quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Japão promove caça de baleias com verba de ajuda pós-tsunami
Assine a petição online contra mais essa cretinice do governo japones.
da Folha de São Paulo
O governo japonês tem usado fundos destinados à recuperação de áreas atingidas pelo terremoto e tsunami no começo do ano para subsidiar um programa anual de caça às baleias, segundo acusação da ONG Greenpeace, citada pela emissora britânica de TV BBC.
De acordo com a organização, cerca de US$ 30 milhões estão sendo usados para arcar com gastos de medidas extras de segurança para a frota baleeira. As autoridades japonesas se defenderam dizendo que a atividade ajuda na recuperação das comunidades costeiras.
Relatos não confirmados pelo governo dão conta de que os caçadores partiram para as águas do oceano Antártico nesta semana.
O comércio de carne de baleia e outros produtos derivados do animal é banido há cerca de 25 anos, mas o Japão continua capturando aproximadamente mil baleias a cada ano em um programa que, segundo o país, tem o intuito de promover pesquisas científicas.
Mais cedo neste ano, a Agência de Pesca Japonesa entrou com um pedido para obter verba extra do governo para o programa de caça proveniente do orçamento de emergência, criado para ajudar na recuperação de comunidades devastadas pelo terremoto e tsnunami ocorridos em março.
Segundo a agência, algumas das localidades atingidas dependem justamente da atividade de caça às baleias.
Ativistas, porém, afirmam que o fundo foi aprovado e está sendo usado para custear medidas extras de segurança e para saldar dívidas acumuladas.
Um abalo de magnitude 8,9 criou um enorme tsunami no Pacífico que devastou o noroeste do Japão e matou mais de 15 mil pessoas em 11 de março deste ano. A onda atingiu as usinas de Fukushima, causando vazamento e uma crise nuclear.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Artistas Chilenos se Unen Para Decir Cero Caza de Ballenas
El mundo artístico chileno se compromete con la Campaña Cero Caza de Ballenas, que en menos de tres semanas logra el respaldo de casi 60 organizaciones civiles chilenas y latinoamericanas, senadores, diputados y cerca de 25 mil firmas ciudadanas.
Santiago de Chile, 26 de junio de 2010 (CCC News). Destacados artistas chilenos se unen a campaña Cero Caza de Ballenas y entregan mensaje a favor de la protección de estos mamíferos marinos.
http://www.youtube.com/watch?
Javiera Parra, Lucybell, De Saloon, Leo Caprile, Keko Yunge, Eduardo Gatti, Cecilia Echeñique, Eduardo Peralta, Teresa Hales, Malucha Pinto y Peggy Cordero se oponen firmemente a la caza de ballenas y afirman su compromiso con la protección de estos gigantes marinos.
El video producido por Centro de Conservación Cetacea forma parte de una intensa campaña de información pública orientada a concientizar a la ciudadanía sobre la amenaza de que la caza comercial de ballenas pueda volver a existir.Entre el 21 y 25 de junio, se realizó en Agadir, Marruecos, la 62da reunión de la Comisión Ballenera Internacional. En dicha oportunidad, se iniciaron las negociaciones sobre una propuesta para legitimar la caza comercial de ballenas, pesa a que ésta se encuentra prohibida hace 25 años.
Junto al mensaje de los artistas, se suman a la campaña ciudadana CERO CAZA DE BALLENAS la adhesión de más de 60 organizaciones y el apoyo de más de 25.000 personas que se oponen rotundamente a la caza de ballenas.
Afortunadamente, este año se evitó la eliminación del logro más importante del derecho ambiental internacional: la moratoria sobre la caza de comercial ballenas. Sin embargo, las discusiones para definir el futuro de la CBI y los enfrentamientos entre los bloques conservacionista y ballenero continuarán el próximo año.
La cantante Javiera Parra recordó que: “en el año 2008 y con un 99% de apoyo de la ciudadanía Chile decreto que nuestras aguas son Santuario de Ballenas” y enfatizó que “proteger a las ballenas es un deber de todos nosotros”.
Para Malucha Pinto, actriz chilena, “la sociedad chilena ya alzó su voz, nosotros dijimos que no queremos la caza de ballenas, nuestras autoridades tienen que respetar esa voluntad (…), tienen que ser la voz de todos nosotros”.
Refiriéndose a su participación en la campaña CERO CAZA DE BALLENAS, Eduardo Caces del grupo chileno Lucybell enfatizó que “estamos en esta campaña, esta vez por nuestras amigas las ballenas, que una vez más están bajo el arpón del dinero y de intereses mezquinos (…) el compromiso que tiene que tener Chile a través del Gobierno es una posición firme, un NO y un CERO absoluto a la caza de ballenas”
El mensaje es contundente, la protección del medio ambiente y el respeto a la vida es un punto de unión dentro de la sociedad civil de todo el mundo y los artistas chilenos concluyen diciendo con fuerza: “en Chile alzamos la voz para decir CERO CAZA DE BALLENAS”
http://www.youtube.com/watch?
Fuente: CCC
Nota Editor: Gracias a todos quienes enérgicamente participaron en este video y apoyan la campaña CERO CAZA DE BALLENAS. Los invitamos a continuar sumando fuerza a esta lucha constante por el planeta tierra, la naturaleza y la vida.
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
votação final para uma proposta de legalizar a caça comercial de baleias
Caros amigos,
| Em poucos dias acontecerá a votação para legalizar a caça comercial às baleias. 650.000 pessoas já assinaram a petição para proteger as baleias e uma equipe da Avaaz estará presente nas negociações para garantir que as nossas vozes sejam ouvidas -- vamos conseguir 1 milhão de assinaturas! Assine e depois encaminhe este alerta: |
O resultado depende de quais vozes serão ouvidas de forma mais clara nos momentos finais: o lobby pró-caça ou cidadãos do mundo?
Mais de 650.000 membros da Avaaz já assinaram a petição para proteger as baleias – é hora de conseguir 1 milhão! A equipe da Avaaz estará nas negociações da IWC no Marrocos semana que vem e conseguimos outdoors, anúncios de primeira página em jornais e um marcador gigante mostrando as assinaturas na petição. Tudo para garantir que os delegados, desde o momento em que descerem do avião até a hora da votação, vejam a nossa mensagem que o mundo não aceitará um massacre de baleias. Clique para assinar e depois encaminhe este email para todos:
https://secure.avaaz.org/po/
Graças a um chamado global, muitos governos já se comprometeram a irem contra a proposta. Cada vez que a petição da Avaaz ganhou 100.000 nomes, ela foi enviada para a Comissão Baleeira Internacional e governos chave. Alguns, como a Nova Zelândia agradeceram todos nós que assinamos.
Mas a pressão do outro lado é incansável. Outros governos, especialmente na Europa e América Latina podem se abster... ou até mesmo apoiar a proposta. Portanto, o resultado da votação é ainda incerto.
Pressão popular é a nossa melhor chance. Afinal de contas, foi um movimento social global na década de 80 que conseguiu banir a pesca comercial de baleias que nós agora estamos tentando proteger. A Comissão Baleeira Internacional se reunirá no Marrocos a partir desta quinta-feira dia 17 e a votação será em menos de uma semana. Vamos garantir a presença das nossas vozes globais para recepcionar os delegados:
https://secure.avaaz.org/po/
Depois que a proibição global foi imposta à caça comercial de baleias, o número de baleias mortas todo ano caiu de 38.000 para poucos milhares. Isto é apenas uma prova do poder da humanidade em seguir o caminho certo. Enquanto lidamos com outras crises atuais, vamos valorizar este legado de progresso – nos unindo agora para proteger nossos vizinhos majestosos e inteligentes neste frágil planeta.
Com esperança,
Ben, Ben M, Maria Paz, Ricken, Benjamin, David, Graziela, Luis e toda a equipe Avaaz
PS. Mesmo após a proibição, o Japão, Noruega e Islândia continuaram caçando baleias. Estes países estão pressionando o IWC para enfraquecer as restrições à caça. Aguardando a permissão para caçar ainda mais baleias, o Japão já está planejando comprar o maior navio baleeiro já visto. Clique aqui para assinar a petição.
Leia mais:
Três países querem "levar" baleias para a mesa e para o armário da farmácia:
http://ecosfera.publico.clix.
Japão ameaça deixar Comissão Baleeira Internacional:
http://www.estadao.com.br/
Ambientalistas pressionam Japão para não caçar baleias:
http://www.estadao.com.br/
sexta-feira, 11 de junho de 2010
12 dias para a plenária da Comissão Internacional da Baleia (CIB)
Estamos à 12 dias da plenária da Comissão Internacional da Baleia (CIB), onde será votado a volta da caça comercial das baleias com o fim da moratória. Isso é inadmissível e um retrocesso. A proposta autoriza a matança destes animais dentro de santuários de baleias e estabelece novas cotas de captura.
As organizações não-governamentais contestam as intenções da comissão e alertam para colapso de todo o esforço empreendido em mais de duas décadas pela preservação das baleias.
Pedimos ajuda para impedir a volta da caça comercial de baleias.
Acessem o site da campanha do Chile por Caça Zero de Baleias, (www.cerocazadeballenas.cl)
O atual presidente da Comissão da Internacional Baleia é chileno, por isto a petição está baseada lá.
Sob qualquer aspecto, é absurdo que em pleno século XXI uma frota japonesa e outra norueguesa continuem autorizadas a matar estes animais magníficos e únicos.
domingo, 17 de janeiro de 2010
ONGs BRASILEIRAS PEDEM AÇÃO DO ITAMARATY CONTRA CAÇA À BALEIA
Brasília, 13 de janeiro – Trinta e uma organizações da sociedade civil divulgaram hoje uma Carta Aberta ao representante do Brasil junto à Comissão Internacional da Baleia, o diplomata Fábio Vaz Pitaluga, exigindo um posicionamento forte contra a continuidade da matança de baleias na Antártida, que apesar da moratória estabelecida pela Comissão em 1986 e da declaração de um Santuário Antártico de Baleias em 1994, está em franca escalada sob o pretexto de ‘captura científica’.
Apesar da frequente condenação da maioria dos países da CIB, o Japão recusa-se a parar com a matança. O Brasil integra um pequeno grupo de negociação que tem se reunido há varios meses a portas fechadas e que em tese busca uma saída para acabar com a matança, mas informações obtidas pelos ambientalistas dão conta de que, frente à intransigência do Japão, a Comissão poderia aceitar a continuidade da caça antártica. “Isso é um absurdo total”, segundo o ex-Vice-comissário do Brasil à CIB e atual Presidente do Conselho Superior da Rede Marinho-Costeira e Hídrica do Brasil, José Truda Palazzo Jr. Segundo o ambientalista, que é o brasileiro com mais longa participação nas atividades da Comissão, “aceitar os termos do Japão e legitimar a continuidade da caça na Antártida vai contra tudo o que o Brasil sempre defendeu na conservação dos cetáceos, em particular o direito dos países do hemisfério sul ao uso não-letal desse animais através do turismo de observação, que pode ser seriamente afetado pelo roubo de nossas baleias pela indústria baleeira japonesa. Precisamos por um fim a esse crime, e esperamos que nossos diplomatas mantenham a posição firme que fez do Brasil uma liderança positiva na CIB”.
Truda Palazzo também acrescentou que a atividade baleeira do Japão não atende nem a verdadeiros intersses científicos, e nem a nenhuma necessidade alimentar da população daquele país, mas sim ao interesse político da JFA, a agência de pesca japonesa, em manobrar subsídios da ordem de milhões de dólares que mantém as atividades baleeiras mesmo na ausência de um mercado interessado na carne. “É pura politicagem com dinheiro público, não tem nada a ver com necessidade alimentar, científica ou cultural”, queixa-se Truda Palazzo.
O ‘grupo secreto’ de negociação da CIB no qual o Brasil participa deverá se reunir novamente no final de janeiro no Havaí para mais uma rodada de negociação com o Japão.
Segue abaixo o texto da Carta Aberta das ONGs ao Comissário do Brasil na CIB.
Ministro
Fábio Vaz Pitaluga
MD. Comissário do Brasil à Comissão Internacional da Baleia
13 de janeiro de 2010
Senhor Comissário,
Cumprimentando-o, as 31 instituições signatárias da presente Carta Aberta desejam expressar sua preocupação com a situação corrente da caça à baleia no hemisfério sul e oferecer considerações referentes ao posicionamento do Brasil enquanto membro ativo das negociações a portas fechadas com o Japão e outros países ora em curso, e que deverão ter continuidade ainda este mês.
A continuação, de parte do Japão, do abuso flagrante do Artigo VIII da Convenção Baleeira de 1946 (que cria a brecha da famigerada caça “científica”) e a continuada violação do Santuário de Baleias do Oceano Austral estão levando não apenas aos atos de violência desmedida como os recentemente registrados na Antártida, com grave ameaça à vida humana E ao ambiente antártico, mas também ao crescente descrédito tanto da CIB como do próprio processo negocial. Cada vez mais se evidencia não apenas o desinteresse do Japão por uma solução diplomática, mas ainda sua atuação firme no sentido de consolidar a inaceitável apropriação dos recursos representados pelos cetáceos do hemisfério sul de maneira unilateral e arbitrária.
O Brasil, que ao longo das últimas duas décadas, construiu uma política de liderança internacional na conservação dos cetáceos, tanto na CIB como em outros foros, teve também participação proativa e de boa fé em todo o curso do processo de negociação visando encontrar um futuro comum para a CIB, no qual, como condição sine qua non para a acomodação de posições, a truculência dos atos unilaterais, em especial no que tange à caça dita “científica” e à violação de Santuários, fosse abandonada. Para tanto, foram oferecidas ao Japão e demais interessados condições extraordinárias de tolerância para com esses atos deploráveis.
A tolerância, o diálogo e a distensão, que levaram inter alia a um enfraquecimento da posição brasileira e regional, ao não se condenar aberta e firmemente a caça antártica nesta temporada, não estão produzindo quaisquer resultados que se possam considerar aceitáveis. É absolutamente inconcebível que o investimento diplomático feito pelo Brasil e demais países pró-conservação resulte em um acordo que legitime, sob qualquer pretexto, a continuidade da matança de baleias no hemisfério sul.
Uma suposta “redução global” do número de baleias caçadas no presente, sem a garantia do fim da matança antártica e de salvaguardas legais e obrigatórias que restrinjam efetivamente a caça em águas de outras regiões, consiste tão somente em arreglo político que não interessa nem às baleias, nem aos países como o Brasil, onde as garantias para o uso não-letal dos cetáceos no futuro são a chave da gestão adequada do “recurso cetáceos”.
Permitir a continuidade da matança pelágica agora é abrir as portas para ameaças diretas a nossos interesses regionais no futuro, e a oferta de um “santuário temporário” no Atlântico Sul como atualmente em negociação, ao mesmo tempo em que o Japão segue violando o Santuário Antártico, não serve como compensação aceitável.
Solicitamos, portanto, a Vossa Senhoria, consoante a política brasileira consolidada a favor da conservação dos cetáceos na CIB, NÃO APOIAR, já seja nas negociações secretas nas próximas semanas, na reunião do “Small Working Group” em março próximo ou na próxima Reunião Anual da CIB, quaisquer propostas e/ou iniciativas que não contemplem a CESSAÇÃO DAS ATIVIDADES DE CAÇA À BALEIA NO HEMISFÉRIO SUL. Da mesma forma, solicitamos que o Brasil se posicione contrário à continuação de um processo secreto de negociação, que viola de forma flagrante os princípios de transparência e “accountability” esperados tanto de um organismo multilateral como dos funcionários de governo que ao mesmo assistem.
O Brasil não pode correr o risco de transformar-se, por ação ou omissão, em cúmplice da legitimação da continuidade da matança de baleias em águas internacionais. Confiamos em que a delegação brasileira levará em consideração os comentários supra e atuará de forma a honrar nosso histórico, duramente construído, de liderança conservacionista nesta Comissão que clama por modernidade e não por retrocesso.
Atenciosamente,
AGÊNCIA COSTEIRA
Antonio Eduardo Poleti
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL
Ney de Araújo Gastal
ASSOCIAÇÃO CAATINGA
João Bosco Priamo Carbogim
CENTRO DE CONSERVAÇÃO CETÁCEA – BRASIL
REDE COSTEIRO-MARINHA E HÍDRICA DO BRASIL
José Truda Palazzo, Jr.
CENTRO DE ESTUDOS DO MAR ONDA AZUL
Paulo Guilherme Alves Cavalcanti
CENTRO GOLFINHO ROTADOR
Flávio Silva
CONSERVAÇÃO INTERNACIONAL
Guilherme Fraga Dutra
ECOSUL
Halem Guerra Nery
FUNDAÇÃO BRASIL CIDADÃO
Leinad Carbogim
GLOBAL GARBAGE – PROJETO LIXO MARINHO
Fabiano Prado Barreto
GREENPEACE
Leandra Gonçalves
GRUPO AMBIENTALISTA DA BAHIA
Renato Pêgas Paes da Cunha
INSTITUTO AMIGOS DA RESERVA DA BIOSFERA DA MATA ATLÂNTICA
Heloísa Dias
INSTITUTO AQUALUNG
Marcelo Szpilman
INSTITUTO BAÍA DE GUANABARA
Dora Hees de Negreiros
INSTITUTO BALEIA JUBARTE
Márcia Engel
INSTITUTO JUSTIÇA AMBIENTAL
INSTITUTO MAMÍFEROS AQUÁTICOS
Maria do Socorro Reis
INSTITUTO MARAMAR
Fabrício Gandini
INSTITUTO PEABIRU
João Meirelles
INSTITUTO SEA SHEPHERD BRASIL – GUARDIÕES DO MAR
Daniel Vairo
MATER NATURA – INSTITUTO DE ESTUDOS AMBIENTAIS
REDE DE ONGS DA MATA ATLÂNTICA
Paulo Pizzi
MOVIMENTO AMBIENTAL OS VERDES DE TAPES
Júlio Wandam
ORGANIZAÇÃO SÓCIO-AMBIENTAL PRÓ-MAR
José Roberto Caldas Pinto
PROJETO MIRA-SERRA
Kathia Vasconcellos Monteiro
REDE BRASILEIRA DE INFORMAÇÃO AMBIENTAL – REBIA
Vilmar S. D. Berna
SOCIEDADE MUNDIAL DE PROTEÇÃO ANIMAL – WSPA
Antonio Augusto Silva
SOCIEDADE DE PESQUISA EM VIDA SELVAGEM E EDUCAÇÃO AMBIENTAL – SPVS
Clóvis Schrappe Borges
SÓCIOS DA NATUREZA
Tadeu Santos