O resposável pelo blog está num tour pela França, tomando um banho de civilização, de museus, prédios e castelos, com muitos séculos (e muito conservados). Vendo as discuções sobre a burca, sobre a questão da diversidade e uma penca de notícias sobre as novas guerras coloniais (Costa do Marfim, Líbia e outras).
Allons enfants de la Patrie,
Le jour de gloire est arrivé!
Contre nous de la tyrannie,
L'étendard sanglant est levé,
L'étendard sanglant est levé,
...
PS. O brazil só está presente nas notícias policiais e na demagogia pelo "desarmamento".
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segunda-feira, 11 de abril de 2011
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
As mulheres grávidas perdiam os filhos, cabras e dromedários adoeciam e logo depois morriam, não havia nem mosquitos. O dia que o Sahara explodiu.
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Abril de 1961, o governo frances explode uma bomba atômica no Centro Sahariano de Experimentação militar de Reggane, no Sahara argelino, então colonia francesa.
35 minutos após a explosão, 300 soldados, a maioria recrutas (que foram denominados Garigliano) salen do abrigo e começam a caminhar ao centro da explosão, param a 700 metros do ponto central. Um grupo, dentro de um veículo chega a 250 metros do epicentro da explosão.
Equipamentos de proteção
Como as máscaras de gás dificultavam a comunicação, foram distribuídas máscara antipoeira, o único equipamento para protegê-los.
"As mulheres grávidas perdiam os filhos, cabras e dromedários adoeciam e logo depois morriam, não havia nem mosquitos. Acreditávamos que era um mal enviado por deus", palavras de Mohamed Belhacen, residente de Taourit, sul da Argelia.
Quantas vítimas? Estima-se em 16 e 20 mil pessoas, entre civis e militares expostos as áreas contaminadas, em alguns casos, imediatamente após as exeplosões. A exposição em muitos casos foi intencional, para ver os efeitos das explosões sobre "seres humanos", ou por puro descaso.
Depois de 49 anos de pend6encias judiciais, em dezembro de 2009, foi aprovada uma lei para indenizar argelinos e franceses que adoeceram devido aos textes nucleares franceses.
Segundo a Associação dos Veternaos de Testes Nucleares, os militares e civis franceses apresentam uma incidência de cancer o dobro do resto da população, incluindo alguns bem raros. Quanto aos moradores das regiões contaminadas pelos testes, a maioria morreu sem nunca ter sido diagnosticada, morreu saber do que, como disse Mohamed Belhacen, achando que foi um mal enviado por deu.
Fonte: El País e Le Parisien
Abril de 1961, o governo frances explode uma bomba atômica no Centro Sahariano de Experimentação militar de Reggane, no Sahara argelino, então colonia francesa.
35 minutos após a explosão, 300 soldados, a maioria recrutas (que foram denominados Garigliano) salen do abrigo e começam a caminhar ao centro da explosão, param a 700 metros do ponto central. Um grupo, dentro de um veículo chega a 250 metros do epicentro da explosão.
Equipamentos de proteção
Como as máscaras de gás dificultavam a comunicação, foram distribuídas máscara antipoeira, o único equipamento para protegê-los.
"As mulheres grávidas perdiam os filhos, cabras e dromedários adoeciam e logo depois morriam, não havia nem mosquitos. Acreditávamos que era um mal enviado por deus", palavras de Mohamed Belhacen, residente de Taourit, sul da Argelia.
Quantas vítimas? Estima-se em 16 e 20 mil pessoas, entre civis e militares expostos as áreas contaminadas, em alguns casos, imediatamente após as exeplosões. A exposição em muitos casos foi intencional, para ver os efeitos das explosões sobre "seres humanos", ou por puro descaso.
Depois de 49 anos de pend6encias judiciais, em dezembro de 2009, foi aprovada uma lei para indenizar argelinos e franceses que adoeceram devido aos textes nucleares franceses.
Segundo a Associação dos Veternaos de Testes Nucleares, os militares e civis franceses apresentam uma incidência de cancer o dobro do resto da população, incluindo alguns bem raros. Quanto aos moradores das regiões contaminadas pelos testes, a maioria morreu sem nunca ter sido diagnosticada, morreu saber do que, como disse Mohamed Belhacen, achando que foi um mal enviado por deu.
Fonte: El País e Le Parisien
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
EUA, França e Brasil disputam hegemonia no Haiti
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Nada de solidariedade, nem no cancer.
Do site da revista alemã Der Spiegel
Enquanto os haitianos lutam por sobrevivência após o devastador terremoto da semana passada, os Estados Unidos, a França e o Brasil estão "brigando pela predominância" no país.
Nada de solidariedade, nem no cancer.
Do site da revista alemã Der Spiegel
Enquanto os haitianos lutam por sobrevivência após o devastador terremoto da semana passada, os Estados Unidos, a França e o Brasil estão "brigando pela predominância" no país.
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