman, um aproveitador de Jogos Olímpicos, ainda por cima fala em royalties do pré-sal, ignorando que a grana em questão encherá os cofres públicos só depois de 2016. Mas mesmo assim, já pensando em aproveitar o máximo a competição, fala qualquer coisa.

Em suma, hoje como ontem, setores entreguistas (e o termo é esse mesmo) usam todos artifícios para enganar o povo. Uma pergunta: como foram empregados até agora no Estado do Rio os royalties do petróleo? E um alerta: alguém tem dúvida que as empresas estrangeiras sequiosas por nossas riquezas vão oferecer mundos e fundos para as campanhas de políticos espiroquetas? E os colunistas de sempre não pretendem ficar de fora...

quinta-feira, 11 de março de 2010

LEVANTE SUA VOZ

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O post foi ideia da minha amiga L, de PoA

11 famílas e alguns políticos, controlam todas as redes de comunicação no Brasil (TVs, jornais, revistas e rádios), nos lugares civilizados, isso é chamado de oligopólio, aqui na E$bórnia, de liberdade de imprensa.

Desde que inventaram a comunicação em massa, de uma forma ou de outra, todos tentam controlar o que você vê, lê ou pensa, joseph geobbels já havia consolidado isso na década de 30, o que ajudou (e muito), a consolidar o nazismo na Alemanhã.

De lá para cá, esquerda, direita, religiosos, capitalistas, comunistas e outras rótulos, usam seus métodos para "fazer" a cabeça do populacho, aquela esmagadora maioria da população que não pensa. Como diria aquele meu amigo, aquela parte do povo que só usa papel para limpar a bunda, nunca leu um livro e jornais e revistas só servem se tiverem seções de fofocas, esportes e página policial.

Para discutir uma parte disso, Pedro Ekman escreveu o roteiro e dirigiu o curta Levante sua Voz.

O estilo narrativo foi baseado no Ilha das Flores, de Jorge Furtado, até o narrador lembra o Paulo José, que foi o narrador daquele curta gaúcho, mas fica por aí.

Então, em tempos de tentativa de troca do controle econômico da mídia, pelo controle ideológico, vale a pena ver:

LEVANTE SUA VOZ, de Pedro Ekman, com as limitações do tamanho do arquivo imposta pelo blogger



O original está aqui: Levante sua Voz